Capitulo 31 – Albaron de peixes

Heitor havia chegado ao pilar do ártico e lá se deparou com o general Aisar de kraken, um guerreiro terrível que graças a sua técnica espaço ártico podia se curar de qualquer ferimento. Diante de um oponente tão poderoso o cavaleiro de escorpião decidiu usar sua técnica secreta a agulha negra. Usando-a para atingir a si próprio em 5 pontos do corpo, Heitor ganha força, velocidade e um cosmo muito maior. Com essas habilidades ele domina o combate e então ataca com agulha escarlate em alta velocidade finalizando a luta com antares o ataque final perfurando o coração de Aisar antes que ele tivesse a chance de se curar e assim o matando finalmente. Já no pilar do atlântico norte uma outra luta havia se iniciado entre Albaron de peixes e Levi de scylla. Depois de um combate aonde ambos usaram algumas de suas técnicas o general scylla enfim ataca com o ataque vampiro que deixa Albaron tendo seu sangue sugado por morcegos. Por fim no pilar do atlântico norte Arthur de capricórnio chegava.

— Finalmente um dos 7 pilares e lá está o cristal! – ele o avista ao longe, porem um homem já toma sua frente.

— Sim esse e o cristal, mas antes terá que passar por mim! Sou Agamenon de dragão marinho, o general que protege esse pilar! – ele se apresenta colocando-se na frente de Arthur.

— E eu sou Arthur de capricórnio, e vou destruir esse cristal. Se ficar no caminho terei que tira-lo! – adverte o cavaleiro de ouro.

— Então venha cavaleiro de capricórnio, e faça jus a o que disse porque o ultimo cavaleiro que esteve aqui era muito fraco! – provoca Agamenon.

— Muito bem então, vamos começar! – responde Arthur já indo para cima de Agamenon e desferindo vários golpes com sua mão direita que o general dragão marinho evita. Porem um deles pega de raspão provocando um leve corte no braço do marina.

— Entendo, sua mão é uma arma! – afirma dragão marinho.

— Não é apenas uma arma, é a mais poderosa espada! – responde Arthur enquanto seu cosmo já brilha. – Excalibur!!! – Arthur dispara um feixe luminoso que ataca Agamenon, mas ele consegue desviar por pouco.

— Entendo a lendária excalibur, por isso é tão poderosa. – admite Agamenon. – No entendo, eu não tenho medo dessa espada! – afirma o general dragão marinho sorrindo enquanto seu cosmo começa também brilhar. Arthur porem não perde tempo e avança contra ele atacando mais uma vez, mas Agamenon desvia recuando mais.

— Não poderá fugir para sempre! – grita Arthur.

— Não estou fugindo, só me preparando! – responde Agamenon estendendo os braços. – Nevoa fantasma!!! – ele então libera seu cosmo a sua volta e uma densa nevoa começa a tomar todo o local envolvendo os dois.

— Então esse era seu plano? Vai se dar mal eu garanto! – declara Arthur enquanto Agamenon se move pela nevoa e dispara uma rajada de energia, mas o cavaleiro de capricórnio bloqueia facilmente com sua espada. – Eu disse! – reafirma Arthur, mas o dragão marinho não desiste e lança mais ataques, porem todos são bloqueados por Arthur usando a excalibur facilmente. – Acha mesmo que pode se esconder de mim nessa nevoa? – questiona Arthur.

— Eu não quero me esconder, apenas te distrair! – responde Agamenon deixando Arthur surpreso.

— O que quer dizer com isso? – pergunta Arthur atento a sua volta para novos ataques.

— Já vai entender, agora diga adeus cavaleiro de capricórnio! – declara Agamenon surgindo próximo de Arthur e já concentrando energia em suas mãos. – Triangulo de ouro!!! — ele então move suas mãos criando um triangulo de energia na sua frente. Ao mover seus braços ele dispara o golpe na forma de vários triângulos que avançam contra Arthur envolvendo seu corpo.

— Mas o que é isso? – questiona o cavaleiro de capricórnio tentando atacar com sua espada, mas sem efeito. Ele então finalmente desaparece engolido pelo triangulo de ouro.

— Você superestimou o poder de sua espada sagrada. Nem ela poderá salva-lo agora, você ficará para sempre preso nessa dimensão perdida controlada pelos generais de dragão marinho. – afirma Agamenon dando risadas. De volta ao pilar do pacifico sul, depois de ser atingido pelas rosas diabólicas reais de Albaron, o general scylla revida com mais uma de suas bestas.

— Maldito desgraçado, eu vou te mandar para o inferno! – Levi se enfurece já emanando sua cosmo energia novamente. – Agora conhecerá a mais sanguinária das bestas! Ataque vampiro!!! – o poder de Levi é concentrado nas asas em suas costas e ele então move as mãos para frente fazendo dezenas de morcegos surgirem e avançarem contra Albaron. Os morcegos atacam impiedosamente mordendo o cavaleiro de peixes e sugando seu sangue sem parar.

— Maldição precisa reagir! – fala Albaron sendo atacando ferozmente pelos morcegos. Mas ele não se entrega e começa a queimar seu cosmo. – Vou mostrar a minha força! – grita o cavaleiro de peixes sendo envolto em um poroso cosmo dourado.

— Não pode ser mesmo sendo atacando e tendo o sangue sugado como pode ter esse cosmo? – Levi se surpreende. E então que rosas negras começam a surgir em torno de Albaron.

— Porque eu sou um cavaleiro de ouro! – responde Albaron atacando em seguida. – Vão, rosas piranhas!!! – em segundos as rosas negras destroem os morcegos que atacavam Albaron avançando em seguida contra Levi que se protege mas ainda assim é atingindo por algumas delas tendo sua escama arranhada e recebendo alguns ferimentos.

— Não pode ser, esse desgraçado! – grita Levi.

— Eu avisei, não subestime o poder dos cavaleiros de Atena! – declara Albaron.

— E você não deve subestimar o poder dos generais marinas! – responde Levi.

— Não pretendo fazer isso. Agora mesmo vou atacar com todo meu poder! – afirma Albaron elevando seu cosmo novamente ao máximo.

— Não vou ficar parado, agora mostrarei a mais forte e enérgica das bestas! – anuncia Levi também queimando seu cosmo ao máximo.

Então vamos ver! – grita Albaron enquanto varias rosas negras surgem a sua volta. – Rosas piranhas!!! – ele lança suas rosas negras novamente, mas dessa vez o ataque é muito mais poderoso com centenas delas que avançam contra o general scylla que então também ataca.

— Urso infernal!!! – grita Levi invocando seu poder e já assumindo a forma de um gigantesco urso que movendo seu braço direito para trás ele então desfere seu golpe com toda a sua força. Os dois ataques se chocam com violência, mas o urso infernal consegue destruir muitas das rosas e o impulso de poder chega a atingir Albaron o derrubando. Por outro lado algumas rosas também atingiram Levi provocando mais alguns ferimentos nele. – Agora você sentiu no próprio corpo o terrível poder do grande urso. Em contrapartida seu maior ataque só me fez alguns aranhões. – afirma Levi dando risadas. Mas Albaron então começa a se levantar estando um pouco ferido.

— Você está errado, meu golpe atingiu exatamente seu objetivo! – responde o cavaleiro de peixes.

— Do que está falando, ficou louco depois do meu golpe? – debocha o general scylla, mas Albaron aponta para o cristal do oceano atrás dele. Quando Levi olha vê o cristal em pedaços ficando em choque. – Não pode ser como você fez isso? – questiona ele sem entender.

— Meu ataque tinha dois objetivos, um era acertar você é claro, mas meu alvo principal era o cristal do oceano. Então quando ataquei eu me certifiquei de desviar rosas negras para o cristal enquanto você estava preocupado em superar meu golpe e me atingir. – explica Albaron.

— Não pode ser você sacrificou a si próprio recebendo meu ataque para isso? – pergunta Levi incrédulo.

— Mas é claro, é isso que um cavaleiro faz. E eu sou o orgulhoso cavaleiro Albaron de peixes, cumprir a minha missão vem à frente de tudo! – responde ele com toda sua convicção deixando Levi ainda mais irritado.

— Maldição, eu subestimei você e agora o cristal está destruído. Então tudo o que me resta é mata-lo! Eu vou destrui-lo! – grita Levi fazendo seu cosmo arder em fúria.

— Destruir o cristal cumpriu minha missão, mas não pense que desisti dessa luta, agora vou mostrar minha força como cavaleiro de ouro! – responde Albaron também elevando seu poderoso cosmo. Os dois se encaram com seriedade enquanto seus cosmos colidem de forma intensa. Albaron então ergue sua mão com uma rosa branca. – Essa e a minha ultima rosa, a branca! – adverte ele. Já Levi ergue seu braço esquerdo concentrando seu poder lá.

— Mesmo que esteja de pé o golpe do urso infernal fez sérios danos a você. Não poderá evitar meu ataque mais veloz, se prepare para morrer peixes! – declara Levi apontando seu dedo para Albaron. – Ferrão da abelha rainha!!! – ele dispara um flash de luz a partir de seu dedo e toma a forma de uma abelha avançando contra Albaron.

— Esse é meu ataque definitivo, adeus scylla! Rosa sangrenta!!! – Albaron arremessa a rosa que tem um único alvo. Os golpes se cruzam no ar seguindo seus destinos em alta velocidade. Enquanto o ferrão da abelha rainha atravessa o coração de Albaron de um lado, do outro a rosa sangrenta perfura o coração de Levi.

— Acha que uma rosa vai me matar? Por outro lado meu golpe destruiu o seu coração, o veneno da abelha vai mata-lo! – afirma o general scylla.

— Você não está errado sobre o seu golpe. – responde Albaron sentindo o efeito do ataque imediatamente. – Mas sobre a minha rosa, você já está morto! Ela vai sugar todo o seu sangue e quando ficar vermelha será a sua morte! – explica Albaron. Levi olha assustado já vendo a rosa quase completamente vermelha.

— Não pode ser....eu estou morrendo? – questiona Levi começando a perder a consciência e olhando para a rosa em seu coração já totalmente vermelha caindo logo depois. Albaron que olhava tudo de pé no entanto também cai de joelhos logo depois.

— Minha jornada.....termina aqui. – afirma Albaron indo ao chão enquanto Saul de sagitário aparece no local indo rapidamente até ele.

— Albaron, não pode ser! – Saul chama por ele se abaixando ao lado de seu corpo caído.

— Saul....está tudo terminado aqui....você deve seguir em frente. – afirma Albaron.

— Eu sei que sim, você conseguiu. – responde Saul que então observa o cavaleiro de peixes morrer logo depois. Nesse momento Brises de raposa e Gales de urso chegam também ao local.

— Ele está morto? – pergunta Gales.

— Sim, morreu cumprindo sua missão como um orgulhoso cavaleiro de Atena. – responde Saul se levantando.

— Ele destruiu o cristal do oceano e matou o general desse pilar, é incrível! – observa Brises impressionada.

— Albaron é o cavaleiro de ouro de peixes, e seu poder era temido por todos. Ninguém poderia esperar menos que isso dele. – responde Saul a os dois. – Adeus amigo, descanse em paz. Nos vamos terminar a missão. – afirma Saul olhando para o corpo de Albaron. – Agora devemos ir, temos que vencer essa guerra pelos cavaleiros mortos! – afirma ele partindo logo depois e Brises e Gales fazem o mesmo. De volta ao pilar do oceano atlântico norte, o general dragão marinho havia enviado o cavaleiro de capricórnio para uma dimensão desconhecida através do triangulo de ouro e esperava pelo próximo oponente.

— Os cosmos de scylla e do cavaleiro de ouro que o enfrentava sumiram. Os dois morreram? Com isso 4 generais já perderam suas vidas. Bom ao menos 5 cavaleiro de ouro também já morreram desde o inicio da guerra e o sexto eu deixei vagando para sempre perdido entre dimensões! Vamos ver quem e o próximo! – afirma ele dando risadas, porem de repente ele sente um cosmo, mas logo some. – O que foi isso? – se pergunta ele quando novamente sente mas dessa vez mais forte. Quando olha para o seu lado esquerdo ele percebe um brilho no ar. Uma espécie de fenda ameaçava se abrir. – Mas que diabos é isso? O que está havendo? – grita ele sentindo um imenso cosmo sair de dentro daquela fenda que então se parte em um enorme buraco. De dentro dele salta Arthur com sua excalibur brilhando intensamente. – Mas o que? Como ele pode? – Agamenon fica perplexo com a imagem a sua frente.

— Achou mesmo que poderia me prender naquele lugar? Eu sou o rei Arthur de Camelot, o dono original da excalibur. Posso usar seus poderes ao máximo, até mesmo para abrir fendas espaciais! – explica o cavaleiro de capricórnio.

— Maldição, eu subestimei você, não imaginei que fosse o rei Arthur dono da excalibur. – afirma o dragão marinho fechando seus punhos. – Mas você não é o único que vem de um passado real! Eu sou Agamenon, no passado fui rei de Micenas, e sob meu governo toda a Grécia foi dominada. Eu fui aclamado por todos como o rei do reis! – lembra ele encarando Arthur. – Agora aqui estou como um dos 7 generais marinas, pronto para iniciar uma nova era de domínios. Quando Poseidon controlar o mundo, eu serei um dos seus novos governantes. Mas chega de falar, vamos terminar logo essa luta! – declara ele começando a elevar seu cosmo. O clímax da batalha entre o cavaleiro de capricórnio e o general dragão marinho havia chegado, quem sairá vencedor desse embate?

Continua....

Arco reino marinho