Cavaleiros do Zodíaco: Guerra de Poseidon
16 A grande batalha! Cavaleiros vs marinas
Capitulo 16 – A grande batalha! Cavaleiros vs marinas
A invasão do santuário havia chegado a sua fase final com luta entre Arthur de capricórnio o lendário rei de Camelot e Lancelot de crocodilo que no passado havia sido um guerreiro leal a Arthur até trai-lo em busca de poder. Os dois batalham de forma intensa até que Arthur mostra o poder de excalibur e vence a luta. A morte de Lancelot junto da morte de 4 marinas pelas rosas diabólicas no caminho até a sala do grande mestre terminam com há invasão. Fora do santuário os generais cavalo marinho, limnades e Scylla que estavam nas 12 casas se reúnem depois de se retirarem do santuário, pois seu principal objetivo que era reunir os 8 cristais do oceano foi alcançado. No santuário Deimos e Kane retornam e contam sobre os cristais, pois ambos haviam descoberto e os cavaleiros se preparam para o ataque a acrópole de Poseidon enquanto os marinas se preparam para se proteger. Muitos marinas, incluindo os comandantes estavam reunidos na frente no palácio central da acrópole e o general Ulisses de cavalo marinho estava nas escadas do local permitindo ver todos.
— Marinas de Poseidon! Estamos todos aqui agora reunidos porque logo uma nova batalha vai começar. Nos últimos tempos nos estamos enfrentamos uma guerra contra os cavaleiros enquanto procurávamos os 8 cristais do oceano. Agora conseguimos reunir todos os cristais. Isso permitirá a nosso imperador o deus dos mares Poseidon recriar esse mundo de forma muito mais justa! Chega de todos os atuais humanos corruptos que infestam o mundo! Só os escolhidos farão parte do novo mundo que nosso imperador vai criar, um mundo como ele já foi, um local para todos vivermos! Então meus amigos, é hora de lutarmos com todo nosso poder para proteger nosso imperador e nossos ideais! Temos que vencer essa guerra pelo bem do nosso mundo novo! Vamos destruir os cavaleiros de Atena! – são as palavras ditas por Ulisses de cavalo marinho o líder dos marinas. Logo depois todos eles começam a se mover tomando posições.
— Já está tudo pronto? Os marinas se dividiram por todo o local comandante tubarão? – pergunta o cavalo marinho.
— Sim general, assim como foi ordenado tudo está sendo organizado. – responde o comandante tubarão.
— Perfeito, agora só temos que esperar e torcer que os cristais cheguem aqui logo. – afirma Ulisses. No santuário todos os preparativos foram concluídos e os cavaleiros já estão reunidos e Ohko o grande mestre os prepara para o ataque.
— Cavaleiros de Atena! Estamos prestes a partir no que pode ser nossa batalha final. Muitos já perderam suas vidas até agora nessa guerra contra Poseidon e logo outros poderão morrer também, mas nos somos cavaleiros! Aqueles que estão dispostos a dar sua vida pelo bem desse mundo, pelo bem da humanidade! Temos que lutar com toda nossa força e vencer essa guerra pelo bem desse mundo! Então vamos cavaleiros vamos acabar com todos os marinas de Poseidon! – são as palavras de Ohko o grande mestre e então logo depois os cavaleiros começam a partir rumo à acrópole de Poseidon. Logo o choque dos dois exércitos iria começar e a guerra santa iria entrar em seu maior momento até agora. No meio da marcha rumo acrópole um cavaleiro e uma amazona se aproximam de Hércules.
— Você é ele não é, o herói lendário Hércules! Eu sou Gales de Urso, um cavaleiro de bronze e ela é uma amazona de prata Brises de raposa. – fala o cavaleiro de urso.
— Desculpe te decepcionar, mas não sou lendário, sou apenas mais um cavaleiro assim como vocês. Sim Atena diz que sou Hércules e acredito nela, mas não tenho nem uma lembrança disso. – explica ele.
— Viu, eu disse para não incomodar ele. – Brises repreende Gales.
— Não importa, eu acredito em você Hércules! – responde Gales. Assim os 3 acabam se tornando amigos e conversam durante a viajem. Porem assim que os cavaleiros de Atena chegam as fronteiras da acrópole de Poseidon a batalha já se inicia. Os cavaleiros de prata e bronze são enviados na frente para essa etapa da batalha e começam enfrentar dezenas de marinas que já os esperavam. No meio da batalha, Hércules, Brises e Gales avançavam enfrentando alguns marinas.
— Ouçam vocês dois, eu vou seguir na frente vou invadir a acrópole. Se cuidem e não morram! – ordena Hércules.
— Não se preocupe eu não vou morrer! – responde Gales.
— Tudo bem deixe comigo, eu tomo conta dele. – afirma Brises e assim os 3 se separam. Hércules corre subindo e finalmente adentrando na acrópole. Ele começa a caminhar por entre algumas construções quando parte de uma parede cai sobre ele, mas Hércules desfere um golpe com seu punho destruindo a parede.
— Magnifico, quando vi você eu nem pude acreditar que Hércules estava na minha frente! – um homem então se revela. – Sou Nasser de Glauco, um comandante marina! – ele trajava uma escama azul e branca e segurava um martelo que balança apontando para Hércules na sequencia.
— Nasser de Glauco! Como você me conhece, eu nunca o vi antes! – responde Hércules.
— Na verdade eu também nunca vi você, pelo menos pessoalmente. Mas o alto conselheiro Nereu quer muito te ver morto assim como ele queria seu mestre o cavaleiro de Pégaso Seraphíon. Por isso ele mandou uma imagem mental para vários comandantes marinas a fim de te matar e eu agora terei essa chance! – explica Nasser sorrindo.
— Nereu, aquele desgraçado que matou meu mestre. Serei eu quem vai mata-lo, por tanto pode vir tentar me matar se quiser, mas não vai conseguir! – responde Hércules já sendo envolvido por sua cosmo energia. Nasser de Glauco também eleva seu cosmo erguendo seu martelo.
— Agora vou te mostrar o poder do martelo do oceano! – grita ele atacando Hércules com o martelo, mas esse desvia e o golpe atinge o chão abrindo um buraco. Mas ele não para e na sequencia ergue o martelo e volta atacar desferindo vários ataques seguidos contra Hércules, finalmente conseguindo o acertar e o jogar para trás. – Agora você sentiu o poder do meu martelo! – se gaba Nasser o erguendo, mas Hércules se recupera logo depois.
— Não posso negar, esse golpe foi forte para me ferir, mas minha armadura pode me proteger. – declara Hércules encarando Nasser. Ele então parte contra o comandante de Glauco que o ataca novamente, mas dessa vez Hércules evita o golpe e desfere um poderoso soco atingindo o rosto de Nasser e o derrubando. – E você não deve subestimar minha força! – conclui Hércules. Nasser em seguida começa a se levantar, mas fica um pouco atordoado.
— Maldito, subestimei sua velocidade. – ele afirma sangrando um pouco pelo nariz e boca. – Mas agora chega de tudo isso! – Nasser ergue seu martelo e queima seu cosmo. – Força destruidora!!! – todo o poder e concentrado no martelo e ele avança atacando Hércules que evita por pouco. O golpe atinge o chão e o impacto faz o chão explodir arremessando pedras para todos os lados. Hércules e atingido pelo impacto sendo arremessado para trás.
— Droga, ele me surpreendeu. – afirma Hércules se levantando de vagar.
— Agora eu serei aquele que vai matar Hércules o maior herói de todos, o que isso me torna? – se pergunta Nasser que em seguida avança contra o cavaleiro com seu martelo em mãos. Porem Hércules já estava preparado concentrando sua energia na mão direita. O comandante Glauco ataca desferindo um golpe com o martelo, mas Hércules responde com um soco que atinge o martelo e os golpes se anulam. – Impossível, ele parou meu martelo com o punho? – Nasser não pode acreditar.
— Sim, porque eu finalmente começo a entender quem eu sou e o que posso fazer! – responde Hércules olhando para o seu punho. – Agora vamos terminar logo com isso! – ele começa elevar seu cosmo logo depois. Nasser faz o mesmo preparando seu golpe novamente.
— Muito bem então morra! Força destruidora!!! – todo o poder é novamente concentrado no martelo e Nasser avança contra Hércules.
— Um único golpe é tudo que preciso! – afirma Hércules que concentra todo o poder na mão direita. – Cometa explosivo!!! – a energia na mão direita dele se torna um cometa enquanto Hércules avança em grande velocidade contra Nasser. Os dois golpes então se chocam e o cometa de Hércules explode. Na sequencia o martelo do oceano se parte em pedaços assim como a escama de Glauco enquanto o corpo sem vida de Nasser vai ao chão logo depois. Já Hércules permanece de pé olhando a cena.
— Posso sentir, meu poder fluindo, essa armadura concertada esta fazendo meu poder se manifestar de uma forma incrível. Nereu eu vou te encontrar! – promete Hércules. Enquanto isso a batalha seguia acontecendo em varias partes no limite da acrópole de Poseidon enquanto os cavaleiros de ouro tentavam invadir o local. Mas quem também combatia eram os cavaleiros de prata e bronze. Um deles chamado Galon de sextante lutava com todas as suas forças.
— Eu vou vencer por Atena haaa! – ele avança contra um marina o golpeando com vários socos enfim vencendo. – Consegui derrota-lo! – comemora o cavaleiro de bronze.
— Realmente conseguiu, mas será que vai me divertir agora? – pergunta um homem que surge na frente de Galon de sextante. – Eu sou Xanto de agua viva, um comandante marina! – ele se apresenta, e sua escama tinha as cores azul e branca.
— Então um comandante enfim apareceu! Era isso que eu queria! – responde Galon enquanto sua mão tremia de medo e nervosismo, mas ele avança contra Xanto mesmo assim.
— Sim eu sou um comandante e vou mostrar o que significa! Disparo corrosivo!!! – Xanto dispara uma espécie de bala de gosma que ao acertar o ombro de Galon provoca um ferimento inclusive destruindo a armadura de bronze.
— Não pode ser o que é isso? – ele se pergunta mas mal tem tempo de pensar, pois o comandante agua viva surge em sua frente.
— Hora de morrer! – fala Xanto enquanto Galon tenta acertar um soco nele, mas Xanto o evita e ataca em seguida. – Toque Mortal!!! – o comandante marina cria um cosmo corrosivo em sua mão e então toca o peito de Galon sobre seu coração. O poder corrosivo o perfura matando-o em segundos. – E assim acaba essa luta, e eu venci! – Xanto fala sorrindo olhando para o corpo do cavaleiro de sextante. Uma voz então lamenta o ocorrido.
— Droga, não pode ser eu cheguei tarde. – era Petrus de touro que havia acabado de chegar e olhava para o corpo de Galon.
— Essa armadura, finalmente terei um desafio de verdade! – afirma Xanto olhando para Petrus.
— Sim e vai se arrepender disso! – Petrus devolve o olhar. Enquanto isso em outro ponto da acrópole Magus havia conseguido adentrar no local.
— Sem problemas até aqui, tenho que avançar e encontrar o palácio central. – reflete Magus.
— O plano é bom, mas não vou poder permitir. – afirma uma voz que então se apresenta, era o general Seth.
— Quem é você? – pergunta Magus.
— Sou Seth de sirene, um dos generais de Poseidon! – ele se apresenta.
— Eu sou o cavaleiro de ouro de aries, Magus! Ouça-me Seth, tenho que chegar a o palácio central e se ficar no meu caminho terei que mata-lo e seguir em frente! – ameaça Magus.
— Vá em frente e tente, eu o desafio! – responde Seth.
— Muito bem então, você pediu! Extinção estelar!!! – Magus acumula uma grande quantidade cosmo em suas mãos e então dispara seu ataque em forma de feixes luminosos.
— Escudo de sirene!!! – com sua flauta Seth faz um circulo de energia em sua frente. O golpe de Magus então atinge o escudo sendo bloqueado por ele.
— Não acredito, meu ataque! – Magus olha surpreso.
— Cavaleiro de Atena, não subestime o meu poder! – afirma Seth que então avança sobre Magus o golpeando com sua flauta no estomago. Seth desfere mais golpes, mas Magus usa o teletransporte para aparecer a alguns metros dele.
— Tem razão, então dessa vez usarei todo meu poder! – declara Magus erguendo sua mão direita convocando seu poder. – Revolução estelar!!! – imediatamente a energia acumulada em sua mão vai para cima e se espalha se tornando inúmeras estrelas cadentes que atacam o general de sirene que prepara sua defesa.
— Escudo de sirene!!! – novamente ele usa sua flauta para formar sua defesa a sua frente, porem dessa vez o poder do ataque de Magus era maior e destrói o escudo atingindo Seth o derrubando.
— Agora você sentiu em seu corpo o meu poder! – provoca Magus.
— Tem razão, então preciso retribuir. – responde Seth que se levantava e já erguia sua flauta começando a tocar. – Sinfonia da morte!!! – o cosmo de Seth brilha de forma intensa e imediatamente a musica já começa a surtir o efeito em Magus. Ele tenta tampar os ouvidos enquanto agoniza em dor. Uma luta terrível entre dois poderosos guerreiros havia começado quem seria o vencedor?
Continua......
Arco acrópole de Poseidon
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