Cavaleiros da poesia
1 guerreiros
Notas iniciais
um poema até tranquilo, mas não costumo trabalhar esse tema, sendo assim, podem esperar mais tipos de poema
Sinto o tilintar do metal.
Não se afiam espadas e sim almas.
O calor confunde-se ao cinza.
Vibram as frias lâminas,
o brilho da faísca dança com o vazio da chuva.
Vibram o estrondo de palmas e estilhaços.
Concentro as chamas do olhar.
Acostumo às cinzas.
Sinto a violação da armadura,
então borbulha o sangue e alma.
Mistura-se a chuva com o salgado da lágrima.
No arder das cicatrizes
a força se vale de pés cansados.
Me acostumo com as cicatrizes,
mas não me concentro nelas.
Da lama a lama, do passo a passo.
Sinto o tremor da terra,
sujo meu ser na lama que surgi,
No entanto minha essência é a mesma.
Uma armadura para de brilhar,
Uma alma se deixa cessar.
No final me concentro,
jamais me acostumo a lama.
Meu ser e alma, lâmina na escuridão.
Notas finais
outros poetas virão, mas se sentir-se interessado pelo grupo pode falar comigo e vejo se o coloco ou não
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