Cause I love you

11 Always on your side


Notas iniciais
Lindos e lindas, deliciosos da minha vida! Muuuuuito obrigada pelos comentários e por acompanhar essa fic! Vocês são muitos engraçados! Boa leitura || :)))

JA – Ela foi pra casa ontem?

LM – Não. Está ai desde que ele deu entrada no hospital – Lindsay olhava pra amiga através do vidro que separava o quarto do corredor.

JA – Quer dizer que a Stella não vai em casa há três dias?!! – perguntou surpresa.

LM – Ela não desgrudou dele nem um minuto. Fico preocupa Jess – disse se voltando para ela – Ela deveria estar no laboratório substituindo o Mac, deveria comer, banhar, dormir. Ela está um caco e ela sabe disso, mas não deixa ninguém ficar no lugar dela.

JA – Isso não me surpreende, a Stella é muito teimosa. Não vai ceder tão fácil. Eu vou ver se consigo alguma informação com os médicos. Tenta convencê-la de tirar um tempo para descanso.

LM – Claro. Não acho que terei sucesso mas não custa tentar – dito isso logo entrou no quarto onde Stella estava sentada em uma cadeira com o tronco debruçado sobre o corpo de Mac.

Vagarosamente ela se aproximou de Stella sem fazer barulho. Podia sentir a dor de sua amiga naquele momento. Lindsay tinha conhecimento da amizade que existia entre os dois. Ver Mac ali naquele leito, pálido parecendo não ter mais vida com diversos tubos entrando em seu corpo, seu coração que batia tão fraco que quase não era perceptível aos aparelhos. Tudo isso também lhe atingia. Lhe cortava a alma ver que nada podia fazer para mudar essa cena. A única coisa que estava ao seu alcance era oferecer consolo nesse momento.

LM – Oi – ela tocou de leve o ombro de Stella que vagarosamente ergueu a cabeça mas sem olhar para ver quem era pois já sabia que se tratava de Lindsay, aquela mulher incrível que nos últimos três dias vinha lhe oferecer palavras amigas – como ele está.

SB – Na mesma. Nem melhor, nem pior.

LM – O que os médicos disseram?

SB – Eles estão mantendo-o sedado por conta do inchaço no cérebro. Assim que diminuir eles vão fazer uma cirurgia para desobstruir as vias que foram bloqueadas e só então deixarão de sedá-lo. Mas dependendo dos resultados da cirurgia, ele pode ficar assim pra sempre.

LM – Ele não vai ficar assim Stella. Ele vai acordar.

SB – Eu sei que vai. Mac é forte. Vai sair dessa – ela acariciava a mão dele.

LM – E você, quando vai pra casa?

SB – Não sei. Não consigo sair do lado dele.

LM – Stella você precisa descansar. Quando foi a última vez que teve uma boa noite de sono?

SB – Não tenho sono Lindsay. Eu estou bem.

LM – Hey! – ela buscou a atenção da amiga que até então tinha os olhos grudados em Mac – Não minta pra você mesma. O cansaço está estampado na sua cara, Stella. Essas olheiras, está tão pálida quanto ele. A mesma roupa que usava depois do jogo sem contar que não está se alimentando direito! — ela usava um tom mais agressivo com a amiga — Até quando você vai ficar aqui nessa penúria velando o corpo dele enquanto você morre aos poucos? Desculpa Stella, mas não vou permitir isso. Você vai sair daqui, vai pra casa tomar um banho, se alimentar e dormir.

SB – Eu não vou sair daqui sem ele Lindsay. Você acha que consigo dormir sabendo que ele está morrendo? Me desculpa você, mas algo dentro de mim não me deixa sair daqui. Eu não vou. – disse determinada a ficar.

LM – Stella, não estou te oferecendo opções. Você vai. Logo os médicos vão voltar e faço questão de pedir que te tirem daqui. É para o seu bem.

JA – Oi meninas – disse entrando no quarto.

SB – Oi Jessica.

JA – Nossa Stella... sei que a Lindsay já deve ter dito isso, mas sua aparência está horrível! Você precisa descansar. Vai pra casa que eu fico aqui com o Mac.

SB – Não adianta Jess. Eu não vou.

LM – Jessica convence ela porque eu já desisti – disse saindo do quarto.

SB – Poupe seus esforços. Só saio daqui com o Mac.

JA – Stella, me escuta – ela falava calmamente – use a sensatez. Ficando aqui a única coisa que você consegue e ficar doente. Olha, eu falei com os médicos e eles falaram que o estado dele é estável, que ele está melhorando lentamente. Você sabe, os traumas foram profundos e que assim que o inchaço do cérebro diminuir eles vão parar de dar o sedativo. Quando ele acordar a primeira coisa que ele vai querer saber é como está o laboratório e como você está. Você sabe, ele sempre se preocupou com você e se ele acordar agora? Como você vai se apresentar a ele desse jeito? Fraca, abatida... Se você realmente quer ajudar o Mac ajude a si mesma. Ajuda o pessoal no laboratório. Você tem que ser forte e não vai ser ficando aqui como quem vigia algo que você vai fazer isso.

SB – Jessica...

JA – Stella, por ele. – disse interrompendo-a roubando-lhe completamente as palavras – numa boa, não precisamos de duas pessoas hospitalizadas. Sua atitude em nada ajuda, muito pelo contrário.

Stella ficou calada digerindo aquelas palavras. Sabia que eram verdadeiras e sabia que precisava descansar, dar um tempo a si mesma, respirar um pouco e por as coisas em ordem. No fundo ela até queria isso mas seu orgulho falava mais alto. Ceder ao cansaço não era uma opção sem contar no fato de ter que sair do lado de Mac. Mas Jessica tinha razão.

SB – Só preciso de mais um minuto e então eu vou. Pode me deixar a sós com ele?

JA – Claro. Estarei te esperando lá fora. Lindsay vai ficar aqui até mais tarde. Poderá ir tranquila – ela disse isso e logo se retirou do quarto.

Stella se aproximou da cama levando a mão até os cabelos de Mac enquanto a outra segurava a mão dele. Por um tempo ficou parada observando-o, analisando seus hematomas, o corte em sua boca, o olho que ainda estava com uma coloração esverdeada. — Onde estava o detetive durão quando isso aconteceu? Onde estava o imponente Mac Taylor? Onde está quem fez isso? – Questionou-se por fim lembrando-se de que as pessoas que o feriram ainda estavam soltas e muito provavelmente comemorando o seu feito.

SB – Hey... – ela sussurrou com o rosto quase colado no dele – eu vou sair, mas eu volto. Eu vou prender quem te fez isso. Eu não sei por que, mas... está me doendo muito te ver assim então... – ela respirou fundo — eu te amo – suas palavras saíram cortadas, engasgadas em meio às lágrimas que escorriam pelo seu rosto. Antes de se afastar para ir embora ela inclinou-se um pouco mais depositando sobre os lábios dele um beijo que era suave e intenso ao mesmo tempo e mal pode se levantar quando Jessica apareceu na porta.

JA – Stell, vamos?

SB – Vamos.

LM – Eu vou ficar aqui. Qualquer coisa eu te aviso.

SB – Não vou demorar muito Linds, não se preocupe – sua voz saiu ríspida — Não vou ficar muito tempo longe dele.

LM – Só quero que saiba que você pode ir despreocupada. — ela devolveu na defensiva.

JA – Vamos? – ela interrompeu antes que as duas começassem uma discussão desnecessária.

Jessica deixou Stella no prédio em que ela morava e deu instruções para que ela descansasse e se alimentasse direito. Que só deveria ir para o laboratório quando estivesse realmente preparada pois Danny estava cuidando de tudo mas que ela precisava voltar ao trabalho para assumir o cargo de Mac enquanto ele se recuperava.

Stella assim o fez, não ousou contrariar Jessica. Não que ela não quisesse, mas porque ela não conseguia. Ainda que sua vontade fosse de ficar o tempo todo no hospital ao lado de Mac seu corpo não suportaria mais uma noite naquela situação, suas forças estavam esgotadas e seu psicológico mais que abalado. Logo após tomar um longo banho ela fez uma pequena refeição e foi se deitar e em pouco já estava dormindo. Quando acordou no dia seguinte, Stella levou um susto ao conferir as horas. Passavam das dez da manhã e ela precisava voltar para o hospital então, rapidamente se levantou, tomou um banho e pegou suas coisas para sair quando, ao conferir seu celular, percebeu que tinham sete chamadas perdidas de Flack. Seu coração logo parou, — qual a razão de tantas ligações? – pensou ela – Só pode ser o Mac. Meu Deus será que ele...? – Sem perda de tempo ela retornou as ligações já esperando ouvir o pior.

SB – Oi Don – falou antes mesmo que ele pudesse pronunciar qualquer palavra.

DF – Stella, como você está? Fiquei preocupado, te liguei várias vezes e você não atendeu, o que houve?

SB – Acho que dormi demais, devia estar cansada e não vi o celular tocar. Mas o que você queria, como está o Mac?

DF – Bem... o Mac acredito que ainda está na mesma. Liguei hoje cedo pro Adam e ao que me parece ele ainda está sob efeito dos remédios.

SB – O Adam está com o Mac? – perguntou surpresa.

DF – É, a Lindsay precisou sair e o resto da equipe está ocupada no laboratório, afinal estamos com um desfalque de dois csi’s.

SB – Você sabe que com o Adam lá Mac corre risco! O Adam não é uma pessoa normal, Don!

DF – Calma Stella, ele não vai atentar contra a vida do Mac, ele sabe que seria o primeiro na lista de suspeitos. Tenho certeza de que ele não faria nada que pudesse machucá-lo. Fica tranquila. Dê uma chance a ele.

SB – Seja como for, você tem certeza de que o Mac está bem?

DF – Na medida do possível, sim.

SB – Ah! Graças a Deus! – ela deu um suspiro de alívio – Quando vi suas ligações fiquei desesperada. Eu achei que... – ela pensou bem no que ia falar – de repente achei que ele pudesse ter piorado.

DF – Stella, o Mac é forte. Vai sair dessa. – ele tentou ser o mais positivo possível, mas ambos sabiam que o caso era grave.

SB – Sei que vai.

DF – Olha só, te liguei pra avisar que encontramos os agressores. Estão na delegacia para interrogatório.

SB – Eu vou lá. Espere até eu chegar.

DF – Desculpa Stella, mas não vai dar. Está visível que você está envolvida emocionalmente nisso. O Danny vai guiar o caso. Ordens lá de cima.

SB – Como assim, não posso trabalhar nesse caso? – ela praticamente gritava ao telefone – É claro que estou envolvida emocionalmente, o Mac é meu amigo, é meu chefe! Não tenho como não me envolver.

DF – Eu sei Stella, mas o fato de você ter passado três dias naquele hospital sem desgrudar dele um minuto fez com que Sinclair desconfiasse de algum envolvimento amoroso entre vocês dois. Eu sei que não está acontecendo nada, mas Sinclair não pensa assim. Ele acha que você pode comprometer o caso.

SB – Tá, já entendi. Mas ainda assim quero acompanhar o interrogatório.

DF – Tá bom, eu espero por você. Até breve. – disse desligando o telefone.

Stella se apressou em ir para a delegacia pois queria ver o rosto de quem machucou Mac. Além do mais, quanto antes terminasse o interrogatório melhor seria, assim poderia voltar para o hospital. Sem perda de tempo, Flack deu início ao interrogatório enquanto Stella acompanhava tudo do outro lado da janela espelhada. Ao ser questionado sobre as razões pela qual agrediu Mac, Lorenso Garcia, um homem de grande estatura, descendência latina com diversas passagens por porte ilegal de armas, tráfico de drogas e agressão disse apenas que estava defendendo a honra. A princípio Flack não entendeu mas quando Stella apareceu próximo à porta Lorenso a reconheceu como ‘Bonasera, a gostosa do softball’.

DF – Defendendo a honra, é? Vamos lá, você pode ser melhor.

LG – Estou falando sério. Aquele palhaço estava me zoando no jogo de terça. Não ia deixar barato. Além do mais a Bonasera não passa de uma vadia gostosa! – disse sorrindo como se não tivesse medo das consequências de suas palavras.

DF – Então deixa eu te falar uma coisa. A detetive Bonasera está muito furiosa pelo que você fez com o marido dela e vai fazer de tudo para que você apodreça na cadeia. Nesse momento estou te atuando por desacato à autoridade, agressão a um oficial, tentativa de homicídio, porte ilegal de arma e vou encontrar mais uma série de irregularidades que possam aumentar a sua pena.

LG – Não está falando sério, está? Que história é esse de que a Bonasera é detetive? E como assim o palhaço do banheiro é marido dela? Eu pensei que fosse só mais um fã, sabe como são essas coisas, essas jogadoras gostosas são cheias de marmanjos atrás delas.

DF – É isso mesmo meu caro. A Bonasera é detetive e o ‘palhaço do banheiro’ como você disse é marido dela e também é detetive. Ou seja, você está muito encrencado. Agora só me tira uma dúvida: tinha mais alguém com você, não tinha?

LG – Por que quer saber?

DF – Porque mesmo com esse tamanho todo você não conseguiria fazer aquele estrago todo no Mac. Vamos lá, me ajude com isso. Você sabe que vai ser preso, agora cabe a você determinar por quanto tempo.

LG – Eu não sei do que você está falando.

DF – Senhor Garcia, eu conheço aquele detetive que você quase matou naquele banheiro. Sei muito bem que ele te daria muito trabalho até ser nocauteado e se isso acontecesse. Pelos registros das câmeras não passou mais de dez minutos lá dentro. Eu sei que tinha mais alguém. Tudo o que você precisa é me dar o nome. – disse entregando-lhe um bloco de papel e uma caneta.

A princípio Lorenso relutou em colaborar com a investigação mas quando viu Stella do lado de fora crucificando-o com os olhos sabia que o que Flack havia dito era verdade, ela faria de tudo para que ele apodrecesse na cadeia e se ela resolvesse investigar mais a sua vida iria descobrir coisas que poderiam lhe resultar até mesmo em uma perpétua. A melhor coisa que tinha a fazer era fornecer a informação que Flack havia lhe pedido.

LG – Aqui estão. São estes os caras que você procura. – disse entregando-lhe o bloco de notas com os nomes.

DF – Muito bem. Você é um homem racional. – disse conferindo o papel.

LG – Só peço uma coisa – disse se aproximando um pouco mais de Flack – só não me deixa na mesa cela que eles, ok?! Eles vão me matar.

DF – Beleza. Só não deixa a Bonasera ouvir isso, ok?! – disse se levantando e sinalizando para o policial que estava à porta para que levasse o homem.

Ao sair da sala Lorenso deu uma boa encarada em Stella, não desafiando-a a algo, mas com medo do que ela como uma detetive poderia fazer. Ele já conhecia o sistema carcerário e sabia que muitos lá dentro se vendiam com facilidade apenas para satisfazer as vontades dos senhorios de Nova York. Stella manteve sua pose de detetive carrasca que estava afim de matar o homem que agrediu seu amado. Quis deixar bem claro que não tinha medo dele e que no que dependesse dela ele jamais voltaria às ruas de Nova York. Assim que ele foi levado ela adentrou a sala para falar com Flack.

DF – Esse é o cara que estava provocando Mac no dia do jogo. Aposto como ele tentou resolver isso depois.

SB – Ta, me explica direito o que aconteceu naquele dia, porque eu estou um pouco perdida.

DF – No dia do jogo, Mac chegou um pouco atrasado mas conseguiu um lugar perto da gente. Durante todo o jogo, o idiota que acabou de sair da sala ficou te insultando. Mac não gostou e começou a devolver as provocações. No momento final do jogo Lorenso te insultou mais uma vez e Mac lançou um cachorro quente na direção dele. Por pouco não o acertou mas Lorenso não gostou nenhum pouco disso, chegou a ameaçar Mac, mas não achei que levaria a sério.

SB – É, mas levou – ela o interrompeu – e agora Mac está em uma cama de hospital lutando para sobreviver. E que história é essa do Mac ser meu marido?

DF – Eu só quis acrescentar um pouco de drama à minha história. Sabe como é, uma mulher defendendo o marido parece ser mais perigosa.

SB – Não faça mais isso, está me entendendo?

DF – Sim senhora! – ele sorriu — Olha Stella... – disse depois de uma pequena pausa — eu não sei o que está acontecendo entre vocês dois, mas eu sei que é bom. Nunca vi o Mac daquele jeito. Era incrível como parecia outra pessoa! Ele gritava seu nome, vibrava a cada jogada sua. Sem contar como ele ficou furioso com as provocações de Garcia, ele não parecia simplesmente estar defendendo sua colega de trabalho, tenho certeza que quem ele estava defendendo naquele jogo era mais do que uma amiga para ele.

SB – Onde você quer chegar Don?

DF – Deixa de ser cabeça dura Stella. Você gosta dele e ele de você. Admita isso e vai ser feliz, é simples! Você tem meu apoio a tenho certeza que todos no laboratório também vão apoiar vocês dois.

SB – Olha Don, agradeço seu apoio, mas não está acontecendo nada entre eu e o Mac. Se me preocupo desse jeito com ele é porque ele é meu amigo, nada mais. – disse saindo da sala.

DF – Stella! – ele a chamou antes que ela fosse embora – Quando surgir a oportunidade, pergunte ao Mac sobre a história da varinha. Vai gosta de saber. Mas pergunta quando eu estiver por perto, quero ver a cara dele te contando essa história – disse sorrindo.

Stella ficou sem entender o que ele queria dizer mas não quis questioná-lo sobre isso, não agora. No momento o que ela mais queria era voltar para o hospital para ficar ao lado de Mac. Sabia que Don resolveria a questão dos agressores, que ele faria o possível para que eles pegassem a maior pena possível.

Quando ela estava saindo da delegacia encontrou com Jessica que acabara chegar com um suspeito de um outro caso paralelo.

JA – Stella! O que faz por aqui?

SB – Don estava interrogando um dos agressores de Mac e eu vim acompanhar.

JA – Já os encontraram?!

SB – Apenas um. Don deve ir atrás dos outros dois agora que conseguiu o nome deles.

JA – Que ótimo! Está indo para o laboratório agora?

SB – Não. Na verdade estou indo para o hospital. Não confio no Adam sozinho com o Mac.

JA – Eu te levo lá.

SB – Não precisa, eu vou sozinha.

JA – Eu insisto. Se te conheço bem não descansou direito essa noite e não está nas melhores condições para dirigir. Vamos, o carro está logo ali.

Stella concordou em ir. No caminho Jessica parou para que ambas fizessem um lanche assim que descobriu que Stella não havia comido nada até então. Ainda que contra sua vontade, Stella comeu um sanduíche com um suco natural de melancia. Quando chegaram ao hospital Adam estava no quarto com Mac e, como era de se esperar, aprontando com o chefe mesmo ele estando em coma induzido.

Notas finais
E aí, o que achou??? Não deixe de comentar. Sério, isso ajuda pra caramba. Costumo responder a todos os comentários, então se tiver alguma dúvida... passa por lá. Até o próximo. Bj grande e FELIZ ANO NOVO O/!!! || By, Eleni. :)))