Causando CAOS na Terra Média

12 Não. Aquento. Mais. Andar!


Notas iniciais
Estou de volta u.u Adivinhem só quais personagens voltaram a aparecer Dica: são loiros e seduzentes Boa leitura!

Ayla

– Meus...braços...vão...cair! — Tay diz dramaticamente e parando de remar — Não aguento mais!

– Deixa de frescura e volta remar — eu reviro os olhos — Não é tão ruim assim

– Eu estou remando a horas!

– 10 minutos...

– Quanto mais rápido você remar mais rápido vamos chegar do outro lado — Bela fala — Você não remou nada ainda

– JÁ DISSE QUE NÃO AGUENTO! — o ruivo revolta

– Ou você rema logo — Bela abre mochila de Tay e pega os potinhos de purpurina — Ou sua preciosa purpurina não vai ver o dia de amanhã!

Tay arregala os olhos e começa remar o mais rápido possível, como se sua vida dependesse disso, só que no caso não é a vida dele que esta em jogo (pausa pra risada maligna)

– A purpurina não! — Tay faz drama — Elas são preciosas pra mim, e são muito brilhosas!

– O que tem elas serem brilhosas? — pergunto

– Porque elas são brilhosas, isso é o importante — Tay faz uma cara de "Isso tá muito obvio, reles mortal"

– Mas isso não tem nada de legal...

– Tem sim!

– Ei, podemos usar essas purpurinas na hora que tivermos que distrair os anões pra roubar as gemas brancas — Bela sugere

– NUNCA! Minhas preciosas! — Tay para de remar e pula em cima de Bela

– Ahhhhh, sai de cima! — Bela se contorce pra sair de debaixo do ruivo. que tentava a todo custo pegar as purpurinas de volta

O barco começou a mexer, de um lado para o outro. Se esses dois não pararem agora vai virar.

– PAREEEM OS DOIS! — grito — O barco vai virar!

E foi isso mesmo que aconteceu.

– Minhas purpurinaaaas — Tay choraminga

– Eu salvei!- Bela grita e mostra os potinhos em sua mão

– Peguem as mochilas — falo

Graças ao Bard não perdemos a comida. Ele teve a ideia de coloca-las dentro de plastico e depois guardar na mochila.

As mochilas estão encharcadas, e possivelmente tudo que esta dentro dela também, menos a comida, é claro.

Pelo menos sabemos nadar. Pegamos as mochilas e colocamos nas costas.

– Temos que virar o barco — falo — No três!

Nos reunimos em volta do pequenos barquinho e o viramos. Depois foi o maior sofrimento pra conseguir subir nele. Conseguimos na decima sétima tentativa. Chupem essa quem achou que não íamos conseguir!

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Chegamos a margem e saímos do barquinho, parecendo patos encharcados.

– Tudo bem — digo olhando o mapa encharcado — É por ali — aponto

– Estou com preguiça de andar — Bela diz torcendo o cabelo pra tirar a água

– Foda-se, temos que chegar a Erebor antes da batalha dos cinco exércitos, pra dar tempo de roubar as jóias e falar com Thranduil. Então não reclama e vamos logo

– Odeio quando você tem razão — ela cruza os braços emburrada mas começa a andar

Seguimos caminho consultando o mapa. O caminho seria de vários dias. Agora me pergunto, como é que vou sobreviver em uma floresta com duas criaturas sem inteligência nenhuma que nem a Bela e Tay? Tomara que tio Hades seja bonzinho comigo e me receba bem.

**************
– MALDITAS SEJAM ESSAS ABELHAS! — Tay bate com as mãos no ar tentando afastar as abelhas

– Não faria isso se fosse você — Bela avisa — Se matar uma as outras vão se rebelar, abelhas são vingativas

– E vão picar você todinho — digo — Ah, e também não sai correndo não, elas vão te seguir e — aí percebo que falei tarde demais. Tay sem querer bateu com a mão em uma abelha, a matou e agora saiu correndo, as abelhas foram logo atrás

– AHHHHH QUE DOR! Matei uma abelha sem querer e machuquei minha mãozinha! E agora a família dela se revoltou e quer me mataaar! — Tay grita — DESCULPAAAAA ABELHINHAS!

– Acabem com ele abelhinhas! — Bela grita em apoio

– Vingue a morte de sua companheira assassinada cruelmente pelas mãos desse ser maligno! — também grito em apoio

Que foi? A culpa é dele por ter matado a pobrezinha!

– Obrigado pelo apoio! — ele respondo sarcástico — Vocês são ótimas amigas!

– É pra isso mesmo que servem as amigas! — Bela ri maligna — Pra apoiar a seus inimigos como um tipo de vingança

Tay continuou correndo, como se sua vida dependesse disso, e agora depende mesmo.

TEAM ABELHAS!.

O ruivo corre, corre e corre, mas suas inimigas não dão nenhum sinal de que vão parar de o perseguir.

Foi aí que, sem querer querendo, eu acidentalmente atingi uma abelha com a mão. Merda. Nisso, elas passaram a me perseguir também.

Essas abelhas não são comuns! São mais vingativas que o normal!

Olho pra Bela em busca de ajuda, mas a mesma esta jogada no chão rindo descontrolada. Vaca.

– Porque não perseguem ela também?! — aponto pra Bela — Cade a justiça nesse mundo injusto?!

– Respira, Bela, 1 indiozinho 2 indiozinhos 3 indiozinhos — Bela contava em uma tentativa de se acalmar e parar de rir

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– Que frio do caralho, mano! — Bela resmunga se enrolando ainda mais no cobertor.

O cobertor é bem simples e não esquenta muito, mas é melhor que nada não é?

Ficou frio do nada, tipo, do nada mesmo. Três dias andando em baixo de um sol forte pra cacete e agora do nada começa fazer frio! Terra Média só pode estar de brincadeira com a nossa cara!

– Concordo — Tay diz se abraçando, tentado fazer com que as roupas emprestadas de Bard esquentassem mais

– Tá frio mesmo — digo também me abraçando — Maldita seja a Terra Média!

– Vamos acabar congelando — Bela diz — Só falta começar a nevar e...

E foi bem nesse momento que começou a nevar. Merda.

– BELA! — eu e Tay gritamos juntos

– Isso só pode ser algum tipo de macumba! — grito

– O macumbeiro aqui é o Tay! — Bela fala

– Não chame de macumba os meus ritos! — Tay grita revoltado./Ui

– Parem de brigar! Vamos congelar aqui! — digo

– Temos que encontrar alguma caverna, ou vamos congelar, literalmente — Bela diz — Vai ser mais fácil já que já saímos da floresta

Lembram daquele lugar que só tem montanhas no caminho pra Erebor? Estamos ali.

Voltamos a andar, tremendo de frio. Não estávamos prestando atenção a nossa volta, então não percebemos que começamos a andar em um lago congelado. Lago o qual quebrou sob nossos pés. A sorte realmente nos odeia.

Bela

Acordei com uma voz berrando "Cala essa boca Gazela Loira! Ou arranco cada fio loiro desse seu cabeção e faço uma peruca divosa pra mim" e logo depois passos pesados e mais um berro "Isso, sai daqui mesmo!". Só podia ser a Ayla...

– Caralho, mano! Para de gritar! — me sento rápido e me arrependo logo em seguida, pois sinto uma tontura e caio deitada de novo — AIIIIII, PORRA MINHA CABEÇA TA DOENDO AHHHHH! — coloco a mão na testa e percebo um curativo

Costumo gritar palavrões quando estou com dor ou com raiva, problem?

– Claro que tá, você bateu a cabeça — Tay diz — Mas eu trocaria de lugar com você só pra ser resgatado por aquele elfo magia loiro que te resgatou — ele se joga ao meu lado no pequeno cobertor estendido na neve

Foi aí que me lembrei. Tínhamos caído no lago, mas depois disso não lembro de mais nada.

– Finalmente acordou — uma voz totalmente sexy diz

– Acordei? — olho pra Legolas e me sento com cuidado — Acho que morri e to no paraíso — sorrio maliciosa

– Eu ainda tinha esperança de você se tornar normal já que bateu a cabeça, mas continua do mesmo jeito — Ayla choraminga

– Como se sente? — o elfo me pergunta — Tive que pular na aguá ao ver que você estava inconsciente, tinha que ver os dois aqui — aponta pra Tay e Ayla — Estavam surtando

– Obrigada por me salvar, obrigada mesmo — digo sorrindo

– Avisar meu ada que você acordou — Legolas também sorri — Temos que voltar a viagem para Erebor

– Estamos como prisioneiras de novo né? — pergunto

– Sinto em dizer que sim...tentei convencer ada do contrario, mas ele é teimoso e nem me ouviu

– É claro que não — foi só falar na praga que ela aparece — Deixa-las soltas por aí pode ser prejudicial a Terra Média

– Decidiu voltar, Drag Queen convencido? — Ayla pergunta encarando Thranduil

– Não devo satisfações a você, mortal- Thranduil responde sem nem ao menos olhar pra Ayla

– Olha la como fala comigo e...

– Se somos um perigo pra Terra Média porque simplesmente não deixou morrer naquele lago?! — interrompo Ayla

Estou R.E.V.O.L.T.A.D.A

– Porque, apesar de tudo, não desejo a morte pra ninguém,- Thranduil responde — Nem mesmo pra vocês

– Mas não se importaria nada se um orc arrancasse nossas tripas e fizessem churrasquinho com elas

– Partimos em meia hora — diz simplesmente e sai andando em direção ao alce dele

Um alce! Ai godi, vou sequestrar pra mim!

– Desculpe por isso — a seduzencia em forma de elfo loiro, ou seja, Legolas, diz triste pra mim

– Preocupa não, amore! — Tay responde por mim. Idiota — Não escutei nada do que ele disse, só conseguia prestar atenção naqueles lábios lindos e perfeitos se mexendo

– Se você diz... — Legolas faz uma careta — Tenho que ajudar a desmontar o acampamento — ele sorri pra MIM e sai

LEGOLAS GREENLEAF SORRIU ESPECIALMENTE PRA MIM, CHUPEM ESSA BITCHES!

– Como esta a cabeça? — Ayla me pergunta

– Doendo, ardendo, latejando e... doendo pra caramba! — respondo colocando a mão na testa

– Não fica mexendo, pode acabar desfazendo os pontos

– Pontos?! Como assim pontos? Deixou que se aproximassem de mim com uma agulha?! VACAAAAA

– Preferia ficar jorrando sangue pela testa é?!

– Sim!

É algo tipo, Deus criou o zé gotinha e o Capeta com inveja criou as vacinas e as agulhas em geral.

Nunca se aproximem de mim com uma.

Não se prezam suas vidas.

– Não faz escândalo ou sua cabeça vai doer mais ainda! — Tay avisa

– Mudando completamente de assunto, e nossas coisas? — pergunto

– Os elfos salvaram — aponta pras mochilas que estão do meu lado.

Como é que eu não vi?!

***************

– Não. Aguento. Mais. Andar! — digo respirando pesadamente

Estamos andando a horas sem parar, elfos não cansam não?

– A opção mais agradável agora é arrancar as pernas fora — Tay diz

– Essa opção me parece tão tentadora... — Ayla olha para as próprias pernas e depois pra Thranduil montado no alce dele, o maldito é o único que tem montaria aqui — Maldito. Seja. Aquela. Criatura. De. Sauron!

– Sera que se eu implorar, alguém, de preferencia Legolas, me carrega? — pergunto com esperança

Afinal, a esperança é a ultima que morre não é?

– Não, se eu vou sofrer você também vai! — Tay faz bico — Direitos iguais!

– Como você mesmo disse Tay, os seduzentes tem mais direitos! — ri maligna

– Ou seja, eu!

– Você coisa nenhuma! EU!

– Podiam simplesmente ficar pra trás — escuto um resmungo baixinho, que não é de Ayla e nem de Tay. Olho na direção da voz, e adivinha que eu vejo? O ELFO QUE A AYLA JOGOU UMA MALA EM CIMA!

– Você por aqui? — digo — Que coincidência mais legal!

– Você fingiu um desmaio e aproveitando o momento sua amiga jogou uma mala em mim!

– Desculpa?

Escuto uma risada melodiosa. Legolas. Ô lá em casa viu?

– Não criem barraco em meio ao meu exercito! — Thranduil começa a dar aloka

– Foi você quem quis trazer a gente!- Ayla ri malignamente — Agora arque com as consequências!

– Ela tem total razão, ada — Legolas morde o lábio tentando não rir

Ui, vou ali morder aquela boquinha gostosa dele.

To atacada hoje (imagine aqui aquela luazinha pervertida do zap zap).

– Sou eu quem dá as ordens aqui, ouviram bem?! Então simplesmente obedeçam! — Thranduil revolta, uiiii

– Fale mais, loiro gostoso — Tay diz pra Thranduil, que o ignora completamente

– Legolaaaas — chamo

– O que? — ele responde

– Quando vou poder tirar esse curativo?

– Daqui uns dias, quando o ferimento cicatrizar

– Dias? — choramingo

– Isso aí

– Então me carrega?

Notas finais
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