Catch fire

3 Toyfriend


Notas iniciais
Meus amores s2 Demorei mas to aqui u_u Esse capítulo tá curto, não é? Pois é, porque o próximo vai ser maior u.u IUSDFIUSHFSDUFIDSHUFHSDFHSUI Tô indo almoçar fora ou seja, logo logo eu irei voltar u.u Obrigada por todos os comentários, vou responder TODOS quando eu voltar *o* Espero que gostem do capítulo u.u Beijos e boa leitura s2 Ps: Entrem nesse grupo aqui https://www.facebook.com/groups/178366319041101/?fref=ts é importante u.u

Catch Fire

Capítulo 3

Por Teylla

As palavras podem te fazer sorrir, mas só o amor pode te fazer mudar.
Aristides Wanderley

Be still my heart cause it's freaking out
It's freaking out, right now
Shining like stars cause we're beautiful
We're beautiful, right now
You're all I see in all these places
You're all I see in all these faces
So let's pretend we're running out of time
Of time

Neon Lights — Demi lovato

Apesar de estar apaixonada por aquele beijo, pousei minhas mãos em seus ombros — largos por sinal — e o empurrei. Peguei uma parte do meu cabelo e o pus até embaixo do nariz, escondendo-me.

Sabe quando as dançarinas do ventre usam aquele tecido para cobrir o rosto? Então, eu estava fazendo o mesmo... — só que com o cabelo. Dei uma risadinha baixa e fiz uns passos dessa maravilhosa dança.

— Olha, a participante está fazendo a dança do amor! — disse o apresentador, que idiota.

— É, tô sim, claro — respondi e Sasuke arqueou a sobrancelha para mim com um sorriso.

Cada passo que eu dava, era pra me afastar dele. Porém, não era o que os outros pensavam. A maioria batia palmas, acreditando realmente que eu estava demonstrando algum tipo de dança do amor, ou a dança do “vai se saber lá o quê”.

Sasuke andou até mim e se aproximou do meu ouvido, me arrepiei com o contato e aguardei algum tipo de reclamação, a qual eu nem sabia o motivo.

— Você está indo embora sem ao menos me agradecer? — perguntou.

— Do quê você está falando? Eu estou te agradecendo nesse exato momento! — respondi fingindo está incrédula com a falta de observação.

— Você não está fazendo nada, está apenas tentando fugir — retrucou pousando uma das mãos na cintura.

— Eu? Fugir? Imagina! — Olhei para o Naruto na mesa e o mesmo parecia um pouco aliviado.

Ao contrário dele, eu queria ajuda!

Miserável, se divertindo as minhas custas.

— Aliás, tem uma coisa que eu quero saber — começou a falar e fixou seus olhos de gavião nos meus. —, por que diabos, você está com essa mecha de cabelo no rosto? Quase não dá para te olhar.

— Ah... eu... — Procurei algo que me salvasse e me joguei em cima dele, abraçando-o, eu estava prestes a fazer uma loucura. — Oh, Brian! Nosso bebê está aqui, o fruto do nosso amor está no meu ventre, por que quer me abandonar? Por quê? O que eu te fiz, meu amor? — Eu seria morta, sim, eu iria morrer.

Sasuke tentou me afastar, mas eu fiquei me segurando nele com força.

— Depois de todos esses anos que eu te sustentei... você me trata assim? Traindo-me com outra? Isso é inaceitável! Como quer que o nosso filho nasça sem um pai? Brian... Você não é merecedor do meu amor e nem do amor do nosso filho — O que diabos eu estava fazendo? Soltei o Sasuke correndo e fui para minha mesa, agarrei minha bolsa e sai correndo dali.

— Brian? Mas ele não é o Sasuke Uchiha? — antes de ir embora pude escutar algumas pessoas falando.

— Pobre menina, mal sabe que ele é famoso e ainda é um picareta, engravida a coitada e depois a abandona? Que tipo de homem faz isso?

Senti alguém me seguindo com o olhar e uma grande áurea assustadora me envolvia.

Escutei passos atrás de mim e comecei a correr mais rápido, devia ser o Sasuke e isso não seria nada legal. Eu esperava realmente que aquelas pessoas não me reconhecessem, porque isso não seria nada agradável para mim e para minha saúde e estabilidade.

Claro que logo me alcançariam já que minhas perninhas curtas não seriam páreas para pernas longas. Pensando em pernas longas, me lembrei daquele personagem que era um coelho chamado Pernalonga, isso é tão estranho. Ri comigo mesma.

Senti uma mão firme me segurar pelo braço.

Era agora.

Eu ia morrer.

Mas eu tenho um sonho, não posso morrer agora.

Fechei meus olhos com força e puxei uma mecha do meu cabelo para cobrir meu rosto novamente.

Comecei a orar em silêncio.

“Pai nosso que estás no céu, santificado seja o vosso nome...”

— Sakura! — Reconheci a voz de primeira e logo abri os olhos.

Pensei em várias coisas ao mesmo tempo para apenas dizer;

— Naruto! Você por aqui? — indaguei soltando a mecha do meu cabelo.

— É, até agora estou aqui sim — respondeu pondo as mãos no bolso. —, por que correu daquele jeito? Ou melhor, por que diabos, você fez aquela encenação toda? Sabe que o Sasuke está muito, mais MUITO puto mesmo, não é? E que a bomba que estourar amanhã, vai fazê-lo querer te matar assim que souber que foi você que publicou, não é? — perguntou.

— Meu Deus, quantos porquês! Eu sei de tudo isso, mas... eu acredito que ele não viu meu rosto completamente — respondi.

— Sakura... as pessoas lá dentro estão pensando que você é uma garota do interior, e que ele te usou — disse. — Você precisava ver a cara dele, o coitado está passando por grandes apertos lá dentro. — Balançou a cabeça com pena.

— Ah, e você acha que eu realmente estou preocupada com isso? — questionei dando um sorriso irônico.

— Bom... Achei que você no mínimo estaria, nem que fosse um pouco — respondeu.

— Naruto, foco! Primeiro, eu tenho que estar preocupada sobre ele me ver, senão eu irei morrer — disse chorosa.

— É... isso eu sei — retrucou.

— Então pronto! — Comecei a andar de um lado para o outro. — Ele vai estar no mínimo puto amanhã, e ainda mais que eu fiz esse mini escândalo na frente de várias pessoas, com certeza eu vou ser queimada viva, certo? Sim, sim! Eu tenho que me preparar para a batalha — disse comigo mesmo.

— Eu nem quero estar na empresa quando essa reportagem for parar em todas as bancas de revista, sinceramente — Naruto colocou a mão na cabeça, morto de preocupação, com certeza.

— Eu não devo me sentir culpada, não devo, estarei mostrando a verdade ao mundo, certo? Não estou acabando com a vida de ninguém que seja inocente — Meus olhos brilharam de esperança.

— É... você diz isso como se fosse algo ótimo. — Revirou os olhos. — Você vai estar acabando com a vida de Sasuke. Ele é um inocente.

Olhei para ele com uma cara de psicopata.

— Quer dizer, um quase inocente — se corrigiu.

— Tenho razão, não tenho? Então estou com a consciência limpa, ufa! — relaxei. — Ele merece isso. Sim.

— Você está bem? Parece bugada — indagou Naruto.

— Estou ótima, vou pra casa — respondi como um robô e sai do restaurante.

Consegui pegar um táxi — com muito esforço — e ao chegar em casa, tirei a chave da minha bolsa e abri a porta, tirei os meus saltos — que estavam me acabando —. Fui até o meu banheiro, ajeitei meu banho e entrei na banheira, ouvindo uma bela música.

— Sim, eu estou fazendo o certo ao expor o Sasuke.

Lembrei-me do beijo que eu tinha recebido e fiquei vermelha, me deitei mais um pouco para que a água cobrisse minha face.

Sasuke... por que diabos, me beijou?