Catalepsia
2 Capítulo 1 - Caio
Notas iniciais
Caio
7:30 entrando na escola como o de costume, ultimo ano graças ao bom pai, já não agüento mais essa escola, por que ano que vem por favor Harvard, me espere, não saia correndo eu preciso de você.
-Peete?- perguntei, ele olhava fixamente para dentro da sala de aula,
-que é cara? – não ele não desviou a cabeça
-oque foi ? – perguntei chegando perto dele
-olha aquilo cara, que deusa – ele babou olhando em direção a garota Loira sentada no meu lugar...
NO MEU LUGAR? Não!
Entrei na sala e segui para ela – com licença? – perguntei
Ela olhou para cima assustada
-sim?- perguntou
- essa classe é minha — resisti sem me mover da frente dela
-ok desculpa – ela levantou e pegou os livros jogando-os na mesa de trás.
Mas ela não ficou de cara amarrada, ainda falou comigo
-Seu nome é...? —
-Caio ... e o seu ?- perguntei, afinal um pouco de educação não mata né
-Anabel – respondeu, nome de gente velha, quando a olhei pensei que fosse Ashley, ou Rihanna, ou Mariah, Anabel, incrível.
- Lindo nome – respondi e o professor entou na sala.
Não vou narrar a aula, acho desnecessário, exeto preciso falar, que ninguém conhecia a menina e que ela é um crânio, é mais inteligente que a Val, que pelo amor de deus.
Quando bateu para o intervalo, Peete a convidou para se sentar conosco na bancanda do laboratório de Química ela sentou entre mim e Peete, mas preferiu dar o lugar dela para a Valerie, não sei por que, não me perguntem eu não sei.
Mas na aula de química, ela não abriu a boca, mas foi ficando branca, cada vez mais branca.
Até que ela caiu do banco.
Simplismente caiu, o problema era que o banco era um pouco alto, consegui levanta-la com um braço, era leve de mais, como uma pluma.
Ela tinha uma pluma realmente, uma só, perdida no meio do cabelo, e um rosto angelical.
Levamo-na para a ala hospitalar, ela não tinha ninguém para ligar, ninguém para comunicar, então liguei para minha mãe, e disse que levariam uma menina para lá, até alguém entrar em contato.
Ela deixou, não fez nenhuma intromição e disse que cuidaria dela.
Anabel, disse assim que recuperou a conciencia que tinha intolerância a amianto, usados nos suportes, mas não os estávamos usando.
E depois, como ela não tinha parentes nem ninguém? Isso é muito estranho, parecia algo de outro mundo.
Ou ela era de outro mundo.
Não, viajem minha.
Mas não vejo a hora de chegar em casa e poder olhar para ela, ver de novo seu rosto e procurar por mais plumas.
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