Castle

45 XLV - Escuridão na Lua


Notas iniciais
Heyyy guerreiros, boa quarentena pra vcs. Esse capítulo contém cenas hot.

Tthomas

Bufei, encarando o tabuleiro a minha frente. Metade das minhas peças já haviam ido para o barro, enquanto eu segurava apenas dois peões pretos de Yelena.

— Me dá mais dois minutos. — pedi.

— Vou te dar é um soco. — ela devolveu, me arrancando um sorriso. Mexi o bispo na diagonal, sem surtir nenhum efeito no time dela. Ou eu pelo manos eu acho que é um time. Ela habilidosamente moveu sua rainha, claramente me ameaçando.

— Eu acredito quando o Chharles e o Bevvan me chamam de burro, agora. — bufei, olhando praquele tabuleiro de duas cores, irritado.

— Você só não é bom no xadrez. — ela disse, abrindo um sorriso e eu arqueei uma sobrancelha para ela. — Okay, em xadrez e em mais algumas coisas. Tudo que envolva pensar.

— Vai ter volta. — assegurei, segurando um riso. Analisei as jogadas até ter um sobressalto. Usando a torre comi o cavalo dela, me levantando para comemorar.

— Bom. — ela jogou novamente, enquanto me preocupei em fugir dela nas jogadas seguintes. Estávamos nós dois em Romanoff, semana que vem seu ferimento na cabeça estaria completamente curado e ela voltaria para o esquadrão do pai, então aproveitávamos nosso tempo junto.

— Como está seu pai? — perguntei.

— Um inferno como sempre. Já tem planos para mim. — ela revirou os olhos.

 — E acha que meu pai te nomeará diplomata oficial de Romanoff?

— Talvez, meu pai está contando com isso. E é o que eu gosto de fazer, mais do que comandar tropas. — ela sorriu após comer mais uma peça minha, e ergui uma sobrancelha. — Quem sabe aquele idoso Gorbachev morra num trágico acidente de carruagem e deixe a vaga livre?

— Quem sabe, não é? — sorri. — Estou pensando em renunciar meu posto de comando nas montanhas, na região de Tyton.

— O que? Por que? — ela perguntou, erguendo as sobrancelhas.

— Meu pai. Nem as montanhas são longe o suficiente para ignora-lo. Só estou aqui por você, mas vou voltar para Roger quando Natasha o fizer também.

— Você está mudando de lado? — Yelena perguntou, apoiando a mão no rosto.

— Eu sempre estarei ao lado de Romanoff, até o fim da minha vida, Lena. Mas meu pai não está mais do lado de Romanoff. Ele está do lado dele mesmo e vai afundar o reino num buraco se continuar agindo assim.

— Isso é verdade. Mas logo ele vai morrer. — ela executou mais uma jogada e eu nem prestava mais atenção.

— Logo? As vezes acho que é uma eternidade. — bufei. — É tão bizarro o jeito que ele está em todo lugar e sabe de tudo, eu não aguento mais. Eu só quero que nada te aconteça.

— Ah, Tthom. — ela cruzou os braços, sorrindo. — Não se preocupe.

— Eu sei que você é uma assassina treinada que me joga no chão com um olhar, mas mesmo assim. — segurei sua mão, analisando seus olhos azuis.

— Eu vou sentir sua falta. — ela disse, retribuindo o aperto na minha mão. Eu sou completamente apaixonado por essa mulher. Eu definitivamente morreria por ela sem precisar pedir duas vezes.

— Bem... — sorri, cruzando os braços. — Se eu ganhar essa partida, você casa comigo?

Yelena riu, fazendo o mesmo e assentiu.

— Caso sim, sr. Romanoff. Se você ganhar de mim no xadrez podemos casar agora.

— Okay.

Olhei para o tabuleiro, com um sorrisinho e mexi o bispo.

— Xeque-mate, senhorita Belova.

Ela analisou o tabuleiro por alguns minutos, em choque. Parecia repassar uma, duas, três vezes a jogada em sua cabeça enquanto eu a observava com um sorrisinho prepotente no rosto. Yelena olhou para mim.

 — Ninguém pode me chamar de princesa. Nunca. — ela disse, me fazendo aumentar meu sorriso.

— Nunca.

— E nem vou casar de vestido. — ela apontou para mim.

— Nem pensar. — assenti.

— E nada de filhos.

— Filhos são fofos quando são dos outros. — rendi os braços.

 — Então... sim. Eu me caso com você, Tthomas Romanoff.

Me levantei, virando o tabuleiro no chão e pulei a mesinha sem dificuldade, indo até ela e capturei seus lábios num beijo intenso.

— Princesa Yelena é fofo. — eu disse, e no segundo seguinte levei um tapão na cabeça. — Ai!

(...)

Steve

A ruiva cantarolava uma música enquanto eu a girava debaixo da chuva gelada, e ela sempre voltava para meus braços. O sorriso em seu rosto era o melhor de todos, e não precisávamos de mais nada nem ninguém naquele momento. Nem uma orquestra inteira tocando para nós superaria Natasha Romanoff cantando.

Natasha agarrou meu pescoço, com as duas mãos, selando nossos lábios novamente e meio a chuva nossos corpos deslizavam um no outro. Alcancei os fechos do vestido azul de Natasha em suas costas, desamarrando-os sem parar de beija-la. Oh, céus...

Finalmente consegui, puxando-a para o meu colo sem dificuldade. Suas pernas abraçaram meu corpo firmemente enquanto andei com ela para dentro da casa e fechei a porta atrás de mim. Prensei a ruiva contra a porta, segurando com uma mão seus braços em cima da cabeça, impedindo-a de se mover.

 Com a outra segurei seu corpo impulsionando-o para cima, e arranquei um gemido dos seus lábios enquanto nossas intimidades se tocaram. Natasha contorcia contra a porta, refém dos meus beijos no pescoço que a arrepiavam.

Rogers.

Ela perdeu a paciência, se soltando sem dificuldade e me empurrou para trás até encostar no sofá da sala. Ela sorriu maliciosamente, desamarrando meu colete e o jogou no chão, logo minha blusa seguindo o mesmo caminho.

A ruiva desceu os beijos para meu peitoral, descendo mais e mais em direção a barriga e finalmente senti suas mãos ágeis no fecho da minha calça. Segurei no sofá mais forte, usando todo meu auto controle para não agarrar Natasha e transar com ela naquele chão mesmo.

Ela me empurrou para sentar no sofá, tirando minha calça e se ajoelhou de frente para mim, sorrindo do jeito mais safado do mundo intrito. Quando entrndi o que ela pretendia corei.

— Natasha, isso é inapropri... — tentei dizer, mas então senti seus lábios em mim. — Puta que pariu.

Senti sua boca quente envolvendo meu membro tão rápido que só pude gemer e jogar a cabeça para trás. É isso. Meu juízo foi embora. Deus me perdoe, mas essa mulher é um pecado. O melhor deles, provavelmente.

O que eu nunca iria cansar de cometer.

Natasha me chupou enquanto segurei seu cabelo com força, gemendo e as ondas de prazer percorriam todo meu corpo numa sensação incendiária. Igorei a voz em mim dizendo que era errado e essa passou a ser uma das visões mais deliciosas que já vi na vida.

— Natasha... Merda... — eu disse, sem muita coerência, e eu soube que precisava dela agora.

Os movimentos para cima e para baixo com sua língua pararam, dando lugar a um sorriso vitorioso que eu não pude contestar.

— Você vai me pagar. — puxei seus cabelos na minha direção, trazendo seu rosto até o meu. — Por que agora eu vou descontar em você.

— Estou contando com isso. — Natasha sorriu, me beijando ferozmente com a mão no meu rosto. Puxei seu vestido, e logo ela estava sem ele e eu já desamarrava seu corpete.

Toquei seus seios com as mãos enquanto Natasha sentou no meu colo, gemendo sem interromper o beijo. Meu som preferido é Natasha gemendo, com toda certeza do mundo inteiro.

— Steve, eu quero você. — ela murmurou contra meus lábios, passando os dedos em meu cabelo.

— Você quer que eu seja gentil? — perguntei, e ela sorriu.

— Não.

Meus lábios deram um último beijo satisfeito nos seus, pegando Natasha no colo e a deitei no sofá ao meu lado. Ela manteve as mãos do lado do corpo apertando o sofá, com a respiração descompassada.

E então sem aviso prévio eu a penetrei, fazendo Natasha gritar de prazer. Estar dentro dela não era algo que eu conseguia descrever, mas me deixava completamente sem noção nenhuma.

— Steve... — Natasha gemeu meu nome enquanto iniciei as estocadas cada vez mais rápidas e fortes ao som da ruiva delirando.

Me senti completamente em chamas e perto de um abismo, olhar o rosto da minha esposa completamente extasiado e perto do clímax me fez ir com ela. Seu corpo tremeu em ondas de prazer enquanto me derramei nela.

O único som na sala era das nossas respirações, e saí de dentro dela. Deitei a cabeça em sua barriga, abraçando suas pernas para mim e senti sua mão tocando meu rosto num carinho. Olhei para ela para me certificar que estava bem e ganhei um sorriso.

— Não passei do limite? — perguntei.

— Definitivamente não. — sorri, beijando sua barriga e mantive a mão lá enquanto apaguei.

(...)

Natasha

— Ai, Rogers! — reclamei, tapando a boca em seguida.

— Não mexe, pelo amor de Deus. — ele disse, sem conter uma risada.

Novamente senti minha pele sendo espetada e fechei os olhos com força. Ele estava literalmente raspando a pele da lateral das minhas costelas com uma agulha cheia de tinta.

— Vai demorar?

— Já estou acabando. — ele disse, concentrado. Eu não imaginei que fosse doer tanto, mas não conseguia deixar de imaginar como vai ficar. E o significado disso. Agora nosso amor estava marcado até em nossas peles.

Minutos se passaram e eu ainda xingava-o, e logo finalmente acabou.

— Pronto. — olhei para Steve, e ele sorria feito um bobo, admirando sua criação. Me levantei com cuidado, indo até o espelho e abri um sorriso.

 Uma cabeça de cavaleiro perfeita havia sido desenhada por Steve, agora permanentemente marcada na latetal do meu corpo. Uma tatuagem. Embaixo do desenho a palavra "sempre".

— Eu amei, Steve. — olhei para ele, agora eu sorrindo como uma idiota e ele abriu os braços para me abraçar. Eu retribui, respirando fundo seu cheiro. — Já aviso, o seu não vai ficar tão bom assim porque não sei desenhar.

 — Nem palitinho? — ele perguntou, tirando a camisa branca que usava.

— Nem palitinho. — concordei, admirando seu peitoral dos deuses. Steve Rogers é definitivamente um deus.

Ele se deitou de costas no sofá, alheio aos meus pensamentos sobre ele ser o homem mais lindo do mundo, enquanto eu preparei a agulha devidamente, colocando a tinta na ponta.

— Pronto?

— Mais que isso não vou ficar. — ele murmurou, fechando os olhos. Toquei a agulha em sua pele e ele arfou. — Santo Deus.

— Então, não há chance de nós morrermos ou algo parecido, certo? — perguntei, desenhando em sua pele da lateral de seu peito.

— Se tivéssemos comprado tinta de pele clandestina, sim. — ele suspirou pra conter a dor e sorri com a forma tosca que o desenho tomava.

— E nunca vai sair? — perguntei.

— Nunca. Por favor, se concentra. — ele deu um sorriso amarelo que eu correspondi.

Depois de alguns minutos eu acabei, e Steve se levantou. Graças a Deus o meu morango não era difícil de desenhar, e ficou fofo. A palavra "você" tinha minha caligrafia perfeita.

— Ficou perfeito. — ele sorriu para mim, se aproximando e me abraçou. Olhamos no espelho, vendo o cavaleiro e o morango formando a frase "sempre você" quando estávamos juntos.

— Vamos pra fogueira se alguém ver, você sabe, certo? — perguntei. Ele deu de ombros.

— Me parece uma ideia interessante.

Bati em seu braço, arrancando dele uma exclamação de dor seguida por uma risada da parte dele. Peguei o papel fino, cobrindo minha tatuagem e a cobri com a fita colante. Fiz o mesmo em Steve, para proteger até cicatrizar.

— Onde aprendeu a tatuar pessoas, Rogers? — perguntei, sorrindo.

— Com um pirata. — ele disse, se sentando na cama.

— Sério? Legal. — me joguei na cama, olhando para ele. — Bevvan namorou um pirata. Mas escondeu muito mal, eu já sabia a meses. E o papai matou ele.

— Meu Deus. — Steve murmurou.

— Histórias. Muitas histórias. — murmurei. — E se tivermos gêmeos, Steve?

Ele arregalou os olhos.

— É bem provável, meu pai teve um gêmeo, eu tenho um gêmeo, e a Sarah pode ter um irmãozinho ou irmãzinha.

— Eu não tenho ideia de como cuidar de um, imagina dois. — ele disse, me fazendo rir.

— Dois ainda está tudo sob controle, o problema é se forem trigêmeos.

 — Ai, Natasha, para! — eu gargalhei do desespero dele, limpando uma lágrima imaginária. — Tá me apavorando.

 — Vai ficar tudo bem. Enquanto estivermos juntos. — segurei sua mão, e ele sorriu para mim.

— Enquanto estivermos juntos. — Steve beijou minha bochecha.

(...)

Tony

 Coloquei a luneta em um olho, fechando o outro e vi as tropas de Roger de acampamento montado na fronteira, bem na divisão entre os três reinos, onde estávamos, no estado de Thorne, e Catlam, estado de Roger. Alguns soldados bebiam juntos, muitos faziam ronda e alguns entravam e saíam de suas barracas despreocupados, mal sabendo que seria a última coisa que farão.

— Repensando? — Zemo perguntou, parando do meu lado e abaixei a luneta.

— Não tem mais volta. Fizemos coisas que não podem ser desfeitas. — olhei para ele. — Essa guerra já se arrastou demais. É hora de acabar com isso.

— As sombras concordam. — ele disse.

— Tenho estado cada vez mais perto de descobrir o que aconteceu com eles. Já tive dois sonhos no penhasco onde eles morreram.

— Logo tudo vai ser revelado. — Zemo disse. — Mas elas tem planos maiores pros três reinos. Steve e Natasha vão pagar por se unirem contra você. Volo vai morrer agoniando. E Romanoff e Rogers serão destruídas.

— Estou contando com isso. — olhei para ele.

— Conseguiu a localização dos reis de Roger? — perguntou e eu assenti.

— Estão na casa de praia dos pais dele perto de Buchanan.

— Vai ataca-los?

— Ainda não decidi. — respondi.

— Bem, as sombras podem te ajudar com isso. — ele sorriu, se afastando.

 Uma parte de mim gritava que aquilo já tinha ido longe demais, que era hora de parar e que não atacasse. Outra, dizia que era o certo, que não há mais caminho de volta e para que orgulhasse meus pais e conquistasse os três reinos.

O tempo todo era uma batalha, e eu estava perdendo.

Desci o morro em direção as tropas no meu cavalo puro sangue preto, com minha armadura vermelha e dourada a postos. As dezenas de facas já estavam posicionadas como mágica, prontas para serem lançadas.

Naquele fim de tarde avancei contra os soldados, que entravam em formação prontos para receberem a ordem. Do outro lado da floresta, Roger não sabia o que esperar.

Parei na frente dos dez mil soldados atrás de mim, com a coroa na cabeça implacável e nenhuma hesitação. O antigo Tony Stark estava morto. Agora só existem sombras.

Levantei o braço, sinal de atenção, e todos estavam prontos. Assim que o abaixei, avançamos pelo pasto até adentrar a floresta. Lá escondidos, num silêncio mortal nosso ataque surpresa só precisava da faísca para explodir.

E assim eu a acendi. Disparei entre os soltados, fazendo-os me seguir e logo uma horda de soldados de Stark atravessaram o campo dos soldados Roger. Assim que nos viram iniciei um grito de guerra, e era tarde demais para eles. Completamente assustados e sem formação nenhuma, seriam dizimados.

Atropelei todos os soldados a minha frente, matando com a espada todos que alcançava no lado direito. Meu exército se chocou contra os homens de Roger, acabando com todos eles. Avançávamos pelas barracas azuis e mesas de madeira matando qualquer um que entrasse em nosso caminho.

 Alguns deles fugiam, mas seria em vão. Avançaríamos até todo o estado estar dominado. Tínhamos o triplo dos soldados, e em apenas alguns minutos aquele acampamento se reduziu a um cemitério de mortos e alguns prisioneiros. O sol estava se pondo quando avançamos por Catlam.

Fomos até a vila mais próxima, onde as pessoas observavam nas janelas e ruas amedrontadas nossa passagem. Todos os soldados remanescentes foram mortos e os de Stark ocuparam seus lugares. Ainda em cima do cavalo, olhando para a multidão inquieta a minha frente, levantei a espada.

— Essa é uma cidade pertencente a Stark a partir de agora! Todos que resistirem serão aniquilados. — eu gritei, e meus soldados me seguiram com um brado.

Catlam foi inteira conquistada. Os próximos esquadrões foram tão fáceis quanto o primeiro, e as principais vilas foram dominadas. Logo, Steve vai cair como seus soldados. Todos serviremos a Zemo.

(...)

Narrador

Cinquenta minutos para a meia noite o Barão deixou o cercado Stark em Catlam e cavalgou para leste, até o encontro dos três reinos, na antiga fortaleza da perdição, caíndo em ruínas. Sua casa. Onde seus antepassados governaram o reino de Avenger antes da repartição em três. O que era dele por direito.

O gigantesco castelo tinha inúmeras torres implacáveis, centenas de corredores, milhares de salas. Na beira de um enorme lago, o salão principal tinha forma circular e o teto cedeu dezenas de anos atrás, deixando apenas a visão majestosa das estrelas e da lua cheia.

Zemo abriu as enormes portas do salão, andando despreocupadamente com as botas batendo no chão e ecoando pela noite silenciosa. Além dele, na sala só havia um pentagrama de cinco pontas desenhado com sangue no chão, ao lado de cinco corpos de crianças que sumiram dos seus vilarejos muito tempo atrás.

Ele acendeu cada uma das 69 velas ao redor, depois se posicionando no centro do pentagrama. Ele começou a falar.

— Atef ignus, fusce fume. Te evoco ut potentium tuam monstres. Cupidibus flammis hic veni. Caelo sub, harc arborem consumo. Lucem tenebrasque tuas monstra. Impetum tuum evoco ad devorandum. Hanc arborem ac hospitas devora. — seus olhos ficaram negros como os de um demônio, e as luzes das velas tremularam. Surgindo do nada, as sombras preencheram o salão, rondando as paredes feitos fantasmas negros — Com essas cinco almas puras, a tu minha mãe quero dar-lhe tudo que mereces, a vida de todos os ingratos pecadores, a tu minha mãe invoco o doloroso sofrimento. A tu, minha mãe, convoco os ratos e a libertinagem imunda. A tu, minha mãe, destino-lhe a angústia dos fracos, a justiça aos os lamentos fúnebres. A tu, morte, dou-lhe os três reinos.

Os corpos das três crianças ficaram negros, consumidos pelas trevas e as sombras se esvaíram pelo pentagrama até o céu, de repente apagando a lua, e tudo ficou escuro.

Notas finais
GENTE O TTHOMAS E A YELENA AMOOOOH, querem ver mais eles? O mundinho romanogers lindo e pegando fogo como sempre e enquanto isso o Stark comendo o cu de todo mundo