Castle

14 XIV - Chantagem


Notas iniciais
Heyyyyyyy guerreiros! Novamente sei que demorei e vou me esforcar cada vez mais para atualizar com mais frequência. Obrigada pela paciência ♡ As outras fanfics também vão ser atualizadas em breve! E quero dizer que esse capítulo é em homenagem a DM, maravilhosa que recomendou a história e fez um comentário super fofo!!!!! Obrigada anjo. Aproveitem o capítulo. Xoxo Sigam @romanoff.rogers no instagram | tenho outras fanfics no meu perfil. Esse é o Bevvan.

Só os mortos conhecem o fim da guerra. - Douglas MacArthur

O combate rapidamente virou algo sangrento.
Os exércitos se chocaram de modo dramático, mas Natasha acertou em cheio na formação, eles tinham a vantagem.

Depois, ficou explícito que eles mentiram sobre a quantidade de soldados, e um a um eram apunhalados e mortos. As baixas de Romanoff e Rogers não eram poucas, mas a raiva e luto os moviam e davam vantagem.

Natasha lutava bravamente com todos os soldados, aniquilando-os um a um, fazendo seu título de Princesa Aniquiladora juz.

Rhodes matava freneticamente enquanto os exércitos se engoliam. Hill foi ferida na perna mas continuou lutando como uma máquina. Bucky e Natasha começaram a cobrir um as costas do outro, matando qualquer um que os ameaçaram.

Dois soldados enormes vieram para cima de Natasha, e ela lutou com ambos, defendendo golpes tanto com a espada que com o escudo em suas mãos. Um deles conseguiu achar uma brecha na armadura da princesa, e ali cravou a espada superficialmente, fazendo Natasha gritar.

Só não perfurou seu ombro pois Bucky o atacou e o matou com um golpe, enquanto Natasha derrubou o outro com um chute forte, dando espaço para James mata-lo também.

Ela havia esquecido como ele era um bom guerreiro.

— Você está bem?! — Bucky gritou, já tirando a vida de uma mulher morena que quase o feriu.

Natasha gritou um grito de guerra o mais alto que conseguiu para incentivar o exército vestido de preto, e eles berraram em resposta.

Tthomas corria entre as fileiras de homens, rindo e gritando enquanto matava todos sem dificuldade alguma. Ele adorava isso. Arrancou a cabeça de um soldado num golpe bem dado, e perfurou o escudo de outro, deixando-o livre para arrancar seus olhos fora.

Yelena tinha um desempenho perfeito, matando os homens com estratégias e golpes de luta corpo a corpo. Chegou a ser ferida na cabeça quando um homem desceu o machado em seu capacete, não perdendo o próprio cérebro por ter desviado por pouco.

Assim que matou-o, arrancou o capacete fora revelando a cachoeira de sangue que inundava seus cabelos loiros. Droga, como ela deixou isso acontecer? Iria deixar uma cicatriz horrível. Ela continuou lutando o máximo que pôde, até cair no chão pela falta de sangue e não conseguir lutar mais.

— Não. — ela murmurou, tentando levantar, mas acabou desmaiando.

Maria Hill foi astuta em ver a General cair e colocou-a no próprio ombro.

— SAM, COBERTURA! — Ela gritou ao moreno que enfiou a espada no peito de um, levantando-o no ar, e jogou o saco de carne em cima de um soldado, dando espaço para outro mata-lo.

Sam rapidamente chegou ao encalço da mulher correndo com outra no ombro, e protegeu-a de qualquer um que investisse contra elas. Hill entregou-a a um enfermeiro longe do combate, e se deu a correr com Sam para o olho da batalha, matando qualquer um que cruzasse seu caminho.

Samuel viu Bucky ser derrubado por dois homens que faziam uma força excepcional para segura-lo no chão, enquanto outro levantava a espada para abate-lo. Quando Sam pegou um machado vermelho e dourado do corpo de um dos seus próprios soldados e lançou com toda força no peito do em pé, e cortou a garganta dos outros dois em um único movimento de giro.

Ofereceu a mão ao moreno no chão, que revirou os olhos e aceitou.

— Obrigado.

— Não me agradece ainda. — e Bucky chutou para o chão o homem que corria pelas costas de Sam. Ele olhou para trás, dando de ombros. — Talvez formemos uma boa dupla.

— Parem de falar e lutem mais, seus maricas! — Natasha apareceu, sem capacete e coberta de sangue dos pés a cabeça, que Bucky duvidava ser dela.

— Ela é gentil! — Sam riu, apunhalando outro pelas costas, enquanto Bucky concordou, ferindo um soldado.

— Você acostuma!

Natasha continuou lutando contra todos que aparessessem em seu caminho, até ver Rhodes.

Ele lutava contra cinco soldados de preto, e matou os cinco. Logo viram mais, e ele os matou também cheio de fúria. Rhodes gritava de ódio matando qualquer coisa viva que vestisse preto que se aproximasse. Natasha viu até alguns soldados fugindo dele, mas os mais valentes morriam em sua espada gigantesca.

Menos Natasha.

Ela investiu contra ele, e um enorme estrondo de espadas colidindo foi ouvido. Natasha forçou o máximo que pode, mas sabia que ele é mais forte. Desde muito pequena Natasha aprendeu a usar a força dos homens contra eles.

Num rápido giro habilitoso, ela bateu a espada com toda força em seu capacete, fazendo-o cair para trás e perder o mesmo. Novamente a ruiva investiu contra sua cabeça gritando, mas ele desviou rolando para o lado.

Suas espadas bateram diversas vezes, num conflito rápido e barulhento, onde cada um recuava e atacava mil vezes por minuto. Natasha conseguiu ferir seu rosto de raspão, mas ele logo devolveu arrebentando as amarras que prendiam sua armadura no braço, deixando-o desprotegido.

Mais uns golpes e o braço de Natasha foi ferido profundamente, fazendo-a gritar de dor mas nunca recuar. Isso só aumentou sua adrenalina, e um esquivo quando Rhodes tentou decapitar sua cabeça ela pegou uma espada de um combatente ferido e investiu com toda força e rapidez que tinha contra o homem.

Ele foi obrgado a recuar, sendo ferido diversas vezes quando Natasha já ganhava o combate, e só acabou quando num surto de força e raiva, ela feriu sua mão e arrancou a espada da própria. Numa estrelinha habilidosa, chutou seu rosto, ferindo sua boca e nariz, o derrubando no chão. Uma das espadas, a de pietro, prendeu baixo em seu pescoço.

— VAMOS! Implore por sua vida! — A ruiva gritou, ofegante e com dor por todo o corpo, mas Rhodes ficou sério no chão. Os gritos e metal batendo não cessaram um segundo.

— Nunca.

— Então poupe a dos seus soldados! Olhe a sua volta! — ele obedeceu. Os soldados Stark caiam. — Vocês estão perecendo. Recue, e viva outro dia. Viva hoje para enviar essa mensagem a Stark!
Ela pegou uma faca do coldre com o símbolo Romanoff e enfiou no escudo de Rhores que jazia no chão.

— Se ele brincar com ferro, VAI SE CORTAR!

Rhodes se arrastou para levantar, cambaleando e com o orgulho ferido, e gritou:

— RECUAR!

E o grito foi repetido diversas vezes até todos os soldados remanecentes de Stark correm. Todos os soldados de preto assistiam eles evcuando o acampamento e correrem em cavalos e a pé. Rhodes apenas se virou, carregando o escudo e deixou Natasha cair no chão abraçando o próprio corpo, exausta. Bucky caiu ao seu lado, segurando suas costas.

— Natasha, fala comigo.

— Estou bem. — Ela respondeu, fechando os olhos. — Vencemos.

— Sim. — Bucky ajudou-a a levantar e caminhou ao seu lado até o batalhão que restou vivo.

Natasha ergueu a espada cheia de sangue gritando, e todos devolveram o grito de guerra. Tthomas se aproximou dela e a abraçou.

(...)

— Bevvan, o que você está fazendo aqui? — Wanda arregalou os olhos, vendo o irmão ruivo entrar no quarto.

— Eu estava esperando uma recepção adequada, mas meros soldados me receberam e disseram que você estava no quarto da minha outra irmã que não é minha noiva.

Steve encarou Wanda, provando imediatamente as palavras dela.

— Meu erro, Alteza. Não sabia de sua chegada, teria preparado uma recepção calorosa a você. — Steve ofereceu a mão para ele apertar, e Bevvan o fez, para o alívio de Wanda.

— Meu pai me enviou. Imagino que saiba o porquê. — cruzou os braços.

— Tem notícias do conflito? — Wanda perguntou, esperançosa.

— Sim. Ouvi comentários no caminho. Natasha se recusou a entregar o colar e uma batalha sangrenta se iniciou na fronteira.

— O que? — Steve arregalou os olhos. — Droga, Natasha.

— Meu Deus. — Wanda toca o braço de Steve, sentindo tonturas de preocupação.

— Você e eu temos que ter uma conversa MUITO séria, Wanda Romanoff. — Bevvan colocou o dedo na cara dela, que apenas cruzou os braços.

— Sobre o que, Bevvan?

— Você sabe muito bem. — ele cruzou os braços também.

— Alteza, espero que fique para o jantar que mandarei organizar para comemorar sua chegada. — Steve se aproxima, mantendo sua melhor pose cordial. Não daria motivos para Bevvan pensar em não gostar dele.

— Hm, me parece tentador. Fico sim, Majestade.

— Vou providenciar um quarto adequado a você, e os mordomos vão subir com sua bagagem imediatamente. Acompanha-nos, Wanda? — Steve pergunta.

— Desculpa. — Wanda murmurou, e Steve engoliu em seco, seguindo caminho pra fora do quarto.

— O castelo é mais agradável do que eu me lembrava. — Bevvan comentou.

— Entendo, a última vez que o vi éramos crianças. — Steve sorriu, mas ele continuou sério.

— Nunca achei que o lance de você e da Natasha daria em algo. — Bevvan fala, indiferente.

— Não tivemos um lance. É uma aliança política. — Ele riu, caminhando com as mãos atrás do corpo.

— Natasha é fraca, tem sentimentos.

— Engraçado. Nunca tinha ouvido ninguém usar esse adjetivo para descrever minha noiva, futura rainha de Romanoff E Rogers. — Ele parou, com um sorriso inoportuno e irônico nos lábios, enquanto Bevvan encarava-o impassível mas incomodado. — Bem, esse quarto é um dos mais agradáveis e perto do de Wanda. O pôr do sol aí é esplêndido. Vou colocar a sua disposição boas criadas. Mas já aviso que abusos físicos não são admitidos no meu castelo. Sinto muito se se sentir ofendido, mas você não estará vivo para sentir isso por muito tempo se o fizer.

Steve fez uma reverência, e deu meia volta. Sabia que haveria retaliação, mas se ele pensasse em falar mal de Natasha de novo em sua presença, ele iria perder a língua.

— Cuidado, Steve. — o loiro se virou para o Romanoff sorrindo na porta. — Eu sou filho do Volo tanto quanto Natasha.

Steve continuou andando, negando com a cabeça o pensamento absurdo de Bevvan comparar-se a Volo e Natasha. Era absurdo, certo?

Wanda

Eu não consigo acreditar que Bevvan estava aqui! Era tudo que eu precisava, droga, ele pegando no meu pé e no de Bucky. Merda, meu nervosismo acaba de triplicar.

Meus problemas parecem nunca ter fim, eu e James só vamos ter paz quando meu pai morrer.

Arrumei o vestido e saí do quarto, mas Bevvan me esperava. Que coisa.

— Sentiu saudades? — Ele tomou meu braço no seu, e fomos andando para fora do castelo.

— Claro. — Murmurei, mentindo.

— Estou doido para conhecer seu marido, sestra.

"Sestra", irmãzinha na antiga língua ancestral de Romanoff, o russo. Odeio que ele me chame assim, e ele sabe.

— Você vai. Ele me trata dignamente.

— Ele é bastardo. — Ele me olhou com nojo, e franzi o cenho com raiva.

— E é mais agradável em um dedo do pé que você é o corpo todo. — sorri, já sabendo o que ele faria, e eu estava certa.

Ele agarrou meu braço com um sorrisinho, bem perto.

— Agradável? Por favor, não consegue achar uma qualidade a minha altura no seu marido? Papai está certo, ele não é pra você, Wandinha.

— Você não se importa comigo, Bevvan, estou longe da linha de sucessão, você não é meu pai e finge que não é meu irmão, então minha vida não tem nada que diz a respeito a você. — Soltei meu braço, me afastando. — Pare de ser invejoso, Bevvan, talvez alguém goste de você um dia como eu gosto do James, mas isso é coisa de criança.

Me virei para ir embora, mas sua risadinha me fez parar.

— Se eu sou tão criança, se eu chama-lo para um duelo até a morte não tem problema?

Paralizei, encarando-o.

— Foi o que pensei. Se comporte, Sestra.

Me virei e saí dali o mais rápido que pude, com o estômago embrulhado.

(...)

Steve

Organizei um jantar pra ele e ele não está aqui.

— Não se preocupe, é típico dele tentar fazer entradas triunfais. — Wanda murmura para me acalmar, e respiro fundo. Chamei os nobres que estavam disponíveis aqui de última hora, ou seja dez pessoas conversavam animadamente por estarem no castelo e se gabavam por isso. Muitas questionaram sobre a guerra, e eu, rei deles, não sabia de muita coisa. Os jornais já declararam guerra a Stark, as pessoas pediam sangue. Logo tenho que fazer um pronunciamento para me explicar, ou quando os gastos aumentarem, a oposição vai aproveitar.

— Rei Steve, e sobre o seu noivado para com a princesa Natasha? — Lorde Bulderoy ponderou.

— Assim que ela retornar planejo fazer um segundo jantar para anunciar oficialmente. — Steve disse, dando um sorriso compreensivo.

— E suas intenções de casamento, princesa Wanda? — O filho dele perguntou, e Wanda apenas arregalou os olhos, em choque. Eu me preparei para salva-la nisso, mas nem precisei. Bevvan chegou, roubando completamente a cena.

— Ainda bem que perguntou, jovem. — Ele anunciou com um sorriso, parado esperando reverências que vieram em seguida. Ele usava uma túnica preta esplendorosa, com uma renda prateada por cima. Nenhum dos lordes usava preto, inclusive Wanda, além de mim e ele.

— Quero aproveitar para anunciar que a princesa Wanda, minha sestra, já se casou!

— Merda. — Murmurei, vendo-a encara-lo em choque.

E murmuros ecoaram por parte das damas e seus maridos, esperando explicações. Bevvan de posicionou na cadeira ao lado dela.

— James de Buchannan. — Ele abre um sorriso venenoso, e os presentes murmuram ainda mais.

— O bastardo? — Uma mulher fala com a outra, e sai mais alto do que ela esperava. Olho para o lado e vejo os olhos cheios de lágrimas de Wanda.

Vejo Catrinna abrir a boca de surpresa. As vezes eu até me esquecia que a irmã de Bucky estava aqui.

— Um brinde a princesa! — Bevvan ergueu uma taça que nem era dele, e todos obedeceram, murmurando um "viva" falso. Wanda se levantou e saiu da sala, com postura mas abandonou o posto de guerra.

— Melhor saber que eu sei um segredo de Natasha que a impediria de assusmir o trono com você. — Bevvan se sentou do meu lado, e me senti impotente. — Ela contou que não é virgem? Assumir o trono de Romanoff não requer tal característica, mas esses nobres católicos conservadores de Roger nunca a aceitariam.

— Você está mentindo. — Murmurei, cerrando os dentes.

— Não. Pergunta pra ela, aconteceu nas montanhas. — ele sorriu. — Ela foi...

— Cala a boca. — Eu falei, firme, apertando as unhas contra minha pele.

Ele apenas sorriu, vendo meu olhar assassino recair sobre ele.

— Não aguenta ouvir? — Ele zombou, bebendo o vinho de Wanda. — Deus, Rogers, que fraqueza.

— O que você quer?

— O que eu quero? — Ele arqueou a sobrancelha. — Meu trono por direito. Natasha é mulher, não tem direito a nada que não seja calar a boca. E vou fazer de tudo pra conseguir o que quero. Mas por enquanto? Quero te mostrar o quanto você é fraco.

Ergui a mão, virando a mesa de madeira num movimento abrupto e forte que lançou todo seu conteúdo na parede. A mesa dos nobres estava intacta, mas todos eles me encaravam completamente imóveis e assustados com minha reação.

— Vamos dançar! — sorri, fazendo sinal para os músicos colocarem uma música animada, e eles obedeceram. Alguns riram da minha atitude, outros apenas levantaram, mas Bevvan? Ele me encarava sério. — Está surpreso? Quer que eu arrume algum nobre homem disposto a dançar com você? Eu não tenho problema nenhum com isso.

Rendi os braços, e ele me metralhou com ódio no olhar. Apenas se levantou e tirou a filha solteira de um duque para dançar.

Fui até Catrinna, oferecendo minha mão a ela, que aceitou com um sorriso.

— Vai mesmo se casar com Natasha? — Ela disse, num tom indiferente.

— Sim.

Ela soltou um riso debochado, mas parecia chateada.

— Você pode ter todas as mulheres de qualquer reino e escolheu ela.

Steve se esforçou para não rir e ignorar o comentário cheio de inveja dela.

— Que pena. Perdeu uma oportunidade de diamante aqui. — Ela sorriu, exibindo os dentes perfeitos. Catrinna é realmente bonita e é provavelmente a única qualidade dela. — Mas... Eu aceito me dispor a você como.. amante.

Ergui as sobrancelhas com a sugestão dela, refletindo se ela estava falando sério mesmo ou... brincando. Mas era realmente sério. Outros reis de outros lugares têm amantes, mas eu? Ela me conhecia tão pouco assim mesmo? Continuei encarando-a sem saber o que dizer ao certo. A resposta era não, sem dúvidas, mas...

— Não responde agora, pode aparecer no meu quarto se aceitar. — ela sorriu novamente, e eu apenas assenti muito de leve, olhando ao redor e clamando por algo que me tirasse dela.

E vi um soldado de armadura a minha procura. Ele parou na porta, me esperando, e fiquei sério.

— Desculpe, preciso ir.

Cheguei perto do soldado, que fez uma reverência.

— Senhor, temos notícias da batalha. — assenti, prestando muita atenção e comecandoa ficar nervoso. — a princesa fez cem mil soldados Stark recuarem.
Encarei-o, de boca aberta.

— Ela fez isso?

— Sim, senhor.

— Deus. — passei os dedos no queixo, pensando.

— Decidiram permanecer na região essa noite e chegar aqui pelo anoitecer do outro dia, quando as tropas de Coventry chegarem.

— Tenho conhecimento dessas tropas vindas do Oeste.

— A princesa ordenou tropas do leste de Romanoff para reforçar a região de Molotov, também.

— Okay. Notícias do Samuel, Maria Hill, James...

— Todos estão bem, ferimentos leves, menos a General Yelena de Romanoff que sofreu um ferimento grave na cabeça. — Ele tirou um papel do bolso. — A princesa Romanoff sofreu um ferimento no ombro, mas não quis dar mais informações.

Para não me preocupar. Suspirei, engolindo em seco.

— Obrigado.

Saí do salão, indo direto para o quarto de Wanda, e bati na porta.

— Quem é?

— Steve. — Repondi, imediatamente ela abre a porta.

— Me ajuda. — Ela me entregou um pano branco, e vejo que ela está com outro completamente insanguentado no nariz.

— Meu Deus, Wanda! — Ela se sentou de frente para o espelho, pressionando o nariz, mas ele não dava sinal de parar de sangrar. — Onde estão suas criadas?

— Dispensei, não quero a Natasha preocupada por um sangramentozinho no nariz pelo nervosismo e preocupação.

Ela pediu o pano, eu dei a ela, me sentando na penteadeira. Apenas observei-a, preocupado, e depois de alguns minutos o sangramento parou. Ela examinou o vestido vinho tomara que caia, que estava arruinado e cheio de sangue, e bufou.

— Você está bem? — ela me olhou.

— Quando acho que fugi dos meus irmãos, ele aparece pra estragar minha vida. — sua voz falhou, e percebi que ela estava prestes a chorar.

— Não chora, por favor. — Me abaixei ao seu lado na cadeira, e ela continuou só me olhando. — Nunca sei o que fazer quando mulheres choram.

Wanda riu pelo nariz, respirando fundo.

— Suas habilidades estão cada vez menores, Steve.

Eu ri, votando para onde estava antes.

— Eu tenho uma boa notícia. Tive informações sobre a batalha, e ganhamos. Bucky está bem e Natasha ferida, pelo que pouco soube, mas está tudo bem.

— Sério? — Ela abriu um sorriso.

— Sim. Eles voltam em vinte e quatro horas.

— Graças a Deus.

Steve olhou para a parede, refletindo sobre o que Bevvan disse a ele.

— Bevvan me disse algo que pode impedir que Natasha de assumir o trono de Roger. — Ela me olhou séria.

— Meu Deus. Ele está te chantageando?

— Sim. — Continuei sério, pensando. Eu estava assombrado.

— O que é?

— Mehor você não saber.

Notas finais
Comentemmmmm