Fazia quase um mês que ainda se debruçava sobre a papelada do caso Arthur, como se não bastasse todas as complicações naturais do caso, ainda tinham que lidar com os embargos do governo e as especulações da mídia.

Em pouco tempo parecia que tudo tresandava em suas mãos. Os laudos haviam sido inconclusivos mesmo com todos os rastros do assassino por toda a sala. Sabia que a família havia interferido, mas não podia ataca-los publicamente.

Seu celular piscou na ponta da mesa, número desconhecido, se apresentando como Vanessa. Tresandava perigo e erro, mas também a promessa de um avanço qualquer.