Castelo das Lady's Pierce

2 Capitulo 1 - Baile de boas vindas


Notas iniciais
Olá, galerinha! Esse é o primeiro capitulo da nova fic "Castelo das Lady's Pierce" ansiosos? Então vamos a isso, espero que gostem, pois farei a postagem todo o domingo. Boa leitura.

Sofia, Bulgária

1489

O fim da tarde, marcava o inicio do apressar dos passos dos criados ao correrem por esse longo salão deixando tudo belo e fabuloso ao ponto de receber esses convidados tão estimados pelo supremo.

Toda uma decoração aparentemente escolhida a dedo pela Lady Katherine que gostava intensamente do tom dourado, porque segundo suas delicadas palavras, ele lembrava intenso brilho do ouro e da riqueza, e então ela queria seu estremoso pai desse a conhecer a esses seus convidados o quanto o poder não era apenas uma necessidade, mas uma certeza ele fazia parte de toda a familia Pierce.

Claro está que um pai amado pelas suas filhas não dizia não as ideias práticas que estas costuravam a um futuro deveras melhor. É certo que essa noite em que baile começasse, e as danças pelo salão fluissem, a busca pela mudança iria começar também, embora fosse cedo para noivar sua filha, mas ao tempo tarde. para sair dessa crise que a tanto ele aguentava sem conseguir saber como sair.

Lady Elena passeava alegremente pelos claustro do jardim, com sua fiel ama, senhorita Caroline. Para a jovem Elena, Caroline não era vista como uma ama, muito pelo contrário, ela nutria um amor intenso, amor esse que era tão forte que as tornava como irmãs, embora o seu pai achasse bom manter a distancia entre um fiel criado e uma realeza. O que pensando bem, era um perfeito disparate, pois todos nasciam da mesma fonte, e morreriam na mesma terra.

— Senhorita Elena, talvez seja hora de regressar ao seu aposento, irei cuidadosamente preparar seu banho! — falou com cuidado a ama, que estremosamente pegava nas flores que a jovem apanhava do jardim para mais tarde colocar numa jarra e perfumar seu quarto num intenso aroma de jasmin.

— Irei já, Caroline! — respondeu ela não olhando, como se a cada distração ela perdesse uma flor, cujo nunca sairia de seu canteiro, por não ter vida. — Pobres flores que estão a perder a vida ao serem arrancadas por mim. — lamentou ela enquanto levantava elegantemente e passava as mãos nas brexas de seu vestido creme.

— Se me permite, eu creio que as flores não morrem porque as colhe para sua honrada jarra, elas ganham vida, senhorita! — atreveu-se a ama enquanto delicadamente dava a mão para a jovem passar o muro que dividia as margens do grande claustro.

— Tens razão, eu acho que faço bem ás flores, eu dou vida quando elas quase morrem. — ela sorriu triunfante seguindo caminho até ao aposento quase a passo de corrida o que fez a jovem atrás de si apressar o passo para poder de alguma forma acompanha-la.

A verdade é que Elena via o mundo com doçura, para si nada tinha maldade. Simples gestos como cuidar de um jardim, arrancar uma flor, faziam uma completa diferença. Já para Katherine a visão que tinha do mundo real, ia para a além da inocência. Talvez por ser mais velha, e seus pensamentos serem todos eles mais concretos.

Ela cravava seu olhar nas plantações do campo, onde trabalhadores envergavam grandes e volumosos baldes á cabeça todos eles carregados de fruta, que ela tão delicadamente comia em suas refeições.

Para ela, o trabalho desses homens, era fruto de uma inteira dedicação, ao qual era mereçedora uma recompensa, no qual seu pai achava um perfeito erro. "Trabalhadores de campos amplos, não merecem mais do que uma gratificação e trabalho" eram as palavras de lorde Pierce.

— Senhorita! — Katherine virou docemente sua cabeça na direção de onde vinha a voz, e de mãos pousadas no centro do ventre, acenou para que a sua ama falasse. — Penso que chegou a hora de escolher seus vestido para o baile de logo mais. — a jovem sorriu levemente, não mostrando os dentes, mas com delicadeza caminhou até a porta onde a outra jovem acabou por entrar e amabas seguiram até ao grande closet que guardava toda uma colheita vasta de vestidos de cerimónia.

Haviam imensos tons, uns mais pasteis, outros mais garridos para eventos celebres, e aqueles que eram mais funebres, para ocasiões mais tristes. Katherine acenou delicadamente a ama Meredith para tirar do dorso um vestido de seda azul com minimos cristais.

Uma vez colocado na frente da jovem morena, o vestido realçava completamete a sua pele, mas esta não gostava do calor que ele transmitia. Para si, o vestido ideal tinha de ser apelativo, ser alvo de muita inveja, de muita cobiça e acima de tudo de atrair seu princepe encantado.

Então agarrando nessas caracteristicas, ela acabou encontrando um modelo perfeito, talvez uma exclusividade unica e real, ao qual ela não perdeu tempo em escolher.

— Irei ser o centro das atenções com esse lindo e nobre vestido! — gracejou ela na frente de sua ama sem qualquer tipo de pudor, mostrando sempre sua superioridade.

Ai mostravam-se as verdadeiras diferenças entre duas irmãs em que a cobiça de uma era a inocência da outra, ou em que uma ama para uma era uma irmã para a outra.

***

Em clima de decidir o destino da noite, Stefan Salvatore encontrava encontrava dois convites para um grandioso baile de boas vindas no Castelo dos Pierce.

É certo que a diferença entre o poder masjestoso e o poder de um simples e mero burguês ia além da realidade das diferenças da sociedade. Contudo, ninguém sabia que não ele o que na verdade sentia para pela donzela Pierce, a mais velha das duas donzelas, que no fim de contas nem olhar para ele olhava.
Talvez ela nunca tivesse reparado no charme do rapaz, ou então a pobreza era de tal modo tão apelativa que ela enjelhava o nariz só de sentir aquela aproximidade..

— Então meu irmão! — Damon acabava de entrar na sala com algumas peças em mão, como se estivesse a espera que seu irmão pudesse ajudar a escolher a que melhor devia usar. — Que me dizes destes dois ternos? O cinza com o lenço vermelho, ou o bronze com o lenço preto?

O jovem Salvatore ficou um tempo analisar os dois ternos, é certo e sabido que qualquer um ficaria bem no irmão, mas também é certo que há ocasiões em que um cai melhor que o outro.

— Eu escolho o cinza com o lenço vermelho. — respondeu o jovem voltando sua atenção ao convite.

O outro já havia percebido o quanto o jovem se mantinha reticente se devia ou não aceitar em ir, mas a verdade é que o tempo passa e a hora do baile cada vez estava mais próxima.

— Tanto tempo perdes a pensar que a hora passa! — soltou as palavras Damon ao pousar a mão no ombro do jovem que estremecia levemente com o afirmar das palavras sarcásticas.

— Estarei a tempo de fazer minhas tarefas como bom cidadão. — mostrou superioridade ao irmão e entrou no escritório antigo, mas que em outro tempo havia pertencido ao pai.

***

A hora do baile acabava mesmo por chegar quando o fim da tarde fazia se sentir. Os convidados iam chegando e sorrindo no momento em que as duas Lady's Pierce entravam no salão acompanhadas pelo pai.

A música de fundo tocada pelo som fantástico de instrumentos angelicais, era tão agradável que a lady Elena flutuava em passos leves de dança por de baixo de seu vestido. Katherine que não dançava, mas apenas observava todos com bastante pormenor, até que viu que rostos desconhecidos entrarem no salão causando um grande impacto a si.

Nessa entrada triunfante, os convidados que entravam no salão eram de longe pessoas comuns, talvez até belas demais para um simples baile de uma autoria tão nobre. Os traços da jovem loira eram de uma autentica minucia perfeita, como se seu rosto tivesse sido esculpido e tornado real, e seus olhos, um autentico mar de fazer qualquer homem perto de si, afogar.

Ela riu, é certo. Pois, a jovem não conseguia mostrar um semblante sério perante uma beleza tão incomum e tão mais bela que a sua. Talvez a inveja falasse mais alto em determinados momentos.

— Katherine, está tudo bem? — perguntou Elena que parava de dançar para encarar a irmã que profudamente mergulhada estava ao observar estranhos belos rostos. — Fala comigo, ou irei chamar o papa. — balançou levemente com as luvas o ombro da irmã obrigando a que ela saiasse desse transe.

— O que foi, mimada? — Katherine acabou mesmo por ser arrogante com a própria irmã. Ela não gostava quando alguém a obrigava a sair de um belo momento, e na verdade se era um belo momento esse em que ela já sonhava sem saber.

— Pronto, já entendi que estás viva! — deu as costas a garota levantando um pouco a saia do vestido e seguir para outro canto do salão acompanhada por sua ama.

Ao contrário do que inicialmente acontecia, a jovem Pierce trilhou elegantemente na direção do jovem Mikaelson que conversava alegremente com a irmã.

— Pois, não? — um reflexo exato, fez o mesmo virar na direção da garota que nem tempo havia tido de falar, claro está que Rebekah revirou os olhos vendo que o irmão acabava de ganhar uma companhia para a iniciante noite.

Elijah ao ver que a moça diante de seus olhos nada falava, pegou delicadamente a sua mão beijando de leve, como um verdadeiro cavalheiro. Ela por sua vez, corou um pouco, o que era normal, tendo em conta do quanto estava encantada por um charmoso homem.

— Encantado com sua pessoa, sou Lorde Elijah Mikaelson! — apresentou-se formalmente beijando novamente a mão da donzela, o que a fez sorrir e acenar encantanda com uma venea de dama.

— Encantada, sou Lady... — mas alguém interrompia naquele momento.

— Lady Katherine seu pai a chama com alguma urgência! — alertou ama Meredith que a deixou bem desconfortável perante um convidado tão cavalheiro.

— Voltarei já! — avisou antes de virar as costas e seguir até onde o pai se encontrava em uma conversa formal com alguns convidados de forma elegante.

Notas finais
Gostaram? Comente, deixe a vossa opinião. E não esqueçam domingo que vem tem mais. Até ao próximo capitulo.