Casos e Acasos...
10 Disputa - Prova de amor.
Notas iniciais
POV June
Achei bom o tapa que a Shunny deu no Hyoga, mas ainda não estava contente com isso, afinal eles viajariam juntos e sozinhos para o Santuário e como a Shunny é ingênua vai que aquele pato engasgado se aproveita dela pelo caminho? De repente enquanto me virava na cama sem sono tive uma ideia.
Corri rapidamente em busca de papel e caneta e forjei um bilhete da Shunny para aquele iidiota do Cisne.
Hyoga...
Antes de viajarmos gostaria de ter uma conversa franca com você sobre o que sinto.
Te espero as 5:30h próximo a queda da cahoeira. Até lá.
Ele cairia como um patinho e eu o estaria esperando lá para lhe dar uma lição muhahahaha.
Fui até a sala e todos estavam dormindo, me aproximei pé ante pé e coloquei o bilhete entre as mãos do cisne me afastei devagarinho e subi lentamente as escadas agora era só esperar a hora.
POV Hyoga.
Já eram umas cinco da manhã quando notei algo próximo das minhas mãos, era um pedaço de papel e tinha algo escrito, esfreguei meus olhos para poder ler e quase tive um treco. Era Shunny marcando um encontro as cinco e meia. Olhei para o relógio e já eram cinco e quinze levantei-me e fui para o banheiro as pressas fiz minha higiene pessoal passei um perfume, mirei-me no espelho, será que estava apresentável? Ela com certeza estaria linda, sai do banheiro e olhei para o relógio novamente e eram cinco e vinte e sete (puts primeiro encontro e já chego atrasado?!) sai correndo e acho que cheguei no local em cima da hora, mas... não havia ninguém.
Olhei para todos os lados procurando-a, é normal as mulheres se atrasarem, fechei os olhos meu coração pulsava rapidamente, mas fui surpreendido por um chute que quase me acertou o rosto.
Abri meus olhos e vi June me fitando pronta para me chicotear, por educação perguntei-lhe:
(Hyoga) Por que está me atacando?
(June) Quero te dar uma lição por ser tão aproveitador, que merda de beijo foi aquele?
(Hyoga) entendo então você esta brava e com ciumes da Shunny e por isso está me batendo...
(June) cale a boca....
Ela me chicoteou e eu tentei me afastar mas foi em vão, pegou de cheio em meu rosto. Realmente mulheres com ciume são muito perigosas.
Tentei acertá-la com meu pó de diamante mas ela foi mais agil e enrolou meu pescoço com seu chicote.
(June) finalmente vou me livrar de você, vou ter meu caminho livre....
Ela me lançava de um lado para o outro e eu estava quase sem ar, segurei o chicote e foquei meu poder para congela-lo e assim me livrar dele, demorou um tempo até que consegui e o chicote se partiu ela me olhava com mais raiva ainda.
(June) seu desgraçado...
Ela partiu para o corpo a corpo, eu somente me esquivava, não queria feri-la, já ela queria arrancar-me o coro.
(Hyoga) Pare June, não quero machucá-la.
Ela não me deu ouvidos até que não tive escolha a não ser imobiliza-la. Segurei suas pernas e as congelei, mesmo assim elas se debatia de fúria.
(June) Por que eu perdi pra você? Por que tem que ser você? (chorando de ódio)
(Hyoga) entendo seus motivos, mas não devemos usar nossos cosmos para lutar em benefício próprio, você bem sabe disso.
Shunny chegou onde estávamos e com sua corrente trincou o gelo libertando June eu apenas fiquei as observando. Shunny se aproximou de June a esbofeteando.
(Shunny) o que pensa que está fazendo? Está ficando maluca?
(June) eu só... queria ter meu caminho livre pra você, eu queria provar meu amor, todo esse tempo... eu te amei, mesmo antes de saber que você era mulher me apaixonei pelos seus gestos, por sua proteção...
Shunny a olhava desacreditada.
(Shunny) então quer dizer que... você realmente me ama?
(June) é tão difícil de perceber assim? O que aquele pato engasgado tem que eu não tenho?
(Shunny) acho que não preciso responder... me desculpe não posso aceitar seus sentimentos.
June a abraçou e se derramou em lágrimas sai para deixá-las sozinhas e fui me preparar para o retorno ao santuário.
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