Casos E Acasos

15 ArthurXAntônio


Notas iniciais
Gomen a demora e o tamanho do capítulo, o próximo já está em andamento, fica pronto até o fim da semana

- IDIOTA!!! – Lovino apareceu do nada e derrubou Antônio no chão. – Porque você sumiu com a moça bonita daquele jeito idiota?

- Calma Lovino. Você não precisa ficar com ciúmes, eu só precisava conversar com minha “irmãzinha” as sós.

- Seu bastardo! Eu te odeio, vamos logo voltar antes que o cara que fala com o nada tenha um surto e resolva no matar com magia.

-Arthur faz mágica? – Perguntei perplexa.

- Sim, mas acho que isso é algo que podemos conversar depois – Disse Antônio pegando Lovino no colo e indo em direção à cozinha.

- ME PONHA NO CHÃO SEU BASTARDO! – Gritava Lovino durante todo caminho até a cozinha enquanto eu ria da cena comum, mas estranha dos dois.

- Ao chegarmos à cozinha Arthur quase jogou Antônio na parede, mas Francis conseguiu segurá-lo e evitamos uma bela dor de cabeça.

- Meninos porque vocês não vão com o Lovino brincar lá no quarto de brinquedos? – Sugeriu Francis.

- Eu não vou ficar cuidando de crianças – Disse Lovino sentando em um banco e cruzando os braços.

- Você não vai cuidar de nenhuma criança, vai brincar com elas, “adulto” – Disse Arthur com toda a sua ignorância.

- Se você for lá depois o Francis lhe dará o doce que você quiser – Eu disse e ele saiu correndo pelo corredor puxando Alfred e Matthew consigo.

- Pronto agora podem se matar – Disse Francis encostando as costas na cadeira e soltando Arthur que não esperou um minuto e partiu para cima de Antônio, mas antes de conseguir acerta-lo eu entrei na frente dele e coloquei sua própria espada em seu pescoço.

- Vocês não vão se matar. Não enquanto eu estiver aqui.

- Então você vai protegê-lo – Disse Arthur.

- Vou e vou proteger você também, não deixando nenhum dos dois brigar e muito menos se matar. Mas saibam que não ficarei de babá de nenhum, então se vocês não pararem agora eu vou embora e não falarei com vocês nunca mais. – Joguei a espada no chão e sai da cozinha.

- Cavalheiros eu acho que esse assunto que vocês tem a tratar aqui não me interessa e me diz a respeito então eu volto a lhes ver quando terminarem isso. – Francis mandou um beijinho aos dois e também saiu da cozinha.

O clima não era dos melhores, Antônio e Arthur não paravam de se encarar e eu olhava tudo da janela da cozinha. Eu havia saído da casa e dado a volta correndo por ela até chegar ao caixote virado que fica debaixo da janela da cozinha e fiquei observando os dois para ver o que fariam.

- Arthur Kirkland

- Antônio Fernandez Carriedo há quanto tempo.

- Um ano se não me engano, e da ultima vez que nos encontramos as coisas não saíram muito boas para o seu lado.

— Sim, mas dessa vez vai ser diferente – Disse Arthur abaixando e pegando a espada.

- Sim vai mesmo, e eu só vou deixar de lutar com você porque eu amo a Juh e respeito o desejo dela para que não briguemos então mesmo contra minha vontade eu lhe entrego a mão da minha hermana.

- Hermana? Mão?É contra? Mas do que você está falando??

- Você é mesmo estranho.

- Eu sou estranho? Até onde eu saiba a Julshen não é sua irmã

- Ela é minha irmã de criação seu inútil entendeu? Ou quer que eu desenhe?

- Idiota, bastardo idiota!

- De nada inglês.

- Eu... Obrigada – Disse Arthur e deu um sorriso.

- Agora vamos ver se Francis já enlouqueceu com os garoto – Disse Anônio passando o braço em volta do pescoço e os dois iam sair da cozinha quando eu entrei com os olhos cheios de lágrimas.

- Juh – Disse Antônio – O que houve?

- Idiotas! Vocês dois são uns idiotas!

- Errado, nós somos os seus idiotas. – Disseram os dois me abraçando.- Vamos logo ver o Francis antes que a casa venha abaixo.