Caso 209

7 Capitulo 7:Denisse Longon


Notas iniciais
Acho que mais três capítulos e fim.

Denisse nunca achou que o veria novamente,Jon não parecia ter envelhecido um dia se quer desde que o viu segurando a pequena Amanda.

–Jon?-Ela disse surpresa.

–Denisse.

–O que faz aqui?

–Eu precisava conversar com alguém.

–Pode entrar.-Denisse deu passagem,mas Jon não conseguiu entrar.

–Armádilha do diabo?-Denisse tirou o tapete escrito Boas vindas e mostrou o simbulo.

–É.-Ela pegou um grarda chuva com ponta pontuda e quebrou o batente de madeira.-Agora pode entrar.

Denisse estava bem mais velha que Jon se lembrava a viu pela última vez quando Amanda nasceu,os dois estavam no hospital e também na em Montana depois disso,fazendo o feitiço,os cabelos loiros da mulher estavam mais escuros,os olhos fundos,haviam orelhas fundas ao recor deles.

–O que o trás aqui?

–Charlote.

–Aquela vadia ingrata que não fala comigo faz mais de um ano,ela ligou um tempo atrás mas eu não estava em casa e depois Julliete me falou que a voz era de uma garota,pensei em Amanda,mas o que ela ia querer comigo?O que tem a ela?

–Ela morreu.-Denisse ficou pálida e depois se desmanchou em lágrimas.

–Eu...eu não acredito.A Charlly não Jon.-Ela soluçou algumas vezes.-Devia ser isso que Amanda queria,ela deveria querer me contar para eu ir lá.Quem te contou,Amanda?

–Não,Helena,ela disse que a Amanda estava me procurando e falou da Charlote.

–Sua filha está te procurando?-Jon assentiu.-E você vai atrás dela?

–Se ela souber sobre a vida da mãe e sobre mim,tenho certeza de que ela não vai querer me achar,não sou o pai do ano.

–Mas é o único que ela tem,ela tem o direito de te conhecer.

–Eu sou um monstro.-Denisse se sentou ao lado dele.

–Se ela se parecer com Charlly,não vai achar.

–Eu matei mais gente Denisse,não sou mais o homem por quem Charlote se apaixonou,sou um demônio.

–Charlote te conhecia,te amou do jeito que era,e tenho certeza que até a morte ela te amou.

O impala entrou pelos portões,Amanda sentia seu coração na boca,eles estavam preparados com balas de sal e outras coisas para qualquer incoveniência.Os três sairam do Impala e foram em direção a casa,era noite e o lugar estava enevoado,quando chegaram perto da casa viram duas sombras na varanda.

–Madrinha.-Gritou Amanda,uma das pessoas se levantou da cadeira de balanço e os olhou.

–Amanda?-A mulher em seus cinquenta anos foi até ela e a abraçou.-Que bom que está aqui.-Sinto muito por Charlote,sua mãe é...era minha melhor amiga.

–Obrigado madrinha.-Amanda olhou para a figura que havia se levantado,ele andou até eles,Jon estava vestido de negro,realmente ele era parecido com Amanda,um a cara do outro.-Jon Tavel.-Disse Amanda o olhando.

–Amanda Toll.Seus olhos são iguais ao da sua mãe.

–As pessoas falam isso.-Amanda tentava parecer o mais sem emoção possivel,mas queria chorar e fazer tantas perguntas.

–Eu estou sendo tão mal educada,vamos entrar.-Denisse convidou,na sala haviam quadros de uma garota loira muito parecida com a dona da casa,haviam fotos de Charlote e Denisse jovens,mas nem uma de Tod,eles haviam se separado um ano depois do nascimento da filha.-Alguém quer algo para beber?

–Não.-Amanda disse sentada em frente ao pai.-Eu viajei quilômetros e quilômetros só para te perguntar duas coisas.

–Pergunte.

–Primeira,você é realmente meu pai?

–Eu sou.

–O que aconteceu com a minha mãe.

–Eu não sei.

–Você estava com ela na noite que ela morreu.-Dean mostrou o recorte de jornal,Jon o pegou.

–Foi nesse dia?Eu estava em Ilinóis,ela havia me chamado,precisava de um favor.

–Qual favor?

–Haviam demônios atrás de vocês ou melhor,atrás de você Amanda.Isso.-Ele apontou para os riscos quase invisiveis na encruzilhada.-É a Armádilha do Diabo mais bem elaborada que eu já havia visto,era um simbulo diferente,Charlly havia o achado em um livro Arcáico muito veho,podia exorcizar uma cidade.

–Por que estavam atrás de mim?

–Por que você é minha filha,filha do Assassino.-Ele levantou a manga da blusa.

–O que é isso,uma tatoagem tribal?-Perguntou Dean sarcástico.

–Não,a Marca de Caím,o Primeiro Homicida.