Eu nunca havia pintado um quadro para namorado nenhum meu. Nem Matt Donovan, mesmo a gente tendo namorado por uns quase 2 anos. Mas com Tyler era diferente. Eu sabia que amava-o. Eu sabia que ele era diferente de Matt. Matt só havia ficado comigo pra esquecer a Elena. E eu detestava ser tapa buraco de alguém. Terminei o quadro e comecei a observar os mínimos detalhes.

-Perfeito. Tenho certeza que ele vai amar.

Me arrumei, peguei o carro, e fui para casa dele.Toquei a campainha e esperei ele abrir.

-Oi Caroline. Quanto tempo, se veio a procura do Tyler, deu viagem em vão. Ele estar no Mystic Grill. Saiu com Matt e Stefan. Vá lá, ele ficará feliz com a sua surpresa.

Sai feliz da vida com o quadro na mão, e entrei no Grill. A cena que vi, ficou marcada na minha memoria. Tyler estava aos beijos com Vickie Donovan. Quando ele me viu, soltou Vickie e veio atras de mim.

-Caroline eu posso te explicar. Aquilo não foi nada. Vickie que estava dando em cima de mim, me agarrou e me beijou. Eu não tenho culpa.

-Tyler eu não sou cega. Eu vi muito bem. Você estava aos beijos com Vickie. Justamente com Vickie. você sabe como eu detesto ela. Mais não, você preferiu me trair com ela. Tyler acabou.

Sai do Grill com os olhos cheios de lagrimas. Atravessei a rua, sem nem prestar atenção. Fui surpreendida com um carro preto bem em cima de mim. Um homem louro, com aproximadamente 1,80 de altura e olhos azuis. Ele veio na minha direção com os olhos arregalados e falava palavras sem nexo pra mim. Tentei me levantar,mais percebi que não conseguia, eu havia acabado de sofrer um acidente, e havia torcido meu tornozelo.

-Me desculpa, me perdoa, eu não te vi. Você apareceu na minha frente do nada.

-Não, você não tem culpa.Eu que sai nas pressas do Grill e atravessei a rua sem observar.

-Você se machucou, deixa eu te levar pro hospital.

O homem estranho, mais muito lindo, me colocou no banco de carona e pegou meu quadro e colocou no banco de trás.

Quando cheguei no hospital, a doutora Meredith Fell me atendeu. O estranho homem não saiu do meu lado e ficou comigo até meu pai chegar.

-Obrigado Sr...

-Mikaelson, Sr...

-Forbes. Então obrigado, eu sei que minha filha é muito desastrada. Sorri do comentário do meu pai, e fingi que estava dormindo. O estranho Sr. Mikaelson veio até meu quarto e colocou um bouquet de rosas vermelhas na mesinha do lado da minha cama. Abri os olhos e resolvi conversar com o meu estranho amigo.

-Você já pode ir embora. Meu pai chegou, e não quero que fique com pena de mim. E muito obrigado por ter me trazido ao hospital.

O estranho virou as costas e já ia saindo quando resolvi perguntar seu nome.

-Ei, sei que mal nos conhecemos, mais eu queria saber o nome do homem que me trouxe ao hospital.

Ele olhou pra mim, e me deu um sorriso de tirar o folego.

-Meu nome é Niklaus, mais pode me chamar de Klaus.