Meu cérebro não processava o que eu havia acabado de ouvir. Hayley veio me dizer, que eu não era mulher o suficiente pra Klaus? Ela tava de brincadeira.

–Repete de novo Hayley, eu acho que não ouvi direito. E com a mesma cara de pau, ela repetiu.

–Você não é mulher suficiente pra Niklaus. Ele é um homem, e ele tem as necessidades dele, e com toda certeza, você não irá satisfazer. Eu sim, pro outro lado, sei muito bem do que ele gosta, pois foi eu mesmo, que fiz ele ficar assim. Insaciavel, e bem rigoroso. Ela tava passando dos limites. Falando do meu homem, falando da nossa relação sexual, como se fosse qualquer coisa. Ela precisava me ouvir.

–Você é uma tremenda vadia mesmo. Como Klaus pode ter se apaixonado por você, a ponto de não querer amar mais ninguém. Você é um monstro Hayley, e não vou deixar você afetar nosso casamento. Hayley olhou pra mim com a cara mais cinica e me disse.

–Querida, você vai se arrepender. Quando eu estalar os dedos, Klaus vai vim feito um cachorrinho pra mim. Ele não mne esqueceu, e você vai ver. Quem vai se arrepender de ter entrado no meu caminho vai ser você. Aquilo era lago que eu não suportava ouvir. Peguei o chá quente e atirei na cara de Hayley. E la deu um grito e na mesma hora deu um tapa na minha cara. É briga que você quer... É briga que você vai ter.

Pulei em cima de Hayley e comecei a dar murros nelas. Ela tentava sair de cima de mim, mais era impossivel. Nessa hora, agradeci ao meu pai mentalmente. Ele queria muito ter um filho homem, mais eu nasci mulher, mesmo assim ele não me dixou fazer coisas que meninas normais faziam. Ele me levou a aulas de boxe, e de futebol. A minha infancia toda, foi brincando como um menino, até que minha adolescencia chegasse, e eu deixasse as coisas de menino de lado. Quebrei o nariz de Hayley e medsmo assim eu não parava de bater nela. A té que uma voz bem conhecida, me fez despertar do meu surto.

–Caroline? O que é isso? Sai de cima de Hayley, que estava toda ensaguentada, e me virei. Klaus olhava pra mim, e ao mesmo tempo pra Hayley, que estava com o rosto banhado em sangue. Ele fez uma cara, e ajudou Hayley a se levantar. Ele arrastou ela pro banco traseiro do carro que ele havia alugado, e me colocou no banco de carona, pra irmos a um hospital.

–Caroline, o que aconteceu com você? Você enlouqueceu? O quye aconteceu com a mulher meiga e doce que eu conhecia? Ela sumiu foi? Fiz uma careta pra Klaus e começei a contar a história.

–Essa ai- A pontei pra Hayley, que estava deitada no banco de trás, com os olhos fechados- Me tratou muito mal. Falou de nós dois, e ainda teve a cara de pau, de me dizer, que se ela estalasse os dedos, você iria atras dela que nem um cachorrinho. Isso foi demais pra meus ouvidos. Então joguei o chá que eu havia comprado, na cara dela. Ela veio e me deu um tapa, e então a briga começou. Sei que ela ficou em desvantagem, mais eu não iria ouvir mais nenhum insulto dessa ai. Klaus suspirou fundo e começou a falar.

–Caroline, eu quero que você saiba, Hayley não vai estalar nenhum dedinho pra mim, e eu não vou atras dela. Ela é caso passado, e é com você que eu estou agora. Mais o que você fez, é sem noção. Já imaginou se a policia francesa estivesse passando? Eu teria quer pagar um bom advogado, considerando o fato de que você fosse solta. Pois Hayley é cidadã da França.

Encpntramos um hospital, e deixamos Hayley lá. Voltamois pro hotel, e fui tomar um banho, pra tirar o sangue, que havia ficado na minha roupa. Entrei na banheira e começei a pensar no que Hayley havia me dito. "Klaus tem necessidades... Necessidades essa, que você não irá suprir. Klaus é insaciavel."

Comecei a chorar, pois ela tinha plena razão. Klaus tinha um apetite sexual voraz. Ele me levava a loucura, com os metodos estranhos e sem noção. Mais foi ela mesmo, quem o havia ensinado, ser daquela forma. Sai do banheiro, e fui procurar Klaus. Me enrolei numa toalha, e com outra enrolei meu cabelo. Peguei o celular na minha bolsa, e disquei o número dele.

–Vamos Klaus, atenda por favor. O celular chamou 4 vezes, quando deu a ultima chamada, Klaus atendeu.

–Até que enfim, pensei que não iria atender. Klaus bufou do outro lado da linha, e eu já imaginava como a cara dele estava. -Então, onde você estar? Klaus demorou cerca de um minuto, até que me respondeu.

–Estou no hospital. Aquela resposta acabou comigo. Ele estava com ela, ele foi ver ela. Senti todas minhas forças se esvair. Klaus havia me deixado sozinha pra se encontrar com ela. Ele notou meu silencio, e resolveu quebra-lo.

–Eu vim, pois ela não tem ninguém. E os medicos franceses só dispensam uma pessoa, se ela estiver acompanhada. E então vim dar essa força. Klaus era loiro, e não tinha como se passar por irmão dela, então já imaginei o argumento dele.

–Você disse que era parente dela? Esperei que ele me respondesse. Mais a unica coisa que ouvi foi um não.

–Hmmm, você disse que era namor... Nãoi consegui terminar a palavra, pois um nó havia se formado na minha garganta.

–Klaus disse sim, e aquilo me doeu mais ainda. Não tive ação pora falar mais nada, e desliguei o celular.

Me sentei no chão, e coloquei minha cabeça no meio das m inha pernas, tentando em vão me acalmar. Mais era quas que impossivel. Chorei mais ainda, im,aginando Klaus e minha inimiga juntos. Hayley sabia jogar, e jogava baixo. Resolvi fazer uma cena, e seria uma que Klaus não iria esquecer. Coloquei um vestido bem justo, me maquiei, e coloquei o melhor sapato quer eu tinha e sai. Andei pela calçada até encontrar um restaurante aberto. Comi e bebi o melhor vinho. Sai do restaurante, e perguntei a um rapaz, se ele me faria um favor.

Atravesse a rua, e quando percebi, o carro já estava bem em cima de mim.

POV KLAUS

Eu estava de saida do hospital, quando viu uma mulher loira, aparentando ter uns 19 pra 20 anos, entrando numa maca. Quando cai em si, percebio que aquela mulher era minha. Sai as pressas, feito um louco correndo atras da maca. Eu gritava feito um idiota.

–Caroline meu amor, você esta me ouvindo. Mais ela não me respondia. Caroline estava deitada com os olhos fechados e um pouco arreanhada. Perguntei ao médico o que havia acontecido, e ele me disse.

–Essa jovem atravessou a rua sem olhar prois lados. A sorte dela, foi que o carro vinha em baixa velocidade. Vou leva-lá pra sala de raio x, pra saber se ela teve alguma fratura na cabeça. Acompanhei a maca feito um louco. Caroline estava ali, bem na minha frente, desacordada, e era minha culpa. Se eu não tivese ficado com Hayley no hospital, Caroline não estaria acidentada. Os médicos pediram que eu ficasse do lado de fora, na recepção, enquanto eles faziam os exames. Depois de alguns minutos, eles voltaram e me trouxeram uma boa noticia.

–Sr. Mikaelson, sua esposa teve muita sorte. Ela não sofreu nenhuma lesão na cabeça, mais peço que ela passe a noite aqui em observação. O médico responsavel esta de folga, e só amanha ele irá poder dar um diagnostico completo. Me sentei na beira da cama, e fiquei segurando a mão dela. Começei a chorar, e percebi o quanto Caroline era importante pra mim.

–Caroline meu amor. Eu não sei se você estar me ouvindo, mais mesmo assim vou falar. Eu te amo, e sei que é muito pouco pra expressar o que sinto por você. Eu queria que essa vioagem, fosse pra ser uma segun da lua de mel, mais percebo que tudo começou muito mal. Peço também que me perdoe, e que você saiba que é a mulher da minha vida. Sei que você esta enciumada em ralação a Hayley, e entendo isso também. Eu realmente fiquei surpreso em reve-la, depois de tanto tempo. Mais não se preocupe, ela não é nada pra mim, nada mesmo. Naquele mesmo instante, Caroline começou a abrir os olhos, e eu não me contive de tanta alegria.

POV CAROLINE

Eu estava bem, mais ainda continuei de olhos fechados, tentando aumentar ainda mais o sofrimento de Klaus. Ele havia me deixado sozinha pra ir atras daquela songa-monga da Hayley. Eu relamente não entendia o que ele sentia por ela. Mais no momento que ele começou a se declarar por mim, quase chorei. Segurei meus animos e ouvi tudo que ele me falava. Ele estava sendo realmente sincero comigo, e isso era possivel de se ouvir na voz dele. Quando ele terminou de falar, abri meus olhos bem devagar, fingindo estar acordando.Klaus abriu um sorriso canto a canto, me deixando sem folego. Aquele dsim, era o Klaus que eu amava e conhecia.

–Caroline meu amor, você quasde me matou de susto. Como você pode fazer isso comigo. Quando eu vi você entrando no hospital, naquela maca eu quase morri. Por favor, nunca mais faça isso comigo. Dei um sorriso fraco, fingindo dor, e fiz uma careta. Ele notou minha apreensão, e decidiu chamar a enfermeira. A mesma veio, e me trouxe uns analgesicos, e injetou na minha veia. Eu não queria dormir, mais os remedios me deixaram sonolenta. Antes que eu fechasse os olhos, ainda consegui dizer umas ultimas palavras.

–Eu te amo. Meu olhos ficaram pesados, e então realmente apaguei.

Quando acordei, o rapaz que havia me atropelado, estava do lado da minha cama. Ele ficou olhando pra mim, com os olhos bem esbugalhados e comecou a falar.

–Seu plano deu certo. Agora quero minha parte. E seu marido esta querendo me processar. Espero que isso não aconteça, pois tenho certeza que ele não ficará nada feliz em descobror, que foi a propria esposa que incomendou o acidente. Pedi que ele se aproximasse da cama, então eu falei.

–Shhh, fala baixo. Quando eu sai do hospital, eu mesmo te pagarei, e se acalme, eu vou controlar a situação. Klaus não irá te processar. Eu mesmo tomo conta disso. Enquanto eu conversava com o rapaz, Hayley entrou no meu quarto, e começou a bater palmas.

–Muito bonito Caroline, acredito que seu amdo Klaus não sae da sua farsa. Mais tenho certeza que ele irá adorar saber disso. Senti o sangue fugir do meu rosto, e eu sabia, eu estava palida feito um papel.

Hayley saiu ao encontro de Klaus, e em menos de cinco minutos, ele entrou no quarto feito um furacão.

–Caroline Mikaelson, o que acabei de descobrir, é verdade?

Notas finais
O que acharam? Deixem seus cvomentarios... Bjssss