Notas iniciais
Queridas me desculpem pela demora.Mais hoje esta saindo um capitulo quentinho. Espero que gostem. Boa leitura, e deixem comentarios..... Beijos

Klaus parecia um furacão. Eu nunca havia visto ele daquela maneira. Acabei ficando com medo até de falar. Ele pegava as roupas, e jogava nas malas de todo jeito. Eu peguei uma calça jeans e uma camiseta rosa, pra combinar coma sapatilha que eu usava.

Quando chegamos no aeroporto da ilha, Klaus quase teve um infarto. Ele gritava palavras furiosas para o rapaz. Eu não entendia nada, mais pelos gritos altos, e pelos gestos, eu já imaginava. Conseguimos o voo e em menos de uma hora, estávamos no Aeroporto Internacional do Recife. Tomamos um voo para Los Angeles, e de lá outro voo para um aeroporto particular na Virginia. Quando chegamos lá, Elijah estava nos esperando. Quando ele me viu, um sorriso bem autentico se formou nos lábios dele.

–Que bom ver você Caroline. Sorri de volta, e respondi ao ver a empolgação de Elijah.

–Hmmm, eu também estou feliz de te ver. Mas realmente prefira esta em Fernando de Noronha. Klaus olhou pra mim, e com o rosto inflamado de ódio, me fez murchar na mesma hora. Elijah e Klaus estavam conversando longe o bastante de mim, quando meu celular tocou. Olhei pra ver de quem era o número, mas percebi que eu não conhecia.

–Alô? Minha voz havia saído mais alta do que eu queria. Do outro lado da linha uma voz forte, e masculina, porém rápida, falou.

–Por gentileza posso falar com Niklaus? Fiquei atônita, e na mesma hora andei em direção a Klaus, e estendi o celular.

–Para você. Klaus pegou o celular bem despreocupado, e atendeu. Do nada Klaus se transfigurou em um demônio. Eu olho assustada pra Klaus, na esperança de que ele veja, o quão assustada estou, e se recomponha. Em fração de segundos Klaus desliga, e joga o meu celular no chão. Dei um pulo pra trás e arregalei meus olhos. Elijah viu que eu estava muito espantada com a ação repentina, e me arrasta pro carro. Elijah se sentou no banco do carona e fez sinal para que Klaus dirigisse. Klaus arrancou o carro, e com uma manobra rápida, fez o carro se afastar do aeroporto. Tentei falar com Klaus, mais percebi que não era uma boa hora para reclamar do meu celular. Eu estava cansada e muito assustada, e aos poucos peguei no sono.

Acordei ao ouvir o barulho das rodas do carro, passando por cima dos cascalhos barulhentos. Já era quase noite quando chegamos na mansão Mikaelson. Klaus abriu a porta do carro, e Elijah fez o mesmo. Os dois conversaram por uns dez minutos. Elijah deu um sorriso na minha direção, e entrou na casa. Klaus voltou pro carro, abriu a porta e sentou-se do meu lado.

–Então Caroline, peço mil desculpas pela forma que me comportei, e sinto muito mesmo, pela forma que quebrei seu celular. Mais não se preocupe, vou lhe dar um novo amanha mesmo. Olhei pra Klaus, e não acreditei no que ele falava. Ele era inquieto, e frustrante, e com certeza muito furioso. Eu estava com medo e muito furiosa. Furiosa pelo surto no nosso café da manha, que agora parecia uma velha lembrança na minha memoria. Pelos gritos loucos, e pelo meu celular.

–Então Caroline, não vai me falar nada? Eu realmente queria falar, mais se eu falasse eu poderia me arrepender. Sai do carro, e Klaus pegou na minha mão. Antes de entrarmos na casa, Klaus olhou pra mim, e com um sorriso irônico falou.

–Que comece o SHOW!

Ao entrarmos no salão principal, vejo todos juntos. Rebekah, Kol, Elijah, e minha sogra Esther. Do lado oposto a eles, um casal, meio deslocado, conversavam entre si. O homem era alto, tinha um rosto serio, e cabelos pretos. A mulher era ruiva, e tinha a pele branca meio rosada. O rosto dela tinha um formato de coração invertido, mas ela era bem bonita. Os olhos dela era de um verde azulado. Ela estava vestida toda de preto, e o homem também. Encostei em Klaus, e num sussurro bem baixo, perguntei a Klaus quem era o casal.

–Aquele ali é meu irmão Finn, e a sua esposa Sage. Ele que quer tomar a presidência da empresa. Balancei a cabeça e sorri em direção a Rebekah.

–Caroline, você estar muito bonita. Vejo que Fernando de Noronha fez um bem pra você. Sorri e concordei com a cabeça. Todos na sala me abraçaram, menos o casal, que pareciam não notar minha presença. Klaus conversava e sorria pra Kol, que fazia piada nas nossas custas. Em meio a conversa, Esther chamou a empregada e pediu que ela trouxesse duas garrafas de champanhe. Ela pegou uma garrafa, e começou um discurso.

–Estou muito feliz, por ver dois filhos meus, casados e felizes. Sempre sonhei com esse dia e vejo que ele chegou. Enquanto ela falava, Klaus chegou bem devagar e colocou um braço na minha cintura. Aproveitei e me apoiei nele. No fim do discurso, Esther deu uma garrafa a Klaus, e a outra a Finn, que sorria, parecendo desfruta de algo desconhecido entre nós. Klaus encheu minha taça.

–Que champanhe é esse? Ele é muito bom por sinal. Klaus sorriu e me respondeu.

–Esse champanhe e da coleção de comemoração. Na verdade é uma Bollinger Grande Année Rosé de 1999. Esse é um dos preferidos da minha mãe. Tomei três taças de champanhe e uma de vinho tinto.

–Esse vinho é de uma safra muito boa. É de 1995, Vinho Santa Rita Casa Real.

Eu já estava tonta quando Klaus me levou para o quarto. Eu estava bêbada o suficiente, então comecei a desabafar.

–Estou com muita raiva Sr. Mikaelson. Eu queria poder ficar, mais um pouquinho na ilha, e você feito um idiota, resolveu voltar correndo. E ainda por cima, gritou com todo mundo, e quebrou meu celular. O Sr. é um péssimo marido. Klaus olhou pra mim, e me sentou na cama.

–Você esta bêbada Caroline? Dei um sorriso e respondi.

–Bêbada como um gambá. Klaus balançou a cabeça em desaprovação, e tirou minhas sapatilhas. Xinguei afim de irrita-lo, mais parecia não fazer efeito nele. Ele me levantou, e me arrastou para o banheiro. Encheu a banheira e colocou um gel de banho, muito bom.

–Eu não quero tomar banho, eu quero beber mais. Eu protestava, mais parecia em vão.

–Levante os braços Caroline. Ele falava com tanta autoridade, que eu acabei obedecendo. Levantei os braços, e Klaus tirou minha camiseta. Ele fez o mesmo com minha calça, e me deixou só de lingerie. Ele me olhou dos pés a cabeça, o que me deixou desconfortável.

–O que foi Klaus? Tá olhando o que?

–Nada. Só estou admirando sua beleza. Klaus chegou mais perto, e soltou o fecho do meu sutiã de renda vermelha. Meus seios ficaram expostos e bem agradecidos, pois o sutiã apertava demais. Ele se abaixou e tirou minha calcinha, pegou minha mão e me colocou dentro da banheira. A água estava morna e muito gostosa. Mais eu estava cansada demais pra me esfregar.

–Caroline, tome essa esponja e se esfregue. Fiz que não com a cabeça, e Klaus revirou os olhos, e eu sorri. Ele começou a tirar a roupa, bem rápido e entrou na banheira comigo. Ele abriu as pernas, e me puxou pra mais perto dele. Me aconcheguei, e coloquei meu cabelo para um lado só, deixando meu pescoço exposto. Arrisquei uma olhadinha de lado, e fiz que sim com a cabeça. Klaus começou beijando minha orelha e meu pescoço. Aquela sensação gostosa, tomava conta do meu corpo, e eu me arrepiei. Eu estava ficando excitada, e ele me beijava mais e mais. As mãos dele forma para meus seios, ele puxava meus mamilos, e apertava, me fazendo gemer. Me virei pra ficar frente a frente, ele me beijou. No começo nossos dentes entraram num confronto, e em seguida nossas línguas começaram uma dança sensual. Eu comecei a descer a mão pelo corpo de Klaus, e dei um apertão na ereção dele. Ele gemeu na mesma hora, o que me deixou com mais vontade de mexer.

–Ah Caroline.... Vá mais devagar. Eu levantei da banheira, e ele me seguiu. Me ajoelhei e olhei pra ereção de Klaus, que latejava de prazer. Olhei pra ele, e percebi que ele não queria que eu fizesse aquilo. Sorri e falei.

–Eu quero fazer isso.

Muito timidamente, coloquei minha boca e chupei bem forte. Ele segurou minha cabeça, e eu empurrei mais fundo na minha garganta. Protegi meus dentes e comecei a chupar bem firme.

–Ahh, Caroline... Klaus sibilava o ar entre os dentes, e eu continuava com minha doce tortura. Ele gemia palavras incoerentes, e eu comecei a passar a língua pela ponta, e Klaus fez um "O" com a boca.

–Pare Caroline, pare. Eu tentei continuar, mais Klaus me levantou, e me jogou na cama. Ele beijava meus seios e chupava, me fazendo gemer e me contorcer embaixo dele. Eu sabia que se ele não parasse, eu poderia gozar rapidinho. Ele olhou pra mim, e com um sorriso libidinoso, me tocou com um dos dedos.

–Hmmmm, você esta bem prontinha. Então bem devagar Klaus entrou em mim. Eu fechei os olhos e saboreei a sensação de ser preenchida. Ele começou com movimentos bem devagar, e aquilo me torturava.

–Mais rápido Klaus, mais rápido. Ele olhou pra mim, sorriu e começou a dar estocadas bem fortes e rápidas. Meu ventre todo contorcia, e uma sensação gostosa começou a tomar conta do meu corpo. Eu comecei a gritar palavras desconexas e sem sentido com a sensação do orgasmo. Logo em seguida Klaus gozou, e gritou meu nome.

–Caroline... Ah Caroline. Ele gritou e caiu em cima de mim. Quando ele saiu de dentro de mim, ele me deu um sorriso e beijou meus lábios. Sorri e fechei meus olhos.