Notas iniciais
Oii Cupcakes ♥! Aqui estou com mais um capítulo. Muito obrigada AndreaNeves e Ninaa pelos comentários no capítulo passado. Espero que gostem desse. Boa leitura...

ROMANCES MENSAIS

LIVRO VII – CASAMENTO DE JULHO

CAPÍTULO X — FAMÍLIA

— Você sabia a resposta da última questão? Aquela sobre monoxênico e heteróxeno? — Pergunta Oliver, assim que deixamos a sala de aula. Desvio olhar de meu celular para encarar meu melhor amigo, que parecia preocupado com a prova que havíamos acabado de realizar.

— Sim. A primeira e a última afirmações estavam erradas, então era a letra c. — Respondo, dando de ombros. — O sr. Trainor mostrou essa questão na primeira aula sobre parasitas e explicou sobre o Plasmodium falciparum.

— É tão injusto você ter essa memória descomunal. Enquanto eu estudei o mês inteiro igual um condenado para conseguir acertar pelo menos metade da prova, você dormiu a maior parte das aulas e ainda participou de uma luta ontem. Mesmo assim, você está todo confiante com os resultados e eu com medo de ter reprovado nessa matéria. — Resmunga meu melhor amigo, virando-se para mim. — Como você consegue ser assim?

— É apenas uma prova idiota, Oliver. E você sempre fica todo paranoico quando faz uma prova, mas quando sai o resultado, suas notas são as maiores da turma. — Comento, passando o braço por cima dos ombros de Oliver.

— Fácil falar. Não é você que vai assumir a presidência de um dos maiores hospitais do país. Eu preciso realmente me sair bem na universidade. — Oliver parecia tenso ao se lembrar de toda a responsabilidade que assumiria em três anos.

De certa forma, eu entendia o seu receio. Só tinha algumas semanas que ele havia concordado com avós de se tornar o próximo presidente do IU Health Methodist Hospital, ainda a ideia ainda era bastante assustadora para meu melhor amigo, que até três meses atrás, não pensava em nada além de realizar o sonho de se tornar médico voluntário para ajudar regiões com poucos recursos. No entanto, com a descoberta de um filho de cinco anos, seu mundo virou de pernas por ar e a última coisa que ele gostaria era de viajar para longe de Tony.

A decisão de ser o sucessor dos negócios da família não surgiu de maneira planejada também. Impulsionado pelo desejo de ajudar o primo a ter a permissão da família para seguir na carreira de cantor e pela personalidade forte da mãe de seu filho, ele fez o acordo com os avós.

— Não se preocupe. Você vai se sair bem. — Afirmo, dando um soco leve em sua costela. Ele resmunga, mas acaba sorrindo agradecido. — E o que vai fazer hoje? Você está de férias do estágio, não é?

— Estou pensando em sair com Tony. Vai fazer alguma coisa? Podemos ir ao parque...

— Achei você! — Uma garota de longos cabelos loiros e seios volumosos aparece na nossa frente e sorri maliciosa. — Damon Salvatore.

— Suzie Edens. — Cumprimento a garota, soltando Oliver. Ela me analisa de cima a baixo, sorrindo de forma provocante.

— Então você lembra meu nome. — Suzie morde o lábio inferior e faz aquele joguinho de olhares que eu já estava acostumado a receber. Ela então se aproxima mais e desliza as unhas de sua mão direita pelo meu peito.

— É claro. Como eu esqueceria o nome de uma garota tão única como você. — Respondo, dando um sorriso lateral.

— Mentiroso. — Oliver finge espirrar, lançando um sorriso divertido ao ver o meu olhar repreendedor. Suzie ri e sinto o cheiro exagerado de seu perfume invadir meu olfato.

— Pelo visto o que dizem de você é verdade. — Comenta Suzie, encarando-me com interesse.

— E o que dizem de mim? — Questiono, aproximando-me mais da loira, que abre um sorriso malicioso.

— Que você possui uma memória inigualável. — Ela então fica na ponta dos pés e passa os braços em volta do meu pescoço. — E que possui uma excelente atuação na cama.

— Bom... — Antes que eu dissesse qualquer coisa, encontro o olhar severo de Elena a alguns metros de mim. Por impulso, empurro Suzie, que parece surpresa com a minha atitude.

Caroline que estava ao lado dela, sorri e acena. Quando penso em corresponder, Elena puxa a melhor amiga pelo braço e sai, mas não sem antes me lançar um decepcionado. Eu geralmente não me importava muito com a forma como Elena reagia quando me via com as outras garotas, mas naquele momento, eu me senti incomodado.

— Damon? — Suzie chama a minha atenção, puxando meu rosto para encará-la. — O que houve?

— O quê? — Pergunto, ainda um pouco atordoado.

— Você de repente ficou estranho. — Comenta a loira, analisando-me por alguns instantes. Por fim, ela dá de ombros e parece querer deixar o assunto de lado. — De qualquer forma, o que acha de vir a minha casa hoje? Meus pais viajaram e eu tenho uma banheira de hidromassagem bem interessante em meu quarto. Está a fim de conhecer?

— Desculpa, gatinha. Eu vou ter que passar dessa vez. — Lamento, dando um sorriso forçado. Suzie me encara surpresa e parecia pronta para questionar. Rapidamente, puxo Oliver para perto de mim, passando meu braço por cima dos ombros dele. — Oliver não está se sentindo muito bem hoje e eu concordei em passar o dia cuidando do filho dele, não é, Oliver?

Meu melhor amigo me encara por alguns segundos e me lança um olhar repreendedor. No entanto, como era de se esperar, ele força uma tosse e faz uma expressão cansada, balançando a cabeça em concordância.

— Pois é. Estou muito... — Ele tosse novamente, colocando a mão na boca. — Muito doente. E não tem ninguém além de Damon para cuidar do meu filho. Sinto muito, Suzie.

— Mas você não parece doente...

— Sim. Ele está doente. E é até um pouco contagioso, então é melhor nós irmos. — Afirmo, guiando Oliver para longe da loira. — Tchau, Suzie. A gente se vê por aí.

— Mas o quê... Damon!

Suzie grita, mas não demoro a virar no primeiro corredor que surge em nossa frente, ignorando os chamados da garota e praticamente forçando Oliver a correr. Eu não sabia bem o que estava acontecendo comigo, mas naquele momento, tudo o que vinha em minha mente era o olhar de decepção de Elena.

— Ok. O que foi isso que acabou de acontecer? — Pergunta Oliver, assim que paramos em um corredor vazio. Por ser sábado, os alunos que vieram para a universidade para fazer as últimas provas do semestre já haviam ido embora assim que as aulas chegaram ao fim. – O que foi todo esse desespero para fugir da aluna transferida com quem você ficou trocando olhares o semestre inteiro?

— O quê? – Pergunto, tentando não expor o quão atordoado com as minhas atitudes eu estava.

— Não se faça de desentendido. O que foi aquilo? Por que fugiu da Suzie e ainda mentiu de maneira tão descarada para ela? – Questiona meu melhor amigo, analisando-me com intensidade.

— Eu apenas não estava a fim de ir para a casa dela. Nada demais. – Minto, desviando o olhar. Oliver ri sarcástico e me lança um olhar irônico.

— Ah, por favor, Damon. Eu te conheço bem para saber que nem você acredita nessa desculpa. Você estava flertando com ela e de repente, viu a Caroline e a... espera. Elena! Você ficou todo desesperado depois que notou que a Elena estava te observando. E parando para pensar, ela também parecia bem chateada por você está tão próximo da Suzie. – Oliver ri animado e seus olhos parecem dobrar de tamanho. – Eu não acredito! Você disse que tudo o que fizeram ontem foi conversar. Por que não me disse que vocês ficaram?

— Nós não ficamos. Apenas conversamos. – Afirmo, dando as costas para Oliver, na esperança de evitar aquela conversa com meu melhor amigo. Eu não estava a fim de ouvir as bobagens que sairiam de sua boca.

— Então por que você está fugindo? Por que parece que foi muito mais do que uma simples conversa? – Oliver insiste, vindo logo atrás de mim.

— Eu não estou fugindo. E realmente não foi uma simples conversa. Eu contei para ela tudo o que aconteceu desde que me envolvi no Octógono até a minha volta. – Respondo e Oliver para de andar, encarando-me surpreso.

— Você contou a Elena sobre o seu passado? Eu achei que não quisesse que ela soubesse. O que te fez mudar e ideia? – Questiona meu melhor amigo com curiosidade.

— Tudo o que fiz até hoje foi para tentar deixar Elena e todos da família Barton longe dos meus problemas. Mas ela descobriu sobre o Octógono e nós a conhecemos bem para saber que ela não pararia até saber toda a verdade. Elena é maluca e não entende o significado da palavra limite. Então eu não tive escolhas além de contar tudo a ela, na esperança de que ela pare de agir por impulso e não cometa loucuras como a de me seguir com as amigas até um clube de lutas clandestinas. – Resmungo, ainda indignado com a atitude inconsequente de Elena.

— E o que você vai fazer agora? – Oliver me encara preocupado.

— Por enquanto, vou deixar as coisas como estão. Pelo menos até o casamento do meu pai passar. Agora que Kai descobriu sobre tia Isobel e Elena, seria perigoso demais desafiá-lo. Por sorte, Kai ainda tem medo de minhas ações, então eu ainda consigo controlá-lo um pouco. Mas eu não posso abusar da sorte. – Respondo e Oliver parece contrariado.

— E você acha mesmo que a Elena vai aceitar isso? – Pergunta Oliver e eu encaro o portão de entrada do bloco de Medicina, pensando em sua pergunta.

— Não. Mas ela não tem escolha também. Apesar de odiarmos a ideia de nossos pais se casarem, jamais permitiríamos que alguma coisa atrapalhasse a cerimônia. – Explico, suspirando. Meu melhor amigo me observa por um instante e dá um sorriso compreensível. Talvez ele soubesse que eu estava muito mais incomodado com essa situação do que demonstrava.

— Bom, já que você dispensou a Suzie por causa de Elena e...

— Eu não dispensei a Suzie por causa de Elena. – Resmungo e Oliver ri, sem acreditar em minhas palavras.

— De qualquer forma, como você está deprimido, um passeio no parque com o meu filho incrível é tudo o que você precisa para esquecer de todos os problemas em sua vida. – Brinca Oliver e eu acabo rindo, concordando.

— Com certeza, Tony é o único capaz de me divertir nesse momento de frustração. – Afirmo, enquanto deixamos o bloco de medicina da universidade. No entanto, surpreendo-me ao encontra uma figura de roupas estilosas, óculos de sol e sorriso doce logo a frente. — Tia Isobel?

— Damon! Oliver! – A mulher acena e depois de uma rápida troca de olhares confusos com meu melhor amigo, nós nos aproximamos da mulher, que nos recebe com abraços calorosos.

— Se veio procurar a Elena, eu acho que ela já foi embora, tia. – Comento, assim que ela se afasta de nós.

— Eu não vim atrás da Leninha. – Esclarece tia Isobel, sorrindo gentil. – Na verdade, eu estava esperando por você.

— Por mim? – Questiono, confuso.

— Sim. Eu vim te fazer dois convites. – A mulher me encara com seriedade. Estranho seu comportamento. – O primeiro foi te chamar para almoçar comigo. O segundo convite é para você me ajudar a escolher o meu vestido de noiva. O que me diz?

— Eu vou adorar almoçar com você. Mas tem certeza de que não prefere escolher seu vestido de noiva com a Elena? Quer dizer, eu pensei que esse fosse o tipo de programa mãe e filha. – Respondo, confuso.

— Geralmente é, mas Elena e eu nunca concordamos quando o assunto é moda. Além disso, ela está tão ocupada com a faculdade e o trabalho, que não poderia vir comigo. Então pensei que poderíamos ter um momento enteado e madrasta. E sendo sincera, eu estava querendo ter um tempo à sós com você, então pensei que essa poderia ser uma grande oportunidade. – Explica tia Isobel, exibindo um sorriso nervoso. Seus olhos azuis acinzentados brilhavam em expectativa. – E então? O que me diz?

— Acho que... não tem problema. Mas já vou logo avisando que eu não entendo nada de vestidos de noiva. Então, não sei se serei de grande ajuda. – Respondo e ela abre um grande sorriso, animada.

— Obrigada! – Agradece tia Isobel, animada.

— Bom, já que você arrumou companhia, eu vou ido. Tony já deve estar me esperando. – Avisa Oliver, dando batidas em meus ombros. – A gente se fala depois.

— Mais tarde eu passo na sua casa. – Respondo e ele concorda, virando-se para tia Isobel.

— Tchau, tia Isobel. – Eles se abraçam com carinho.

— Até logo, querido. – A mulher deixa um beijo estalado na bochecha de Oliver e sorri em despedida. Assim que Oliver se afasta, ela se vira para mim. – Vamos?

— Claro. – Concordo, estendendo meu braço para conduzi-la.

Como ela havia pegado carona com meu pai para ir à universidade, fomos no meu carro para um restaurante conhecido dela. O almoço foi bastante divertido. Tia Isobel era divertida e sabia bem como nos envolver em suas histórias sobre seus antigos relacionamentos. Assim como meu pai, ela não tinha muita sorte no amor, mas sempre levava a tudo no bom humor.

Não demoramos muito no restaurante e uma hora depois já partíamos em direção as lojas de vestido de noivas das conhecidas de tia Isobel. Durante todo o percurso, conversávamos sobre assuntos aleatórios que sempre nos rendiam longas gargalhadas. Eu realmente adorava a mulher.

— Eu pensei que você fosse confeccionar seu próprio vestido de noiva. – Confesso, quando o silêncio se instalou entre nós.

— Eu ia. O problema foi que eu recebi uma encomenda gigantesca de uma atriz famosa que pretende se casar daqui dois meses. Caroline e eu não conseguiremos fazer esse pedido e preparar meu vestido de casamento. Então, eu decidi recorrer aos métodos tradicionais. Infelizmente. – Responde, dramatizando na última parte. Rio e passo a procurar algum lugar para estacionar o carro.

— Ao menos já sabe como quer o seu vestido? Assim pode ser mais fácil de encontrar algum modelo para você. – Digo e ela suspira, pensativa.

— Não. São tantas ideias! Ao mesmo tempo, quero ser surpreendida pelas minhas colegas de trabalho. Quero um vestido simples, já que eu não tenho mais os meus vinte anos, mas ao mesmo tempo, quero algo fabuloso, que impressione de maneira positiva todos os convidados e o seu pai. – Tia Isobel sorri como uma criança ao pensar no vestido.

— Eu tenho certeza de que você vai ficar ainda mais bonita em qualquer vestido que usar. – Respondo com sinceridade e ela ri, dando um tapa de leve em meu peito.

— Você é tão adorável. – Comenta tia Isobel e eu acabo rindo. Ela é a única pessoa que usa a palavra adorável para me descrever. – Eu realmente estou muito feliz que tenha vindo comigo, Damon. Esse momento é muito importante para mim. Não apenas por estar indo escolher meu vestido de casamento, mas também porque estou vivenciando esse momento tão especial com você.

— Confesso que estava um pouco receoso no início, mas agora estou muito feliz por ter me convidado. Já faz muitos anos desde a última vez que saímos juntos. – Relembro, estacionando o carro. Sorrio e a encaro com sinceridade. – Obrigado por me chamar para fazer parte desse momento tão único para você.

— Ah, querido! – Tia Isobel me abraça, parecendo emocionada. – Sei que pode soar estranho, mas eu realmente te vejo como filho desde que ainda era apenas um garotinho que amava implicar com Leninha. Não que isso tenha mudado muito, depois desses mais de vinte anos de convivência.

— Vamos ser sinceros, tia Isobel. Elena é insuportável. – Brinco e ela ri, negando.

— Eu sei que vocês ainda não gostam da ideia de Giuseppe e eu termos nos casado, mas estou muito grata por estarem se dedicando tanto a organizarem nosso casamento. Eu... – A mulher suspira, dando um sorriso triste. – A verdade é que eu amo o seu pai, Damon. Amo mesmo. É a primeira vez que eu amo alguém com essa intensidade desde que John morreu. Giuseppe me faz feliz. Ao lado dele, eu me sinto como uma adolescente de novo. Eu sinto muito por magoar você e Elena. Não sabe o quanto eu sofro por isso. Mas..., mas não acha que depois de tanto procurarmos, não é hora de nós dois sermos felizes?

— É claro que eu acho, tia Isobel. Eu quero de verdade que vocês sejam felizes. O problema não é o casamento de vocês em si. Eu adoro você e diferente de todas as minhas outras cinco madrasta, eu posso ver o quanto você ama o meu pai e como esse sentimento é recíproco. – Respondo e ela me encara confusa.

— Então qual é o problema? – Pergunta a mulher, observando-me com intensidade. – Por que é tão difícil aceitar nosso casamento?

— O problema é vocês tentarem forçar uma irmandade entre Elena e eu. Você sabe, tia Isobel, eu não tenho boas experiências com meus meios-irmãos. – Explico, pegando nas mãos da mulher, enquanto eu a encaro com sinceridade. – Mesmo que você se case com meu pai e se torne a minha nova mãe, Elena e eu nunca nos veremos como irmãos.

— Mas por quê? Eu pensei que vocês se consideravam primos por causa da família Barton. Vocês possuem tanto em comum. Eu realmente não os entendo. – Sussurra tia Isobel, magoada.

— Minha relação com Elena sempre foi complicada e não acho que ela mudaria agora apenas porque moramos na mesma casa. – Tento soar o mais calmo e gentil possível. Eu não queria magoar tia Isobel. – Eu te amo, tia Isobel. E estou feliz por saber que meu pai te faz tão feliz. Eu também juro que estou tentando me adaptar a toda essa mudança brusca em minha vida, mas por favor, não espere que eu passe a enxergar Elena como minha irmã. Isso não vai acontecer.

— Damon... – Ela sussurra e suspira, deprimida. – Eu também te amo, querido. Você é como um filho para mim. E é por isso que eu queria tanto que você e Elena se dessem bem. Como eu posso ser feliz em meu casamento se meu enteado e minha filha não estão felizes com a nossa união.

— Não se preocupe com a gente, tia Isobel. Nós... nós vamos dar um jeito. – Afirmo, deixando um beijo na testa da mulher que foi uma as poucas que sempre me tratou com muito carinho, mesmo na minha fase mais rebelde. – De alguma forma, as coisas irão se ajeitar. Ao menos, garanto que iremos nos esforçar para nos darmos bem.

— Você promete? – Questiona tia Isobel, encarando-me com preocupação. Sorrio e assinto.

— Eu prometo. – Respondo e ela me abraça apertado.

— Obrigada. – Ela sussurra, emocionada e aliviada. Sorrio e correspondo ao gesto. Ainda que incerto de como será minha relação com Elena de agora em diante, tudo o que eu mais desejava naquele momento é que tia Isobel e meu pai finalmente tivessem seu final feliz.

Notas finais
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