Notas iniciais
Oi todo mundo !! bem não tenho muito o que escrever aqui nas notas iniciais, só queria agradecer aos que deram uma chance para a fanfic e as que comentaram !!! Gostei do que vocês falaram, obrigada mesmo ♥

Já era mais de duas horas da manhã e o deus da guerra entrava em seu sétimo bar, tinha bebido mais do que Dionísio bebeu em todos os seus anos de existência. Sua visão já estava destorcida e nem ele entendia mais o que estava falando.

Empurrou a porta do bar e o cheiro de cigarro e álcool invadiu as suas narinas ao fundo tocava uma banda de rock qualquer, Ares andou segurando nas coisas até o balcão e se sentou no banquinho de madeira. O cara que estava do outro lado era alguns centímetros mais baixo que o deus e já imaginava a longa e chata historia de amor que iria ouvir e as doses de uísque que teria de servir.

O deus da guerra estava perdido em seus próprios pensamentos, desde que saiu do olimpo e foi parar em Nova York- não pergunte como- não parava de pensar em como iria sair de toda a situação em que tinha se colocado, dizer que estava noivo não tinha sido uma das suas melhores estratégias e depois de pensar muito chegou a se perguntar em quem em sã consciência iria acreditar, mas parando para pensar desde que Ártemis e Apolo assumiram o namoro tudo naquele olimpo poderia acontecer inclusive o deus da guerra se apaixonar.... ou não.

O barmen serviu mais uma dose de uísque para Ares que virou tudo e pediu mais uma dose.

— Sabe beber tanto assim não faz bem sabia — falou o barmen tentado faze-lo parar de beber , mesmo isso não sendo nada bom para os seus negócios.

— E o que você tem a ver com isso ? Apenas sirva a droga de uísque e cale a boca- Ares respondeu com o seu jeito grosseiro.

— Ares eu só estou tentando dizer que — novamente o barmen estava tentando alerta-lo sobre a bebida.

— Pelos deuses só cale a boca — o deus disse o interrompendo. Tinha jurado ter ouvido o barmen o chamar pelo nome mas preferiu não prolongar a conversa já que estava começando a ficar tonto.

Era quatro horas da manha quando o deus tomou o seu ultimo gole de uísque, jogou algumas notas de cem dólares em cima do balcão murmurou um "fica com o troco", colocou sua jaqueta, pegou as chaves da sua moto e saiu do bar cambaleando.

O vento frio cortou o seu rosto mas nada que o incomodasse. Não tinha nenhuma alma viva passando pelas ruas só dava para ouvir o som de musica eletrônica ao longe e o vento que passava cortante pela sua pele, um miado de gato fez com que Ares tomasse um pequeno susto e logo reclamasse.

— Se assustando com um gato, tsc — disse para si mesmo — francamente estou mais bêbado do que imaginava — continuou murmurando algumas palavras sem nexo enquanto atravessava a rua sem olhar para os lados.

Olhou para o lado para se certificar de que nada estava perto de si quando uma forte luz veio em sua direção e segundos depois estava caído no chão, as coisas começaram a girar e seus olhos começaram a se fechar a última coisa que se lembrou foi a porta de um carro se fechando e uma voz feminina vindo em sua direção.
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Belona estava rodando pela cidade a pelo menos 10 horas porque simplesmente não conseguia dormir desde que assumiu para Jones que estava noiva — de um homem imaginário.

Depois que seu sócio saiu da sala Belona se afundou ainda mais na cadeira e disse para a sua assistente cancelar todas as suas reuniões daquele dia, saiu de seu escritório e foi direto para a sua casa tentando ficar relaxada mas acabou não dando muito certo, pois cada vez que pensava sobre o assunto mais cogitava em ligar para Jones e contar tudo o que estava acontecendo mas por outro lado não iria deixar aqueles sócios de meia tigela ficar com a sua empresa. Foi ai que pegou a chave do seu carro e ficou andando com ele pelas ruas de Nova York

"O que estou fazendo aqui" Belona pensou assim que passou por uma rua famosa por ter varias casas noturnas e garotos de programa de alta classe " no que eu estou pensando ? Contratar um garoto de programa para se casar comigo ? Francamente Belona você já foi mais inteligente" continuou com os seus pensamentos e saiu daquele lugar.

A loira estava tão perdida em seus pensamentos que não viu quando um homem atravessar a rua e quando freou já era tarde de mais. Saiu as pressas do carro para socorre-lo e se desanimou quando viu que era um bêbado que com certeza tinha se jogado na frente do carro.

— Ai meu Deus — pensou quando voltou novamente a si.

O seu dia não poderia estar sendo melhor, depois de tudo que passará aquele dia tinha que fechar com chave de ouro, ela até já poderia imaginar a manchete "Empresaria louca mata um homem bêbado"

Levou a palma da sua mão até o nariz do rapaz e viu que ele ainda respirava e que tinha um forte cheiro de álcool, pelo menos não estava morto então ela poderia ir embora e deixar ele ali pois uma hora ele iria acordar não ?

Pensou por mais uns minutos e viu que não seria uma boa ideia. "Malditos pensamentos" pensou a loira com raiva. Tentou a todo custo levantar o deus mas não conseguia ele parecia uma rocha de tão pesado e depois de muitas tentativas finalmente conseguiu colocar o moreno de pé, o deitou sobre o capô do carro para descansar e voltou ao seu trabalho, alguns minutos se passaram e ambos estavam dentro do carro, "ótimo estou colocando um completo estranho dentro do carro" pensou a loira nervosa.

Ligou o carro e dirigiu até o seu prédio que não ficava muito longe daquele bairro e em menos de 10 minutos chegaram ao destino, parou o carro e ficou olhando para o deus por alguns segundos. E qual seria o plano ? Convidar um completo estranho para tomar uma xicara de café ?

Olhou para o elevador que ficava na garagem e revirou os olhos, saiu do carro e andou até o outro lado para tentar tirar o deus do banco do passageiro, passou os enormes braços de Ares nos seus ombros e o agarrou pela cintura, andou o mais rápido que conseguiu até o elevador.

O apartamento da loira era no último andar o que era uma vantagem já que o elevador dava direto para o seu apartamento, mas a sorte acabou já que assim que ela colou o pé para fora do elevador se desequilibrou e caiu e isso não teria sido um verdadeiro problema se um certo alguém não tivesse caído em cima de si, Belona sentiu faltar ar nos pulmões e o empurrou para longe se levantando enquanto a sua respiração voltava ao normal

Seu apartamento era grande e muito bem decorado, a primeira coisa que se viu assim que a loira acendeu as luzes foi a sala que tinha um sofá branco em forma de L no centro da sala, uma mesinha de centro que tinha os controles da televisão de 50 polegadas e do seu home theater, do lado esquerdo da sala ficava uma sacada que dava para ver parte da cidade e ao lado da sacado um pequeno bar com diversas bebidas, do seu lado direito ficada um imenso corredor e uma porta para a cozinha.

— A não — a loira murmurou baixinho alternando o olhar do homem quase morto no chão da sua sala e o imenso corredor do apartamento.

Belona pegou os braços de Ares e foi puxando pelo corredor, claro teve que parar algumas vezes para recuperar o ar que faltava em seus pulmões. Abriu a porta do quarto de hospedes e sentiu uma gota de suor cais de sua testa, fez um pouco mais de esforço para coloca-lo deitado em cima da cama e caiu no chão quando terminou, esperou alguns minutos e saiu do quarto deixando Ares dormindo.

Notas finais
E então o que acharam desse capítulo ? Muito chato, enjoativo, legal ?? Comentem a opinião de vocês e qual atriz/ator ou modelo vocês acham que combinam com Ares e Belona !!! Bom espero que tenham gostado um bj e até a próxima