Notas iniciais

Eeeeeeeeentão
5 reviews?
Menos que no prólogo mas mesmo assim MUITOOO OBRIGAAADO ♥
Voces são de mais, eeeee eu quero dizer que tenho 12 leitores, então obg a todos (mesmo os fantasmas hehe)

BEEEEEEIJOS

(P.S.: Espero que gostem de finchel fights USHUAHSU e cara, o Burt e o Hiram estão assim por causa que se não fosse não haveria casamento e pa pa pa...)

Beeeijos

Então era verdade, verdade verdadeira, certeza absoluta. Santana havia ouvido uma conversa de Shelby com Carole, e o que eles queriam era um bebe, unindo assim as rede de hotéis Berry com a rede de hotéis Hummel, o que resultaria em uma triplicação de lucros tanto pra um quanto pra outro.

Mas qual é, não estamos mais na idade média e nem eu sou a Carlota Joaquina , Rachel argumentou, e tudo que ouviu de resposta foi que ela havia de se conformar, a mãe havia dito que podia se separar dali a alguns anos, mas ela sabia: com um filho tudo seria mais complicado.

Aliás ter que dormir com Finn era algo repugnante, claro que ele era lindo, isso ela não podia negar, pelo menos não pra si mesma, porém ela não ia ir pra cama com alguém por pura e simples obrigação.

Além do mais, ele era um galinha. Dificuldades pra arranjar outra não teria... Rachel não sabia porque mas o pensamento de ele com outra mulher desagradava a morena. Claro que ela não tinha ciumes nem nada, mas agora como ele era noivo dela ele continuaria a ser o mesmo galinha?

Porque pelo que Quinn falou o cara era o maior galinha de Nova York, Puck era o melhor amigo e já fora como ele até conhecer Quinn. E agora ser conhecida como corna não era algo que estava nos planos de Rachel, não mesmo.

- Pensando no que hobbit? — perguntou Santana entrando no quarto da amiga e se jogando na cama, enquanto a morena estava sentada no sofá da janela olhando o jardim da mansão Berry. — não me diga que são pensamentos pevertidos com o noivinho?

- Santana não enche — Rachel jogou uma almofada na latina que continuava gargalhando. — Mas sério, minha mãe quer que eu me case pra ter um filho, um legitimo Berry-Hummel, ou quase isso. Já que o Finn não é filho do Burt...

- Bem, o que importa é que você não pode ter um filho por causa de uma rede de hotéis, tudo bem que isso seria muito bom pra eles, mas cara, isso é tão Carlota Joaquina, hey, não foi ela que atacou o marido na lua de mel? E não foi da forma legal, definitivamente não - Quinn entrou na conversa saindo do banho.

- Isso é definitivamente a melhor ideia que você já teve em um século — Santana concordou com a loira — que tal uma barra de ferro Rachel? Eu sei que o Finn não é narigudo nem nada como aquele principe, quer dizer, ele é até gostoso, com todo o respeito — Santana deu uma risada sendo acompanhada por Quinn

- Podem ir rindo — Rachel revirou os olhos — mas existem maneiras mais educadas de dispensar um homem, tudo bem que o Finn não merece. Do pouco que conheço dele é um idiota, e nem sei se quero conhecer mais.

Mas ela queria, e como queria.

- Claro que quer — Quinn revidou — ele é lindo, se não fosse o Puck eu o pegava. Além de que, ele vai ser seu marido de uma forma ou de outra você vai ter que conhecer ele melhor. Rachel acorda, em dois meses você não vai ser mais Rachel Barbra Berry, vai ser a senhora Rachel Barbra Berry-Hudson, ou Hummel, ou whatever que você queira.

- Dois meses passam rápido, então... Acho melhor começar a procurar o vestido — alertou Santana, e Rachel bufou. Nem tinha pensado no vestido ainda, ou na festa, ou em qualquer coisa relacionada a isso.

- Vestido preto vale?

Porque ela se sentia planejando um enterro.

O enterro da sua liberdade.

[...]

Tudo bem que ele esperava se casar algum dia, já tinha 26 anos e era homem, homens tem quase que uma necessidade natural de ter uma mulher ao lado. E ele não pensava apenas em sexo, mas uma companheira pra toda a vida, parecia estranho vindo de Finn Hudson. Mas sim era o que ele esperava.

Não uma garotinha de 18 anos mimada, que acabou de sair do colegial. E que ele iria casar obrigado, por uma maldita junção de empresas. Claro que ele como representante dos hotéis Hummel em Nova York sabia que um filho com a Berry e a união das empresas triplicaria os lucros.

Mas mesmo assim... Ainda era a vida dele, e ele comandava.

Porém ele sabia que não havia jeito, quando Burt enfiava algo na cabeça ele ia até o fim, e mais ele não queria ser demitido. Ainda sim Rachel não era bem a definição de mulher que ele tinha em mente. Uma garotinha mimada, é eu vou ter trabalho suspirou voltando ao trabalho, logo depois do jantar havia pego um jatinho pra NYC.

- Posso entrar? — uma voz invadiu o escritório, ele se virou e encontrou Brittany na porta, a doce e ingênua Brittany.

- Pode, claro — ele se aproximou da garota e a abraçou, Brittany era além de tudo amiga dele. Claro que o trabalho dela não era o melhor, mas mesmo assim a moça tinha um coração puro, porém as circunstâncias a levaram aquela vida.

- Bem, eu sei que de uma prostituta isso não vale muita coisa, mas boa sorte ok? Eu sei que você vai se casar obrigado... — ela começou deixando algumas lágrimas escaparem — eu te amo okay? E não é daquele jeito, é que você é o irmão que eu nunca tive, e me ajudou na hora que eu mais precisei...

- E vou continuar ajudando — ele sorriu pra loira — hey Britt, eu sei que eu vou casar mas você vai continuar sempre sendo minha melhor amiga. Com beneficio, mas...

- Hey, Finn, nada de beneficio. Você vai casar e vai ser fiel, e eu vou me certificar disso tudo bem? — ela gargalhou e ele revirou os olhos. Desde que conhecerá Brittany, tres anos antes ela se tornará sua melhor amiga, claro que ele não era santo nem nada.

Mas tinha ajudado muito a garota, que tinha a mãe muito doente, pagou um tratamento pra mulher e tudo o mais, que logo se livrou do cancer. Mas Brittany sempre disse Quando você entra nesta vida, não há como sair. Mas ele sabia que era só questão de ela encontrar a pessoa certa.

- Tudo bem, serei um padre. Acho que ela nem vai querer nada comigo. — ele sorriu pra garota, ele não sabia porque, mas sentiu um aperto no coração ao pensar naquilo, mas porque estava mal por saber que Rachel não o queria?

Tinha quase certeza que era apenas orgulho ferido.

- Hey, eu sei que isso é insegurança. — a loira sorriu ainda abraçada a ele, estavam sentados no sofá do escritório — mas... Eu sinto que ela vai ser especial Finn, sinto como se ela seja a garota certa, e você sabe, a intuição de Brittany S. Pierce nunca falha — a loira gargalhou e ele apenas bufou.

A garota certa. Rachel? Até parece.

Estava mais para a garota errada, no momento errado, do jeito errado. Tudo nela era errado. De uma maneira atraente. Finn brigou consigo mesmo por ter aqueles pensamentos, ela era apenas uma adolescente.

Mas ele tinha que se conformar com o casamento.

Querendo ou não.


Notas finais
A história da Britt...
Depois vocês vão entender HSUAHS
Beeem espero que tenhão gostado ...
Posto mais com sete reviews, ou então somente quinta feira
BEEEEEEEEEEEEIJOS

SETE REVIEWS HEIN?