Notas iniciais
Minha primeira fic, sejam bonzinhos :3



A mochila era pesada de mais para seu corpo. O suor escorria pelo seu rosto e era possível ver o esforço que ela fazia para levar a imensa mochila do seu quarto para a porta da base.

Ela não sabia o que fazer. Já havia tentado de tudo, mas aquela coisa era pesada de mais para ela.

No momento ela arrastava a mochila azul pelo chão da base. E ela ainda teria que descer escadas! Aquilo seria impossível para a garota.

– Hey, Mari, precisa de ajuda? — A azulada corou fortemente. Jin havia falado com ela, havia perguntado se queria ajuda, e ela não sabia o que fazer além de dizer:

–Não, não precisa.

Ele sorriu.

– Eu não sou nenhum tipo de monstro, Mari — Ele tocou seu rosto — Não precisa se intimidar.

Ela corou mais e sorriu de volta.

– Eu sei que não, Jin.

– Ainda bem que sabe. — Ele continuou sorrindo, depois de um longo tempo em que eles se encaravam, Mari piscou os olhos, voltando a realidade.

– Eu adoraria conversar, mas tenho que ir.

– Vai aonde?

Ele a olhou com interesse.

– A biblioteca, tenho que devolver alguns poucos livros.

Ele olhou para a imensa mochila.

– Poucos, né...? Uhum... Sei...

Ela ignorou o breve sacarsmo e voltou a puxar a mochila.

– Você realmente pretende ir até a biblioteca se esforçando assim?

– É...

– Mas não vai.

Ela lhe olhou confusa.

– Como assim não...

Ele pega a mochila do chão e joga nas suas costas.

– Não precisa fazer isso...

– Não temos que ir a biblioteca?

Mari lhe deu um olhar estranho.

– O que você carrega aqui, tijolos?

– Eu já disse... Apenas alguns livros.

– Alguns?

– É...

Ele lhe deu um olhar cético.

– Isso nao tem o peso de alguns livros.

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A biblioteca era enorme, como Jin nunca a tinha visto antes? Ele acompanhou Mari até o grande portal que dava a entrada, ela o indicou o lugar para deixar a mochila, enquanto procurava mais 'alguns' livros para ler, Jin achou um livro enquanto esperava, algo sobre lutas.

A obra em suas mãos a surpreendeu.

– Desde quando você lê? — Ela perguntou surpresa. Pegou o livro de suas mãos e analisou o título. Ele rolou os olhos.

– Eu não sou inútil, eu sei ler. — Disse com uma expressão séria.

Ela corou.

– E-Eu não quis dizer isso... — Ele sorriu.

– Sei que não.

Jin começou a sentar em uma mesa quando ela segurou sua mão, o impedindo.

– Não gosto de ler aqui, é muito... Muito quieto. — Ele sorriu, mas nao era obvio que ali seria quieto? Afinal, aquilo era uma biblioteca. — Eu gosto de ler lá fora, quer vir comigo? — ele levantou-se, ainda segurando a mão de Mari e a levou para fora.

Pararam em um sossegado parque que ficava logo em frente a biblioteca. Ela tomou a frente e os levou até a sombra de uma arvore.

Ela olhou para a sua mão entrelaçada a do garoto, corou e logo retirou a mão dali. Ele não entendeu a ação da garota, mas nao fez nenhum comentário.

Após ela ter começado a ler, Jin nao agüentava o local tão calmo e quieto. Segurou a mão livre dela e começou a brincar com a mesma. Ela tirou os olhos do livro e o encarou.

– O que foi? — Ele perguntou ao perceber o olhar dela em cima dele.

– O que você está fazendo? — Ela falou lentamente.

– Uh... Segurando sua mão? — Ela corou .

– Isso é... Constrangedor — Ela puxou sua mão da dele.

Ele sorriu e pegou a mão dela de volta.

– Que continue sendo constrangedor, eu nao vou soltar sua mão.

– Porque...?

Ele pensou por um tempo.

– Não sei, acho que gosto da sensação da sua mão na minha. — Ela corou e olhou para as duas mãos por um tempo.

– O que isso quer dizer?

– Hã?

– Isso tem que significar algo, tem que ter algum fundamento. Tudo tem uma explicação.

Ele apertou sua mão.

– Nem tudo precisa de uma explicação.

– Mas tem que ter! Eu preciso entender isso!

– Isso o que?

– Essa sensação estranha de estar perto de você, o coração acelerado e como eu nao consigo pensar direito. É tudo tão diferente! Eu já procurei em todo lugar, mas eles nunca explicam nada. Nada que possa me ajudar.

Ele sorriu, nao podia acreditar no que estava ouvindo.

– Eu acho que sei o que é.

Ela o olhou surpresa.

– Sa-sabe? — Ele se aproximou dela.

– Uhum. — Ela corou e antes que pudesse falar mais alguma coisa ela sentiu o toque dos lábios deles no seu. Ela nao podia pensar, isso deveria incomoda-la, ela deveria ser racional, mas aquilo nao importava no momento. Ela só queria... Continuar com aquilo.

Depois de um tempo eles se separaram e ela o abraçou.

– Já leu sobre paixão, Mari?

Notas finais
Ficou meio pequeno ...
Eu quero fazer os capitulos serem brevemente ligados.
Ficou horrivel... eu sei.
No iPod parecia bem maior . esse capitulo ficou extremamente pequeno '-'
Deixem um review, faz bem pro coração da autora *-*