Notas iniciais
Gente desculpa a demora, mas passei por um terrível bloqueio, mas estou de volta. Espero que gostem deste capitulo, e conheçam um pouco do nosso vilão.

O lugar tinha uma decoração feita de madeira dando um tom casual, nas paredes haviam alguns pôsteres que proporcionavam um clima descolado, Sherlock sentou-se junto ao balcão de madeira.

– O que deseja? – perguntou o homem de meia idade atrás do balcão.

– Algo não alcoólico. – disse ele. – Traga uma limonada.

O homem de afastou, e Holmes aproveitou para observar o movimento, o lugar estava praticamente vazio, havia apenas três mesas ocupadas, ao fundo havia um grupo jogando bilhar. Então o barman trouxe a bebida e a serviu.

– E como está tudo? – o barman perguntou.

– Tranquilo. – Sherlock tomando um gole da bebida. – Estou esperando a chegada do Sr.Taylor.

– E quanto a sua esposa? – o barman se inclinou sobre o balcão.

– Está no quarto.

– Se me permite perguntar, mas vocês ficaram apenas nos beijos?

Sherlock voltou a tomar outro gole da bebida, tentando ignorar a presença a sua frente, não sentia vontade nenhuma de falar sobre aquilo, tudo que queria era apenas degustar sua bebida.

– Devo supor pela sua cara de frustração que ficaram apenas naquele beijo. – o homem riu ruidosamente.

Sherlock suspirou profundamente. Se fosse em outras circunstância perguntaria ao Capitão Gregson quem era seu fornecedor de drogas.

– Boa noite. – sentou-se ao lado de Sherlock.

Holmes sentiu um frio na espinha, sua nuca arrepiou-se, engoliu a seco, sentia o pomo de adão subir e descer lentamente conforme o líquido descia, ele sabia o que viria, Marcus e Gregson despejariam seus pensamentos sobre Watson.

– Sobre o que estão falando? – Bell perguntou.

– Sobre Sherlock estar frustrado. – Gregson respondeu.

– Eu não estou frustrado. – esbravejou Sherlock. – E por favor guardem para si, qualquer comentário sobre minha relação com Watson.

– E vocês tem uma relação? – Bell questionou.

Sherlock riu nervoso, e balançou a cabeça em forma de negativa. Ele se levantou e foi na direção da saída o mais rápido possível.

– Nosso amigo está apaixonado. – Gregson sorriu.

– E ele sabe disso?

– Sabe, e como sabe. – Gregson suspirou profundamente.



[...]

Nem o som do rock da banda AC/DC abafava os gemidos vindos de uma das salas de estar da suíte, Carmem tapas os ouvidos para ver se amenizava os ruídos. Mas parecia que ficava cada vez pior, os gritos e gemidos de prazer ecoava por toda o quarto.

– Michael ataca novamente. – disse Edward entrando na sala. – Quanto tempo ele estava lá dentro? – perguntou se acomodando no largo sofá preto de couro.

– Uma hora. – Carmem respondeu. – Outra asiática. – disse ela revirando os olhos.

– Ela parece está acabando com ele sem nenhum problema. – ironizou Edward.

Então Carmem levantou-se preguiçosamente do sofá e dirigiu-se até a porta do sala onde se encontrava Michael Taylor, ela praticamente socou a porta.

– Taylor estamos saindo. – disse ele. – Estaremos te esperando no bar. – ela ouviu um “claro” meio abafado.

Taylor segurava a morena pelos braços, fitava os belos olhos orientas dela, sentia algo estava errado. Enquanto dava-lhe fortes estocadas, tentava descobri o que faltava. A segunda mulher que se encontrava no quarto, estava sentada numa cadeira olhando os músculos deles em seu movimento frenético, olhava o rosto corado de sua amiga.

Taylor fechou os olhos e aumentou a velocidade das estocadas enquanto ouvia os gemidos de prazer da bela mulher em baixo de si, mas não era o suficiente, uma semana inteira tendo relações uma ou duas mulheres por noite, elas eram apenas brinquedos ou melhor dizendo mercadoria em sua visão. Ele deu mais um estocada, chegando ao seu limite, apenas largou à loira, levantou-se e foi na direção da porta.

– Michael. – a mulher chamou ofegante. – Aonde você vai?

– Vou tomar banho. – ele respondeu rispidamente. – Quando voltar não espero ver nenhuma das duas.

Ele pegou alguns produtos de higiene pessoal e se dirigiu ao banheiro, onde tomou um banho demorado, deixou a água cair sobre seus cabelos negros, tirando-lhe a tensão do corpo. Michael vestiu-se rapidamente, ele deseja uma bebida naquele momento.

Ele havia chegado a New York a quase três, e durante esse período tinha ficado no quarto recluso, se divertindo com algumas garotas. Era isso que ele amava no Estados Unidos, a facilidade de conseguir “boa companhia”.

Saiu apressadamente, caminhou a passos largos, podia ouvir seus passos pelo corredor o chão feito de piso de madeira rangia suavemente, o corredor estava meio escuro, chegou as escadas rapidamente até recepção. Próximo a ela se encontrava uma mulher asiática, seu cabelo liso caia perfeitamente sobre os ombros, as sobrancelhas de Taylor se moveram discretamente, na medida em que seu os olhos percorreram o corpo da mulher, passando pelas pernas, nádegas, barriga, seios e finalmente o rosto. Era belíssima.

– Tire o olho meu amigo. – Edward parou na frente dele. – Ela é uma mulher casada.

– Como ela se chama?

– Clara Harrison. – Edward respondeu. – Ela está aqui em lua de mel, então não a importune.

– É uma pena. – Taylor lamentou. – Ela é um belo exemplar.

Edward riu do amigo, ele nunca compreenderá paixão de Michael por mulher asiáticas, mas ele sabia que Taylor daria um jeito de se aproximar de Clara.



[...]

Joan estava esperando Sherlock impacientemente, ele estava atrasado meia hora, ela já cogitava a possibilidade voltar o quarto, e planejar como mataria Holmes por deixa-la plantada.

– Boa noite. – diante dela estava um homem alto, de rosto másculo, bonito e aparência sedutora, cabelos pretos, e olhos castanhos. Ela o reconhecerá ineditamente, aquele era Michael Taylor. – A senhorita está esperando alguém?

– Estou esperando meu marido. – ela respondeu secamente.

Os lábios dele se curvaram em um sorriso, que fez Joan sentir calafrios. Onde estaria Sherlock, quando ela precisa dele.

Notas finais
O que acharam? Vou recomendar para vocês minha nova fanfic. Indomável Joan, uma mulher que não pretende se submeter aos homens em função do casamento. Com sua língua ferina, afasta todos os pretendentes, deixando seus pais desesperados. Até que se ver obrigada a casar com Sherlock Holmes, filho de um rico empresario. Ela está disposta a transforma a vida do marido no verdadeiro inferno. http://fanfiction.com.br/historia/615681/Indomavel/