Cas Tinha Caído
6 The ex girlfriend of the devil
Notas iniciais
– Eu não acredito que estou fazendo isso — Kevin tinha acabado de ajudar a Sam a desenhar um círculo khaziliano, enquanto Dean ficava impaciente no sofá.
– Isso vai demorar muito? — O loiro perguntou.
– Dean — Sam se virou para o irmão — Você sabe que esse encantamento é muito difícil de se realizar, e você não quer que isso acabe dando errado.
– Eu sei Sammy, me desculpe, eu vou para a varanda tomar um ar.
– E aproveite e fique lá mesmo, quanto menos pessoas aqui, melhor. Falou Sam enquanto Kevin preparava os últimos ingredientes.
Alguns minutos depois Dean estava lá fora com uma cerveja na mão esperando o resultado.
– Bem, já colocamos todas as ervas no caldeirão. — Sam lia as instruções enquanto Kevin ia realizado-as. — Aumente um pouco o fogo e coloque as pedras.
– Quais? Tem alguma ordem?
– Aham. Coloque o olho de trige e depois a yolita em pó. Também coloque a ônix.
– Pronto — Kevin tirou a colher que estava usando para mexer — E agora?
– Bem, temos que esperar a fumaça aparecer.
– E?
– E só, no livro só diz isso. — Sam folheou outras páginas, mas o feitiço tinha mesmo acabado.
– Estranho. Eu pensei que seria mais difícil.
– Eu também — Disse Sam.
– É, eu também...
Os dois se viraram assustados para saberem quem tinha dito aquelas palavras.
– Lúcifer? O que você está fazendo aqui? — Sam tinha surpresa na sua voz.
– Você acabaram de usar o livro mais temido de todos os tempos. E querem que eu não apareça?
– Sam — Kevin estava assustado — Odeio atrapalhar sua conversa, mas acho, que tem alguma coisa importante acontecendo aqui.
No mesmo momento o Winchester e o caído se voltaram para o livro que estava na frente do caldeirão, e dele saia uma neblina negra e densa. Depois de alguns segundos parecia que toda a energia da sala estava sendo sugada, e foi quando uma sobra surgiu, e dessa se forma uma mulher. Uma linda mulher de longos cabelos negros e cacheados.
– Puta merda! — Foram as únicas palavras que Sam e Kevin conseguiram falar.
– Querida? — O anjo falou meio acanhado.
Então a bela mulher abriu os olhos. Lindos olhos cor de mel. Agora que ela estava totalmente visível via-se que ela estava com vestimentas gregas.
– Você? — A mulher falou enfurecida e apontou na direção do caído. — É por sua causa que eu estou presa nessa dimensão.
– Pandora, calma — Lúcifer se afastava cada vez mais, como se estivesse com medo. — Eu ainda te amo, se lembra?
– Eu vou mostrar o que é amor! — Na mesma hora a jovem pulou em cima do demônio e começou a aplicar vários golpes, o mesmo só cobria o rosto com os braços e não revidava.
– Ei! — Kevin gritou — Nós te invocamos para você mostrar onde está um anjo, e não atacar outro.
A moça rapidamente voltou ao seu normal, afinal ela já estava em seu castigo não era tolerado mal comportamento. — Oh, sim — Ela ajeitou sua vestes — O que vocês desejam?
– Primeiramente — Sam tomou o rumo da conversa — Quem é você, e como conhece ele?
– Que modos os meus. Eu sou Pandora, e há muito tempo eu cometi um erro — Ela soltou um olhar feroz para o caído, que retribui com um sorriso amarelo – Vocês devem conhecer a minha estória, a garota da caixa.
– Ah! — Kevin a interrompeu – Você é a mulher da lenda!
– Isso mesmo!
– Mas não explica como conheceu Lucífer.
– Bem — Era a vez do caído falar — Digamos que nós começamos a namorar naquela época, e eu meio que abri a caixa.
– Mas na lenda fala que foi Pandora, digo, você — Sammy comentou.
– Eu assumi a culpa, como qualquer apaixonada iludida. E agora estou aqui, passando a minha eternidade em um livro proibido e com a fama de ter sido responsável por todo o mal da Terra.
– Desculpa novamente — O anjo falou envergonhado.
Antes que Pandora tivesse outro ataque de fúria Samuel o convenceu a ir embora.
– Bem — Kevin falou — Agora que tudo se acalmou você poderia encontrar nosso amigo, o Balthazar?
Pandora ponderou um pouco como se estivesse pensando, por fim quebrou o silêncio.
– E eu tenho outra opção? Esse é o meu trabalho, então só me der um pedaço de papel e caneta e vamos resolver logo isso.
– Papel e caneta? — Os dois estavam surpresos.
– É, papel e caneta. Não é isso que vocês usam para escrever? Ou você mortais já inventaram algo mais evoluído?
– Oh. Sim, claro. — O Winchester entregou um bloco de papel e uma caneta que estava por perto.
– Pronto — Pandora falou depois de ter entrado mentalmente em contado com os antigos espíritos e ter escrito algumas palavras no pequeno pedaço de papel e entregou para o mais baixo.
– Só isso? — Ele perguntou.
– Sim — A jovem falou voltando para o livro — Só cuidado com os dementadores, mas acho que vocês já sabiam dessas consequências quando usaram o livro.
– Dementadores? Isso não existe, é coisa de Harry Potter! — Kevin falou.
– Oh, por favor! Vocês não acham que aquela mulher teve imaginação suficiente para criar tudo aquilo? Ela foi uma aluna de Hogwarts, ela só copiou toda a estória que conhecia!
– Nossa! Isso é inacreditável! — Sam e Kevin estavam perplexos.
– Aham, e é por isso que ninguém desconfia. E aproposito, o nome verdadeiro de Harry é Benedict, mas ela mudou porque achou que Harry era mais comercial.
Por fim a mulher desapareceu.
– Ok. Isso foi muito estranho — Solo entregou o papel para o Winchester — E ai, para onde devemos ir?
– Chame o Dean. Temos que ir para Vegas.
Fale com o autor