Notas iniciais
Awn, awn, awn, awn, awn, awn, MIL VEZES "AWN"! Obrigada pelos reviews meninaaaaaaas ♥ Olha, estou roubando - novamente - o wi-fi dos outros. E isso só por que vocês merecem :D kkkk então, eu até gostei do capítulo de hoje... mas sei lá :s espero que gostem e ele tá bem grandinhooooo! Ah, acredita que eu sonhei que eu estava casando com o Nick? Pois é --' KKKKKK imagina a Yas, iria me matar! E meu irmão... deu pra morder meu dedo! Ele ficou roxo! Argh. KKKK Mas, enfim, leiam e me deixem reviews ♥ bjjjjjjjjs.

Yasmin's POV

Sabe quando a gente faz uma entrevista de emprego e passa? Sabe a euforia que sentimos? Queremos contar para Deus e o mundo, certo? É mais ou menos isso tudo que estou sentindo. Estou feliz, claro, mas, ao mesmo tempo, estou com medo. Desamparada. Nunca pensei que fosse ser mãe, nunca tive planos para isso.

Terminei meu banho saindo de meus devaneios. Meu quarto estava escuro, do mesmo jeito que lá fora estava. O clima aqui é completamente maluco. Uma hora o dia está claro e calmo, outra hora ele está sombrio e chuvoso.

Segui para o closet e peguei mais um de meus jeans, dessa vez, o mais quentinho possível. Peguei meus vans brancos e suéter. Deixei meus cabelos soltos, amava senti-los ao vento. Peguei minha bolsa do Mickey – já falei sobre meu amor por ele? – e meu celular que estava em cima da cama.

Segui para o meu carro e, logo depois, para a casa dos meninos. Eram 40 minutos de caminhada. Desejava chegar o quanto antes, a ansiedade me consumia.

Não acho que deveríamos (eu e Nick) fazer festa agora, primeiramente quero ir a um médico. Quero ter certeza que esse sonho é real.

Os minutos se passaram e, com isso, cheguei à casa dos meninos. James abriu a porta para mim com um sorriso no rosto, retribuí. Segui para o sofá, onde Dana, Barbie e Els estavam.

Eu queria poder gritar para elas que eu estava grávida, mas me contive.

- Yas... – Barbie chamou minha atenção – e a febre? Já passou? Eu fiquei preocupada, queria ficar com você até hoje cedo, porém, o Java implorou para irmos pra casa. O que não entendi foi que ele cedo se levantou e veio para cá. Esses meninos deveriam se casar, porque quase não se desgrudam! – ri com sua indignação.

- Barbie, não precisava ficar. A Holly ficou lá até hoje cedo, junto com o Ed. Ah, e sobre a febre... não sei se estou melhor e acho que, seriamente, tenho que ir ao médico. Pois se não for o que estou pensando que deve ser, estou muito doente.

- “Pois se não for o que estou pensando que deve ser, estou muito doente.” – Barbie repetiu minha frase. – O que você tá pensando, mocinha?

- Bom, eu, eu, na-nada – gaguejei desejando que alguém me tirasse dessa. – Hm... onde tá o Nick? A gente combinou de sair...

- Ouvi meu nome! – ele chegou à sala alegre e me deu um beijo na bochecha.

Java e Wil desceram as escadas e agarraram suas namoradas, Dana ficou sobrando: – Ah, quer saber? Vou procurar o meu Batman, tchau.

- Ela é sempre assim? – perguntei, já sabendo que a resposta era sim. Conversamos por pouco tempo e depois Nick me puxou para irmos almoçar. O carro continuava como sempre, sujo. Reclamei mais uma vez, mas, ao invés do Nick reclamar, ele deu um beijinho em meu nariz.

Foi assim o caminho todo, carinho e mais carinhos.

- Nick... – disse depois de dar risadas a seu lado. – Eu estava pensando comigo mesma e acho que nós não podemos contar pra ninguém, ainda, que estou grávida. Sabe, peguei me imaginando que o teste possa estar errado e, que isso tudo, seja apenas um sonho.

- Sério? – ele riu. – Também é seu sonho?

- Sim... um novo sonho...

- Então me belisca, porque estamos tendo o mesmo sonho! – eu sorri. – Mas você tem razão sobre irmos ao médico. Olha, vou ser sincero, não sei como isso funciona. Nunca passei por isso. É só a gente chegar lá e entrar pra fazer consulta?

- Eu acho que sim – também ri. Conversamos mais um pouco, até chegarmos ao restaurante, ou melhor, ao Nando’s.

Risadas, conversas e frangos à parte, é muito bom estar ao lado dele.

- Sabe... – sorri – é incrível como você não mudou muito. Lembro que no começo do nosso namoro, quando abriu esse restaurante, você me chamou para jantar com você. E eu aceitei, obviamente. A noite foi linda. Depois de comermos você pagou a conta e fomos para sua casa, passamos a noite em claro apenas nos olhando nos olhos um do outro. Você lembra?

- Eu pensei que você não lembrasse... – ele me olhou – aquele foi o melhor dia da minha vida.

- Você sempre diz isso, mas na verdade não tem um dia preferido.

- Talvez por que os melhores dias da minha vida sejam ao seu lado – eu sorri. Não tinha como ficar irreverente, afinal, com aquelas palavras... percebi lágrimas escorrerem por minha bochecha. – Ei... por que chora?

- Nick, me desculpa – ele passou o polegar em minha bochecha limpando as lágrimas – mas ao me lembrar do passado eu sinto uma vontade imensa de chorar. Porque foi ele que nos separou, porque foi ele que foi um grande malvado com nós dois. Porque ele não nos queria juntos – percebi que minhas lágrimas não parariam tão rápido.

- Yas... veja pelo lado bom... – novamente Nick passou o polegar por minha bochecha, limpando mais lágrimas. – Se o passado não tivesse nos separado não seríamos o que somos hoje. Tenho certeza que você ama sua profissão do mesmo jeito que eu amo a minha. E foi o passado que nos fez perceber que não existe nenhuma outra pessoa que nos complete.

- Sim, o passado me fez perceber que eu precisava de um tempo para ver que meu trabalho é o melhor do mundo. E você tem ainda mais razão sobre você me completar, mas como você descobriu que eu te completo? – sorri limpando as lágrimas.

- Se eu contar minha parte você conta a sua? – ele perguntou com um meio sorriso.

- Sim – eu ri.

- Então tudo bem. Você sabe que depois que nós dois terminamos – ele olhou para baixo, e um frio revirou meu estomago – eu fui para Irlanda, eu precisava de um tempo. Um tempo para mim. E foi lá que eu passei meu 3º ano da escola, foi lá que eu conheci garotas... e eu conheci uma garota até legal. A Cecília. Ela não era como as outras, era legal estar ao lado dela. Foi com ela que eu tentei te esquecer, – eu senti um enorme vazio dentro de mim, uma reviravolta horrível – mas eu não consegui. Percebi que ela era só mais outra, que não valia a pena ficar com ela e com seu vício em compras.

- Vício de compras? – eu ri e ele assentiu.

- Então... eu resolvi terminar com ela o mais rápido possível. E foi o que eu fiz, só não pensei que ela fosse me seguir e fazer serenata em frente a minha casa – eu gargalhei alto, mas parei, pois queria escutar o resto da história – eu disse pra minha mãe que iria voltar para Londres porque a Cecília estava me deixando maluco. Quando voltei para cá, eu tinha que arrumar um trabalho, eu pensei em fazer faculdade só depois de um ano, pelo menos, livre. Eu arrumei um trabalho como cantor em um barzinho, e foi por esse emprego que o Jay, meu empresário, me descobriu e me fez ser quem eu sou hoje.

- Awn... – passei a mão por seu cabelo, que estava sem gel.

- Mas, nesse meio tempo... – ele riu, parecia estar se lembrando de alguma cena – eu conheci outra garota. Uma amiga do Ed que, por sinal, era caidinha por ele. Mas com o tempo percebeu que ele não queria ela, então começou a dar em cima de mim. Eu achei aquilo ridículo, mas a garota era insistente e até bonita. Não vi problema de namorá-la – lhe dei um tapa no braço e ele riu. – Porém, com 1 mês de namoro ela já estava maluca! Queria casamento! Eu fiquei maluco, mas não por ela. Acho que o único jeito, até hoje, de ter me livrado dela, era terminando. E foi isso. Desde então estou solteiro e nunca mais na minha vida quero ver essa Amy e a Cecília.

- Meu Deus! Que loucura, hein? – eu ri ainda mais alto.

- É, ria mesmo. Essas malucas e loucas que só pensavam em sapatos, no caso da Cecília, e em casamento, no caso da Amy. Mas agora é sua vez! – ele riu. Era incrível como eu ainda sinto meu estomago revirar quando estou com ele.

- Tudo bem... depois que terminamos eu segui com minha carreira de Escritora, mesmo tendo passado uns 6 meses desligada para o mundo e com lágrimas nos olhos – linda indireta, não? Ele ficou vermelho na mesma hora.

- Eu passei 7 meses fechado para o mundo! – eu ri e ele pediu para que eu continuasse com a explicação.

- Sim, depois dos 6 meses, em um dos estúdios de fotografia em que eu fui para tirar as fotos da capa do meu livro, eu conheci o Lipe. Quer dizer, Felipe – ele me olhou torto, me fazendo rir. – Então, no começo, foi realmente só amizade. Eu não sentia nada por ele, mas uma noite em que eu tive que ir para o estúdio à noite e estava apenas ele, acabou rolando um beijo. E depois desse beijo, outros beijos. E quando fui ver ele também já queria casamento! Com mais ou menos 6 meses de namoro. Eu odeio partir o coração de alguém, mas, como eu não queria casar aos 19, eu tive que partir o dele. E eu creio que ele nunca mais falou comigo por conta disso, por eu ter o feito chorar por 5 dias.

- Ele chorou por 5 dias? – ele riu alto.

- Pelo menos não foi por 7 meses inteiros!

- Ei! – ele murmurou me fazendo rir. – Tudo bem, continuando...

- E o outro namorado que eu tive foi o Mark. Ele era um bom amigo... e era bonito... – senti minha pele queimar, na verdade, nunca gostei dele mais do que isso.

- Uma nova Yasmin... Sempre pensei que você nunca namorasse alguém por nada.

- Ei! Eu estava com pena dele... e, na boa, ele era muito bonito. Mas, a culpa é do senhor! Se você não tivesse roubado meu coração desse jeito... – ele se levantou da sua cadeira, que ficava a minha frente, e sentou-se ao meu lado. Nick olhou nos meus olhos e então me beijou apaixonadamente.

Por mais que eu tentasse não me entregar tanto para ele, era imprevisível. Era real. Era verdadeiro. Era um conto de fadas. Era um filme. Era o meu livro...

- Vamos? – ele perguntou depois de parar o beijo com um sorriso. Eu assenti e então ele pagou a conta.

No carro eu disse que era bom irmos ao médico, eu já estava com a cabeça latejando e percebi que estava com febre. Ele ficou preocupado, mas eu disse que ele não precisava ficar assim. E como ele sempre disse: “tudo vai ficar bem”.

Em pouco tempo estávamos na porta da clínica.

- Você tá nervosa? – ele perguntou segurando minha mão, eu assenti e entramos na clínica. A recepcionista disse que marcaria uma consulta para amanhã, às 14 horas. Eu estava ansiosa, e com dor.

Notas finais
Ain, me desculpem pelos erros... como eu já disse, sou péssima em gramática :( Valer lembrar que quero meus reviews, né? u_u
Perguntinhas:
1- o seu maior sonho
2- o que sonhou ontem à noite?
3- você gosta da sua escola? (viajei nessa pergunta KKKK).
Então meninas até logo ♥ Beijão.