Cartas
1 Capítulo 1: Angustiado. Doído. Morto.
Notas iniciais
Mas nao taquem pedras (escrevi taquem certo? me esqueci HAUHAUAH)
E bem, boa leitura "
“...enfim, queria que você estivesse aqui...”
Tampei a caneta e olhei o papel a minha frente, me pondo a rele-lo para me certificar da ortografia. Normalmente as pessoas mandam um email, por vários motivos. Por ser mais rápido, não tem a necessidade de pagar algo e chega a ser mais prático. Mas naquela ocasião... não seria o correto a se fazer. Passei a cola no envelope branco (odiava lambe-lo) e colei o selo no verso, logo escrevendo o endereço no mesmo lado. Levantei-me da cadeira antes confortável, agora desgastada pelo tempo, e sai de casa com receio.
“...nao entendo o por que de você ter ido embora...”
Posicionei a carta na caixa do correio e empurrei, logo me virando para voltar para casa. Arrependimento. Por que fizera tal besteira? Contudo, agora so podia esperar por uma resposta. Voltei ao meu lar e tornei a sentar em minha cadeira, talvez por mais desgastada que ela esteja eu nunca iria desfazer-me dela. Acomodei-me um tanto angustiado, e logo adormeci sem ao menos notar.
“...os dias não são mais os mesmos sem você...”
Acordei no dia seguinte com o cheiro do café invadindo as minhas narinas. A empregada fizera o café naquele dia. Talvez notasse que eu não iria mesmo acordar. Desci e perguntei a ela por uma carta a mim.
“Primeiro o café da manha moço” disse-me para apenas depois da refeição responder-me em negativa. Obvio. Ninguém responderia uma carta em um dia, bom, normalmente as cartas demoram mais a chegar- mais um motivo pelo fato das pessoas só mandarem por email. Repeti a mesma rotina de sempre: café da manha, banho e trabalho. Mais um dia monótono, que insistia em se passar vagarosamente, apenas me torturando com a ansiedade.
“...nem sei mais como posso agüentar sua ausência...”
Tive que esperar a semana inteira. No sábado, acordei mais tarde e desci as escadas até a cozinha sem animo. Talvez ela não tivesse recebido a carta, ou talvez não quisesse respondê-la, ou talvez algum carteiro egoísta roubou a carta para si. Acho que não a ultima opção. Fui desperto de meus pensamentos por Charlotte — o nome de minha empregada sempre tão prestativa. Ela me entregou um pacote de cartas. Contas, contas e mais contas. Até eu notar um envelope rosa, com cheiro de jasmim, que me hipnotizava. Alegrava-me? Ou deixava o medo tomar posse de mim e não a abria? A curiosidade matou o gato e abri o envelope ali mesmo.
“...ja que eu te amo.”
\"Me esqueça, assim como eu te esqueci.’’
\"Voce já não é mais nada pra mim’’
\"Clarisse’’
Vasculhei o envelope. Não podia ter só aquilo! Recusava-me a realmente admitir isso. E encontrei uma correntinha de prata, a que eu lhe dera em seu aniversário de 18 anos. Suspirei. E sai de casa, para nunca mais voltar.
Notas finais
1)CanasOminous-> Ta bom, vc ta viajando mas vo te dedica, mesmo sabendo que talvez voce nem leia >_< Nao sei, as mensagens super enormes que a gente troca ajudo muito HUAHAU' Mas voce sempre ouve minhas historias de viagens estranhas (lembra do everado? ) Muito obrigada ^.^
2)Mary_Alice_B_C-> FEIA! Voce nom pode paraar! Voce é tao famosa no Nyah *------* Mas essa vai pra voce, mas pra voce nao parar de escrever suas fics maravilhosas viu?
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Nossa, essas notas finais tao grandes
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Reviews para uma autora baka em decadencia?
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