Carry On My Wayward Son
19 Capítulo 16 [ FINAL ]
( Aconselho a ler essa parte escutando: http://www.youtube.com/watch?v=iQru7oCdYXA )
A estrada até aqui.
– Dean. Sam. — Castiel disse, e com um estralo de dedos, jogou os quatro Lobisomens na lixeira mais próxima, e a fechou.
– C-Castiel? — Eu disse, gaguejando — O que aconteceu!? Você matou aquele demônio?
– Era isso sobre o que eu vim falar com vocês. — O anjo disse, seriamente.
Dean, temos de... Impedir aquele Demônio de Kansas. — Castiel olhou para mim.
– Impedir ele? — Perguntei — Ele vai fazer o que? O Apocalipse?
– Sim.
– Olá, Dean. — Uma voz feminina me complementou.
– Mas que... — Olhei pelo vidro do Carro, e vi a dona da voz.
– Anjinho Sexy! — Bela olhou para Castiel.
– Então Bela como sobreviveu? — Perguntei, com um sorriso idiota.
–Eu não sobrevivi. — Bela respondeu.
– Oi. — O garoto levantou a mão com um breve aceno.
– E aí. — Complementei ambos os dois, e tirei minha atenção deles para falar com Bobby — Bobby, eles chegaram aqui como?
– Fugindo. — Bobby disse, com um ar de tristeza.
– Nossa escola foi incendiada. — Demetria, que era tímida, disse a primeira palavra dela. Sua voz era bonita.
Ei, Assbutt! — Castiel saiu correndo de dentro do Impala( O coitado ficou lá tanto tempo... ), e com sua Telecinese( Poderes Psiquicos ), empurrou o Demônio, fazendo com que o fogo do Demônio chegasse em Bela.
– Bela... — Eu caí, com Bela em cima de mim. Aquele era o momento perfeito. Bela avançou mais, e nossos lábios estavam a poucos centímetros de distancia, eu pode sentir o aroma do suave batom dela. Fechei meus olhos, porém, antes, vi ela fazendo o mesmo.
– Olá, para vocês. — Uma voz bonita ecoou de trás de um Camaro 76( estavamos na Sucata Singer, e alguns carros não explodiram. ), quebrando totalmente o clima que havia rolado comigo e Bela.
– A-Anna!? — Gaguejei, não acreditando no que eu olhava.
– Vou pegar um de vocês dois... Qual está mais em conserva... — Ele nos analizou de cima para baixo. — Você, Logan, escolha.
– E-eu...!? — Ele perguntou.
– Vai, me ajude. Este corpo já está velho, o seu não, está bom. — Ele estava querendo Logan. — E, aliás, se não vir, matarei sua ''namoradinha''. Logan arregalou os olhos.
– Logan... não... — Demetria só falava isso.
– Logan, agora! — Eu, com meu braço bom, ergui ele no ar para dar um soco, porém...
– Não... — Logan foi mais rápido, deu um soco em mim, e me desmaiou ( Eu juro que foi por causa do tiro e.e ). Eu acordei alguns minutos depois, e vi a cena: Logan estava de olhos vermelhos, estava matando o corpo que ascendera ele, e Demetria estava em um lado, olhando e chorando.
Logan/Hazel empurrou Bela, com a mesma batendo o pescoço no chão. Sam chegou do Subterrâneo, avançando para dar um soco, porém, Hazel fez seu olho se destransformar para o de Logan, fazendo Sam parar o soco. Hazel levantou a mão e jogou Sam, que passou por cima de Bela, escada á baixo.
– E o... Sammy...? — Perguntei para Anna, com raiva e saudades do idiota do Sam.
– Ele está morto.
– NÃO VOU DAR A COLT Á NINGUÉM! — Samuel jogou água benta em todos.
O receptor da TV começou a chiar.
– Pesquisando sobre mim? — O receptor da TV, que estava chiando, falou. Foi como Castiel, quando eu estava no Céu. Todos deram um gemido de susto, e ficaram olhando o receptor, assustados.
– Ahm!? — Eu não sabia o que estava acontecendo direito.
– Eu sou o Hazel. Aliás, — Hazel, que outrora era o receptor normal da TV, deu um sorriso e falou. — VOU ATACAR TODA A CALIFÓRNIA. Estarei na Golden Gate, no dia 16, ás 14:25. Se não aparecerem no lugar e na hora marcada... Tchau, Tchau, Golden Gate e toda Califórnia.
– CASTIEEEEEEL. — Gritei para Castiel me ajudar a levantar, porém, eu pude ver ele pela mesa. Ele estava horrorizado. Uma sombra grande se movia á direção da mesa, eu me assustei. — AAAAAAAAAH!
– Dean! — Era... Era... Sam! — DEAN!
– Sammy! — Me levantei sozinho, e fui abraçar ele.
–Olá gente. — Ruby disse, sempre com um sorrisinho.
–Olá. — Bela disse.
–Ruby... — Eu disse.
–Ruby... — Castiel disse.
–Ruby... — Anna disse.
Agora.
– Hoje é o dia. — Bela me acordou,com uma expressão triste e nervosa.
Olhei para o despertador. Estavam 12:30. Faltavam só duas horas para salvar a Califórnia. Eu estava suando.
– Bela, está tudo bem? — Perguntei, olhando para ela.
– Sim, sim. Nada de errado. — Bela levantou e foi para a varanda, me puxando junto. — Dean, e se... nós morrermos hoje?
– Ahm? — Eu não havia entendido direito.
– Eu não quero morrer denovo. — Bela olhou para mim, tristemente, e olhou para a Golden Gate, que ficava uns 15 km do nosso prédio. É que, na noite passada, fomos para Califórnia, e arranjamos um quarto velho em um prédio muuuuuuito antigo e barato.
– Se depender de mim, você não morrerá. — Eu passei a mão em seu cabelo.
– Dean, Bela. — Ruby abriu a porta rapidamente e nos chamou. — Temos que ir agora.
– Porque agora? — Perguntei, indgnado. — Ainda falta duas horas.
– Temos que procurar ele, não lembram? — Sam entrou no quarto e falou, do lado de Ruby.
– É, Sammy. — Ruby segurou Sam pela cintura e o beijou. Não sei se ela fez aquilo para me deixar bolado por eu e Bela estarmos brigados.
– Vamos pegar o Impala. — Peguei as chaves do Impala e joguei para Sam, que pegou a mesma no alto.
Todos nós fomos até o Impala, até Samuel. Precisavamos de um especialista em armas.
Chegamos lá ás 13:06, e ficamos procurando rastros: Enxofre, fumaças negras, nada. Eu e Bela fomos procurar em um beco, enquanto Sam, Ruby, Fred, Castiel, Bela e Samuel ficaram no Impala, com binóculos, olhando para a Golden Gate, esperando algo... Sobrenatural acontecer.
– Olha... Me desculpa, tá? — Joguei a lanterna que eu segurava de mão em mão, tediosamente.
– Nossa, Dean, que romântico você. - Bela olhou para mim com um tom de raiva. — Pedindo desculpas para um mulher em um beco escuro antes de impedir o Apocalipse. Agora, eu me pergunto: Eu sou a décima quinta mulher para que você fala isso?
– Vigésima sexta. — Sussurrei.
– Dean. — Bela olhou para mim com raiva, como se fosse by Savings Sidekick\">me matar.
Uma sombra escura vermelha passou
por nós rapidamente. — Meu deus.
14:00 em ponto!
Olhei para Bela, e a mesma retribuiu
o olhar. Corremos para o Impala, Sam
e Ruby estavam se beijando.
– Radical, Sam, mas e a Golden Gate?
– Eu abri a porta do carro, e Sam parou na hora de beijar a Demônio, enquanto olhava para mim. A sombra vermelha passava pelo Impala, deixando rastros de Enxofre. Eu pudê ver ela indo até um prédio estranho e antigo. Dirigi o Impala até lá.
– Bela, Ruby, Sam e Samuel. Eu vou entrar. Podem ficar aí? — Eu perguntei, entrando no prédio abandonado onde estava a sombra. Eu subi até o último andar.
– Ei! Eu... Eu me perdi... Pode me ajudar... Por favor... — Um homem alto e moreno olhou para mim, meio caído.
– Você viu alguma sombra passando? — O homem olhou para mim com um sorriso. Ele fez seus olhos ficarem vermelhos rubi. Era Hazel.
– Antes de qualquer coisa, Dean, olhe para onde está pisando. — Eu dei um passo, e meu pé esquerdo caiu em um buraco. Eu o levantei e ele estava todo cheio de sangue.
– Piso de vidro? Sério? — Eu percebi que se eu desse um passo forte, tudo desmoronaria. E o prédio tem 7 andares.
– Vamos cair? — Hazel deu um salto impulsionado no vidro, e caiu com toda força, fazendo tudo cair. Eu caí junto.
– AAAAAAAAAAAAAAAAH! — Eu gritei, batendo meu corpo no piso de vidro dos outros andares, até chegar no primeiro, que era um piso duro, não vidro.
Meu deus. Meu ombro estava deslocado. Doeu muito. Olhei para os dois lados e não achei nem Hazel nem a fumaça vermelha. Escutei passos. Um pouco de vidro caiu. Olhei para minha perna esquerda, que estava cheia de cacos de vidro e ensanguentada, como o resto do meu corpo. Olhei para a porta, e Sam, Bela e Ruby vieram ver o que tinha acontecido. Ruby deu um ''Wow.'', e Sam deu um gêmido. Bela olhou para mim, com um certo tom de... Infelicidade.
– Dean! — Sam veio perto de mim, nem se importando com os cacos de vidros caídos.
– Ajuda seria bom agora... — Reclamei de raiva.
Bem, fui parar no Impala, todo dolorido e ensanguentado. Castiel ficou com um Pokerface, e Samuel ficou falando '' Isso que dá salvar o mundo '' várias vezes.
– 14:20. Vamos! — Dei um grito, e Sam dirigiu o Impala até Golden Gate. Chegando na Golden Gate, estava com um engarrafamento lá. Buuuum! Um cabo que sustentava a ponte havia estourado. Sam olhou para mim, e dei um gêmido. Estavamos no meio da Golden Gate. Muitas pessoas começaram a gritar de medo, enquanto, um homem ensanguentado estava em cima de um dos cabos. Era Hazel. Uma névoa se extendeu por toda Golden Gate. Policiais, acho que até a SWAT fechou a Ponte. Todos afastaram de lá, até nós. A ponte estava interditada, cheia de barragens, com a policia nela. Eu, que já estava melhor, levantei e saí do Impala para olhar através das barragens, diretamente para a ponte. Lá havia um homem, Hazel. Ele estava dando risada, olhando para mim. Todos estavam dando gêmidos olhando para Hazel. Eu não sabia o que fazer, então, peguei a Colt de Samuel á força, e á dei para Sam, que pulou a barragem e foi correndo.Eu, Bela, Ruby, Fred, Castiel e Anna fomos escondidos até aonde a briga de Sam e do demônio estava acontecendo. Só escutavamos gritos e gêmidos de dor. Ruby estava me ajudando a andar.
– Sam! — Gritei, quando vi Sam caído e com sangue escorrendo da boca.
– D-Dean... — Ele gaguejou ao ouvir minha voz.
– Há, há. — Hazel veio aparecendo da névoa. — Ele é meio fraco, né?
– Cadê o Colt? — Ruby perguntou, levantando sua faca.
– Essa arminha de brinquedo? — Hazel levantou o Colt com a mão.
– Mas que merda é essa!? — Escutei o ronco do motor do Impala rapidamente. O carro veio direto para nós, e mergulhei diretamente para a área de bicicletas. Olhei o Impala: Ele havia atropelado Hazel, e o mesmo foi parar longe.
– Queriam ajuda? — Samuel saiu do Impala, com uma arma que parecia o Colt. — Esse é o Colt! Dean, você pegou o que íamos usar de isca.
– Mandou bem, velhote. — Ruby falou, fazendo um sinal de beleza com o polegar.
– Agora, saí do carro. — Eu disse, pulando a área de bicicletas. — Ajudem com o Sam.
– Vamos, Sam. — Bela falou, com Fred, Castiel e os demais ajudando ela a levar Sam para o carro. Samuel só dava risada de Hazel, que essa hora, devia estar do outro lado da Golden Gate.
– Ruby, Cas e Anna. Venham comigo. — Eu disse, saíndo do Impala e pegando a Colt. — Ruby, leva sua faca. Bela e Fred, podem cuidar de Sammy? — Bela fez sim com a cabeça.
Nós andamos até Hazel, com Cas segurando meu ombro, para eu não
cair. No meio da Golden Gate, um tipo de chicote de fogo foi jogado contra nós. Eu empurrei Castiel com um chute e, impulsionadamente, fui para o lado que o chicote flamejante não pegava. Anna fez um tipo de... Escudo com sua telecinese, e Ruby
ficou atrás da mesma. – Cadê aquele velho desgraçado? — Hazel perguntou, com um sorriso malicioso. Ele estava todo ensanguentado. Apontei a Colt para Hazel. — Vai, atira.
– Com prazer. — Eu puxei o gatilho, e soltei, apontando para Hazel.
Hazel virou para o lado e, a bala não o acertou.
– Mas que filho da mãe! — Gritei de raiva.
Ruby avançou rapidamente para Hazel, enquanto Castiel avançou para dar um soco em Hazel. Hazel se abaixou, se desviando fácil de Cas,
e chutou forte Ruby na barriga.
Cheguei perto de Anna e falei – Anna, mude a direção da bala quando eu atirar. — Sussurei para Anna.
– Mas Dean, isso é loucura, e idiotice.
– Por favor. — Eu pedi para Anna.
– Eu ganhei muitos novos poderes, crianças. Telecinese... E uns outros. — Hazel jogou Ruby com sua força sobre-humana em cima de Castiel, e jogou Anna da ponte, com sua Telecinese.
– AHM!? — Gritei, correndo para o Impala, que estava longe. — BELA! FRED! ALGUÉM!!!
– Dean! — Fred gritou diante do nevoeiro. Ele vinha com o Impala, Bela, Samuel e Sam. Porém, antes, Hazel tacou uma bola de fogo, que veio em espiral em mim, e acertou minha barriga. Eu caí mas, Bela me levantou e levou até o Impala.
– ABRE A PORTA! — Eu gritei para Fred abrir a porta. — SEGUE RETO E NÃO PARA.
Eu deixei ele dirigir. Tudo estava tomutuado na minha cabeça. Meu corpo estava queimado, minha cabeça latejava de dor, minha nuca e testa só suavam. Passamos perto de Hazel, e o mesmo só dava um sorriso, sem fazer nada. Pegamos Ruby e Cas.
– OLHEM PARA TRÁS. — Ruby gritou. Olhei, e vi Hazel correndo feito uma máquina mortífera atrás de nós.
– SAI DAQUI, SEU DESGRAÇADO! — Eu coloquei minha mão para fora do Impala, e comecei a atirar com a Colt. Dei dois tiros: um pegou no chão e outro raspou no braço direito dele.
– Droga, seu animal de Jeans, já gastou duas balas. — Bela brigou comigo.
- Para o Impala. — Ordenei para Fred, e o mesmo parou o carro.
- Dean, deixa de ser idiota. — Ruby disse, quando eu saí do carro.
- Você me quer, não é, Demônio desgraçado? — Eu levantei os dois braços para Hazel.
- Quero te matar. — Ele jogou-me com sua Telecinese até o faról dianteiro do Impala. Eu fui de cabeça. Desmaiei na hora. Acho que morri, seilá. Eu pude ouvir uma voz fina aguda, falando meu nome.
- Deeean... — A pessoa que estava falando me deu um tapa. — Acorda!
- Ahm!? — Eu acordei. Eu olhei para os lados, e percebi que... Eu estava em uma casa bonita e arrumada. Vi duas crianças passando correndo. Olhei para cima, e a pessoa da voz era... Uma mulher
bonita, alta. Parecia que estava arrumada para algum tipo de trabalho, seilá. Eu conhecia aquele rosto.
- Dean, os papéis do divórcio estão na mesa. — A mulher da voz falou. — Assina, tá?
– B-Bela...!? — Eu levantei em um impulso ao reconhecer a mulher da voz. Era Bela. — Divórcio?
– Sim, idiota. — Bela saiu andando.
Pera aí... Casa arrumada... Crianças correndo... Divórcio... Eu olhei para baixo e percebi que eu estava em um sofá verde-esmeralda de couro mácio.
– Papai! — Uma das crianças veio direto para mim e me abraçou. — Vamos jogar Basquete na garagem?
– Papai... Entendi. — Eu olhei para o garoto e retribuí o abraço. — Filho, olha, vamos daqui a pouco. Vá treinando e chame seu irmão.
– Eu não tenho irmão. Só uma irmã. — Ele olhou para mim com um Pokerface.
– Que seja. — Eu levantei do sofá quando meu filho parou de me abraçar e peguei um celular do meu bolso. — Sammy... Cadê... Aqui, achei.
– Alô? Quem é? — Ruby atendeu e perguntou.
– Sou eu, Ruby.
– Dean?
– O próprio.
– O que quer?
– Sam.
– Ele não está.
– Fala para ele me ligar depois.
– Tá.
Desliguei o celular e sentei novamente no sofá. Que merda havia acontecido?
– Dean, vem aqui. — Bela me chamou até a varanda da casa. — Assinou os papéi__
Segurei Bela pela cintura e a beijei. Ela me empurrou e me deu um tapa.
– Para, Dean! — Ela gritou comigo.
– Ah... O divórcio. Droga. — Eu fiquei com raiva. — Porque nós estamos divorciados mesmo?
– Por você ser um idiota. — Bela deu um sorriso irônico.
– Tá, tá. — Eu falei, indo até o sofá novamente. Fechei meus olhos e contei até 5.
– Dean. — Castiel olhou para mim.
– Me tira daqui. Agora. — Ordenei Castiel, com raiva.
– Dean, não posso. — Castiel falou, tristemente.
– O que é isso!? — Perguntei, enfurecido.
– É uma realidade criada por mim e Anna. É o seu futuro. — Ele disse.
– Porque me trouxe até aqui? — Perguntei.
– Dean, o Hazel... Ele... — Castiel avançou e sentou do meu lado. — Ele estava prestes a te matar. E para te manter seguro, eu te trouxe até o futuro. Hazel tem um certo poder de... Matar as pessoas.
– Ah, claro, mas ele não é o único demônio que faz isso. — Respondi.
– Porém, quando ele mata alguém... A pessoa... Morre.
– Castiel, está me contando tudo que eu sei, seu débil.
– Quando ele mata, a pessoa morre. Mas ela não vai pro Inferno nem pro céu. Com o novo poder dele... Ele... Mata a pessoa, e a transforma em poeira estelar. A pessoa nunca mais voltará, e ninguém mais lembrará dela.
– Isso aconteceu comigo!? — Perguntei indgnado.
– Dean, no presente, você... Está morrendo. É como se restasse 10% de seu corpo e... Fizemos isso para você não morrer. Você é o único que pode matar Hazel. Nem Sam, nem Fred, nem Ruby, nem Bela, nem Samuel, nem Anna, nem eu. Ninguém pode. É o destino. Só você pode matár-lo.
– Castiel, se só eu posso matár-lo, me deixe ir lá. — Eu ia bater em Castiel.
– Não posso. Estou fazendo isso para você não morrer, Dean. Sou seu amigo. É sério. — Castiel disse seriamente.
– Castiel — Eu peguei a Espada Angelical do bolso de Castiel, e apontei para ele. — Eu te matarei se não me deixar ir. Por favor.
– Dean, para. — Ele disse. — Eu te levo para lá. Mas, NÃO DIGA NADA DO QUE ACONTECEU PARA NINGUÉM.
– Tá. — Castiel levou sua mão esquerda á minha testa. Tudo ficou claro. Eu estava caído no Impala, enquanto os demais estavam batalhando contra Hazel. — Bela...
Bela apareceu na minha frente e me levantou.
– Dean, Fred morreu, e todos nós estamos feridos... — Bela apontou para o antigo corpo de Fred, que estava em meio á batalha.
Bela me levantou e me deitou no Porta-Malas do Impala. Hazel olhou para mim com um sorriso malicioso.
– Olha, o garotinho levantou. — Hazel segurou o braço de Anna, girou a mesma e o puxou para trás, deslocando ele.
– NÃO ENCOSTE NELE! — Castiel pulou na frente de Hazel, tentando lhe dar um soco, porém, Hazel deu-lhe um soco, fazendo o mesmo cair no chão.
– Me solte, Bela. — Eu disse, levantando, e indo ao encontro de Hazel, mancando.
– Vai chamar a mamãe? — Hazel me deu um soco, impulsionando-me até o chão. Puxei a Colt do bolso, e apontei. Eu pretendia dar um tiro a queima roupa( de perto ), assim, ele não desviaria.
– Morra. — Puxei o gatilho e soltei, assim, fazendo com que Hazel caísse, com um furo no corpo. EU finalmente o matei.
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! — Hazel gritou de raiva. Pudê ver seus ossos quando a bala pegou nele.
– Pro Impala, agora! — Gritei, correndo com todos para o carro. Olhei uma última vez para Hazel. Ele estava prestes a explodir. Eu liguei o Impala, e dirigi o mesmo em alta velocidade. Kabuuuuuuum! O corpo que outrora era de Hazel acabou de implodir( explodir para dentro ), e causou uma explosão maior, e todos os cabos de aço que seguravam o meio da Golden Gate estouraram, fazendo a mesma cair lentamente. Ela começou a cair do meio, e todos no Impala gemeram de medo, enquanto a ponte caia.O Impala quase foi pego pela ponte que caia, porém consegui chegar até as barragens.
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