Carrossel de Histórias
2 História 2 - A Vingança de Marcelina
Notas iniciais
Era para ser mais um dia tranquilo na Escola Mundial. Os alunos estavam jogando bola, correndo, gritando, cantando, pois era hora do recreio. Marcelina estava com suas amigas, conversando. Até que chega seu irmão Paulo que a empurra do banco para sentar aonde ela estava.
Marcelina — Ai, Paulo! Doeu! — No chão.
Paulo — Eu queria muito sentar aqui. Você não se importa, né, maninha? — Sorrisinho.
Valéria — Por que trata ela assim? Grosso! — Ajuda Marcelina a levantar e a pequena apalpa a roupa.
Paulo — Trato como quiser, a irmã é minha!
Laura — Isso é tão antirromântico...
Bibi — Mas ela merece ser melhor tratada!
Alícia — É! Ela nunca te fez nada! Pelo contrário, é a única que te defende!
Paulo — Quem disse que preciso disso? — Rude. — A Marcelina é assim porquê quer! Nunca pedi pra ela ser minha puxa-saco. E eu odeio puxa-saco.
Carmem — Então odeia o Koki também? Ele é puxa-saco... — Rindo.
Paulo — O Koki é meu parceiro, ele não conta. Mas a Marcelina é chata demais. Claro, é menina!
Meninas, menos Marcelina — EI!
Paulo — A Marcelina é chata e é trouxa! Não suporto ela! Mexe nas minhas coisas, só fala besteira e fica entrando no meu quarto quando eu não quero que entre! — Fala isso e vai embora.
Marcelina estava de cabeça baixa.
Valéria — Não fica assim, Marcelina...
Laura — É, ele é um grosso...
Marcelina — Por que ele me trata assim? O que eu fiz pra ele? Eu amo ele, mas ele me odeia...
Alícia — Ele deve ter ciúmes já que você é a mais nova!
Marcelina — Mas mesmo assim... Eu nunca dei motivos pra ele me odiar...
Valéria — A verdade que acho que o Paulo não tem sentimentos.
Bibi — E odeia todo mundo!
MJ — Eu sempre disse que ele era selvagem! — Esnobe.
Marcelina — Mas... Mas... — Segura as lágrimas. — Eu amo ele mas estou cansada de ser tratada mal! Sempre ele me trata mal e apronta comigo! Ele não sabe que fico mal? Isso machuca por dentro...
As meninas ouvem ela atentamente.
Marcelina — Eu cansei... Eu quero me vingar... — Diz, agora chorando.
Carmem — Vingança não é melhor! Está se igualando ao seu irmão!
MJ — Mas eles são irmãos, são da mesma laia mesmo... — Fala, com ar de superior.
Valéria — Não é o momento, Maria Joaquina! — Irritada com a patricinha.
Marcelina — Mas ele precisava ver que não sou fraca e sensível. Que não sou só a sombra dele. Ele pode ser meu irmão, mas apronta comigo. Por que não fazer o mesmo para variar? Para dar um susto?
Alícia — Gostei. Vai dar o troco naquele moleque. — Abraça a amiga.
Laura — Mas o que vai fazer? Machucar ele?
Marcelina — Ainda não sei. Me ajudem a pensar...
Valéria — Depende, você quer machucar fisicamente, internamente ou psicologicamente?
Marcelina — Estava pensando em assustá-lo até pedir misericórdia. — Sorrisinho. — Ele sempre faz isso comigo.
Alícia — Gostei. Ele bem que merece.
Marcelina — Ele sempre se faz de durão, mas é um medroso.
Valéria — Podíamos trancar ele na casa abandonada e começar a fazer barulhos. Ele já iria se assustar! — Rindo, maldosa.
Marcelina — Realmente não queria fazer isso mas o Paulo merece uma lição. Chega de ser escrava dele. — Decidida.
MJ — Já tava na hora!
Bibi — Isso aí, girl!
Laura — Achei que ia tentar fazer o Paulo demonstrar sentimentos de irmão por você...
Marcelina — O Paulo não deve ter coração. Ou ele não é mau?
Alícia — Daquele lá, dá pra esperar de tudo... — Revira os olhos.
Valéria — Podíamos deixar a Marcelina em perigo, quer dizer, simular. Se o Paulo amar ela como irmã mais nova, vai ajudar.
Marcelina — Ou vai rir na minha cara ou botar lenha na fogueira! — Brava. — Sabem como meu irmão é.
Bibi — Mas não custa tentar!
Valéria — Vamos todas então?
Todas assentem, menos MJ.
MJ — Tenho mais o que fazer, dá licença... — Se retira.
Valéria — Nem faz falta. — Mostra língua.
Marcelina — Está decidido. Eu, Marcelina Guerra, vou ser mais do que uma súdita do meu irmão. Gosto dele mas gosto de ser respeitada!
Carmem — Isso aí! Mulher guerreira!
Alícia — Isso aí, assim que se fala!
Valéria — Homens não valem lágrimas da gente!
Laura — Nem que seja irmão?
Valéria — Aí não sei, mas mesmo assim!
Marcelina — Estou ansiosa pra ver o Paulo mudar... — Rindo.
Carmem — Torça pra ele não se revoltar e aprontar forte com você!
Marcelina — Vou arcar com as consequências, mas pelo menos dessa vez não vou ficar quieta.
Valéria — E a doce Marcelina se revoltou, perdeu a paciência com o querido irmão! Dia histórico!
Laura — Até ela perde a paciência. Que sentimental...
Alícia — Mas também depois de tudo o que o Paulo fez. Eu já teria perdido a paciência muito antes... — Cruza os braços.
Marcelina — Eu tento relevar pela irmandade, mas dessa vez... — Ela fez uma cara de vingança igual à do irmão. — Vamos jogar seu jogo, Paulo.
Bibi — Isso mesmo!
Marcelina — Finalmente vou ver como o Paulo joga. Eu sei que é errado, mas... Ela tá merecendo, né?
Alícia — E como!
Carmem — Faz tempo!
Valéria — Vê se não se arrepende no meio do caminho!
Marcelina — Não! Vou com isso até o fim! — Decidida.
As meninas aplaudiram.
Paulo — Quem tá de aniversário aí? — Chega com Kokimoto.
Marcelina — Ninguém. — Nem olha nos olhos dele.
Paulo — Tampinha, fala pra mamãe e o papai que eu vou dormir na casa do Koki, tá? — Bate de leve nas costas dela.
Marcelina — Claro... maninho. — Cara de desgosto.
Os garotos saem e Valéria vem falar com ela.
Valéria — Tive uma ideia! Podíamos marcar um suposto encontro do Koki e dele na casa abandonada! E aí, quando o Paulo chegar, assustamos ele!
Marcelina — Brilhante! — Sorriso. — Valeu, meninas.
Alícia — Não foi nada. Eu mesma queria fazer isso há muito tempo...
Bibi — Mas já que foi a Marce que quis, logo ela, que defende o irmão com unhas e dentes!
Marcelina — Mas como vamos separar os dois? O Koki não pode saber do plano! Senão conta tudo pro meu irmão!
Valéria — Deixa comigo. — Cara de quem tem um plano.
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Paulo — Tomara que meu pai não brigue comigo por eu estar indo dormir na sua casa.
Koki — Relaxa, acho que deixa sim.
Paulo — A Marcelina estava diferente, né?
Koki — Diferente como?
Paulo — Sei lá, mais séria...
Koki — Pra mim continuava a mesma chata!
Paulo — É mesmo. Meninas são muito chatas.
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A aula passou depressa e logo as crianças começaram a ir embora. Marcelina estava empolgada para poder colocar o plano em prática.
Valéria — Paulo, onde pensa que vai? — Aparece na frente do encrenqueiro.
Paulo — Ué, pra casa do Koki. Agora, sai da minha frente. — Mas Valéria barra a passagem.
Valéria — Como vai dormir lá se tem que pegar suas coisas em casa?
Paulo — Hum... Não pensei nisso. Ok, valeu, Valéria. — Passa.
Koki — Eu hein... — Olha para Valéria.
A sapeca corre para as meninas e diz que conseguiu separá-los. Hora de começar.
xxx Mensagem ON xxx
Paulo, sou eu, o Koki. Vamos nos encontrar na casa abandonada, blz? Até lá.
OBS: Mandei por outro número, pois o meu celular estragou.
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Na verdade, era Marcelina quem tinha mandado a mensagem, mas como número anônimo. Estava certa que iria funcionar.
Na casa dos Guerra...
Paulo — Oi, mãe, oi, pai. Vou dormir na casa do Koki. Digo, posso? — Sorrisinho.
Roberto — Hum...
Lilian — Deixa ele, Roberto. Até que ele não fez nada ruim nessa semana.
Roberto — Tá bom. Se comporte, viu?
Paulo — Obrigado. — Sorri e vai pegar as coisas no quarto.
O bom era que era sexta-feira e eles podiam ficar até tarde jogando videogame.
Nessa hora, ele recebeu uma mensagem.
Paulo – O celular do Koki estragou? Mas por que ele não falou comigo antes? Ah, vou lá então. E levar essas coisas na mochila.
Ele arrumou suas coisas e partiu pra casa abandonada. Koki estava em casa e recebeu uma mensagem anônima, também enviada por Marcelina, dizendo que Paulo ia se atrasar um pouco.
Chegando na casa, Paulo chamou por Kokimoto.
Paulo – Oi? Koki? Tá aí? Vem cá, japonês.
Mas ninguém respondeu. Só um estrondo que o fez estremecer.
Paulo – Ai... O que foi isso? Mamãe... – Com medo.
Os barulhos não paravam e Paulo estava cada vez mais assustado.
Paulo – N-Não tem graça! Quem tá aí?
Ele sentou-se no sofá e colocou os pés pra cima dele. Não queria que nada puxasse seu pé.
Paulo — Cadê aquele projeto de japonês? — Tenta ligar pra Koki mas sem sucesso.
Até que ele escuta uma porta fechar com força e se arrepia todo.
Paulo — Eu, hein? O que tá acontecendo com a casa? E por que o Koki quis me encontrar aqui? Pra mim é furada!
A luz acendia e apagava.
Paulo — AI! MÃE! — Se toca do que faz. — Para com isso, Paulo! Parece uma menina! Eu não tenho medo mesmo! — Durão.
Vários insetos aparecem e sobem na sua perna.
Paulo — Ok, o que é isso? — Mais assustado.
As meninas riam baixinho com o desespero. Nem Marcelina se arrependia. Paulo merecia aquela lição.
Ele logo ficou no escuro e tudo ficou quieto. Mas ele se sentia num filme de terror.
Paulo — Não tem graça... Apareça quem for que seja! — Tremendo. — Se for um monstro, não me coma. O Jaime tem mais carne...
As meninas tinham pego um gravador que imitava som de monstro e colocaram pra tocar. Imagina o desespero do encrenqueiro que agora estava encrencado. Colocaram também uivos e outros sons.
Paulo — Mas o que eu fiz pra merecer isso? — Olha pros lados. — Eu vou é cair fora. O Koki que fale comigo na casa dele! — Vai saindo, mas é surpreendido por um lençol branco pequeno.
Paulo — AHHHHHH! POR FAVOR! NÃO ME LEVA! SOU JOVEM DEMAIS PRA MORRER! — Se esconde de joelhos atrás do sofá.
O "fantasminha" era sua irmãzinha, mas ele não sabia.
Paulo — Socorro! Agora não tem saída! — Tremendo. — Por favor! Prometo me comportar se não fizer nada comigo.
Fantasma (Marcelina) — Promete? — Imita voz assustadora.
Paulo — Prometo, prometo!
Fantasma — Hum... Vou te vigiar! Se fizer algo, vou puxar seu pé à noite!
Paulo — T-tá bom!
Fantasma — Tem mais! Vai ter que tratar sua irmã muito bem!
Paulo — V-Você conhece minha irmã?
Fantasma — Claro! Conheço todo mundo por aqui. Está avisado, Paulo Guerra. Eu vou te dar uma chance.
Paulo — Claro, sr. Fantasma. — Branco de medo.
Fantasma — Pode me chamar... de mana! — Tira o lençol e começa a rir da cara dele.
Paulo — M-Marcelina? — Volta ao normal, mas ainda assustado. — Você era o fantasma?
Marcelina — Eu mesma, maninho. Você não é o único a fazer brincadeiras, sabia? Quis te dar uma lição. E as meninas me ajudaram.
Todas elas aparecem, rindo da cara de Paulo.
Alícia — Devia ter visto sua cara! — Rindo.
Bibi — Eu gravei tudo! — Mostra vídeo e ri.
Carmem — Pelo visto, você não é tão corajoso...
Alícia — Que nada, é um medroso! Tem medo de fantasmas!
Laura — É o que ganha por sempre assustar os outros!
Paulo — Eu sei que o que eu faço é errado, mas não é por mal. É só brincadeira!
Bibi — De mal gosto.
Paulo — Apesar dos plano de vocês ter dado certo, eu vou me vingar! — Bravo.
Marcelina — Vingança da vingança? Chega, né? Só foi pra dar um sustinho mesmo.
Até que nesse momento, uma pessoa de capa preta aparece por trás e pega Marcelina. É, isso não estava combinado.
Meninas — Marcelina!!
Marcelina — Meninas! Hgmmff!! — A pessoa tampa a boca dela.
Paulo — Ei! O que você quer com ela?
A pessoa não respondeu só iria levá-la embora. Marcelina se debatia mas não conseguia se desvencilhar da pessoa.
Laura — Paulo, vai salvar sua irmã!
Paulo — É mais um plano, eu sei.
Alícia — Juro que dessa vez não somos nós!
Carmem — Então... Aquela coisa é real? — Assustada.
Paulo — Eu vou salvar minha irmã! — Vai atrás da pessoa da capa.
Valéria — Acho que finalmente ele vai se importar com ela... Seja quem for aquela coisa.
Paulo — V... Você! É, você aí de capa! — A pessoa de capa para e olha pra ele, sem mostrar o rosto.
Paulo estava morrendo de medo (como sempre XD), mas mesmo assim, se arriscou pra salvar a irmã que no fundo se importava. Estava preocupado com o que pudesse acontecer com ela. E se não era obra das meninas, então era real? Marcelina estava mesmo em perigo?
Paulo — É surdo? Devolve minha irmã!
A pessoa de capa fez sinal para Paulo tentar e ele foi até ele(a) mas a pessoa era mais rápida. Marcelina estava com cara de cachorro que caiu da mudança olhando para o irmão. E isso fez Paulo, finalmente, ter remorso.
Paulo — Ahhh! Cadê você? — Procura.
Alícia — Tudo bem aí, Paulo?
Valéria — Ouvimos seu grito.
Paulo — Eu perdi ela pra sempre... — Paulo se ajoelhou. — Vocês tinham razão, eu tinha uma ótima irmã e sempre tratava mal e aprontava com ela. Ela era um saco, mas não posso viver sem ela. Eu amo ela, me importo com ela, mas isso é algo que estava bem no fundo de mim. Eu não cumpri o dever de irmão mais velho que é de protegê-la. — Deixa cair uma lágrima. — Sou um péssimo irmão.
As meninas abaixaram a cabeça.
Valéria — Você não era o que pode se chamar de irmão número 1 e tal...
Carmem — Mas a Marcelina gostava muito de você e sempre te defendia.
Alícia — Mesmo quando estava errado.
Bibi — Pra ela, você era o melhor brother do mundo!
Laura — E você não tem apenas lados ruins, ela nos contou isso.
Paulo — Isso é... sério?
Meninas — Seríssimo.
Paulo — Valeu, eu acho. Tenho que encontrá-la e me redimir com ela. Ainda dá tempo de ser legal, eu acho.
Alícia — Nunca é tarde demais.
Valéria — E pare de aprontar um pouco, por favor!
Paulo — Eu sempre achei que ela não faria falta... Mas faz tanta falta... Eu era filho único e desde que ela nasceu, recebeu bastante atenção. Acho que eu tinha ciúmes dela... — Confessa.
Carmem — Isso é normal. Mas não tenho ciúmes do Dudu.
Paulo — O que aconteceu com ela mexeu comigo. Estou realmente preocupado.
Laura — É porque se importa com ela.
Alícia — Ela é sua irmãzinha afinal.
Paulo — Eu não a odeio... Eu a amo... — Começa a chorar.
Nesse momento, a coisa de capa chegou com Marcelina e dessa vez, Paulo foi valente e o sentimento de irmandade falou mais forte e seu instinto protetor a tirou dos braços da tal coisa.
Paulo — Pirralha... — Abraça ela. — Você tá bem? Eu fiquei preocupado...
Marcelina — Paulo... — Retribui. — Estou sim.
Paulo — Eu te amo, sua pirralha... — Pega-a no colo.
Marcelina — Também te amo muito, mano...
Laura — Ai, tão sentimental!
As meninas aplaudem. Até a coisa aplaudiu.
Pessoa da capa — Parabéns, Paulo. Você mudou e passou no teste.
Paulo — Peraí... Que teste? E essa voz... — Reconhece a voz.
A pessoa tirou a capa e para a surpresa de todos... era MARIA JOAQUINA!
Meninas — MARIA JOAQUINA?!
Bibi — Majô?!
Paulo — Maria Chatonilda?!
MJ — Mais respeito, obrigada. — Mas ela estava rindo.
Valéria — Achei que tinha mais o que fazer e que nos ajudar não estava na sua agenda.
MJ — Estava desde o início. Mas eu quis fazer surpresa.
Valéria — Realmente estamos surpreendidas. Esse dia tá estranho. Marcelina queria se vingar do mano querido, Paulo com medo mas salva Marce e diz que a ama e a Maria Joaquina nos ajudou sem sabermos!
Alícia — Realmente, muitas informações...
Carmem — Dia histórico.
Bibi — Obrigada por nos ajudar, Maria Joaquina.
Valéria — É, obrigada. Pensamos mal de você.
MJ — Sem problemas, tô acostumada. — Ri. — E eu não podia deixar meus amigos pra trás, né?
Todos a abraçam.
Paulo — Vamos pra casa, mana?
Marcelina — Vamos, mano! — Ainda no colo de Paulo.
Valéria — Que bom que deu tudo certo...
Alícia — Mas será que o Paulo vai parar de aprontar?
Bibi — Pelo menos com a Marce acho que sim...
Laura — Espero que mude! Eles estão uns irmãos tão românticos...
Elas começam a rir e todos vão para suas casas.
Ao chegar em casa, Paulo surpreende tratando Marcelina bem e tambhém seus pais. Realmente, às vezes um sustinho não faz mal à ninguém!
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