Carrossel - Aventura Jovem
28 Capítulo 28 - Mais uma sabe da verdade.
Notas iniciais
Mais uma sabe da verdade.

– Cirilo On -
[Wpp On]
Eu: Quando vamos se ver ?
Majô: Quando quiser.
Eu: Agora ?
Majô: Pode vir.
[Wpp Of]
Saí de casa o mais rápido que podia, tinha ver a Maria Joaquina logo.
– Oi, pode entrar. A Maria Joaquina está no quarto. — Joana avisa.
– Obrigada, e licença. — Digo.
Subi as escadas, e percorri aqueles corredores luxuosos da família Medsen.
– Oi, Majô.
– Oi, Cirilo. — Ela diz largando seu celular.
– A Porta ?
– Feche. — Ela manda. — Pensou sobre ontem ?
– Preciso pensar ? Sou apaixonado por você dês de o 3º Ano. Ainda têm duvidas ?
– Não. Mas eu te tratava tão mal. Mas depois do 4º Ano isso mudou, e muito.
– Namora comigo ?
– Claro, claro! — Ela responde.
Maria Joaquina segue até à mim, e coloca seus braços em volta do meu pescoço. Coloquei as minhas mãos em sua cintura, e iniciamos um beijo super calmo, por início.
– Eu te amo. — Ela diz.
– E Eu te amo mais ainda. Mas tipo, você vai contar ?
– Claro! Eu te amo. E me perdoe por tudo que falava pra você.
– Já passou.
– Cirilo Of -
– Alícia On -
[Wpp On]
Eu: Alguém ai ?
Paulo: Não.
Eu: Ah, mas ainda são 8:00.
Paulo: Vem me ver ?
Eu: Claro. Já estou à caminho.
[Wpp Of]
Larguei meu celular de lado, e vesti uma calça jeans, que obtinha uns rasgos, mas é o enfeite. Também vesti um moletom cinza que tinha a seguinte frase: " Fuck yor opinion. "
Pedi permissão para meus pais, que claro, deixaram. Peguei um táxi e segui até o hospital. Andei apressadamente pelos corredores que como já disse, eram compridos e estreitos.
– Oi, gato. — Digo ao entrar no quarto.
– Oi, gata. — Ele sorri.
– Está melhor ?
– Sei lá. Não posso me mover, então não sei o fato das dores.
– Paulo Guerra. — O Doutor entra no local. — Terá de ficar aqui durante uma semana.
– O QUE ? Uma semana ? — Paulo indignado.
– Infelizmente, sim.
– Não tem como sair antes ? — Pergunto.
– Não. Esse é mais o menos o tanto de dias necessários. As vezes precisará de mais. — Ele explica.
– Tenta ir rápido, não aguento mais. — Meu namorado.
– Vamos fazer o possível e o impossível. — Ele diz se retirando.
– Que saco, ficar aqui olhando paredes todos os dias. — Ele reclama.
– Venho te ver todos os dias.
– Promete ?
– Prometo.
– E o meu beijo ? — Ele faz biquinho.
– É Arriscado. E se o médico entrar de novo ?
– Por favor.
– Não resisto, a essa cara fofa. — Falo enquanto me aproximo, e lhe dou um beijo.
– Alícia Of -
– Mário On -
– Não quer ir agora, mãe ? — Marcelina.
– Filha, daqui uma hora nós vamos. — Ela diz.
– Ok, vamos Mário.
Saímos do apartamento dos Guerra, e fomos para o hospital. Andamos até o quarto que se encontrava, Paulo.
Quando chegamos no local, se deparamos com quem ? Alícia. Fazendo o que ? Beijando meu melhor amigo.
– Ui, ui. Que amor. — Marcelina zomba do irmão e Alícia.
– Não é o que está pensando. — Paulo.
– E o que estamos pensando ? — Pergunto zombando também.
– Que estamos namorando. — Ele responde.
– Eu sei que estão. — Digo.
– Paulo, eles já sabem.
– ALÍCIA! Você prometeu.
– Mas eles três ficavam me pressionando.
– TRÊS ? Quem é o terceiro ?
– O Jorge.
– Ah, claro. Seu outro melhor amigo. — Ele diz enciumado.
– Ai, Paulo. Larga de ser trouxa. A Alícia ama você, e o Jorge namora. — Respondo rindo.
– Mário Of -
– Jorge On -
– Oi, lindinha.
– Oi, lindinho. — Cleme ao abrir a porta de sua casa.
– Tudo bem, princesa ? — Pergunto enquanto entro.
– Claro, e com você ?
– Também.
– Viu, o que aconteceu com o Paulo ?
– Vi, fui lá vê-lo. Mas acabei nem entrando.
– Ué, por que ?
– Marce, Mário e Alícia precisavam falar comigo.
– Sobre ?
– Essa semana você vai saber.
– Tudo bem... Então, você vai ir visitar o Paulo ?
– Quer ir ?
– Vamos ?
– Sim.
– Jorge Of -
– Clementina On -
Troquei de roupa, e em seguida, fomos ao hospital visitar o Paulo. Quando chegamos no quarto, ele estava com visitas: Marce, Mário e Alícia.
– Oi gente. — Digo. — E Ai Paulo melhorou ?
– Oi casal. — Os três.
– É, Sei lá... — Ele diz desanimado.
– Mas você vai melhorar. — Jorge.
– Espero. — Ele diz.
– Fiquei sabendo de umas coisas, ai, em. — Jorge começa a zoar.
– Hum, não fala pra ninguém!
– Nem eu posso saber ? — Pergunto.
– Nã... — Alícia interrompe seu namorado.
– Sim.
– Alícia! — Ele reclama.
– Ai, uma a mais não dá nada, Paulo.
– Clementina, não fala pra ninguém, ok ? — Paulo.
– Ok. — Falo.
– Eles estão namorando faz uma semana e meia. ESCONDIDOS! — Meu namorado.
– Uau, e não contaram à ninguem ? — Pergunto surpresa.
– Era segredo. Iriamos contar Quarta. Mas pressionaram ela.
– Pra você ver, o que descobrimos. — Marce.
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