Notas iniciais
Bom, acho que já deu pra perceber que eu tenho fogo no coro,e não esperei nem uma semana para atualizar Capricorn. Tragico. JALSDJLKDDJAKÇLJDALKJÇLKSD Espero que gostem, we.

26 de Dezembro de 2002. Bossier City, Louisiana.

As horas passaram rapidamente desde a chegada de Erika até a casa de sua amiga. Já passava das 19 horas do dia seguinte.

-- Erika, acho melhor você ir para casa. Já está ficando escuro, e eu não quero que você vá sozinha.

-- Sim, Senhora Müller. Eu já vou mesmo. -- Erika levantou-se e deu um abraço na amiga

-- Até semana que vem, Alice.

-- Até, Erika. -- Falou Alice, entregando a mochila da amiga.

Alice levou Erika até a porta de casa. O irmão mais velho de Alice levaria Erika para casa.

-- Onde você mora?

-- Eu moro no centro, mas não precisa se preocupar comigo, eu vou sozinha.

-- mas sua mãe pediu para eu acompanha-la até a sua casa.

-- Eu já tenho 16 anos, acho que posso me virar, né.

-- Você quem sabe. -- ele deu um suspiro -- Bom, então até semana que vem.

-- Até.

Erika virou as costas para o irmão da amiga, e seguiu o caminho que sempre fez desde os 8 anos de idade. Ela sabia exatamente quanto tempo iria demorar para chegar em casa. Erika não andou mais de cinco quadras, até que o cheiro de sangue começasse novamente. Ele era tão forte, que Erika chegou a ter dor de cabeça. Seus olhos ardiam. Erika começou a cambalear, ela estava começando a ficar tonta. Não havia ninguem por perto para pedir ajuda. O irmão de Alice já estava fora de alcance. Erika tentou andar um pouco mais, mas não adiantou. Ela sentia pontadas fortes no coração, e o cheiro de sangue não queria cessar. Finalmente, Erika caiu no chão, ela temia por alguem aparecer de repente. Temia por acontecer o pior. Erika estava estirada no meio da rua, tudo estava calmo, e o cheiro de sangue passou. Seu coração batia aceleradamente, e sua respiração era fraca. Algumas gostas de chuva ousaram cair do céu, e uma fina camada de luz se formou sobre a garota de cabelos castanhos. Dois olhos a observavam profundamente. Eram os mesmos olhos do pesadelo no natal.

-- Que-quem é v-você? -- ela falou, quase sem ar.

-- Eu sou o seu anjo. -- os olhos sussuraram no ouvido da garota.

Ela respirou fundo, e soltou o ar lentamente. Automaticamente seus olhos começaram a pesar, devagar, eles foram se fechando, até que tudo ficou mais negro que uma noite de verão.

Notas finais
Enfim, aqui está o segundo capitulo. Ele tá BEM melhor do que o primeiro, diz ae. DJADLKDJÇLDKAJLKS Desculpa qualquer erro de português, eu escrevi esse cap de madrugada, dá um desconto né rs. Deixem reviews pelo amor de Deus. Amo vocês. s2s2