Notas iniciais
Ah pessoas, era pra ter postado ontem, mas o Nyah saiu do ar para manutenção no exato momento que enviei XD
Ai fui dormir né hehe

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Obrigada Pudim Sexy pela recomendação ♥

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Sem mais delongas...

Para minhas taradinhas de plantão... e taradinhos ♥

Boa leitura!

Willian

Lancey sobe com alguma comida para Nora. Eu os deixo a sós e desço.

Megan e Kall desceram colchões e decidiram ficar na sala com os outros. Estão todos assustados. Eu fiquei de fora do revesamento para ficar de guarda por hoje. Acredito que pelos ânimos, não era necessário fazer algo assim, ninguém parece capaz de dormir hoje. Kall e Steve cobrem as paredes de vidro com panos mais escuros que a cortina e Megan arruma comida numa mesa que veio de outro cômodo.

Gideon está limpando suas armas. Ele tem duas, me entrega uma discretamente. Fora nós dois, a outra pessoa do grupo que sabe atirar é Megan, mas ela anda com sua própria arma desde os tempos da faculdade.

– Use com sabedoria. — Gideon acrescenta.

Não longe de nós, George, Mason e Steve discutem teorias sobre o que foi que atacou Nora no pier.

Pego minha maleta, que ficou no chão da cozinha e subo. Passou quase meia hora desde que desci. Eu vou direto para o quarto de Nora. Lancey está sentado na cama com Nora abraçada a sua cintura. A cena causa uma sensação estranha, mas não é da minha conta.

– Hey. — Lancey me nota. Ele acaricia o cabelo da Jovem e beija sua testa. Não parece muito pronto a deixar o quarto. O gato se encontra entre os dois, ele até se esfrega em Lancey. Talvez isso conte algum ponto a seu favor, com Nora. Mas essa é uma coisa que deixo passar de bom grado, é um bicho realmente assustador, especialmente agora depois de ver o que vi. Parece até que ele é uma extensão da "criatura".

Me ajeito na poltrona em frente a cama e enfio a arma na bolsa sem que algum deles perceba. Começo a revisar minhas anotações. Não que eu estivesse realmente interessado em ler. Na verdade, passei grande parte do tempo apenas fingindo ler e prestando atenção a tudo que eles falavam.

Não vai acontecer de novo. Você é diferente agora.– Lancey diz a ela em sussurros, mas eu posso ouvir, claramente, cada palavra.

Vê-la tão frágil dessa forma, era algo que eu nunca imaginei quando a ajudava com suas coisas em seu apartamento. Tão cheia de si. Tão independente. Era como olhar para outra pessoa. Uma criança assustada. Me pergunto o que as palavras de Lancey poderiam significar.

– Preciso falar com George. — Lancey me avisa.

– Fico com ela agora. — Digo a ele.

– Volto depois.

Concordo para evitar discussão, mas não pretendo sair daqui tão cedo. Pensei em deixar Megan com Nora, mas não sei se ter as duas juntas seja algo bom. Talvez apenas facilite a ação do que as persegue. Isso se de fato persegue a elas. Até o presente momento não havia acontecido nada a Megan, mas isso pode ser por ela estar acompanhada pelo marido o tempo todo.

Lancey sai do quarto. Espero até ouvir seus passos descendo a escada. Saio do quarto e vou até o meu, pego a mala e levo pro quarto de Nora.

– Podemos ficar com os outros, lá em baixo, se você preferir.

Ela nega. Está pálida, enrolada em cobertas.

– Você tomou banho?

Ela nega de novo. Tenho medo que ela tenha sido mais afetada do que eu imaginei.

Me sento na cama, perto dela.

– Você está bem, Nora?

Ela me encara, então nega. Seus olhos se enchem de lágrimas e ela vem pro meu colo e enrosca os braços ao meu redor. Nem parece aquela garota difícil de antes. Ela está assustada, com medo.

O que era aquilo? – Finalmente escuto sua voz e posso relaxar.

– Eu não sei, Nora. — Beijo sua testa e a aperto ao meu peito. — Mas você não pode mais ficar sozinha, ok? Seja o que for, não é natural. Acredito que aquilo pode assumir a forma de outra pessoa.

Seu choro fica mais forte.

– Eu não quero morrer assim, Willian.

– Você não vai morrer, ninguém vai, ok?

Sardinha começa a miar. Ele está na cômoda, olhando para fora da janela. Bate a pata no vidro, me irritando.

– Vamos. — Eu a ergo no colo e a levo pro banheiro, a coloco sentada na tampa do vaso. Há uma banheira, tampo o fundo e ligo a água quente.

– Há duas maneiras de fazermos isso. — Eu digo. Me ajoelho a sua frente e coloco sua perna machucada em meu joelho. — Posso te colocar na banheira com a perna pra fora, sem molhar. Ou, tiramos o curativo e a faixa e refaço depois.

– Eu... posso tomar banho sozinha...

– Está tremendo. Não acho que possa fazer muita coisa agora.

Ela não responde, mas acho melhor lavar essa perna de uma vez. Desfaço a faixa em seu pé antes que ela possa escolher uma de minhas opções. Ela geme de dor quando seguro seu pé. Depois tiro o curativo do joelho. Desligo a banheira e tiro a saída de praia branca de seu corpo. Ela me olha constrangida. A pego no colo e coloco de biquíni dentro da banheira.

– Ai ai ai, — Ela afunda as unhas no meu braço quando a perna machucada entra em contato com a água. Ela finalmente se aquieta e respira fundo. Pelo seu rosto, deve estar sentindo muita dor. Me ajoelho ao lado da banheira e deslizo a mão para dentro da água. Alcanço a parte interna de sua coxa e a forço para cima, deixo minha mão escorregar lentamente pela sua pele até o pé, então o ergo e apoio na beira da banheira.

Alcanço uma esponja e sabonete, depois passo devagar sobre o joelho. Ela fecha os olhos e segura com força nas bordas da banheira.

– Estamos quase lá. — Eu digo. Preciso a distrair para que sinta menos dor. — Sabe, hoje de tarde... eu não disse aquilo, sobre recobrar a consciência, por sua causa. Não tinha nada haver com você, ok?

Ela está me olhando agora.

– Você se arrependeu, certo?

Sorrio e sinto as minhas bochechas esquentarem. Reagindo como um adolescente de novo.

– Se tivesse me arrependido, não teria a beijado a pouco e certamente não estaria aqui agora.

Ela torce o lábio em um pequeno sorriso. Jogo água sobre sua perna e ela contorce o rosto.

– Acabei aqui. Agora é com você. — Entrego a esponja a ela. — Vou estar no quarto se precisar. — Ela concorda e eu saio do banheiro. Deixo a porta aberta.

Sardinha continua batendo no vidro e miando. Me aproximo e olho para fora. Não há nada além de escuridão.

Gatinho pirado.

Me estico mais sobre a cômoda, para observar mais terreno do lado de fora. Nada.

– Acabei. — Nora anuncia.

Tiro o gato da cômoda e fecho a cortina.

O deixo no chão, ele vai para baixo da cama.

Pego toalhas no armário. A água ainda cobre seu corpo. Deslizo a mão para dentro da banheiro, para soltar a tampa do ralo.

Nora solta um fraco gemido e cora quando a toco... sem querer.

Quero tocá-la de novo, mas ela teve um dia do cão. Está fragilizada e com dor. Isso seria mais como me aproveitar. Mas, porra, ela me olha tão profundamente. Eu puxo a tampa do ralo, mas empurro minha mão para o meio de suas pernas novamente. O tecido do biquíni torna o deslizar mais suave.

Foda-se tudo.

Tiro a mão da banheira e deixo a tampa do ralo de lado. Me inclino sobre ela e cubro sua boca com a minha, minha mão volta para o centro de suas pernas e ela arqueia o corpo quando deslizo as dedos para dentro do biquíni e a massageio. Eu quis fazer isso o dia todo. E bem, na situação que estamos, essa pode ser a ultima chance de tocá-la.

Sua boca se abre de bom grado para minha língua penetra-la e encontrar a dela. Nora é... doce. Isso é possível? Senti isso mais cedo, mas nada como agora. Tudo parecia intenso demais, gostoso demais. Seu cheiro, seu sabor. Tudo sobre ela me levava ao limite.

Escorrego um dedo para dentro de seu centro, ela geme em minha boca. A água já desceu pelo ralo, agora posso ver perfeitamente seu corpo. Afasto minha boca da sua.

Observo sua tatuagem que me fascina. Ela passa por baixo do pano do biquíni. Tiro meus dedos de dentro de sua calcinha, e de dentro dela, e afasto o tecido. Posso ver claramente a alga que desce pelo seu sexo e saí pela lateral de sua coxa.

– Isso deve ter doído o inferno...

Coloco meu dedo sobre a tatuagem, desde a coxa, e subo o desenho. Ele passa pela calcinha, depois sobe pela barriga, rodeia suas costas para sair na costela e se perder na parte de cima do tecido do biquíni. Na área da costela, sinto um relevo. é uma cicatriz escondida pelo desenho. Afasto o tecido da parte de cima do biquíni, desnudando um dos seios. A tatuagem para exatamente a baixo do seio direito. Desço minha boca até o mamilo duro e o sugo. Depois me afasto para olhar a mulher bonita a minha frente.

Linda...

Ela sorri fracamente. Me sinto um tarado agora. Ela está visivelmente exausta e em choque, precisando dormir para se recuperar e tudo que consigo pensar é em tocá-la.

O barulho de vidro se estilhaçando e o miado de Sardinha nos tira do transe, ela deixa a perna cair pesadamente para dentro da banheira , assustada, e urra de dor.

Eu jogo a toalha sobre ela e saio do banheiro esperando encontrar a criatura de antes no quarto. Há apenas um copo estilhaçado do chão e o gato maldito em cima da cômoda, de novo. Ele me encara com os olhos laranjados e mia.

Seu desgraçado. — Digo a ele e corro pro banheiro. — Seu gato quebrou um copo.

A tiro da banheira. Ela tem os olhos cheio de lágrimas agora. Meu coração se parte em saber que ela sente dor. E meu pênis formiga para entrar nela. Sentimentos tão distintos que me deixam perturbado.

A deposito na cama com cuidado.

Já vai passar. Abraço ela e tento a acalmá-la acariciando seu rosto.

Ela leva a toalha a boca e morde. As lágrimas caem.

Quero ajudar, quero que sua dor passe e ela se sinta melhor, mas não tenho o que fazer. Apenas seguro sua mão e espero que sua dor diminua. Quando finalmente fica tolerável, ela solta a toalha e enxuga os olhos com as costas da mão. Com a segunda toalha eu a enxugo. Dessa vez nada de sexual vem a tona, só quero que ela possa descansar o quanto antes.

Uma batida na porta.

– Está tudo bem? — É a voz de Gideon.

– Foi só o gato. — Digo alto.

– Porra cara, Isso me assustou.

A nós também, merda!

A deixo por um momento para destrancar a porta e encontrar Lancey e Gideon. Eu não abro a porta, não quero que eles a vejam na situação atual.

– Ela está bem, está deitada.

Gideon concorda e pega o corredor, seguindo para as escadas. Lancey fica um minuto mais me encarando, então acena e segue Gideon.

Volto para a cama e enrolo a toalha sobre os ombros dela. Recolho os cacos do chão, jogo no lixo do banheiro e pego as faixas.

Vou para a mala mais próxima e tiro uma camisa minha. Ela ficará mais confortável com ela. Eu a ajudo a sentar, deixo as faixas na cama, e viro de costas, para lhe dar alguma privacidade ao se trocar. Quando a peça de cima é jogada perto do meu pé, dou uma espiada em seu corpo. Ela está distraída e não percebe meus olhos pousados nela.

Seus seios são ainda melhores do que imaginei. Grandes, firmes. Fecho os olhos, respiro fundo. Então volto a abri-los e ela esta me olhando.

– Desculpe. — Me viro de costas de novo. A calcinha voa para perto da outra peça. A vontade de olhar é imensa.

– Você pode alcançar minha mala? — Sua voz é fraca, o dia foi péssimo e eu aqui pensando em como entrar dentro dela. Me sinto culpado.

Pego a mala e levo até ela. A coberta tampa o que, mesmo com culpa, quero ver. Minha camisa ficou bem nela, quase um vestido.

Ela tira um biquíni branco na mala. Deixa a parte de cima sobre o criado mudo e depois me olha humorada, abre um sorriso.

– Você pode virar? — Ela me pergunta.

– E se eu não puder? — Que diabos acontece comigo? Acabei de me sentir culpado por tocá-la em meio a toda essa situação e agora quero botar as mãos nela de novo. Estou no meu limite. Nunca mais viajarei na seca.

Ela suspira e descobre as pernas e algo mais. Faz um laço de um lado da calcinha de amarrar e passa pela perna boa. Ao levantar a perna me deixa ter uma visão completa do que eu quero experimentar. Depois se ergue com cuidado para passar os fios para o outro lado. Ela dá um laço e encosta na cama, relaxando por fim.

Vou... descer. Pedirei para alguém ficar com você. — Foi uma péssima ideia ficar aqui com ela. Adrenalina a mil, mais Nora seminua e, pra completar, a com visão de sua vagina molhada me esperando, isso não está ajudando no meu alto controle.

Fica...– Ela pede. Por algum motivo, parece ainda mais sexy agora. O cabelo semi molhado caí ondulado em seu ombro. Seus olhos verdes têm aquele brilho travesso e os lábios... esses lábios são um pecado.

Caramba!

Preciso enrolar a faixa em seu pé e refazer o curativo em seu joelho, mas respiro com dificuldade. Estou prestes a entrar em ebulição. Meu pau está latejando, quase doendo.

Respiro devagar, conto as tragadas de ar para me acalmar, mas nada adianta. Então apenas entro no banheiro. Abro o box e ligo o chuveiro na água gelada, depois entro de roupa mesmo. A água vai acalmando meu corpo, acertando meu juízo no lugar. Me dispo e tomo meu banho, fico mais tempo que o necessário. Pego uma toalha no armário e me seco, depois enrolo na cintura e saio do banheiro.

Esses dias que estão por vir serão um verdadeiro teste para meus limites. Quando amanhecer, me encarregarei de ficarmos todos juntos na sala. Não é seguro ficar sozinho com ela e com outro cara é que não a deixarei. Tenho certeza que não sou o único afetado.

Nora me lembra das antigas histórias. Histórias sobre homens que eram encantados pelas sereias e afogados no mar.

Encantado eu já estou, agora vem o lento afogamento.

Notas finais
E aí, o que acharam?
Pessoal pediu hentai, mas eles só se conhecem por 2 dias...
Então se contentem com isso XD

Bj bjs ♥