Notas iniciais
Poeminha escrito num momento de solidão...

Canto profano

Como um canteiro de flores sem vida

Ou como rosas secas, partidas

Perco também o meu frescor

E sei que vou morrer.

Não tarda a morte a buscar me

Nem as dores do mundo a açoitar me,

Fiéis companheiras infiéis

Que há muito me acolhem.

Sinto me vazia na plenitude

E a pecadora num antro de virtude

Sempre o ser diferente, chorosa e demente

Que com anjos precisa viver.

Faça Morte sagrada,

Santa pelos insanos adorada,

Que eu não fique nesse mundo

Que eu seja devorada pelo abismo dos abismos.

sssss

Notas finais
Que tal?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!