Can you love me again? S/K

1 Steferine - Capítulo um 1/1 - Narrado por Stefan


Notas iniciais
Heyyyyyy pipousss! Se estiverem lendo isso desejo q tenham uma boa leitura! As falas não são identicas a do 5x10, mudei algumas coisas, mas mesmo assim, espero q adoremmm!!

Item A — Eu havia transado com a minha antiga paixão: Katherine Pierce.

Item B — Ela estava nesse momento dormindo na minha cama.

Item C — Por que eu fiz isso?

Olhando-a ali, com as mãos entre o travesseiro e com o corpo metade coberto pelo fino lençol branco, com as costas nus, eu até poderia dizer que não estava preocupada com a própria morte. Tão serena, tão calma e tranquila. Ninguém imaginaria o quão má essa diaba pode ser. Um rosto delicado envolto em cabelos ondulados e escuros, um corpo de boneca, e a personalidade do próprio Lúcifer. Essas características se encaixavam em Katherine perfeitamente. Como as aparências enganam, não? Eu posso até me recordar do dia em que a conheci, parecia um anjo, mas na verdade, não era nada disso.

– Sou Katherine Pierce, você deve ser o belo Stefan. — sorriu a bela garota a minha frente. Eu poderia dizer que ela era uma princesa. Bonita, elegante, simpática. — Ou deveria lhe chamar de Senhor Salvatore? — piscou, mostrando os brancos dentes e alinhados em um sorriso de causar inveja.

– Somente Stefan, Senhorita Pierce. — peguei sua mão, senti algo percorrendo meu corpo, uma corrente elétrica. Dei um leve beijo por cima de suas luvas brancas e finas.

– Por favor, somente Katherine. — fez uma reverência. Naquele exato momento, eu podia jurar que já estava apaixonado.

*******

– Deveria correr mais, Salvatore! — berrou Katherine chegando á estátua de anjo que tinhamos no nosso jardim. Ela bateu a mão e se virou, sorrindo alegremente. — Há, ganhei!

– Pura sorte! — falei tentando recuperar o fôlego, enquanto ela, nem soada estava. — Na próxima eu juro que ganho. — falei ofegante.

– Hm, acontece Stefan... — ela passou o fino dedo indicador por meu peitoral, e deu uma volta em torno de mim. — Na próxima vez eu não vou querer corrida. — olhou bem em meus olhos, me deixando desnorteado. Os olhos de Katherine eram avelãs, eram amendoados. Eram doces, eram frágeis. Eram fortes, eram determinados. Eram impossíveis de decifrar, assim como a própria.

– Então do que gostaria de brincar da próxima vez? — perguntei, ainda não tirando o sorriso bobo dos lábios que sempre ficavam quando a via.

– Nós podemos brincar de esconde-esconde.

– Você é boa demais nisso. — falei a encarando e fingindo emburramento como uma criança. — Eu ainda não sei como consegue subir tão alto em árvores com esses vestidos longos que usa.

– E gostaria que eu me vestisse com o que? Apenas meias? — disse ela gargalhando.

– Nã...Na verd... — gaguejei e Katherine colocou o dedo em meus lábios. Fechei os olhos, me concentrei em sua pele fria como o inverno. Eu podia sentir seu cheiro, e aquilo por si só, me causava borboletas no estômago.

– Ou... — começou ela. — Nós podemos ir no lago. — Só de imaginar ela mostrando suas pernas, que fossem os tornozelos, que fossem os ombros, ou até mesmo o colo, já era uma tentação pra mim.

E ali foi que eu percebi: Katherine Pierce havia ganho meu coração.

O que eu realmente sentia?

Nem eu mesmo sabia dizer.

Olhei no relógio, estava marcando quatro horas da madrugava. Eu não dormia, minha cabeça não parou nem um segundo de pensar, e me deixou descansar.

E isso era frustrante.

Cansado demais pra ficar acordado, atordoado demais pra dormir. Esse era meu estado de agora.

Me deitei na cama com cuidado para não acorda-la, e puxei meu cobertor. Eu teria uma longa noite pela frente.

*****

As vezes sentia Katherine me abraçar, mas depois parecia que ela percebia o que estava fazendo, e voltava pro canto direito da cama, como uma garotinha com medo de demonstrar seus sentimentos. Fui devagar, rastejando pela cama, e a abracei pela cintura. Pude sentir suas quentes mãos, mãos humanas, ficarem sob as minhas. Eu sentia sua veia pulsar a cada segundo, sentia seu coração bater, sentia sua respiração falhar devido ao envelhecimento da cura. Aquilo me doía, porque, por mais que ela já tenha feito coisas ruins, eu não gostaria de que ela morresse. Eu nunca desejaria isso a Katherine.

Know I’ve done wrong

Left your heart torn

Is that what devils do?

Took you so long

Where only fools gone

I shook the angel in you

Now I’m rising from the crowd

Rising up to you

Feel with all the strength I found

There's nothing I can’t do

Senti suas delicadas mãos segurarem o meu braço assim que amanheceu. Pela primeira vez em muito tempo, acordei sorrindo.

Quando me virei para vê-la, senti seu coração pulsar mais forte, e vi que ela estava coberta até a cabeça pelo lençol.

– Onde você vai? — perguntei pra ela que estava de costas e embrulhada na coberta.

– Lugar nenhum, volte a dormir. — disse toda atrapalhada. Andou alguns passos e tropeçou.

– Onde você está indo?

– Stefan, volte pra cama, volte pra cama. — sua voz soava engraçada e ao mesmo tempo se preocupava com algo. Katherine andou um pouco e bateu na porta. Tive que conter o riso.

E não vi ela o resto do dia.

Passei o dia atrás de Elena, que estava com Augustine. Quando a achei, tirei-a de lá, e a abracei. Por incrível que pareça, não foi algo como era antes. Então, eu deveria voltar e pensar o que eu sentia? Ou melhor, por quem.

I need to know now

Know now

Can you love me again?

I need to know now

Know now

Can you love me again?

Quando cheguei na pensão Salvatore já escurecia. O sol já havia saído algum tempo do céu, e dava espaço pra lua cheia. Fiquei ali fora, pensando, pensando o que eu sentia, porque sentia. Mas nenhuma resposta me veio á cabeça.

– Katherine? — ela se olhava no espelho, de um lado pro outro. Estava de roupa preta, e na cabeça, usava uma boina. Tipo aquelas de vovó. Mas mesmo assim, ainda estava linda.

– Stefan... Hm, oi! — disse se assustando. Sorri.

– O que estava fazendo? — perguntei curioso.

– Nada de mais...

– Você não me engana, Katherine. — falei me aproximando dela, pegando em seu queixo e a fazendo olhar-me. — O que foi? — ela se forçou a olhar pro chão, pude ouvir uma lágrima, apenas uma, caindo no mesmo, e fazendo um barulho mínimo.

– Eu estou morrendo, Stefan! — disse suplicando, olhando dentro de meus olhos. — Estou morrendo, e não quero ter que te deixar. Estou morrendo, e não posso fazer nada. — seus olhos amendoados estavam tristes, cheios de lágrimas se formando. Lágrimas humanas, lágrimas que a Katherine Pierce de antes não deixaria cair. Ela olhou pra cima, tentando conter a cachoeira de água salgada que ameaça sair de seus olhos.

– Eu sinto muito... — eu não tinha o que dizer. Eu também não sabia como cura-la. Realmente aquilo era dolorido pra ambos nós.

– Sente muito? — ela riu, irônica. — Sente muito porque não sou sua Elena? — disse entre dentes, ameaçadora mesmo sem sua imortalidade. Eu fiquei cabisbaixo. Meu sentimento por Elena não era mais tão forte, mas eu sabia que ainda sentia algo por Katherine. E se eu não sentia, era fácil fazer isso acontecer, reacender uma chama antiga. — Você nunca vai olhar pra mim como olha pra ela, não é? — perguntou, agora nem se importando mais em conter as lágrimas ou não. Eu a fitei. Vi dor. Eu sentia dor. Sentia amor.

– Não. — disse por fim. Katherine bateu no meu peito de leve.

– Boa noite, Stefan. — disse dando alguns passos pra sair. Fazendo pequenos estrondos com seus saltos. Segurei seu braço.

I need to know now

Know now

Can you love me again?

I need to know now

Know now

Can you love me again?

Can you love me again?

– Hey — chamei. Mas ela não saiu de onde estava.

– O que? — disse fria, ainda com a voz chorosa. Aquilo estava doendo em mim. E eu por mais teimoso que fosse, sabia o quanto amava Katherine, apesar de tudo, apesar dos pesares.

– Katherine... — entrelacei sua mão na minha. Se eu tivesse um coração que batesse, ele estaria mais eufórico.

– O que é? — ela disse de novo, agora mais calma.

– Eu amo você. — puxei Katherine junto a mim, colocando minha mão em seu rosto vi sua face surpresa. Sorri. colei seu corpo no meu, adorando a sensação de enfim poder me libertar. Lhe dei um beijo demonstrando todo o meu sentimento que guardei desde 1864.

Katherine me fazia feliz, e eu lhe fazia feliz. O resto que se foda.

Tirei a blusa dela com calma e ela desabotoava a minha do mesmo modo. Tirou as calças e eu as minhas. Pude ver ela só de langerie, como havia visto no dia anterior, e eu nunca me cansaria daquilo.

t’s unforgivable,

I stole and burnt your soul

Is that what demons do? (hey)

They rule the worst in me

Destroy everything,

They blame on angels like you (hey)

Now I’m rising from the crowd

Rising up to you

Feel with all the strength I found

There's nothing I can’t do

Massageei seu seio ainda por cima da renda fina e preta de seu sutiã. Ela segurava meus cabelos com força, como se pra manter o contato com ela. Beijei seus lábios com fervor enquanto passava meu dedo polegar perto de seu clitóris. Eu já podia sentir ela úmida. Katherine mordeu meu ombro levemente e cuidadosamente me fez ficar em baixo dela na cama.

Ela destribuiu beijos molhados pelo meu peito nu e apertou devagar meu membro duro feito pedra. Gemi seu nome, pude vê-la sorrir docemente. Peguei ela pelos cabelos e a puxei de novo pra minha boca, abri seu sutiã e desci os beijos pelo seu corpo até chegar nos seios, onde suguei. Katherine entrelaçava sua perna no meu corpo e me puxava pra baixo, deixando nossas intimidades se roçarem. Aquilo foi demais pra mim... Tirei com um rasgo sua calcinha.

– Estou em desvantagem? — perguntou divertida.

– Parece que sim. — mordi sua orelha, ela soltou um riso agudo.

– Então vamos resolver isso! — começou a tocar seus pés no meu membro e fazia circulos com os mesmos. Eu já não aguentava estar tão duro pra ela.

Com destreza, tirou minha cueca com os pés.

Apertei sua fina cintura, pressionei minha intimidade com a sua, a fazendo soltar um suspiro. Encostei ela na parede com a velocidade vampiresca e beijei seus braços, peitos e ombros enquanto ela arfava. Deus, o que essa mulher tinha pra me fazer se importar mesmo depois de tantos anos de sofrimento?

*****

Ficamos a noite toda conversando sobre bobagens, sobre a vida dela, e a minha. Ela não contava tudo a mim, mas bem, eu entendia.

Eu estava disposto a fazer de tudo pra salvar Katherine da morte. Tudo.

Eu havia amado Elena sim. Mas não por ser ela mesma, e sim, por "ser" Katherine.

Notas finais
Comentários??? obgg amores!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!