Can Count On Me
4 Oque eu faço agora?
Notas iniciais
Pov Austin
Acordei, me vesti e fui para tipo um refeitório, onde nós (sim, haviam muito mais pessoas) comiamos, não queria ver a Ally, não queria que ela me visse...
– Oi! — uma menina morena que também segurava uma bandeja e esperava sua vez atrás de mim.
– Err, Oi.
– ela sorriu — É seu primeiro dia aqui?
– Segundo.
– Ahh, meu nome é Kira, e o seu?
– Austin.
– Prazer — ela me estendeu a mão e eu a apertei.
A Kira era uma morena estonteante e divertida, sentamos juntos no café da manha e conversamos sobre assuntos diversos. Até que saindo dali, a Ally esbarrou em mim, ela não olhou nos meus olhos, mas, deixou cair um papel que quando fui entregar para ela, ela já havia sumido na multidão. Abri o papel e estava escrito:
Oi, preciso falar com você, me encontra no 4º andar, diz que eu te chamei,
depois procura o quarto 14c eu vou estar te esperando, quais quer horario entre 16:00 e as 22:00.
Ally.
...........<>..........
Eram 20:00, e eu não aguentava mais, então fui para o 4º andar, meu quarto era no 2º, no 3º adivinha quem esbarrou em mim....... a Kira.
– Ah, oi Austin – ela estava de camisola e nao consegui deixar de olhar para as pernas.....e quadris e cintura.
– Oi.
– Oque você esta fazendo?
– Ahh, preciso resolver um negócio no 4º andar.
– Ah ok, te vejo depois tchau.
Ela saiu andando na direção contrária a minha e eu tive que me virar para dar mais uma olhadinha nela, desculpa não resisti, depois subi para o 4º, e assim como a Ally havia explicado, um homem me barrou.
– Quem é você?
– Austin, a Ally me chamou.
Ele cochichou alguma coisa no radinho em seu ombro e depois me deixou passar. 14c, 14c, 14c, finalmente encontrei, bati na porta e ela abriu, ela estava linda com uma camisola que ia até um pouco acima dos joelhos, perfeita de mais.
– Oi! — ela disse ao me ver.
Pov Ally
Abri a porta e era o Austin!
– Oi! — eu disse, ele me olhou de um jeito que me fez corar.
– Oi!, você me chamou?
– Sim, senta- disse indicando o lugar ao lado na minha cama.
– Sou todo ouvidos.
– E-eu queria saber s-se v-você sente éh.....algo por mim?
– Sim — ele corou na hora, e olhava para os pés.
– Eu, eu também — ele olhou para mim confuso e eu sorri.
– E agora?
– Eu não sei.
Ficamos em silencio e ele foi embora, claro que antes ele me abraçou.
Pov Austin
Ela me ama, e eu a amo. Preciso ver ela de novo.
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