Campeões de Hera 2.0
1 Capítulo 2
Depois da visita de Hera no acampamento Quíron mandou todos os campistas a seus respectivos chalés, Guilherme o sátiro, me acompanhou ate meu chalé, ele me disse que sairia em missão, estavam recebendo mensagens dizendo que talvez achassem uma semideusa na Califórnia, uma menina.
Eu me despedi dele, ele era bem melancólico quando queria no final ele me disse que talvez para mi não morrer enquanto ele estava fora. Ele viu tudo àquilo na rodoviária, minha mãe dizendo que era pra mim se concentrar em uma nova família, criar uma nova família, desde então ele meio que se sentia responsável por mim, ele tirou uma mochila de suas costas, eu já tinha visto aquela mochila uma vez, minha mãe me dera no dia de sua morte, mais o que estava fazendo com Guilherme?
Ele me entregou e disse que no dia que cheguei no acampamento, ele do roubou do meu chalé. Disse que eu não estava pronto pra saber de tudo, se passara cinco anos desde tudo aquilo, e agora eu estava pronto.
De certa forma eu sabia que ele esta certo, eu não estava pronto. Dei um abraço nele de gratidão, aquele sátiro era maluco. Ele virou as costas entrei no chalé 3 e sentei-me em minha cama, respirei fundo, abria a mochila.
Dentro tinha um envelope, um saco de dracmas, uma garrafa com néctar.
Abri a carta.
‘’Filho sabe que agora está pronto, seu pai é um deus, o deus do mar,... ’’
E por ai vai, ela me contou como ele se conheceram, ela contou do desejo que fez.
Bom dentro tinha fotos nossas de nossa família, não agüentei, cai no choro.
Depois de alguns minutos ouvi a porta do chalé bater ‘’toc-toc’’
— Pode entrar.
Era Isabella a líder do chalé 11, chalé de Hermes. Ela percebeu que eu estava chorando e então saiu em disparada pelo chalé, derrubando alguns artefatos, medalhas troféus e o tridente de ferro estigío que ganhei de presente do Finn Ramel filho de Hades. Eu me permiti um sorriso, porque não estava triste de verdade, apenas sentia uma saudade.
Ela sentou ao meu lado e balbuciou algumas palavras, e olhou direto para as fotos e então depois me deu um abraço e disse:
— Não fique assim! Eles devem estar no Elísio agora.
Ela tinha razão, eles deviam estar em um lugar bem melhor. Nós ficamos lá um tempo sentados conversando, até que ela se levantou e foi embora logo depois de ouvir um estrondo em seu chalé.
Eu á acompanhei ate o chalé estava um cheiro de queimado horrível, ela me deu tchau e correu pra dentro.
Voltei ao meu chalé, deitei-me na cama , sempre tive problemas pra dormir, mais aquele dia dormi como uma vitima da medusa, ou seja, como uma pedra. (Piadinha retirada de o filho de netuno).
No outro dia acordei bem cedo, Maria filha de Atena batia na porta, ela sempre me acompanhava ate o café da manha.
Depois seguíamos pra aula de arco e flecha com Quíron, a maioria das atividades eu fazia com Isabella e Maria, nós fazíamos tudo praticamente juntos. Hermes, Atena e Poseidon três deuses completamente, tinha a impressão que isso era uma bomba relógio.
Abri a porta Maria estava sentada no chão olhando pra lago, quando ela me viu abriu um sorriso e se levantou:
— Vamos logo, estou com a fome de três Minotauros – Eu sorri.
Quíron apareceu galopando.
— Abner suba, Maria vá ate o chalé 11, e chame Isabella e depois reúna todos os lideres de chalé, somente dos doze, e o chame o Finn também. Corra.
Galopamos até a casa grande, onde lorde Dionísio andava de um lado do outro da sala, Guilherme estava em uma mensagem de Íris, vi que ele estava em um lugar onde ele estava pegava fogo.
Ele falava sobre uma menina enlouquecida, ele estava dizia, sua voz continha pânico, ele estava com medo:
— El fez uma rachadura no meio da sala, Platão, Socrates, Thales e serio, não sei como, mais como Abner na rodoviária ele sabia lutar, mais ela – Ouve uma explosão em dos setores da escola – Parece que ela já domina isso muitas vezes, como um dia Nico fez na batalha, so que ela estava, muito mais furiosa, senti o cheiro dela então entrei na mesma sla que ela, ela irradia poder, a sorte dela e que a névoa foi bem forte, os humanos viram uma menina surtar, porque bom, não estava entendendo os exercícios de matemática, então retirou de sua bolsa um vidro de gasolina e botou fogo em tudo, a policia a levou ela esta ‘’presa’’ – fez aquele sinal de novo, e percebeu a presença de Quíron e logo depois a minha – Olá Quíron, oi Abner, vocês a precisam resgatar, ela esta sedada. Não fica longe de onde eu estou. Ela e uma peça chave pro que Hera falou ontem no acampamento. Quíron, eu te peço por favor libere uma missão, venha ao meu encontro – A mensagem começou falhar, até que Guilherme desapareceu completamente.
Não esperei nem a mensagem terminar direito já fui logo atropelando todo mundo.
— Eu vou! Liderarei essa missão.
Dionísio como sempre, deu de ombros.
— Por mim tudo bem, agora escolha outros dois, bom acho melhor irmos até a sala de reuniões, lá vocês decidem quem irá te acompanhar.
Ele me deu uma faca, um presente de um Deus, a faca cabia certinha em meu cinto, coloquei, tinha alguns dizeres em grego:
Καλή τύχη ημίθεος
Boa sorte semideus
Receber aquele presente de Dionísio pra mim foi uma glória, ele não vai com a cara de semideus nenhum, apenas simpatiza com seus filhos, mais acho que e porque ele tem algum loco de sangue com eles, se não acho que também os adiaria.
No conselho quando chegamos os doze filhos dos principais deuses do olimpo, mais o filho de Hades, estavam em seus postos, Isabella discutia com a conselheira chefa do chalé de Apolo, elas trocavam farpas desde de que cheguei no acampamento, Isabella contara uma vez que num jogo de caça-bandera Dani tentou dar uma flechada na sua cara, desde então em qualquer jogo tendo Hermes de um lado, Apolo não pode estar no mesmo time.
Quíron sentou-se na cabeceira da mesa. Isabella deixou escapar a piadinha do ‘’Quem senta na ponta, paga a conta’’ Estela conselheira chefe do chalé de Afrodite revirou os olhos. Finn parecia um pouco deslocado no meio do grupo. Maria estava me encarando, como se tentasse saber o conteúdo da reunião, fora isso os campistas estava ocupado, Dani fuzilava isaballe com os olhos.
Quíron deu inicio com suas paçavras doces e gentis, contou a eles a mensagem de Íros que Guilherme mandara um pouco antes.
Marco filho de Ares começou a se gabar, dizendo que deveria ser o capitão da missão, Quiron fez um sinal e conto-lhes que ele pressentiu que eu deveria comandar, e como se tratava de resgatar uma possível prole de Hades, Finn deveria me acompanhar, e outra pessoa. Que decidiriam agora, mais eu não queria Marco ao meu lado nessa missão. Então me pronunciei.
— Eu como líder dessa missão quero que a Isa vá comigo. Se estiver tudo bem pra você Finn?
Isabella ficou em transe por alguns minutos, mais antes que Finn pudesse se pronunciar Isa falou:
— E-E-EE-EEEEUU? EU ACEITO – Ela tinha sangue nos olhos, como alguém que acabara de ganhar o presente de natal adiantado, ela fitou Dani com um ar de superioridade, e depois Finn –É bom você me querer nessa missão, ou eu farei você em picadinho! — Já que decidimos tudo, Abner consulte o Oráculo. O Oráculo era um tanto pior do que tinham me contado. Era um lugar sombrio e que dava medoNão sei bem o que aconteceu lá em cima, dormi, acordei três horas depois em meu chalé.
Não me lembrava de nada desde que subi lá, Quíron, Isabella e Finn estavam de pé ao lado da minha cama.
Isabella mais que anciosa já me perguntou.
— Ei! O que falava a profecia?
Recitei os versos que lembrava.
‘’Irás à busca da filha do mundo inferior.
Quando um de vocês se sentirem Superior.
Esse se perderá
Saíras com um grupo e voltarás com outro’’
Foi isso que me lembrava.
Quando olhei já era noite, mesmo dormindo tudo o que dormi ainda estava muito cansado. Então dormi de novo.
Acordei de madrugada já, uma luz me acordou, ela estava vindo da varanda, perto do lago, fui até a luz, quando cheguei perdi o fôlego era um deus, não um deus normal, era meu pai.
Meu pai veio me visitar. Seus olhos eram azuis como o meu, ele era forte e grande, 1,80 mais ou menos, carregava com ele um tridente, assim como o meu, só que um pouco maior. Ele irradiava poder, quando me aproximei mais senti o cheiro do mar, era como estar em uma praia, senti o gosto da água salgada em minha boca.
Ele estava distraído olhando pro lago. Eu entrei violentamente caminhando com passos firmes, tinha muita coisa pra falar pra ele, como ‘’Porque você me deixou aqui sozinho, grande pai você é!’’, mais ele virou com um sorriso, antes que eu pudesse me impor ele disse:
— Filho! Voce não sabe o quanto esperei por esse encontro.
— Então pó que não veio antes? – Ele me olhou, de certa forma não me julgou com o olhar, deu um olhar de complacência e pude sentir que ele se amargurou um pouco. Quem eu achava que eu era, ele era meu pai, mais também era um deus, devia me desculpar – Desculpe-me, não quis dizer isso, so estou um pouco confuso, Pa... Poseidon.
— Ei! Além de um deus eu sou seu pai, e sei que não só lá um pai presente em sua vida, mais eu te acompanho, tento te proteger como posso, como aquele dia na rodoviária, eu te protegi contra aquele dragão. Bom mais eu não tenho muito tempo, Zeus não gosta muito com o contato com os filhos – Um trovão ribombou no céu e depois Poseidon tocou com a ponta de seu tridente no chão, ele deu a mão dele eu não entendi. Mais depois de alguns segundos um terremoto sacudiu o acampamento inteiro – Bom as vezes preciso lembrar a Zeus que também tenho poderes – Ai sim senti um tom amargo em sua entonação – Filho, preciso voltar a meu reino, quando fico fora... as coisas não andam bem – Ele deu um sorriso como se eu compreendesse tudo o que ele estava falando – Bom, fiquei sabendo que você foi escalado pra uma missão, bom eu tenho um presente pra você se locomover sem problemas — Neste momento escutei barulho de asas batendo, e cascos galopando o chão, lá na frente do chalé – Vá!
Quando cheguei havia dois pégasos, um era azul, da cor do mar. O outro Tinha uma tonalidade meio alaranjada, como o mar quando está no por do sol. Poseidon chegou logo atrás de mim, ele estava sorrindo.
— Essa é a Alegria – Disse apontando pro pégaso azul, por incrível que pareça era da cor de seus olhos – Dei esse nome, porque quando a criei estava dia, e as pessoas se banhavam alegres com seus filhos e amigos. Já esse – Apontou pro pégaso alaranjado – Esse é o esplendor, criei-o porquê e quando Apolo, ele merece bastante crédito, assim que ele está terminando de passar com sua carruagem, ele passa perto dos mares de todo mundo, os humanos se reúnem e dizem se tratar do por do sol. Assim nasceu esplendor.
-Pai, não querendo pedir de mais – Ele voltou toda sua atenção a meu rosto, o que me fez corar – É que somos três e só tem dois pégasus — Ele me encarou e olhou pro céu como se esperasse que o próprio Zeus decidisse descer ali. E me encarou outra vez.
— Assim é que bom, as vezes a tempestade se esconde – ele assobio tão alto que janelas se quebraram no chalé de hera, mais por mim, poderia ter derrubado todo ele, já que não serve pra nada mesmo, Num instante surgiu, ela era linda, era escura e da cor da noite, um tom de azul escuro, ela tinha em sua crina pelos brancos como a neve – Ai esta você tempestade, achei que ia me deixar aqui sozinho fazendo feio com meu filho – ele deu uma piscadinha pra mim, tempestade de uma relinchada — Bom meu filho essa é minha oferta de paz, esses pégasos são seus presentes. Mais você deve dividir o seu brinquedo com as outras pessoas da equipe, eu sei que não e você, o herói da profecia...
‘’... Quando um de vocês se sentirem Superior.
Esse se perderá... ’’
Ele recitou esse pedaço com amargura, outro trovão ribombou no céu.
— Filho esse foi apenas o nosso primeiro contato entre nós, sou um deus conhecido por não ter muito contato com meus filhos, e estou querendo mudar. Até agora você é o único, sinto lhe informar, mais logo não será mais, você vai liderar uma missão muito importante. Hera não está em seu estado normal, desde que Zeus reclamou a menina, Joana – Eu me surpreendi =, nem eu sabia o nome dela e meu pai já sabia. Isso deve ter sido um verdadeiro reboliço no Olimpo – Hera não está em seu juízo perfeito, agora tenho que ir. – Nós demos as mãos e ele se foi em uma névoa com o cheiro do mar.
Fiquei observando os pégasos ate o amanhecer, e então fui até o lago, sempre nadava lá. Mergulhei um tempo. E até permiti que a água me molhasse.
Quando sai os pégasos estavam onde eu os havia deixado, pra minha surpresa, eu sabia que podia me comunicar com eles, mais não sabia que eles me obedeciam tanto.
Tive tempo pra preparar a mochila, a ir a arena treinar com meus tridentes e a faca que Dionísio me dera.
Encontrei-me com os outros membros da missão depois do café da manhã, Quíron estava mandando preparar o van pra irmos de ônibus até a Califórnia. Foi quando eu irrompi até ele.
— Quiron olha só os presentes que meu pai me dera!
Os pégasos sabiam o que fazer, falei pra tempestade a deixa e ela entendeu o que eu queria.
Os pégasos apareceram lindos, alguns campistas cochicharam entre si, mais eu nem me importei, porque sabia que era pura inveja. Tempestade veio voando atrás dos outros pégasos.
Quiron apenas riu. E me pediu pra explica a historia dos pégasos. Eu expliquei tudo, meu pai me falando do surto de Hera e todas as outras partes.
Depois nos depedimos e seguimos ate a colina, Isabella já tinha escolhido o seu pégaso. Ela escolheu a alegria, Finn gostou da escolha de Isabella, e ficou com esplendor.
Não demorou muito depois que saímos do acampamento, os pégasos eram velozes, chegamos a menos de uma hora e meia.
Quando chegamos descemos na entrada da cidade, usei um chafariz e umas dracmas que minha me dera. Manipulei a água e falei. Todo aquele ritual.
Guilherme apareceu na nevoa e me deu as coordenadas de onde ficava a delegacia.
Os pégasos estavam tomando água, Isa montara um piquenique, Finn estava sentado já comendo, Isa estava acariciando alegria e dando um pouco de feno aos cavalos. Resolvi sentar e comer, logo ela veio. Sentamos e ficamos mais ou menos uma hora, até o sol se por.
Depois dei as coordenadas pra tempestade, ela acatou e foi à noite ela era muito mais linda, sua crina branca se contorcia e dava a impressão de que formava raios. Tempestade era incrível, Isa estava sorrindo pro vento literalmente. Ela estava feliz, Finn nunca esboçava reação sempre gélida. Espero que a Irma dele não seja igual.
Quando chegamos tempestade me avisou que ela não estava totalmente presa esta em uma sala. Mais que havia muitos guardas.
Descemos Isa foi tentar entrar sem causar tumultos, mais pra uma filha de Hermes isso e difícil. Combinamos-nos um sinal, não demorou cinco minutos e ela saiu fazendo o sinal, e outros sinais que não consegui entender. Plainei com tempestade e com Finn ao meu lado não tive tempo de para então parei com tempestade dentro da delegacia alguns policiais apontaram as armas. Quíron três dias antes me ensinara a manipular a névoa, então tirei meu colar e apertei de novo, como sempre faço quando quero evocar meu tridente. Em menos de cinco segundos estava com eles em minhas mãos, não importava quantas vezes fizera isso, sempre me impressionava.
Estalei os dedos e citei algumas palavras.
— Cavalheiros abaixem as armas. – Eles obedeceram – E agora me levem até a menina maluca. – Eles abriram caminho até a uma sala que dava no fim do corredor. Falei pra tempestade trotar até a sala, Isa e Finn me olharam boquiaberto – Abram a porta. Agora.
Quando entrei a sala estava calma, havia uma menina acorrentada a uma cedeira, seu olhar era de medo, mais eu sabia que não devia confiar nela. Filhos de Hades são traiçoeiros.
Ela balbuciou algumas palavras, parecia que estava chorando.
— Você é meu príncipe?
— Se você quiser, posso ser!
— Pena que – ela falou com uma doçura em sua voz que quase que me enganei — , eu odeio príncipes!
Ela lançou um olhar intenso, senti que o mundo inferior desceu ela pegou uma arma da mesa e apontou pra mim, Isa chegou e lançou uma de suas facas, que não chegou a acertar, mais pegou de raspão.
Ela soltou um grito ela apontou a arma pra Isa, engatilhou e atirou, Isa foi lançada ao chão. Mais quando ela caiu não tinha sofrido nada. Finn estava ao chão. Ele já havia perdido muito sangue.
— Garota! Eu sou seu irmão. Queremos te ajudar, sei como voce deve estar confusa mais eu posso te ajudar, ou poderia se você não estivesse tentando me matar – ela o fitou, tinha lagrimas em seu olhar.
— Você é o Finn desculpa, eu sou Letícia, pai me disse que você me procuraria, foi mal – Ela se debruçou no chão, chorando muito. – Eu acredito em você agora me tire daqui – Isa a fitava com os olhos.
Nós subimos nos pégasos, Finn foi o primeiro a subir, Isa me e eu logo atrás.
Achei melhor p[descermos um pouco e alimentarmos os pégasos e tomar um pouco de água.
Estava correndo tudo bem, até Finn entrar na mata pra correr atrás de frutas, eu disse a ele que não deveria ir, um semideus de Hades chama a atenção de muitos monstros.
Por um momento ouve um silencio. Logo depois vi uma movimentação na mata.
Gritos, e um garoto de preto irrompiam correndo na mata. Entendi o verso da profecia.
Não deu tempo de nada, um ciclope de três metros pegou Finn pelas pernas, e como se ele fosse uma meia o chacoalhou. E colocou-o em sua boca mastigando com gosto e olhando para nós. Isa ficou em estado de choque, Letícia chorava sem parar, o ciclope percebeu nossa presença e correu pra nos pegar, mandei que elas subirem no pégasos que não demoraram pra decola.
Quando chegamos ao acampamento paramos na praia, em nos de um minuto Letícia foi reclamada.
Isa me deu um abraço e disse.
— Ele salvou minha vida! E eu não pude fazer nada por ele! – e chorou.
À noite queimamos a mortalha dele.
Depois Isa e eu levamos os pégasos aos estábulos, conversamos um pouco sobre Finn.
Já estávamos saindo dos estábulos quando um homem entrou nele.
Ele era alto, tinha cabelos negros e barbas brancas. Era alto e vestia um roupa de carteiro, seu rosto era um rosto cansado que já viveu muitas coisas, mais ao mesmo tempo era um rosto alegre e travesso. Isa ficou estatizada.
— P-Pai, quer dizer, Senhor Hermes!
— Sim, querida filha, Isabella, e Abner filho do mar. Sou eu Hermes – Ele disse isso e abriu um sorriso mostrando seus dentes perfeitamente alinhados e brancos como a crina da tempestade
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