Campeões de Hera 2.0

6 O elemento surpresa.


Notas iniciais
Babado, confusão e gritaria.

Depois da profecia os campistas de Ares levaram o oráculo, e Quíron dava instruções as meninas, Will e Rebeca surgiram correndo gritando ‘’Temos noticia, noticias, más e boas noticias’’.

Will estava afobado não falava nada com nada então Rebeca deu um soco na cara dele e ele desmaiou o que pareceu muito grosseiro, então deu um sorriso levado.

— É sobre o Abner, temos noticias dele, algumas são ruins, mais a boa é que sabemos onde ele está, fica longe daqui, muito longe por sinal.

— Ok, Rebeca, por partes como o Abner...

— Ele mandou uma mensagem de Íris, ele está no Brasil – Ela dirigiu um olhar a Isa, examinou de cima abaixo – Em uma ilha Fernando de ‘’Narinas’’... Ou ‘’Nocau...’’

— Noronha – Interrompeu Isa com um olhar de indignação pra Rebeca – Fernando de Noronha, essa é uma ilha do norte, conheço bem lá minha mãe me levou lá uma vez, sei onde é!

— Essa é a noticia boa, a noticia ruim é que lá existe um acampamento, de semideuses, só que do mal, Tífon tem um espião no acampamento, aqui no acampamento meio sangue, Tífon está se reerguendo com uma essência de poder muito forte e primitiva, a de Cronos, é por isso que as caçadoras não conseguiam chegar ao maior ponto de radiação de monstros ele desfaz o tempo, e muda conforme sua vontade ele não está completamente acordado, então ele está reunindo um exercito de semideuses revoltados com os pais, ele age nos sonhos revoltando cada filho, lá naquele acampamento, existe doze semideuses como aqui existem os doze da profecia lá também, eles prenderam Abner e os outros, mais Tempestade o pégaso os ajudou a se libertarem, isso foi tudo o que Abner disse, teve mais algumas coisas mais não me lembro mais. Ah disse que precisam ir agora, não vão agüentar se esconder mais e vão ser recapturados, e isso não vai ser nem um pouco interessante.

Pra Isabella parecia que colocaram um ferro quente em sua garganta.

Alícia só conseguia pensar em salvar Abner e Jasper, ela sabia que a escolha que ela teria que fazer era entre os dois, passará muitas semanas com Jasper ele cuidou dela, os dois viveram muitas coisas juntos, ela não queria ser ingrata. Mais o que sentia por Abner era uma coisa mais intensa, eles se conheciam a poucas semanas mais suas auras combinadas geravam algo que ela nunca sentira por Jasper, um frio na barriga, quando ele estava perto suas mãos suavam, no dia em que Abner foi seqüestrado os dois ficaram abraçados assistindo apresentações de clubes glee, Abner estava sendo tão carinhoso que ela temia que aquilo fosse uma imaginação.

Isabella estalava os dedos á frente de seu rosto.

— Hey! Garota, “acorda”.

— to acordada!

— Pois não parece.

— Temos que decidir como vamos. Eu tenho meu pégaso. Débora tem uma carruagem voadora. Seu lobo até onde eu saiba não voa.

— Não mais tempestade sim. – Um calafrio percorreu seu corpo, uma nuvem negra surgiu atrás dela, uma cavalo alado de dois metros atrás dela relinchava. – Estamos prontas, partiu!

A viagem foi tranqüila pra três semideusas, sem monstros, sem surpresas. Estava tudo bom demais pra ser verdade.

Ao ver o tamanho do acampamento e tudo o que havia nele, as três meninas suspiraram e olharam uma pra outra.

— Tenho um plano! – Exclamou Isabella.

— Da ultima vez em que você teve um plano Abner foi seqüestrado! – Retrucou Alícia.

— Sua princesinha da Disney, cala essa sua boca.

— Princesinha é o caralh* — Alícia se alterou, e tempestade deu uma relichada.

— Recomendo que as duas abaixem a bola e parem de se atacar. Os inimigos estão la em baixo e não aqui em cima.

Uma águia interrompeu o discurso de Débora.

— Engano seu irmãzinha!

Um brilho ofuscante segou as meninas. Alícia caiu em queda livre. Tempestade a salvou cinco metros antes dela se chocar contra o chão. Débora conseguiu ficar na carruagem que era imune a qualquer poder, alem de voar, soltar fogo, virar barco e não precisar de pegas nem cavalos mágicos ou renas de papai Noel.

Isa de alguma forma tinha despencado mais não havia se machucado. Ela tinha uma flecha especial pra esse tipo de emergência, flechas para quedas.

O garoto loiro com o cabelo surfista desceu.

— Pena que não derrubei minha irmãzinha mais as duas já estão de bom tamanho não Gabs?

— Cala sua boca seu idiota. – A menina tinha cabelos pretos, era alta, ela seria a versão perfeita do que Isabella definiria como ‘’Garota dark das trevas, a trevosa’’. Jeans esfarrapado preto, cabelo preso em um coque, ela estava com uma camiseta regata preta, mais seu antebraço estava cheio de faixas. Ela tinha um olhar frívolo como o de alguém que já sofrera demais, tinha uns treze anos mais seu senso de liderança dizia que tinha uns quinze ou dezesseis.

— Leve essas garotas daqui. Eu vou buscar nossa irmãzinha. – Num pulo ela saiu voando em um pégaso de prata, por incrível que pareça Alícia sentiu uma ponta de inveja. Ela era linda.

Não demorou muito para que as três garotas estarem juntas. Os garotos e Joana estavam amarrados em um toco, Abner e Jasper estavam em um toco maior Alícia estremeceu ao perceber que uma parte da profecia estava preste a se cumprir. ‘’ A filha da virgem por um medo é seguido... ’’, seu medo perder os dois amigos. O seu coração era confuso ela não sabia decifrar seus sentimentos, os dois eram incríveis.

Isabella irrompeu pelo pátio gesticulando como uma dança idiota. Alguns filhos de Hermes riram da dança.

— Amigos do mal, não viemos pra matar e sim pra negociar.

A menina dark do nome Gabs estava posta de pé, ao lado de outros onze semideuses. Isabella pensou que fossem os doze separados pra derrotar os doze do acampamento meio sangue.

— Chega desse blá blá blá, vocês são muito chatinhas. Leve-as para o calabouço. Agora!

O calabouço não era como Débora fantasiara em sua mente, era bem bom pra um lugar onde ficariam presas. Tinha uma televisão, três camas king. Todas elas estavam muito cansadas então adormeceram rapidamente.

Isa teve um sonho que de certa começou bom, mais começou a ficar ruim e depois ficou ótimo.

Ela estava novamente em sua casa no Brasil. Uma casa grande de dois andares. Sua mãe estava de pé sorrindo pra ela.

— Isa minha Bela.

A cena mudou agora Isabella via Quíron e uma mulher, ele estava em sua cadeira de rodas. A mulher de certa forma era familiar a Isabella, aqueles olhos travessos, mesmo chorando a mulher tinha uma soberba, era linda e transmitia um calor do espírito. Era a mãe de Dani. Isabella estava vendo a dor da mãe da menina em que ela havia tirado a vida.

Isabella estava chorando desolada, o carpete da casa era quente, mais Isabella tremia de frio, isso sempre acontecia quando ela começava a chorar.

Diferente dos outros dias em que Isa tinha os pesadelos dessa vez depois de um tempo ela se viu em um lugar diferente, um lugar todo branco um não tinha nada pra onde Isa olhasse enxergava o branco.

Ao longe viu um homem. E resolveu chegar mais perto o homem era alto, musculoso e lindo. Isa já o vira antes, não com um sorriso no rosto. O homem se virou e para a garota e logo endureceu sua expressão.

— Isabella Swan, você não sabe o quanto eu queria te odiar, mais não consigo! – Isabella o reconheceu sua voz áspera o calor que vinha de suas palavras. Era o deus mais quente do Olímpo. Apolo em vida estava lá – Sabe aquela maldição e tal. Eu tenho uma forma de quebrá-la.

— Como?

— Salve minha filha!

— Já estamos pensando em um plano pra nos tirar da cela, Débora vai ficar bem! Ela é ótima lutadora e...

— Débora?! Não! Gabs. Débora já sabe seu futura, antes da missão ela irá sucumbir.

— Que? Ela irá morrer?

— Sim, ela já esta conformada, hera já avisara a mim. Ela é uma das proles que ficará no submundo e presisamos que outra filha do sol assuma o lugar dela, é por isso que você precisa tirar Gabs daqui ela será a substituta, nem Dani estava preparada e nem Débs vai estar preparada para o que esta pra acontecer. Já Gabs! Ela é incrível. Agora acorde. Por hora seus pesadelos acabaram. A cabana de Gabs está aberta. Estou falando com ela por sonho agora mesmo ela não vai te matar. – Ele se virou e deu o mesmo sorriso travesso que Dani dava quando aprontava alguma – Eu espero que não!

Isabella acordou num pulo. A porta da masmorra estava levemente aberta. Os guardas estavam caídos, pareciam estar em um sono profundo.

Isabella chegou ao chalé Gabs estava sentada na cama chorando muito.

— Foi você, eu sabia disso, sua vadia!

— Eu o que?

— Matou minha irmã!

— Tecnicamente meia irmã.

— Não, éramos irmãs de sangue, ela era dois anos mais velha do que eu, tinha quinze assim como você e os outros. Quando minha mãe soube da morte de Dani minha mãe ficou revoltada com os deuses do Olímpica e então me enviou pra cá. Pra vocês fora da ilha tem apenas algumas semana pra nos aqui no acampamento faz três anos. O tempo é diferente aqui. Espero que esteja satisfeita por acabar com minha vida. Eu era feliz e você tirou isso de mim. – O clima começou a esquentar os olhos pretos de Gabs começaram a ter um brilho, tudo começou a esquentar as mãos de Isa apertaram o arco que Ártemis dera a ela no dia que fora escolhida para a missão. Ela pensava em como poderia usar algo que não conhecia. – Eu deveria te matar, mais não consigo. Apolo. Bem meu pai me acordou do encantamento, mais creio que os outros, os outros campistas não.

— Ok! Você tem algum plano?

— Sim. Amanha vocês causaram uma guerra. Vamos libertar os meninos e Joana, Bom Joana pode causar uma tempestade. E Tirem Abner daqui. Ele esta fraco.

— Duvido que ele perca a batalha.

— Então ok! As suas armas estarão no calabouço quero que façam a maior bagunça.

— Seu desejo é uma ordem.

— Cala sua bica antes que eu me arrependa.

— Você é igual à Dani!

— Pare! Não mencione o nome de minha Irma em seus lábios sujos!

— Ok. Mas antes, me explique porque sua preocupação com Abner e não com Pedro ou Jasper? Aqui tecnicamente é o redulto do Abner a ilha é cercada por água!

— Abner é um garoto diferente, ele age com humor nas horas mais inadequadas, mais impróprias, mais inoportunas!

— Sim, sim e você...

— E ele é legal. Iria solta-lo mais ai vocês chegaram e bagunçaram tudo.

— Espero que não tenha você sabe! Se apaixonado?

— NÃO – Ela gritou e caiu na risada de costas para a cama – Ele é completamente apaixonado pela aquela menina chamada Alícia ele e Jasper viviam brigando por ela.

— Ele apenas é meu amigo, ‘’O Senhor Não Meiguice’’.

— Calma! O que é isso?

— Ele... Ah não interessa, ele me chama de ‘’Gabs Dark Trevosa’’, bem voce sabe – ela passou as mãos pelo corpo, ela estava toda de preto, como quando Isabella a conhecera – Gosto da cor preta e tenho costumes peculiares. Mas conversaremos sobre isso na volta pro acampamento meio sangue.

— Isso significa uma Aliança?

— Não! Ainda não vou com sua cara, e posso te matar a qualquer momento. Agora volte!

Isa correu pelos pátios e passou pelos campos. Abner e os outros não estavam mais lá. Uma parte do plano já estava se concretizando.

Ela chegou ao calabouço Abner, Jasper, Pedro e Joana já estavam lá, Débora e Alícia tabem.

Parece que já sabiam do plano causar uma bagunça!

Logo que o sol nasceu Gabs apareceu na tela da televisão, dando a eles as coordenadas do que era pra fazer. Abner mandara uma mensagem de Iris para Quíron, e ele havia mandado Orlando (Ares), Estela (Afrodite), Catarina (Atena), Eduarda (Tanatos), Carlos (Dionísio), por meio de tele transporte.

Os doze da profecia. Unidos para derrotar um acampamento de semideuses revoltados.

As ordens de Gabs eram expressas estávamos em doze dentro do calabouço. Íamos atacar em quatro grupos de três e assim que ela chegasse a batalha um grupo ficaria com um a mais. Cada um dentro do calabouço tinha uma arma surpresa. Catarina tinha uma aljava que não acabava as flechas. Pedro de Hefesto conseguia fazer brotar do chão fogo. Carlos filho de Dionísio conseguia mudar os sentimentos das pessoas fazendo as chorar ou rir, ele mudava o temperamento de estressado pra calmo até a pessoa dormir. Eduarda matava as pessoas com um estalar de dedos e tinha uma espada negra que matava com um corte. Orlando era incrível na luta vencia cinco ciclopes sozinho brincando.

Cada um tinha um dom e todos iam usar pra proteger nossa família, a família acampamento meio sangue. E também sabíamos que um de nós não sairia dali vivo, havia um herói sobrando, a profecia era clara. Eram doze e tinham treze. Le não estava ali. Mais sabíamos que ela uma peça essencial.

Um tremor sacudiu o calabouço e o acampamento inteiro. Letícia surgiu do solo. Com sua armadura e sua espada, seu sorriso já dizia tudo. Ela tinha sede de sangue. Agora éramos quatorze.

Esplendor saiu ao seu lado. Tempestade e alegria também. A carruagem de Débora tem estava lá então decidimos que nós quatro, Abner, Le, Isa e Debs atacariam por cima. Enquanto Alícia lideraria o ataque por terra.

Uma explosão se ouviu esse era o sinal.

A guerra começará e era tarde demais para recuar

Com uma batida de assas e com Pedro explodindo o calabouço levantamos voou e em uníssono gritamos.

— PELO OLÍMPO E PELO ACAMPAMENTO MEIO SANGUE MORRÃO!