Camp Half Blood O Resgate

8 Julia- Carona na van Lotus


Notas iniciais
meu capitulo favorito

Julia- Carona na Van Lotus

A viajem no tubarão de Vitória não durou mais que 30 minutos, ele andava tão rápido quanto qualquer lancha, passamos por alguns barcos, em um deles um homem gritou “que jet-ski irado” oque me fazia pensar como a névoa é poderosa, na escola eu acho que nunca ouvi falar de algum rio que percorresse da Penn Sylvania até Ohio, digamos que eu não era uma daquelas garotas que prestam atenção na aula e sempre respondem as perguntas que a professora faz, na verdade quando algum professor perguntava alguma coisa eu costumava fingir estar distraída demais para ouvir sua pergunta ou enterrava a cara nos livros ao ponto que eles não pudessem ver meu rosto, mas realmente não sabia que havia um rio entre os dois estados, talvez não ouvesse.. Talvez Poseidon tivesse acabado de criar paenas para nos dar passagem; Isso fez lembrar de meu pai em cima da água, ele não era um deus rancoroso muito menos malvado, pelo contrário, pelas histórias de Percy e por outros relatos ele era um Deus amigável assim como Dionisio quase era, isso não me ajudou a se animar muito, se algo deixou um Deus grego alegre e simpático rancoroso e sério, o que aconteceu devia ser muito grave com ênfase no “muito”. Realmente não queria pensar nisso, além da curiosidade de querer entender tudo, por que sequestraram Aisla? Como um cão infernal ultrapassou as barreiras do acampamento? Para quem Caronte estava trabalhando? Oque deixou meu pai tão sério? Logo minha cabeça parou de indagar questões que eu mesma não podia responder quando uma garota chamou o nome de Gabriella, uma ruiva com cabelos ondulados com fios que se arrepiavam por toda parte, sua pele era amarelada e possuía mais sardas do que Justin e Brad juntos, seus olhos eram incrivelmente verdes, sombrancelhas finas e delicadas, nariz delicado e redondo, orelhas pontudas e um sorriso sapeca, se ela não tivesse corpo de mulher poderia dizer que era uma das garotas de hermes pronta para prender uma tirinha de bombas na sua calça enquanto estivesse dormindo.

- Nemy Mindwather?- Disse Gabriella.

-Isso, devem ser os pupilos de Poseidon.. São 8? Nossa é muita gente, acho que vão em dois trens diferente- Disse a garota contando as passagens dispensando qualquer tipo de apresentação- Vamos entrem na vã escolar estacionada no mirante- Disse ela, sem contestarmos fomos em fila, Vitória se despediu do tubarão com alguns carinhos em seu nariz, fungou um pouco e logo voltou a nos acompanhar.

Logo chegamos ao mirante pude ver melhor a van, não posso falar o modelo muito menos a marca... Se é que carros tem marcas, mas realmente não conheço muito de carros, posso descrever suas cores, bem ela era cinza, com uma faixa nas laterais que dizia “Van escolar” embora parecesse ser um modelo do ano, estava muit depredada, o farol de traz estava pendurado pelos fios, o parachoque estava quebrado na direita, não tinha o retrovisor do lado esquerdo, várias marcas de lama seca como se a van tivesse participado de um rally profissional, lixo se espalhava pelos pneus, logo estava com mais medo de andar com Nemy Mindwather dirigindo do que tive medo de lutar com a Lula gigante, Vitória pareceu nem ligar, entrou na van sem hesito algum, Gulherme corria pelo mirante espantando os pombos, Nemy apareceu logo atrás de Gabi e Laura que tampavam o nariz para não sentir o cheiro de comida podre que estava nas rodas da van.

-Vamos nessa?- Disse a garota ruiva rodando a chave no dedo indicador, entrou pela porta do motorista e ligou a van, o barulho do motor fez com que parecia estar sendo ligado em baixo d’água, depois de três tentativas ela funcionou, hesitei mais um pouco até perceber que era a única do lado de fora, respirei fundo (oque não era fácil com aquele cheiro horrível) tomei coragem e entrei no veiculo, mal entrei e já fui abrindo a boca, deferente do que era do lado de fora, dentro a van parecia mais um quarto de luxo, as cadeiras eram poltronas, havia um globo de discoteca girando no teto, videogames na parte de traz dos bancos, Laura, Gabi e Vitória estavam na pequena pscina que ficava na parte de trás da van, Felipe ,João, Guilherme e Brad jogavam em um dos X box.

-Pensei que não ia entrar nunca- Disse Guilherme

-É..- Foi a única coisa que pude dizer, realmente não estava muito animada, acho que meu cérebro estava lento demais e ainda estava processando tudo o que estava acontecendo comigo, andei até a parte da frente da van e sentei no banco do passageiro do lado de Nemy; Ela pegou um rádio como aqueles que os pilotos de avião usam para se comunicar com os passageiros, então sua voz foi transmitida por toda a parte interna do veiculo.

-Atenção sejam bem vindos a “Van Lotus” quem vos fala é a motorista Nemy Mindwather, funcionária do Lotus Hotel em Las Vegas, curtam a viagem e que seus pais os protejam- Disse ela.

-Hotel Lotus? Que nome esquisito para um hotel- Disse comentando quase comigo mesma.

-O melhor hotel de Las Vegas querida, quem entra não costuma sair- Disse ela, pude sentir uma pitada de ironia em sua voz, só não entendi o porque.

-Agora aperte o cinto que devemos estar em alguns minutos na estão- Disse ela engatando a 5 macha.

-Espera.. minutos ?? ela fica do outro lado.. espera.. não devia sair de primeira?- Disse engatando o cinto e me encolhendo o banco de tanto medo, Nemy sorriu para min, oque me deixou ainda mais nervosa, seu sorriso parecia dizer “hey vou brincar de ti matar agora”, ela pisou no acelerador como se não ouvesse amanhã, a van saiu cantando pneu, fui prensada contra o banco.

-Para de telar seu gay- Ouvi Gulherme falando la de trás, imaginei que não pudessem sentir nada, mais aqui na frente, era diferente, passávamos tão rápidos pelos carros que eles eram apenas esboços de luz, um carro apareceu em nossa frente, Nemy virou o volante tão rápido que mais parecia um impulso, fomos parar na calçada, latas de lixo voavam no vidro, pude ouvir um berro de um gato “miaaaaaaaaaaaaaaau” que Hades o tenha.. Pedaços de matal batiam em baixo do carro, “Bum” a van explodiu um carrinho de cachorros quente, atropelou uma caixa de correios e ela explodiu cartas para todos os lados, ela virou o volante de volta e voltou para a pista, “Zig..Zag” era oque a van fazia para escapar de bater em carros, logo nos vimos na direção de um caminhão sem saída para desviarmos, de certa era a hora de pedir perdão por tudo, meu coração batia tão rápido que podia ganhar um concurso de escolas de samba sozinho.

-AAAAAAAAAAAAAAAA- Foi a única coisa que conseguir gritar, Nemy apertou um botão no painel da van, fui prensada no banco ao ponto que parecia que ia atravessa-la, fechei o olho, quando abri avistei uma ave que bateu de frente com o vidro da van e caiu.

-Estamos voando?- Perguntei gaguejando.

-Não, apenas pulamos- Disse Nemy rindo como se fosse a coisa mais obvia do mundo, logo começamos cair a adrenalina cresceu em min, e o friu na barriga foi tão grande que entrei em pânico “ AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA” certo aves voam peixes nadam e Julia fica no chão!!!! De repente ouvi o barulho da Van caindo no chão fiquei impressionada como ninguém la atrás sentia nada, com impacto chacoalhei mais que tudo.

-Meu Deus! Meu Deus! Meu Deus! Meu deus!!- Disse repetidamente em voz baixa.

-Que tal uma música?- Disse Nemy colocando um Cd no som, começou a tocar American Idiot de Green Day, o pânico era tanto que eu estava quase chorando de medo, a garota cantava junto com a música como se estivesse em um show sacudindo a cabeça para todos os lados, oque me deixou mais nervosa, a cada ritimo da música ela girava o volante fazendo a van andar de acordo com o ritimo da música.

-Nemy... Cuidado- Gritei quando estávamos perto de bater em um veiculo, logo ouve uma parte na música e ela girou o volante em sincronia mais uma vez, escapamos do carro.

-Nemy.. não seria melhor- Antes que pudesse terminar a frase congelei de medo, estávamos nos dirigindo para uma loja e íamos bater, mais uma parte na música, mais uma virada no volante.

-Você..- Tentei dizer, Mais uma parte mais uma virada brusca.

-Ir mais deva- Tentei terminar mas quase batemos em um cachorro oque me apavorou, comecei a prestar atenção na música, percebi que estava perto do refrão.

-A..- Disse, pausando, oque será que aconteceria quando o refrão chegasse? Estávamos nos aproximando de um teatro municipal.

-Meu- Disse com a música perto do refrão e nós perto da morte.

-Deeeeeeeeeus- Gritei.

-Don't want to be an American idiot — Gritou Nemy em sincronia com a música, ela girou o volante em 360 graus, ela enfiou o pé no freio, a Van girou varias vezes na pista e estacionou corretamente entre dois carros.

-Essa música não é irada?- Disse ela sorrindo para min.

-Ah..ma..ma...mu..- Foi oque saiu de minha boca, respirava tão rápido que parecia que estava querendo todo o ar do mundo para min, meu coração estava pedindo para que nunca mais fizesse isso com ele, abri a porta do carro e cai de 4 na calçada.

-Que banho bom- Disse vitória.

-Que água boa- Disse Gabriella.

-Que Van boa- Disse Laura.

-Que jogo irado- Disse João.

-Que poltronas confortáveis- Disse Felipe.

-Que videogame irado- Disse Brad.

-Que soneca boa- Disse Justin bocejando.

-Que partida perfeita- Disse Guilherme.

-Que música perfeita- Disse Nemy.

-“Blooooooft”- Disse eu.. ou melhor, vomitei..

-Bem aqui estamos.. Estação de Ohio, agora vamos dividr os grupos, 4 vão no primeiro vagão e 4 no segundo.

Notas finais
obrigado por ler
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.