Caminhos..
2 Irrealidades.
Notas iniciais
espero que gostem.
você me. Gaguejei incrédula. Me salvou? – pois é, gosto de salvar meninas indefesas da morte certa, mas isso só as terças-feiras. Ele brincou, e eu inevitavelmente sorri. Ele se levantou e me estendeu a mão para que eu fizesse o mesmo. – você está com o braço ralado. Analisou. Eu moro aqui perto, você não quer ir lavar isso? – nossa! Nem me pagou um jantar e já quer me levar para casa? Brinquei, e ele me sorriu. Nos conhecemos assim. Sempre fui muito distraída, e o Hugo normalmente me trazia de volta a realidade. Era a única pessoa que conseguia me manter com os pés na terra. Passamos os dois anos seguintes entre e idas e vindas, nosso forte nunca foi a cotidianidade, além disso, nem ele e muito menos eu éramos fãs de responsabilidade. Porém tudo mudou depois que fiz descêsseis anos, havíamos tido nossa primeira vez, ele parecia estar mais comigo do que nunca.
Fale com o autor