Noites silenciosas, as vezes arruaceiras

Em meio a becos escuros fazem estragos

Noites tão frias como o ser que por ela anda

Silenciosa ela também é, guardas segredos bem, porém sanguinária a vampira é

Sedutora faz uso das palavras apenas as necessárias

E caminhar com ela por ai

Ela faz você ir

E quando menos espera

Depressa ela te pega

Rápida e precisa

Essa é a vampira

Em meio a segundos

O pulso dela, dentro esta do corpo do infeliz

E em suas mãos

Para fora do corpo

Seu coração ela segura

O sangue tão vermelho

Escore em meio a seus dedos

Um buraco nele ela abriu

E não feliz, o corpo dele ela repartiu

Senta ao lado do corpo mutilado

Ri da cara do infeliz

Bebe o sangue do coração

Ela suga atéultima gota

O sangue dele junta ao seu coração, dando-lhe forças para uma luta

E o cadáver

Do cérebro ela degusta pois, sua ambição não era só de sangue

O resto do seu corpo ela rasteja

E como um animal ela renomeia

Joga para os corvos como carniça

Ela satisfeita apenas sorri

Tão rápida

De palavras convincentes

Mais uns três tolos

Ela apresenta um novo caminho

Cada um diferente

Um, caminho que leva logo para o abismo

Outro, que assusta

Mas que no meio alguns monstrinhos, seria comido

E finalmente o caminho mais desejado

É o caminho sanguinário

No qual haverá torturas, queimaduras, cortes profundos

Pregos,

Um por um, ela prega todo o seu corpo

E seus gritos são canções para ela

Cacos de vidro passa por sua garganta

Rasgando tudo o que há por dentro dela

E a moça mais bela

Atentamente a morte do próximo ela espera!

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