Sinto tanta insegurança

Um carro sem freios e sem sinto de segurança

Cada dia, uma nova curva

Um novo buraco, novos inimigos e obstáculos

A cada piscada, um novo desvio, tortuoso atalho, um perigoso caminho.

A cada tempestade

As gotas tortuosas caidas no párabrisa

Nas janelas lacradas de um carro parado

Com seu motor encharcado de sentimentos ambíguos

Sua lataria amassada e sua tinta descascada

Cada carro com suas próprias feridas

E assim vai a vida de pessoas com coração de metal

Não sabem se lhe querem bem ou mal

Mas ficam super frustrada quando lhes falta capital.

Logo se vê a necessidade de voltar a correr

Assim se acelera lentamente passando de marcha em marcha.

A cada paisagem ultrapassada lembranças se vão

Aumentar a velocidade ao máximo pode ser perigoso e triste.

Mas é necessário se livrar de problemas passados

Com o tempo liga-se o radio e aumenta-se o volume do som ao máximo.

Cada minuto, cada segundo se esvai e fica para trás.

Notas finais
Desculpe se não ficou bom..........
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!