Notas iniciais
Gente! Quanto tempo! Meu Deus que saudade! Agora entendo as autoras que faziam faculdade. É complicado. Mas cá estou eu! Capítulo pra vocês! Boa leitura.

Pensei em aterrissar em uma praia, bem longe de tudo. Mas não consegui. De algum modo, aterrissei em frente a onde menos esperava: minha antiga casa. Minha e de Endor. Está do mesmo modo. Sua grande fachada em um tom meio bege, o telhado. Tudo está igual.

Sou impelida a entrar. Mais surpresa. A casa está intocável. É como voltar no tempo. Tudo no devido lugar, como deixei antes de partir e deixar meu coração para trás. Uma ponta de esperança me fez começar a procurar Endor. Indo até nosso quarto, encontro uma pintura onde estamos juntos, abraçados. Fixo em seu rosto. Sua boca, seu queixo. Sua feição. Quanta saudade.

– Acho que você não sabe porque veio parar aqui. – Era Riley.

– O que faz aqui?

– Vim tentar te mostrar que o motivo não é a minha irmã.

– Chega Riley! Estou certa inclusive de que foi você quem mandou a carta!

– Que carta? Não mandei nenhuma. Pare de me acusar e veja os olhos de Endor!

– Você sabe que carta! E não vou olhar. Chega disso tudo. Roman está morto! Acabou!

– Pare! Olhe logo Davina! Só olhe!

Decido ceder a sua vontade e observo atentamente os olhos dele. Inevitavelmente sinto que não tem muito tempo que não os vejo.

– Você conhece esse olhar Davina. E não estou falando de Endor.

Observo atentamente e então fios loiros, uma pele um pouco mais bronzeada se encaixam.

– Jude? Ele...

– Sim... Endor reencarnou diversas vezes depois que morreu nessa casa. Em todas as vezes ele reencarnava para poder te encontrar. Mas você é imortal. Seus caminhos se cruzavam sempre, mas você nunca o olhava. E por não se encontrarem, ele sempre se apaixonava pela minha irmã.

– Sua irmã?

– Sim, todos temos um destino. E mesmo que não seja naquela vida, precisamos cumpri-lo. Não te trouxe pra tudo isso sem motivo. Seu destino está envolvido. Acredite em mim. Meus interesses não são pessoais. Eu já lhe disse: você é minha missão.

– O que você precisa que eu faça? Sua missão é que eu faça algo não é?

– Minha missão é que você consiga seguir seu destino de uma vez por todas. Então, acredita em mim?

– Está bem...

– Ótimo.

A paisagem começa a se dissolver. A casa, os móveis, tudo. Somem como pó. E de repente, estou na porta da casa de Jude.

“Ela não está mentindo.” Penso. Corro para poder chegar até ele. Ao abrir a porta, não encontro apenas ele sentado no sofá. O encontro conversando com Damen e a irmã de Riley.

– Davina? –Damon exclama ao me ver.

– Damen... – não consigo pensar em nada.

Notas finais
E então? Reviews? Beijosssss