Call My Name
1 You Gonna Stink And Burn
Notas iniciais
Agradeço a Tânia minha querida zumbi que me deu a musica perfeita para essa fic.
http://www.youtube.com/watch?v=iq_G6ufMa9I
E mais uma vez devo milhões de agradecimentos a madrinha de mais uma fic minha, Mirela, que acompanhou o nascimento da ideia e a forma lenta como desenvolvi tudo até chegar aqui, obrigada anjo, sem você nada disso seria publicado ^^
Os dias no castelo eram torturantes, quanto mais Regina tentava se libertar mais se prendia aquele inferno em vida que era seu casamento, como se não bastasse a dor da morte de Daniel e o peso de ser responsável pelo bem estar daquela que ajudou destruir sua felicidade, a jovem rainha ainda se via obrigada a horas de tortura diárias, tendo seu corpo tomado pelo rei , que não se importava em ser cuidadoso durante o coito e só pensava em seu próprio prazer. A rainha de uma grande nação em seu leito era reduzida a nada, apenas um pedaço de carne com o qual seu rei se satisfazia enquanto clamava por outra, desde o inicio daquela desastrosa situação Regina sabia que a pior parte seria se entregar aquele homem, a idade avançada nada significa nada, mas o fato de que ele não a amava e as circunstancias que a levaram a cama do rei eram por demais nauseantes, estava grata a todas as forças superiores por ter se entregue a seu amado Daniel antes de seu horrível e covarde assassinato, sua vida inteira a partir daquele casamento de conveniência seria uma tortura diária, mas ao menos em seu coração levaria a alegria de ter entregue sua virgindade ao seu verdadeiro e único amor.
Noite após noite, Leopoldo ai aos aposentos de Regina e sem um gesto de carinho o rei tomava sua rainha, era sempre do mesmo modo que tudo acontecia, o doce jovem, em uma linda camisola branca como a pureza de seu coração, sentia a barba de seu marido roçando em seus seios e suas mãos frias molestando seu sexo, alguns minutos depois o rei se colocava entre as coxas da rainha e sem nenhum cuidado ou menor gesto de afeição, invadia sem sexo de forma grosseira e profunda, suas estocadas fortes e profundas arrancavam lagrimas de dor, tristeza e vergonha da pobre moça, mas o pior era ouvir Leopoldo chamar o nome da finada esposa quando estava prestes a gozar, dizer em alto e bom som o quanto ama a rainha Eva e como mulher alguma jamais chegaria aos seus pés, aquilo já era demais, a morena sempre acreditou que casamentos fossem feitos por amor e respeito, duas coisas que seu marido não tinha por ela, o bondoso e justo rei Leopoldo no fim não passava de um cretino nojento que encontrou no segundo casamento uma forma de ter uma babá para sua filha desprezível, uma prostituta de luxo exclusiva e uma rainha bela e invejável perante os olhos do povo e de seus nobres, e por longos anos Regina suportou humilhação atrás de humilhação e em uma noite de tempestade onde raios e trovões cortavam os céus e espalhavam medo em todo o reino, a rainha resolveu mostrar que não era um objeto de uso pessoal do rei e que mesmo sabendo que jamais haveria amor entre eles, o rei teria que ao menos respeita-la e ter a consciência de que quem estava ali não era sua falecida esposa e sim uma pobre mulher que merecia todo o respeito do seu marido e uma boa dose de delicadeza na hora de cumprir seus deveres de mulher.
Naquela noite o humor do rei estava péssimo, negócios fracassados o deixaram furioso e para esquecer o velho se entregou a bebida, depois de horas enchendo a cara vai ate o quarto da rainha e sem dar tempo ao menos que ela desperte de seu sono ele abra as calças e penetra violentamente a jovem quase inconsciente, a dor que rasgou a jovem foi terrível, as lagrimas mais uma vez molharam o jovem e belo rosto da rainha, as estocadas fortes e profundas que lhe faziam sangrar ficavam cada vez mais rápidas e ao ouvir o nome de Eva a morena perde toda sua razão e auto controle e crava as unhas no peito desnudo de seu marido, que grita de dor e lhe da um tapa no rosto.
–Como ousas ferir o teu rei? , que tu pensas que és?
–Eu sou a mulher a quem tu desposou e vem humilhando diariamente há muitos anos, sou tua rainha e a pessoa que cuida de tua preciosa filha, me deves respeito e eu vou tê-lo custe o que custar.
[trilha sonora dessa cena]
Rape Me–--Nirvana
Rape me, rape me my friend
Rape me, rape me again
I'm not the only one yeah
I'm not the only one yeah
I'm not the only one yeah
I'm not the only one
Hate me, do it and do it again
waste me, Rape me my friend
I'm not the only one yeah
I'm not the only one yeah
I'm not the only one yeah
I'm not the only one
My favourite inside of source
I'll kiss your open sores
appreciate your concern
you gonna stink and burn
Rape me, rape me my friend
Rape me, rape me again
I'm not the only one yeah
I'm not the only one yeah
I'm not the only one yeah
I'm not the only one
Rape me
Rape me
Rape me
Rape me
Rape me
Rape me
Rape me
Rape me
Naquele momento a tempestade se faz mais forte, o vento parecia querer derrubar as janelas do quarto real, os trovões ecoavam como nunca antes, os raios pareciam bailar dentro daquele quarto, e quando o mais alto trovão ecoa naquela noite, Regina tomada por uma fúria sem tamanho se vira por cima de Leopoldo, que ainda estava rígido e pulsante dentro dela e lhe da um tapa e em seguida lhe corta os ombros com suas unhas afiadas, o rei surpreso se inclina como pode e rasga a camisola da rainha, deixando seus seios a mostra e em seguida chupa ferozmente cada um deles, enquanto Regina mexia-se lentamente em uma cavalgada tortuosa no membro do marido.
–Diga o meu nome... –Regina ordenava com uma voz demoníaca.
–VAMOS DIGA O MEU NOME. –A rainha agora gritava ao rasgar as costas do rei e sentir seu sangue nobre em suas unhas.
–Diga Leopoldo, você me deve isso, diga o meu nome, você sabe muito bem a quem esta deflorando, eu não sou uma prostituta qualquer que você pegou na beira de uma estrada, vamos diga o meu nome, AGORA ...
O rei estava quase gozando tamanha era a surpresa inusitada daquela situação, jamais esperaria algo do tipo da jovem e delicada amazona que havia salvado sua preciosa filha, cada movimento daquela mulher, cada vez que seu corpo era cortado pelas garras da jovem rainha um prazer sem igual invadia o velho rei e quase sem forças ele atende a ordem de sua rainha.
– Re- gi ... na. –O rei sussurra.
–Mais alto, eu não ouvi direito. –A rainha ordenava ao travar os dentes e olhar o homem a sua frente com um misto de nojo, ódio e satisfação.
– Regina, Reginaaa. –Repetia o velho quase explodindo de tesão.
– Você pode fazer melhor, eu quero ouvir você a plenos pulmões.
– REGINAAAAAA. –Gritou o rei e em seguida desabou em um gozo profundo e intenso.
Algum tempo depois Regina sai de cima do rei e se vira de lado na cama, se sentia suja e com tremendo nojo de tudo que fizera naquela noite, mas já que era impossível evitar ser estuprada quase que diariamente pelo rei, ao menos seria honrada com a consciência de Leopoldo sobre ser ela ali no momento do coito e não um fantasma falecido há tantos anos, a partir daquela noite ela tornaria seu calvário uma forma de mostrar ao rei quem mandava dali por diante.
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