Notas iniciais
Essa poesia foi peita pra um evento sob um tema, que é a imagem fixada.

Meu amado, submerso em minha mente,

Espírito inexistente, de uma cidade desabitada.

No profundo abissal de minha alma,

Reside uma vida calma rodeada pelo nada.

Meu paraíso interno, gélido e obscurecido,

Onde ei me escondido, enganando meus demônios,

Que me atormentam com estarrecedoras danças

Ao som das suaves mudanças dos tons dos harmônios.

Isolei-me em meu mundo, onde o vazio paira.

Não há nem mesmo loaira, vinda do mundo afora.

Há apenas ruas desertas e postes para iluminar-me,

E o utópico charme, de medusas que me avigora.

Eu caminho pelas ruas refugiada nesta quimera

Minha falsa psicosfera, que das pessoas tem me afastado

Espero solitária por meu ônibus para ir à qualquer lugar

Sem lágrimas para enxugar, com meu invisível amor ao lado.