Cadê O Lass!?
1 Capítulo Um: Cadê o Lass!?
-Mwaaaahahaha! Desista, Grand Chase, vocês nunca irão me vencer!
-Ah, cala a boca! – Disse Elesis desviando de um chute do Amon Negro. Saquei minhas adagas. Aquela luta iria ser das boas.
Parti para cima. Subi numa árvore e me preparei. Aquele iria ser o Ataque Final. Carreguei toda a minha energia, e pulei. Eu estava tão perto...
Mas tudo ficou escuro.
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Eu iria novamente arriscar minha vida para comer. Onde já se viu... Arriscar a vida apenas para ir ao supermercado? Porque, afinal de contas, a Cidade da Cruz de Prata é a cidade onde a guilda Assassinos da Cruz de Prata se estabeleceu, então, é uma das mais perigosas.
Estava caminhando quando vejo um garoto deitado no chão. Deveria ser um morador que foi atacado por ladrões...
Sua pele era albina, seus cabelos eram brancos e ele estava seriamente machucado. Bem, eu não sou uma má pessoa, então, nada mais justo do que prestar socorro, certo?
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Acordei, mas não abri meus olhos. Sentia que estava em um ambiente diferente, então fingiria estar dormindo e coletaria todas as informações possíveis. Abri apenas uma fresta dos meus olhos e me deparei com uma coisa verde. Aos poucos essa coisa verde revelou-se ser um vestido, e foi se distanciando, até eu ver uma garota com compridos cabelos negros, indo até os joelhos. Ela estava aparentemente cuidando de meus ferimentos, então, retirei minha atenção dela e me concentrei no ambiente.
O ambiente era um quarto, aparentemente o dela, com poucas coisas, para uma menina. Pela luz fraca que emanava da janela, estava anoitecendo. O quarto era de madeira, então supõe-se que toda a casa seja assim.
Eu já vi casas assim, mas aonde...? Tudo tem estado tão confuso desde que aquele maldito circo saiu! E, para piorar o que já está ruim, o maldito Lupus entra na Grand Chase.
Eu me lembrava de poucas coisas desde que fui possuído por Cazeaje. Tudo o que lembro sobre meu passado é ser maltratado naquele circo idiota dia e noite, de ser possuído por Cazeaje e de abraçar uma mulher, quando eu ainda era pequeno, e ser rejeitado.
As palavras dela foram “Não! Você não é o meu filho! Meu filho não é uma aberração assim! Saia daqui, AGORA!”. Fico imaginando...
Porque ela me chamou de aberração...?
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