Caído

1 Capítulo Único – Caído


Notas iniciais
Oi meus lindos pôneis! Eu tava de boa escrevendo o cap 14 da minha outra fic de K.N.B e fui procurar uma foto para ele... Daí encontrei a perfeição daquela imagem que pus na capa! *-* NÃO É LINDA? *desmaia, acorda* babei completamente por ela e veio a minha mente uma one, peguei meu netbook (SIM, MEU PC FOI CONCERTADO E VOLTOU PARA A MAMÃE AQUI! *0*/) e criptografei esse cap (lê-se as duas da manhãs). Só pude editar a capa agora -_-' depois que voltei da aula.... ESPERO QUE GOSTEM! *mordida na bochecha*

(N/A: A MÚSICA CITADA SE ENCONTRA AQUI)

“Você é tão acostumada
A sempre ter razão
Você é tão articulada
Quando fala não pede atenção”

As noites já foram mais silenciosas.

Para os humanos, nada mudara. Continuavam hipócritas, orgulhosos e ingratos. Eles não podiam ouvir. Não podiam sentir. Não podiam ver o sangue negro que os rodeava.

E invisível aos outros, em cima de um espelhado prédio da corporação Teiko, dois opostos lutavam violentamente.

– Não está me levando a sério... – disse o ser celestial inexpressivamente enquanto apontava sua lança em direção às sobras em sua frente. – Lute de verdade.

O ser de sombras riu, fazendo a escuridão oscilar ao redor do ser luminoso.

– Por que lhe levaria a sério Tetsuya? – disse a voz grave. – não pretendo mata-lo hoje.

– Impuro... – os cabelos azulados do ser celestial moviam-se conforme a nuvem negra o rodeava. – irei puni-lo por seus pecados.

Uma risada sinistra ecoou pelo local e partes das sombras se aproximaram, moldando o rosto do moreno.

– Tente.

O anjo rugiu e ergueu sua lança, direcionando-a ao rosto do ser de trevas. O mesmo se desfez em sombras ao redor da lamina dourada e se recompôs do outro lado do terraço.

O ser escuro avançou tão ágil quanto se afastara, com um golpe de sua foice acertou a lança que se despedaçou nas mãos do anjo.

– Eh! Incrível Aominecchi! – disse a voz animada de outro ser escuro. – ninguém nunca te vence! – bateu palmas.

O moreno se recompôs ao lado do loiro que estava sentado em cima da caixa-de-água, balançando as pernas e rodeado a cauda negra atrás de si.

– Kise, idiota, o que está fazendo aqui? – reclamou o moreno agarrando um dos pequenos chifres do outro.

– Ai! Não seja tão cruel Aominecchi! – choramingou o loiro.

– NÃO ME IGNORE! – irritou-se o azulado.

O rosto do anjo continuava inexpressivo. Mas suas asas moviam-se de maneira quase violenta, seus olhos tornavam-se vermelhos.

– Eh? – o loiro franziu a testa e depois riu. – Uau! Há muito tempo que eu não via um anjo em processo de decadência!

– Decadência? – o moreno franziu a testa.

O loiro sorriu com a curiosidade do maior e olhou para o azulado que a cada segundo tinha os olhos cada vez mais vermelhos, as penas das asas escureciam.

– Não importa quanto tempo passe, eu ainda sou seu senpai. – disse o loiro se divertindo com a situação. – provavelmente você só deve ter ouvido falar nisso durante as aulas teóricas do treinamento para demônios... – apontou para o “anjo”. – Decadência é o processo em que os anjos estão sendo influenciados por emoções mortais e ao chegar num certo ponto, perdem sua divindade e se tornam caídos. Podem até continuar puros por um tempo, mas assim que experimentam os pecados... Digamos que os poucos que caíram agora são nossos “colegas de trabalho”... E pelo que vejo o Kurokocchi está num estagio avançado.

O azulado estava confuso. Nunca havia sentido aquilo antes. Seu peito ardia, seus punhos pareciam coçar, queria ver sangue. Queria desfigurar o rosto de Aomine para que este nunca mais o subestimasse. E quanto mais pensava nisso, mais sentia seu corpo arder, suas asas pareciam queimar. Seus pensamentos não eram mais puros.

Estava caindo.

Estava se tornando um caído.

– Não... – murmurou segurando seu pescoço, sentia-se sem ar. – não... – as lagrimas de seus olhos evaporavam. – Eu não vou cair... Não posso cair...

Seu corpo perdia todas as forças, sentia-se sujo, sentia-se desprezível. Sentia-se humano.

– AOMINE! – a voz estrondosa ecoou pelo local.

Ao ouvir o berro de seu parceiro, os olhos do azulado se arregalaram e sua mente se clareou, dispersando toda a energia negra que se acumulava ao seu redor.

– Você está bem? – perguntou o ruivo aproximando-se de Kuroko que com a tontura caíra de joelhos no chão.

– Obrigado... – sussurrou o menor. – obrigado...

– Volte. – o ruivo acariciou seus cabelos. – eu vou cuidar das coisas por aqui.

– Está bem. – o anjo se colocou de pé, ainda meio tonto, mas conseguiu se equilibrar.

A energia pura do azulado afastou a escuridão que tentava consumi-lo e o mesmo abriu suas asas, as penas negras caíram, dando lugar apenas as brancas.

– Estarei o esperando. – disse com um suave sorriso.

Saltou do prédio. E tudo o que se pode ver foi sua forma luminosa deixando o mundo humano.

O anjo ruivo encarou o ser moreno de asas negras e sorriu.

– O que pensa que estava fazendo com meu kohai, Ahomine?

BaKagami. – rosnou o moreno.

Kise estava abobado com o sorriso que vira a pouco no rosto de Kuroko, mal percebera as manifestações de energias ao seu lado.

–... Eu cuido desse. – disse Aomine para Kise que finalmente prestava atenção no maior.

– Como queira. – o loiro deu os ombros e abriu suas asas negras. – vou achar outra pessoa para brincar. – atirou-se do prédio da mesma forma que Kuroko fizera.

O moreno não desgrudava os olhos do ruivo que desembainhara sua espada, tão brilhante e ofuscante quanto o mesmo.

– Já faz um tempo que não tenho uma luta descente. – disse cruelmente Aomine. – vai ser divertido brincar com você, como nos velhos tempos.

O ruivo baixou a cabeça, apertando o cabo dourado da espada com força.

– Acredite. Não vou cometer o mesmo erro duas vezes. – disse Kagami sem levantar a cabeça.

O demônio apenas riu e girou a foice em sua mão.

– Me diga: como te aceitaram depois do que aconteceu? – gargalhou. – como um ser podre feito você continua no meio deles?

O anjo mordeu o lábio inferior, e ergueu o rosto. As lagrimas que escorriam pelo mesmo calaram o demônio.

“O poder de dominar é tentador
Eu já não sinto nada
Sou todo torpor
É tão certo quanto o calor do fogo”

– Eu vou te destruir. – disse o ruivo

Ergueu a lamina prateada de sua espada celestial, as lagrimas cristalinas ainda escorriam por seu rosto imaculado, o anjo avançou sobre o demônio.

Aomine que antes estava estático, agora posicionava a foice em postura de batalha nas mãos.

– Acha que suas lagrimas serão o suficiente para me deter? – riu o demônio.- eu vou te retalhar! – avançou sobre o anjo.

“É tão certo quanto o calor do fogo”

A “batalha” parecia infinita.

Nenhum dos lados cedia. Os machucados logo se cicatrizavam, os golpes se tornavam cada vez mais violentos.

– COMO PODE FAZER AQUILO COMIGO? – gritou o anjo. – EU CONFIEI EM VOCÊ!

– PROBLEMA SEU SE CONFIOU EM UM DEMÔNIO! – gritou Aomine. – A PRIMEIRA COISA QUE ENSINAM A VOCÊS É QUE NUNCA SE RELACIONEM CONOSCO!

Mais choques de laminas ecoaram pelo local, a túnica de Kagami estava com vários rasgões, mas não era pior do que as roupas de Aomine que estava com a blusa preta retalhada.

– EU ACHEI QUE FOSSE DIFERENTE! – desabafou o ruivo. – eu... Te amava...

“É tão certo quanto o calor do fogo
Eu já não tenho escolha
Participo do seu jogo
Eu participo”

Os olhos do demônio se arregalaram por um breve segundo antes de acertar um golpe certeiro na espada de Kagami, fazendo-a voar até o outro lado do terraço. Usando o cabo da foice acertou-o nas pernas, fazendo-o cair no chão.

O ruivo tentou rolar para o lado, mas este foi impedido por Aomine que fincou a lamina de sua foice ao lado da cabeça do mesmo.

– Repita... – sussurrou o moreno. – repita o que disse...

O anjo virou o rosto para o lado, localizando a espada jogada longe e tentou ir até ela, mas Aomine foi mais ágil e acertou um soco do outro lado da cabeça de Kagami, formando um buraco no chão.

– REPITA! – exigiu.

– NÃO VOU FALAR MERDA NENHUMA! – berrou o anjo, repreendendo-se mentalmente por usar essas palavras baixas. –SAIA DE CIMA DE MIM!

– VOCÊ VAI REPETIR, OU EU...- calou-se.

– VOCÊ O QUE? SAÍA LOGO! TENHO MAIS O QUE FAZER! O KUROKO...

Nesse momento uma neblina negra cobriu o local, os olhos de Aomine tornaram-se vermelho-sangue. Suas unhas negras ficaram pontiagudas. O moreno olhou para Kagami e apertou uma das mãos em volta do pescoço do ruivo.

– O que você tem com aquele bastardo? – sussurrou Aomine, era muito mais ameaçador que seus berros.

“Não consigo dizer se é bom ou mau
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá
O que quer que eu faça
Sem você, não tem graça”

– Não é da sua conta... – disse o ruivo desconfortável. – você não é nada meu! Que te importa se eu tenho ou deixo de ter algo com o Kuroko?

O demônio apertou ainda mais as mãos ao redor do pescoço do anjo, fazendo-o arfar e debate-se. O problema não era a falta de ar, já que ele não precisava respirar, mas sim sua energia branca que ficava cada vez mais fraca com a energia negra de Aomine, debilitando-o.

– O que me importa? – sussurrou o moreno colando seus lábios a orelha do ruivo. – aquele pirralho não vai tomar o que demorei tanto tempo para corromper.

Aomine largou o pescoço de Kagami que tossiu e tentou respirar fundo, a energia de seu corpo quase se esvaziara por completo, quando mais tempo ficava no mundo humano, mais fraco se sentia. A energia ali era podre.

“Você sempre surpreende
E eu tento entender
Você nunca se arrepende
Você gosta e sente até prazer”

– Eu não estou corrompido. – disse o anjo num sussurro quase mudo.

– Não? – o demônio sorriu e acariciou as mechas ruivas do menor. – vai me dizer que esqueceu daquela noite? Há anos atrás... – aproximou-se do ruivo e tornou a colar os lábios no lóbulo do mesmo. – quando você gemeu o meu nome e se entregou completamente para mim? Tsk... Está muito ingênuo para alguém que se entregou completamente ao pecado da luxúria.

– Não me entre...

– Ainda vai negar? – o hálito quente do maior fazia Kagami se arrepiar. – vai mentir para si mesmo... Taiga?

“Mas se você me perguntar
Eu digo sim
Eu continuo
Porque a chuva não cai
Só sobre mim”

Kagami tremeu ao ouvir seu verdadeiro nome pelos lábios do moreno que sorriu satisfeito ao ver seu rosto corado.

– Por favor... – o ruivo fechou os olhos com força, tentando conter mais lagrimas. – por favor... Deixe-me ir...

– Já falei que não tenho pena de suas lagrimas. – disse o moreno.

E no segundo seguinte, o demônio tomou os lábios do anjo num beijo sôfrego.

“Vejo os outros
Todos estão tentando
E é tão certo quanto o calor do fogo
Eu já não tenho escolha
Participo do seu jogo
Eu participo”

Kagami debateu-se, tentando tirar o demônio de cima de si, mas não obteve sucesso. Aomine, ao perceber a teimosia do menor, segurou os pulsos do ruivo e prendeu as pernas do mesmo entre as suas.

– Não vai me escapar. – disse o moreno, logo atacando os lábios de Kagami novamente.

O anjo ainda se debateu por um tempo antes de ceder aos lábios viciantes do demônio.

Vendo que não resistiria mais, Aomine soltou os pulsos do anjo e agarrou possessivamente sua cintura, colocando as pernas do menor ao lado de sua cintura. Kagami ofegou ao sentir as mãos extremamente quentes do moreno passearem despudoradamente por seu corpo. Isso o fez retomar a consciência e tornou a se debater.

– N-Não... – tentou dizer. – não podemos... – gemeu alto ao sentir Aomine empurrar uma cocha entre suas pernas.

– De que adianta negar o que sente Taiga? – o moreno moveu o joelho, fazendo Kagami gemer cada vez mais alto. – olhe o quanto você me quer...

As unhas longas do demônio subiram pelas cochas roliças de Kagami, parando em suas nádegas e as apertando com força. O ruivo mordeu o lábio inferior, contendo mais uma serie de gemidos que rasgavam sua garganta.

– Já falei o quanto você fica sexy com essa túnica? – sorriu maliciosamente.

Kagami corou violentamente com o comentário e virou o rosto para o lado, numa tentava falha de esconder a vergonha.

– Você é muito promiscuo... – disse o anjo encarando um lugar qualquer do chão.

Aomine riu e inclinou-se para frente, colando ambos os corpo e sem piedade nenhuma, mordeu o pescoço do ruivo, fazendo uma linha fina de sangue dourado escorrer pela pele macia do mesmo. Kagami gritou com a dor e fechou os punhos, tentando extingui-la de seu corpo.

Daiki... – gemeu sem pensar.

O moreno prendeu a respiração ao ouvir seu verdadeiro nome ser pronunciado pelo ruivo, sem esperar tomou seus lábios novamente, fazendo ambas as línguas dançarem eroticamente, logo ele já comandava aquela dança. Seus dedos hábeis desceram para o mamilo desnudo do ruivo, desprendendo o broche que prendia a parte de cima da túnica e apertando a pele macia.

Kagami arqueou as costas ao sentir os toques nada castos de Aomine por seu corpo. Deliciando ainda mais o moreno ao ver sua “presa” tão indefesa.

– Diga que me quer... — sussurrou sensualmente no ouvido do outro. – diga que me quer aqui dentro. – penetrou um dedo na entrada do menor.

Kagami quase desmaiou ao sentir os dedos longos de Aomine naquele lugar.

– D-Daiki... – gemeu agarrando os ombros do maior. – n-não faça... Aaaah...! – mais um dedo foi colocado.

O ruivo não conseguia mais pensar, seu corpo gritava por Aomine de todas as formas que o moreno quisesse. Percebendo sua confusão mental, Aomine aprovei para retirar a blusa retalhada junto as calças, Kagami prendeu o folego (como se ele precisasse respirar...) ao ver o moreno praticamente nu em sua frente, apenas usando uma box preta.

– O que pensa que está fazendo? – conseguiu em fim dizer sem gemer.

– Não é obvio? – moreno posicionou-se entre as pernas do outro e arregaçou lhe as pernas, abaixou a própria box, exibindo o enorme membro completamente ereto. – estou te corrompendo um pouco mais. – penetrou-o com apenas uma estocada.

“Não consigo dizer se é bom ou mau
Assim como o ar me parece vital
Onde quer que eu vá
O que quer que eu faça
Sem você, não tem graça”

Kagami gritou com a ardência que queimava em seu interior, afundou as unhas curtas nas costas de Aomine, fazendo pequenas gotas de sangue negro escorrerem pela pele escura do maior.

– D-Dói... – sussurrou quase mudo. – t-tire... T-Tire...!

– Não vou tirar. – disse o moreno se controlando para não enlouquecer dentro daquela cavidade quente e macia que apertava deliciosamente seu membro. – vamos até o fim.

Estocou-o, saindo completamente do corpo e voltando com força, acertando algum ponto em Kagami que o fez gritar muito mais alto do que das outras vezes.

– Achei bem rápido, não acha? – riu o maior estocando novamente aquele lugar com quase brutalidade.

Kagami já havia perdido o controle sobre o próprio corpo e a única coisa que conseguia fazer era se agarrar com ainda mais força no moreno, gritando loucamente seu nome e gemendo de prazer. Os lábios de Aomine procuraram os seus e logo os tomaram num beijo selvagem e molhado. Os olhos do ruivo lacrimejavam tamanho era o prazer que sentia, as pernas bambas e os braços flácidos. Aomine finalmente agarrou o membro do menor, foi o suficiente para enlouquece-lo e gozar, comprimindo ainda mais sua entrada, o moreno prendeu a respiração ao sentir seu membro ser cruelmente apertado daquele jeito e chegou ao ápice, inundando a cavidade cálida do parceiro.

“É tão certo quanto o calor do fogo”

Aomine largou-se no chão ao lado do outro e tentou controlar a respiração enquanto Kagami mantinha-se inexpressivo e imóvel.

– Eu... – disse Aomine.

– Esqueça. – Kagami sentou-se e pegou o broche no chão. – esqueça tudo o que aconteceu. – ajeitou a túnica e se colocou de pé.

O demônio vestiu-se apressadamente e puxou o menor para si antes que o mesmo escapasse.

– Espera! Não pode fazer isso de novo...! – desesperou-se Aomine.

A verdade é que ele nunca havia esquecido aquele anjo. Aquele ser perfeito, tão lindo e luminoso. Tão... Oposto a ele.

“É tão certo quanto o calor do fogo
Eu já não tenho escolha
Participo do seu jogo”

– Por favor... Esqueça-me... – chorou Kagami baixando o rosto. – eu não suporto mais isso...

– NÃO ME PEÇA UM ABSURDO DESSES! – berrou Aomine segurando os braços do ruivo com força. – EU NÃO PODERIA TE ESQUECER NEM SE QUISESSE!

– POR QUÊ? – o ruivo alterou-se. – POR QUE NÃO PODE?

– POR QUE EU TE AMO! – admitiu.

O ruivo ficou atordoado com aquelas palavras e empurrou o peito do moreno, afastando-se de seus aconchegantes braços.

– Isso... Não é certo... – disse afastando mais um passo. – mas eu... Também... Te amo...

O coração sádico do moreno encheu-se de um sentimento puro ao ouvir tais palavras da boca de seu amado, sem se importar com a confusão mental do anjo, abraçou-o com força. Nunca mais queria solta-lo.

– Não posso viver longe de você... – sussurrou o demônio. – me prometa... Prometa que nos veremos novamente.

O ruivo correspondeu ao abraço e afundou o rosto na curva de seu pescoço, exalando o perfume exótico do moreno.

– Eu... Prometo.

E separaram-se, ambos libertando suas asas. Erguendo-as no ar como luz e trevas. Aomine roubou mais um beijo de tirar o folego em Kagami antes de ambos afastarem-se e voarem em direções opostas, sendo engolidos por suas energias tão diferentes, mas tão iguais.

Afinal apenas uma coisa era certa: Eles nunca seriam felizes juntos. Por que um anjo... Não pode se apaixonar por um demônio.

“Eu participo do seu jogo”

FIM?

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Notas finais
*________________* Então... ENFIM... Tipo... GOSTARAM? MIM ACEITAR COMENTÁRIOS! U.U
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!