Caçadores De Justiça
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Capitulo 2:
- Como? Sophie, eu... — Ela parou — Eu sinto muito mesmo. Eu não...
- Tudo bem.
- Ele não sabe não é? — Diz Jenn, olhando para frente. Eu sabia que ela estava falndo do meu irmão. Ele agora estava mais afastado de nós porque estavamos paradas.
- Amiga... — ela me abraça depois de perceber que lagrimas escorriam dos meus olhos. Eu gostava da companhia dela. Ela sempre foi minha melhor amiga, desde de os oito anos, que foi quando minha mãe sumiu no mundo e meu pai nos levou para viver naquela cidade. Na casa de minha tia. Ela não morava ali, morava em outra cidade e então deixou meu pai ficar com aquela casa, já que eram irmãos. No começo, papai disse a mim e a meu irmão que minha mãe havia morrido. Mais descobrimos que ela estava bem vivinha, mais tinha nos abandonado. Jenn era uma única pessoa, porém quando eu precisava, ela valia mais que eu time de futebol. Ela me fazia me sentir bem. E eu sabia que se tivesse ela, não precisava de mais ninguém. — Sei que não é para pensarmos nisso mais... Para onde vai agora.
- Acho que vamos para a casa de minha tia Liz — Digo limpando as lágrimas que escorrem no meu rosto com a manga da minha blusa — Já que minha mãe não sabe nem que agente existe.
- Tia Liz... — Ela vasculha a mente — Sophie, Liz mora em outra cidade.
- Sim
- Não vamos mais nos ver?
- é claro que vamos! Não vão nos separar independente de para onde eu for. Juro.
- Mais eles vão, para onde mais você pode ir? Sophie...
- Não tem por que ficarmos assim, estudamos na mesma escola.
- Você vai para outra escola, outra cidade.
- Não! De maneira alguma. Tenho você e Ed também tem seus amigos. Nunca deixaria nos mudar de escola.
Depois disso, nos duas fomos quietas até em casa. Na ultima curva, antes de chegarmos a minha casa, Tony veio em minha direção, segurando meu irmão pela mão.
- Escute, tem duas pessoas na sua casa muito suspeitas e eu não posso deixar nem você nem seu irmão entrar lá. — Diz Tony me segurando pelos ombros.
- Calma Tony! Acalme-se já. O que foi? — Jenn dispara.
Ele me solta. Nos dá passagem. De longe consigo verpouca coisa, mais o suficiente para saber que estavamos ferrados. Dois homens empacupazados estão revirando a casa. Via-se objetos muito conhecidos.
- Não! Meu irmão grita e me assusta. Eu vi o que estava o pertubando, um dos homens pegou o jogo de cartas que meu irmão amava jogar com meu pai. Ele se levanta e está preparado para correr, quando Tony segura o braço dele.
- Me escute Ed. Você não pode ir. Eles não vão fazer nada. No maximo virão uma casa vazia e entraram para roubar. Eles vão levar só eletronicos. Calma.
- Ele tem razão Ed. — Digo. Ele definitivamente não tinha razão. O homem que estava com as cartas do meu irmão, agora estava botando fogo nelas. Por incrivel que pareça ele deve saber que aquilo machucaria alguém. Meu irmão vê a cena pela metade. Tony o abraça e tapa sua visão. Fico muito aliviada por ele fazer isso. A visão que se tinha era horrivel, daquela pequena carta o fogo estava se expandindo e os lugares que ainda não estavam cobertos por chamas um homem fazia com que ficasse, baixei os olhos e abracei a Jenn. Ouvimos uma explosão. Olhei para Tony e Ed. Tony me olhava solidário e Ed estava chorando. Era o fim!
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