Caçadora - Reflexo da Morte
4 Capitulo III
Aleesa acordou primeiro que todos, teria que estar perfeita para o seu encontro, tinha que saber o maximo possível sobre aquele garoto e se ele teria alguma ligação com as mortes das garotas.
Colocou um mini short jeans, blusa vermelha de barriga de fora, boina preta, bota de cano fino até os joelhos, maquiagem e varias pulseiras. Estava sem sombra de duvidas linda.
Quem desceu logo em seguida era Dean, A jovem demônio não podia esconder o quanto estava nervosa. Não sabia o que dera nela para agir daquela maneira com aquele garoto irritante.
Não devia ter se aproximado tanto dele, isso era inadmissível isso. Agora ela queria continuar perto, mas ela sabia melhor do que ninguém que não devia o desejar ou sentir qualquer coisa por ele.
Dean se senta com um meio sorriso pela roupa dela, mas só depois que ele se toca que aquelas roupas eram para o encontro dela com Gabriel, ele faz uma careta de desagrado.
- Está parecendo uma puta – diz Dean.
- Pelo menos eu não pareço um cafetão todo santo dia – alfineta a demônio.
Logo Sam chegou e toda atenção da demônio de cabelos Pink mudou de foco, logo ela e Sam começaram a dividir bolachas de chocolate e rir. Aleesa era como a irmã caçula de Sammy.
Aleesa e Sam estavam fazendo os últimos retoques do plano para o encontro, Aleesa devia ser cuidadosa e não entrar em algum lugar suspeito sem antes avisar algum deles.
- Então está tudo pronto – diz Aleesa e da uma risada – Sammy seu rosto esta sujo de chocolate.
- Só eu posso chamar ele de Sammy – ta Dean estava com ciúmes, mas de quem?
- Porque, em Sr. Cafetão? – diz a demônio irritada.
- O Sammy não – começa Dean.
- Não me ponham no meio – diz Sammy.
Aleesa se levanta e sai irritada, queria ficar sozinha e longe de Dean. Era incrivelmente irritante saber o quanto ele mexia com ela. Estava cansada de ser tratada daquele modo.
Queria provar para aquele caçador que ela não era só uma demônio mimada metida a caçadora, ela era bem mais do que isso. Ela era uma boa caçadora e fazia o seu trabalho melhor do que ninguém.
Iria pegar Gabriel antes do plano, descobrir tudo e acabar com o caso sozinha. Era incrivelmente orgulhosa e depois iria esfregar na cara dele que ela era bem melhor do que ele achava.
Viu Gabriel e correu até ele, só tinha um pensamento: vamos ver agora quem é puta, caçadorzinho de 5ª categoria. Gabriel adorou isso do encontro e decidiu a levar para fazer um piquenique.
Estava tudo bem, até que ele a ofereceu uma bala. Aleesa sabia que aquilo não era uma boa idéia, então mandou uma mensagem para Dean que era o único deles que tinha celular.
Logo depois tudo ficou escuro e o corpo perdeu a consciência. Por mais que Aleesa tentasse ela não conseguia sair daquele corpo, estava colada em um corpo inconsciente.
Dean estava bebendo , ninguém apoiava suas brigas com Aleesa. Viu se celular tocar, era um numeroque ele não conhecia. Abriu e viu que era de Aleesa, não devia estar tão preocupado com ela, devia?
Dean adiantei minha missão, Gabriel me deu algo suspeito que vou ter que comer. Se eu ficar muito tempo sumida, venham me procurar. Aleesa.
Ele não podia esperar que Sam e Bobby voltassem a falar com eles. Deixou apenas um recado antes de ir a procurar aquela demônio que só lhe dava problemas. Pelo menos ela usará o celular, isso significava que seria mais fácil a localizar.
Uma casa abandonada, nenhuma novidade, certo? Ele entrou e viu que a casa estava cheia de sal. Um ótimo jeito de prender Aleesa e a deixar indefesa. Ouviu uma voz, era definitivamente sua demônio causadora. Ele pensara, sua?
Aleesa estava presa em circulo discutindo com dois demônios, típico dela. Mas era uma ótima chance para ter certeza sobre o lado dela.
- Vocês não vão os pegar, eles não vêm – grita a demônio.
- Eles vem sim, eles se preocupam com você – diz um dos demônios inimigos.
Aleesa estava irritada, de repente aparece Dean que joga sal dos demônios. Aleesa estava muito grata por ele estar ali, mas não podia esconder a preocupação.Ela esperava que ele viesse acompanhado.
- Algum plano – diz Dean.
- Vamos os matar – diz ela animada.
- Você é estranha – diz Dean.
Aleesa só murmurou um: Eu sei que você me ama. Logo estava lutando, Aleesa pegou uma arma e atirou nos dois e depois começo a rir feito louca. Dean se assustou e só ai notou que era com ela que estava a Colt.
Depois Aleesa apenas se jogou no chão com tudo. Estava cansada e tonta, ela olhou a casa com cuidado. O mistério não podia ter acabado podia? Teria sido fácil demais, não podia ter sido assim.
Dean se deitou do lado dela, estava realmente cansado e seu ódio por Aleesa parecia ter sumido a alguns segundos. Depois de um tempo de silencio eles se levantaram.
Aleesa estava realmente perto dele, ambos conseguiam sentira respiração um do outro. Dean passou a mão pelo rosto dela e depois tirou uma mecha de seu rosto, os olhos estavam colados e eles iam se aproximando como se suas bocas tivessem que se colar.
Dean levando o rosto dela com o dedo indicador e tomou os lábios dela. Como não ouve nenhuma hesitação da parte dela, ele aprofundou mais o beijo. O moreno a puxou pela cintura para que ficassem mais próximas, enquanto Aleesa colocou suas mãos no pescoço dele.
Ficaram assim por um bom tempo, até se separarem por falta de ar e darem conta do que realmente tinham feito. Mesmo ambos terem sentido que suas bocas se encaixavam perfeitamente aquilo não podia ter acontecido.
Aleesa leva a mão a boca, ela tinha 16 anos e tinha ficado com um cara de 25. Nove anos a mais! Ta que ela é um demônio que praticamente vai viver pra sempre, mas isso era errado. Ele era o garoto irritante que ela odiava.
Dean sabia o quanto aquilo é errado, primeiro ela estava em um corpo de 15 sendo que a mesma tinha 16. Fora os motivos básicos como ela ser um demônio que ele odiava e que o odiava.
- Isso – começa ele, sem saber bem o que dizer.
- Isso nunca aconteceu, será nosso segredo – diz Aleesa seria – acho que precisamos de um banho.
- Quer tanto assim um banho comigo – diz ele com um sorriso malicioso.
Era obvio que Aleesa não ia gostar da brincadeira e muito menos da provocação do garoto. Primeiro que ela não estava bem emocionalmente para aquele tipo de coisa e segundo ela queria um motivo para brigar com ele.
Aleesa fechou os punhos e a sua face mostrava o puro ódio. Dean engoliu em seco pensando se a brincadeira realmente fora boa. Talvez não fosse uma boa idéia a provocar, não quando ela parecia a ponto de matá-lo.
- Eu só quis educada pra não falar que você precisa de um banho gelado – diz ela apontando com o dedo as calças dele.
Aleesa saiu desfilando dali com um sorriso no rosto, não queria continuar o papo com Dean, na verdade ela queria entender aquele caso. Aqueles demônios apesar de parecidos com os que viu eram fracos.
Um demônio podia sentir a energia do outro, ela tinha certeza que não matara os demônios certos. Mas ela viu aqueles, ela provavelmente deixou algo escapar. Não queria falar com Dean, não se ele continuasse com aquelas brincadeiras idiotas.
Bobby era bom, mas não dava para falar com ele. Ela tinha que tomar um banho, clarear as idéias e falar com Sam o seu amigo CDF predileto. Ele era a o irmão mais velho que ela nunca tivera e isso era ótimo.
Dean ficou constrangido ao notar que ficara excitado por causa de um beijo, que vergonha um pegar como ele ficar assim por causa de um beijo. Parecia um colegial idiota que beijara a garota popular quando o mesmo era fracassado.
Precisava tirar ela da cabeça, aquilo não passara de algo do momento. Dean jogou a cabeça para trás e agradeceu mentalmente que não encontrou seu irmão quando chegou no hotel, não seria muito agradável ter que contar o que ouve.
Depois do banho ele foi até o quarto do irmão e descobriu porque não o encontrou. O irmão estava em um papo descontraído com Aleesa, aquilo o deixou realmente irritado.
- Oi Dean – diz Sam vendo o irmão.
- E ai? – diz Dean ignorando Aleesa.
- Soube do ataque – diz Sam dando nos ombros – então o caso acabou?
- Claro – diz Dean.
- Que não – fala Aleesa.
Os dois olham ela desconfiado. O que aquilo queria dizer? Os demônios haviam sido destruídos, não tinha como eles sobrevirem a Colt que por algum motivo havia ido parar na mão dela.
Aleesa se levantou da maca de Sam e encostou em uma parede. Não estava boa o suficiente para ficar sozinha com Dean, ele podia tentar a agarrar. Ela não gostava dele, não podia nem desejá-lo. Quer cai na real, tudo aquilo não passou de um momento.
- Um demônio pode sentir a energia de outro, não era a mesma – diz Aleesa seria – os dois de hoje eram fracos.
Dean não podia perder a oportunidade, ele queria a irritar. Queria realmente ver o rostinho dela ficar vermelho de puro ódio por ele. Era estranho, mas ele sempre fazia isso com ela.
Sabia que era imaturo e totalmente ridículo, mas não podia fazer nada quanto a isso. O que ele realmente queria sempre a irritando e provocando? Aquilo era realmente estranho, mas ao mesmo tempo terrivelmente divertido.
- Isso é ridículo, pra mim você só está enrolando – alfineta Dean.
Aleesa sai irritada, não estava com cabeça para aturar Dean. Ela conseguia ser bem cabeça quente quando queria. Foi para seu quarto, jogou usa mala única da janela, e desceu escada a baixo.
Ela não era obrigada a ficar no mesmo cômodo que qualquer um deles, na verdade ela não ia ficar parada. Não queria continuar a ver Dean e um tempo longe dele só lhe faria bem.
Deixo um recado na secretaria, nada muito serio. Apenas para eles sacarem que ela não ia ficar de braços cruzados esperando eles sacarem qual era a verdade. Saiu de moto, ficaria em outro hotel com outro nome.
Sam e Bobby deram a maior bronca em Dean, ninguém aprovava sua atitude, quando ele decidiu pedir desculpas não a achava em lugar nenhum. Depois ele finalmente entendeu que ela havia partido.
Desceu correndo para a secretaria, lá havia apenas um simples recado, nada muito grande:
Vocês não acreditam em mim, acho que vou resolver o caso por conta própria. Aleesa, a demônio de cabelos Pink.
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