Notas iniciais
Heyyy!! Espero que vocês gostem, apreciem o começo da historia!! Beijos! ;)

CAPITULO 01 — PV LOUISE

Às vezes devemos fazer o possível e o impossível pela amizade — Faz isso por mim?

Era só o que eu conseguia ouvir dela, Mia, minha Irmã.

– Olha você só vai entrevistar o carinha e vaza – suspirei – Não vai doer mulher.

Falou ela como uma florzinha. Entrevistar o Grey? Aquele que se acha o todo poderoso, tem coisa melhor não fia? Por que eu realmente não queria ir fazer essa entrevista.

– Por favor, Clark preciso ir a reunião de Pais de Ana – implorou Mia.

– Ta eu vou, mas não vem pensando que eu acredito nessa baboseira de “reunião”, poxa Mia você tem que criar responsabilidades agora – Falei revoltada.

– Eu sabia que você não ia recusar e, desculpa se eu sou uma irmã chata que só pede ajuda, mas é que anda tudo corrido na minha vida – Pior que tava mesmo, depois que a Aninha chegou tudo ficou mais complicado pra ela. E pra mim tambem já que eu sou a segunda mãe da Ana. — Você sabe como minha vida ta não sabe? E tudo o que quero é ir para Bahamas e relaxar e sem você não vou conseguir.

– Aaaaaah eu sabia sua ingrata, você não muda mesmo né periguete. Eu vou pra essa reunião, mas, tambem quero minha reserva para Bahamas – Eu a amo e odeio amo mais que odeio!

– Te amo te amo te amo, obrigada por tudo – Ela veio me abraçar — Sei que agora a Ana é nossa prioridade, mas a vida não para, agora vou busca-la na casa dos nossos pais – Ela retirou uns papeis da bolsa e me entregou. — Você deve estar no escritório do Senhor Grey as 08h00min.

– Eu só queri... – Ela não parava.

– E arrasa na roupa – Disse ela saindo — Já disse que te amo?

– Hahaha tchau Mia — Joguei uma almofada nela – TE AMO e cria juízo.

Agora sozinha em minha casa pude raciocinar.

– Ahhhhhhhhhhhhhh eu quero dormir, por que eu não posso dormir! Eu to de férias droga.

Pulei do sofá e fui diretamente pro meu quarto, não sei nem o que vou vestir.

– Pra uma pessoa como eu um moletom cairia muito bem — Eu ri. — Ok senhorita Clark, vamos ver o que lhe espera. Entrei naquele closet e peguei a primeira calça, uma da Jon Jon. – Essa serve – Depois uma blusa social e uma jaqueta... Ah e uma bota.

Sai da minha casa em um estado nervoso, sentando no banco da motora liguei o som e segui a caminho de Seattle, era um pouco longe uma hora de carro. Pensei relutante em como fazer essa entrevista era a primeira vez que eu ia entrevistar alguém, graças ao Pai que não é nada tão serio e nossa logo com o Grey isso não é justo. Só Mia pra conseguir uma entrevista com a concorrência, aah se nossos pais descob... Vou ficar ate queta.

Mia nem é tão boa nisso, alias com o currículo que tem, ela é rica, gatona, se formou em publicidade, e é diretora de uma das empresas do nosso pai. A mulher mais doida que conheço é ela, alem de ser uma pessoa extraordinária teve seus errinhos na juventude e engravidou da minha vidinha Ana, uma princesa que chegou de surpresa nesse mundo. Ela é tudo pra mim, a considero como uma filha, minha sementinha.

– Ah Deus, que preguiça — Gritei esticando os brancos, entrevistar o senhor Grey será um desafio, odeio ser entrevistada ainda mais entrevistar — Eu ri. – Acho que vai ser até foda.

...

Cheguei à empresa no horário em que Mia tinha falado e nossa tudo era certinho, e pelo que observei só loiras reinavam pelo lugar, fiquei ate convencida por ser morena ali.

Dei uma encostada no balcão da recepção.

– Bom dia tenho uma entrevista marcada com o Grey!

– Srt. Clark? – Perguntou a Loirinha.

– Sim. – Disse.

– Certo sua reunião com o Sr, Grey será em estante sente-se ali ela – A loira do balcão apontou para outra loira — Ira leva-la ao escritório do Sr. Grey há alguns minutos.

– Obrigada!

– Ok! – Responde com uma cara de poucos amigos.

...

Esperei por quase MEIA HORA, e a outra mulher me chamou.

– Srt. Clark poderia me acompanhar? – Finalmente. — Seguimos para o elevador, fiquei admirada com a estrutura do prédio, muito sofisticado.

– Por favor – disse ela apontando para uma porta de madeira preta. – Ele a sua espera.

– Hum... Valeu! – Me direcionei a porta e abri.

Entrei e caramba o escritório era maior que o meu quarto juntado com a conzinha, vi que era bem decorada, e realmente ali não sei por que meu estresse evaporou.

Mas não durou muito, levei um susto quando vi o Grey, ele era exatamente como tinha pensado bonito, cheio da marra. Mas meu santo de cara já não batia com o dele, eu já o conhecia a um bom tempo.

Dei uma reparada nele, nunca o tinha visto pessoalmente, e realmente ele era muito bonito, formal, nada do que eu penso sobre ele encaixa nesse homem que esta a minha frente. Nossa ele é muito gato.

– Sr Grey, sou Louise Clark, a senhorita Mia não pode vir por motivos pessoais — E já fui direto no ponto.

– Perfeitamente, é um prazer conhece la senhorita Clark.

Sua voz me desconcentrou dos meus pensamentos, mas “senhorita” Clark doeu.

– Por favor, me chame de Clark – Ele assentiu.

– Como já sabe, tenho 20 minutos, sente-se – Disse ele indicando a mão para uma poltrona.

– Obrigado – me sentei, e já fui logo pegando o tal do gravador e as perguntas. Por um breve momento me distrai olhando para as pinturas do famoso Trout...

– Um artista Local Trouton – Ele diz pegando meu olhar.

– São adoráveis, elevando o ordinário para o extraordinário — Realmente era perfeitas.

– Eu concordo plenamente, Senhorita Clark, — ele responde.

O resto do escritório é todo bem decorado, o senhor Grey não diz nada, fiquei esperando impaciente ele começar a entrevista.

– Desculpe-me, mas precisamos começar a entrevista – Tentei ser a mais educada possível, mamãe sempre diz que eu sou impaciente e ignorante e que não tenho bom censo, poxa tenho que aturar pessoas chatas todos os dias em meu trabalho e posso garantir que normal eu não saia dali, fui ficando sobrecarregada e tudo me perturbava. Meus pais gastaram uma fortuna com minha educação, não desfazia dela por nada.

Pegando o gravador, eu realmente não sabia ligar aquilo. Porcaria, cadê o botão, OMG cadê? Foram os piores longos segundos até que passei o dedo de leve sem perceber numa parte e ligou.

– Ufa – Soltei um ar de alivio.

Frustrada. Quando eu tomo coragem para olhá-lo, ele está me observando, uma mão relaxada em seu colo e a outra embaixo de seu queixo e arrastando o seu longo dedo indicador através de seus lábios. Eu acho que ele está tentando conter um sorriso.

— Desculpe-me, — eu gaguejo. — Eu não estou acostumada a isto, Droga!

– Então vamos começar – Falo como se nada tivesse acontecido.

— Leve o tempo que você precisar, Senhorita Clark. — ele diz.

— Já levei – Falei dando uma risadinha. Olhando para a folha de perguntas em minha mão, comecei.

Eu pisco para ele, sem saber o que dizer, e acho que ele fica com pena de mim porque ele cede.

— Será que Mia, explicou para o que é a entrevista?

— Sim. Para aparecer na edição de graduação do jornal estudantil quando eu outorgar o diploma na cerimônia de graduação deste ano.

Oh! Isto é novidade para mim! Continuando.

— Bem, eu tenho algumas perguntas, Sr. Grey. — Eu aliso um cacho perdido de cabelo atrás de minha orelha.

— Eu achei que você teria, — ele diz impassível. Ele está rindo de mim. E eu me sento reta e enquadro meus ombros em uma tentativa de parecer mais alta e mais intimidante.

— Claro – Agora eu vejo que mamãe tinha razão. Ela diz que tambem sou atrapalhada.

— Você é muito jovem para ter acumulado tal império. Há que você deve... Seu sucesso? — Perguntei sem muito entusiasmo. Eu olho para ele. Seu sorriso é arrependido, mas ele parece vagamente desapontado e ainda por cima me interrompe.

– A Qual se deve meu sucesso – ele deu uma parada. — Serio? – Ele disse.

È Grey isso vai ser longo.

– Serio, olha não foi eu quem fez as perguntas então não me olha assim – falei seria e de cabeça baixa.

Ele continuou!

— Negócios é tudo sobre pessoas, Louise, e eu sou muito bom em julgar as pessoas. Eu sei como elas marcam, o que as faz florescer, o que não faz, o que as inspira, e como incentivá-las. Eu emprego um time excepcional, e eu os recompenso bem. Minha convicção é de alcançar o sucesso em qualquer esquema, alguém tem que se fazer mestre deste esquema, conhecê-lo de dentro para fora, saber todos os detalhes. Eu trabalho duro, muito duro para fazer isto. Eu tomo decisões baseadas em lógica e fatos. Eu tenho um instinto natural que pode localizar e nutrir uma boa ideia sólida e boas pessoas. O resultado final é sempre estabelecido para as boas pessoas.

— Talvez você seja apenas sortudo — Isto não está na lista de Mia, mas mesmo assim pergunto. Então ele acha que pode controlar as pessoas, me parece tediante.

— Eu não acredito em sorte ou azar, Louise. Quanto mais duro eu trabalho mais sorte eu pareço ter. Realmente é tudo sobre ter as pessoas certas em seu time e dirigindo suas energias neste sentido. Eu acho que foi Harvey Firestone quem disse “o crescimento e desenvolvimento das pessoas é a maior vocação de liderança”.

— Você soa como um maníaco por controle! —As palavras saiam, e eu pouco me importei.

— Oh, eu exerço controle em todas as coisas, Louise — Ele diz sem rastro de humor em seu sorriso. Eu olho para ele, e ele segura o eu olhar continuamente, impassível. Realmente ele se acha o todo poderoso.

Por que ele tem tal efeito irritante sobre mim? O modo como ele se acha o dono do mundo por ter bilhões na conta? Foda-se.

Eu gostaria que ele parasse de dizer que controla as pessoas, daqui a pouco vai querer me controlar tambem.

Controlar-me? Sai fora.

— Além disso, o imenso poder é adquirido assegurando-se em seus devaneios secretos, que você nasceu para controlar as coisas, — ele continua.

— Você sente que tem imenso poder? — Maníaco por controle.

— Eu emprego mais de quarenta mil pessoas, Louise. Isso me dá certo sentido de responsabilidade..... Se decidisse que já não me interesso mais pelos negócios de telecomunicações e vendesse tudo, vinte mil pessoas teriam grandes dificuldades em pagar suas hipotecas no final do mês então.

Minha boca abriu. Eu estou espantada pela humildade.

— È mesmo? Isso é muito gentil – Falo surpresa voltando para as perguntas.

— Você não tem um conselho ao qual responder? — Eu pergunto, repugnada.

— Eu possuo a minha empresa. Eu não tenho que responder para um conselho. — Ele levanta uma sobrancelha para mim.

Claro droga, Mia sabe disso, por que, colocou uma pergunta dessa?

Mas puta merda, ele é tão arrogante. Eu mudo de rumo.

— E você tem algum interesse fora de seu trabalho?

— Eu tenho interesses variados, — A sombra de um sorriso toca seus lábios.

Olho pra ele como se estivesse dizendo Serio...

— Mas se você trabalha tão duro, o que você faz para relaxar? – Duvido se ele não se esbalda com as melhores modelos do mundo.

— Relaxar? — Ele sorri, revelando dentes brancos perfeitos.

Eu paro e admiro. Ele é realmente bonito.

— Bem, para “relaxar” como você diz, eu velejo, eu voo, eu desfruto de várias atividades físicas.

Ele desloca-se em sua cadeira. — Eu sou um homem muito rico, e tenho passatempos caros e absorventes.

— O que o dinheiro não faz né. – Ruborizo.

Eu olho as perguntas de Mia, querendo sair deste assunto.

— Você investe em fabricação. Por que, especificamente?

— Eu gosto de construir coisas. Eu gosto de saber como as coisas funcionam: o que torna as coisas marcantes, como construir e destruir. E eu tenho um amor por navios. O que eu posso dizer?

Levanto os ombros como se estivesse falando não sei ou to pouco me lixando para o que você pode dizer.

Ele faz trejeitos com a boca, e olha de forma avaliadora para mim.

Daí pirei.

— Você ta bem? – Parece que quer me devorar.

— Claro Louise, algo lhe incomoda?

Meu Deus que homem estranho.

Porra age normal, parece que quer me comer. O que foi sou tão feia assim? – O pensamento me fez rir.

— Não — Falo seca.

— Seus amigos dizem que você é fácil de conhecer? — Pergunto.

— Eu sou uma pessoa muito privada, Louise. Eu percorro um caminho longo para proteger minha privacidade. Eu não costumo dar entrevistas, — ele vagueia. È mesmo?

— Por que você concordou em fazer esta aqui, meu Deus? — Me sento de forma como posso ficar cara a cara com ele, quero prestar muita atenção em sua resposta como pode ele não gostar de dar entrevista e estar dando uma pra mim, alias pra Mia, nam é pra mim mesma.

— Porque eu sou um benfeitor da Universidade, e para todos os efeitos, eu não consegui tirar a Senhorita Clark de minhas costas. Ela insistiu e insistiu com meu pessoal de Relações Públicas, e eu admiro esse tipo de tenacidade.

— Ela consegue ser muito chata. – Falei colocando a mão no queixo. Eu sei o quanto Mia pode ser tenaz. É por isso que eu estou sentada aqui me contorcendo desconfortavelmente, sob o seu olhar de chumbo, quando eu tinha que estar fazendo meu trabalho, mas estava de férias.

— Você também investe em tecnologias agrícolas. Por que você está interessado nesta área? — Na verdade acho que ele não sabe de nada, nunca conheci uma pessoa tão ligada a tantas coisas.

— Nós não podemos comer dinheiro, Louise, e existem muitas pessoas neste planeta que não tem o suficiente para comer.

— Isso soa muito filantrópico. É algo que você sente apaixonadamente? Alimentar os pobres do mundo? – Pergunto ironicamente.

Ele encolhe os ombros, muito reservado.

— É um negócios astuto, — ele murmura, entretanto eu penso que ele não está sendo sincero. Isso não faz sentido, alimentar os pobres do mundo?

Eu não posso ver os benefícios financeiros disto, só a virtude do ideal. Eu olho para a próxima pergunta, confusa por sua atitude.

— Senhor Grey, então você quer possuir coisas? —Eu comecei a me sentir avontade ali. — Eu quero merecer possuí-las, mas sim, no resultado final, eu quero.

—Sei, hum, você soa como o consumidor irrevogável.

— Eu sou. — Ele sorri, mas o sorriso não toca seus olhos. Novamente isto está em conflito com alguém que quer alimentar o mundo, então eu não posso evitar pensar que nós estamos conversando sobre outra coisa, mas eu estou absolutamente confusa sobre o que é isto. . Eu só quero que esta entrevista termine. Seguramente Mia tem material suficiente agora? Eu olho para a próxima pergunta.

— Você foi adotado. Até que ponto você acha que isto formou o que você é? — Oh, isto é pessoal. Eu fico olhando para ele, esperando que ele não se ofenda. Sua testa enruga. — Se quiser não responda.

— Eu não tenho como saber. – disse ignorando--me.

Meu interesse é despertado.

— Que idade você tinha quando você foi adotado?

— Esta é uma questão de registro público — Seu tom é duro, calma tio. Eu ruborizo, novamente.

Sim claro que, se eu soubesse que eu faria esta entrevista, eu teria feito algumas pesquisas.

Volto-me a olhar pra ele, e, olha só ele esta me encarando. Claro depois da porradinha de palavras.Continuo.

— Você teve que sacrificar uma vida familiar por seu trabalho.

— Isto não é uma pergunta. — Ele é conciso.

— Você teve que sacrificar uma vida em família por seu trabalho? – Agora é uma pergunta.

— Eu tenho uma família. Eu tenho um irmão e uma irmã e pais amorosos. Eu não estou interessado em estender minha família, além disto. – Legal.

— Você é gay? – Não me aguentei e dei uma gargalhada, meu Deus que tipo de pergunta.

– Aaah ninguém merece – sussurro.

Ele inala bruscamente, e eu me encolho, putz não foi legal.

Merda. Por que eu não empreguei algum tipo de filtro antes de eu ler em voz alta a pergunta? Como eu posso dizer a ele que eu estou só lendo as perguntas?

Maldita Mia e sua curiosidade! Mas até eu fiquei curiosa.

— Não Louise Clark, eu não sou — Ele levanta suas sobrancelhas, um brilho frio em seus olhos. Ele não parece contente.

— Eu peço desculpas, Isto está hum… escrito aqui— É a primeira vez que ele disse meu nome.

Ele dobra sua cabeça para um lado.

— Estas não suas próprias perguntas?

O sangue drena de minha cabeça. Oh não.

— Não Mia, gosta de complicar as coisas.

— Vocês são colegas no jornal estudantil? — Oh Merda. Eu não tenho nada a ver com o jornal estudantil. Eu nem estudo mais.

— Ela é minha irmã! — Vejo que ele ficou surpreso – Mas não temos nada haver uma com a outra, não faço parte de jornal nenhum, – Continuo, olhando pra toda merda que eu perguntei – não sou boa nessas coisas.

Ele esfrega seu queixo em deliberação calma, seus olhos cinza me avaliando.

— Você se voluntariou para fazer esta entrevista? — Ele pergunta sua voz mortalmente calma.

Espere quem deveria estar entrevistando quem?

—Não mesmo, fui sorteada – Zombo — Na verdade ela meio que me forçou a vir.

— Isso explica muita coisa – Não diga.

— Ah concerteza – Ruborizo.

Há uma batida na porta, e outra loira entra.

— Sr. Grey, perdoe-me por interromper, mas sua próxima reunião será dois minutos.

Ele vira a cabeça lentamente para encará-la e levanta sua sobrancelha. Ela ruboriza escarlate. Oh bem. Ainda bem que eu não sou a única.

— Muito bem, Sr. Grey, — ela murmura, depois saí. Ele franze a testa, e volta sua atenção para mim.

— Onde nós estávamos Louise?

Oh, nós voltamos a “Louise” agora.

— Grey eu preciso ir, não quero atrapalhar seu trabalho – Eu quero sair dali, ambiente chato.

— De maneira alguma você esta tomando meu tempo Louise – Ele falou como se não queresse que eu fosse. — Eu quero saber sobre você. Eu acho que isto é justo. — Cinquenta vezes merda. Onde diabos ele está indo com isto? Ele coloca seus cotovelos nos braços da cadeira e coloca seus dedos na frente de sua boca. Sua boca tão… dispersiva. Ui Eu engulo seco.

– E o que você quer saber?

– Tudo! – Certo.

– Ok, meu nome é Louise Daher Clark, tenho 24 anos de idade, hum, cursei arquitetura, atualmente trabalho na empresa do meu pai... – Fui falando e observando como ele me olhava, tinha alguma coisa nele que, putz eu estava gostando. – Tenho a Mia e o Jorge que são meus irmãos, ah tambem tenho uma filha, que tambem é filha da Mia! – Pronto agora você sabe! Eu quis rir quando ele me olhou com uma cara de palhaço.

– Você tem uma filha com sua irmã? Como é isso? – Opa.

– È que, quando a Mia engravidou, ela era bem novinha e o pai da Ana não estava presente, daí eu me candidatei em ser como pai pra Ana, mas não sou homem e nem quero ser... O fato é que ela não cria a Ana só, acho que você entende? – Fiquei constrangida, odeio fazer discursos.

– Acho que sim Louise, a Ana tem duas mãe – Fiquei aliviada, no momento eu queria ir embora, até que o pão tava bom, mas, eu tinha que sair ar puro.

— Tenho trabalho a fazer agora, clientes me esperam – menti olhando para a janela, o vidro embaçou quando uma começava a chuva cair.

— Você vai dirigindo de volta para Vancouver? — Ele soou surpreso, ansioso até. Ele tambem olha para fora da janela. Está começado a chover.

– Sim.

— Bem, é melhor você dirigir com cuidado. — Seu tom é severo, autoritário. Ai papai por que ele deveria se importar? — Você conseguiu tudo o que precisa?

– Não foram poucas perguntas respondidas, mas, valeu! — Fui em direção ao elevador e por fim Acenei.

– Louise- Disse ele quando os elevadores estavam por se fechar.

— Até Grey!

Notas finais
Comentem!! Obrigada por apreciarem esse começo de uma historia romântica!! Até o próximo! Abraços ;)