CADIMUS: Mutação

12 Rixon - Teorias


Notas iniciais
Olá você que está lendo... Seja bem vindo a mais um capitulo alucinante do que chamaram de "Novela Mexicana" espero que continue gostando e amando....

O tempo indeciso daquela semana estava cada vez mais próximo de entrar para a lista negra de Rixon.

Ele nunca odiou a mudança de tempo, mas odiava imprevistos, ainda mais quando os imprevistos eram seguidos. Primeiramente o assassino o ameaçando, "CADIMUS EU SEI O QUE VOCÊ É", embora a mensagem não identifica-se para quem era, Rixon estava convicto de que era para ele.

Por isso lá estava ele aquela manha sentado em uma cadeira no seu escritório, olhando ficha-pós-ficha de cada funcionário da Cadimus, e com o ar-condicionado ligado no máximo devido ao calor que estava fazendo lá fora e com um pequeno copo de Uísque que estava em cima da mesa para o caso de sua cabeça voltar a doer, coisa que havia sendo comum depois dos eventos na Cadimus.

Ele passou a ficha de uma funcionaria chamada Carla e pegou a de Gabriela novamente. Será você?. Ele perguntou para si mesmo.

A porta de sua sala se abriu, e ele desviou a atenção da ficha de Gabriela, para um Mark suado que entrava por sua porta.

– Ainda olhando os papeis? — Ele perguntou ao olhar os papeis em cima da mesa de Rixon.

– Sim. E ainda não consigo ver porque alguém mataria a Jhoana, bem ela tinha a ficha suja e todos sabiam disso, mas não e motivo para isso.

– Chamar a atenção — Mark puxou uma cadeira e se sentou. — Acho que se não tivesse uma morte, você acharia que e apenas mais uma peça de algum funcionário.

– "CADIMUS, EU SEI O QUE VOCÊ É" — Ele repetiu para si mesmo a mensagem.

– Rixon, notou que havia alguém a menos ontem na reunião? — Mark perguntou enquanto passava os papeis em sua mão rapidamente.

– Não.

– Era o que eu imaginava. Você não notou, mas eu notei. — Os papeis se moviam rapidamente na mão de Mark

– E daí?

– Bem, além da pessoa não ter comparecido a reunião, ela não compareceu no serviço. — Mark parou de passar os papeis e olhou fixamente para Rixon. — Sabe por quê? — Não houve resposta. — Porque mortos não falam.

– O que você quer dizer? — Ele perguntou mais já sabia a resposta.

– Mais um corpo foi encontrado morto, e de modo brutal, ainda bem que eu o encontrei antes de alguém achar e gritar como um doido. — Mark olhou para a ficha de Gabriela que descansava em cima de outros papeis na mesa.

– Quem foi morto? — Rixon perguntou sem acreditar no que estava ouvindo.

– Jhonnatam Crever. Esse aqui. — Ele disse e entregou a ficha dele a Rixon.

"O que estava acontecendo?". Rixon perguntou em seu pensamento. Mais uma morte? Quem e você? O que você quer?. A ficha dele era pequena, mas era importantes, as informações dele de antes da Cadimus estavam todas ali, mas foi apenas uma informação que chamou sua atenção.

– Ele matou. — Ele disse enquanto seu coração se acelerava rapidamente.

– Como é?

– Jhonnatam era um assassino, ele esmagou a cabeça de um homem em legitima defesa antes de entrar para a Cadimus.

– E o que isso tem a ver? Há varias pessoas com a lista suja aqui. Will não paga impostos por aceitar essa gente aqui. — Mark disse, mas ele não prestou atenção, sua mão corria em todas as direções em busca de apenas um papel. Eu peguei algo sobre o assassino que era importante. Ele repetia mentalmente para si mesmo com a esperança de que ele próprio acreditasse naquilo. Ele achou o papel que procurava e correu os olhos a procura da informação que deseja. E então sorriu quando viu ela lá.

– Olha isso, antes de Jhoana entrar para Cadimus ela era traficante e era dona de um prostibulo. – Rixon não conseguia acreditar naquilo.

– E uma péssima dona por sinal, aqui diz que ela arrancou os dentes de uma das suas prostitutas para que o boquete fosse feito melhor.

– Isso e uma grande pista.

– Então abra meus olhos, não consigo ver pista nisso.

– Você não percebeu? Ele não ta matando pessoas normais, tá matando apenas pessoas que tiveram a ficha suja.

– Interessante. Mas como isso pode ser uma pista? – Mark perguntou. – Sabemos que ele ta matando quem tem a ficha suja, mas não sabemos nada sobre ele.

Mark havia pegado Rixon, ele não sabia de nada além de que o assassino matava pessoas que tiveram a ficha suja no passado. Mas por quê. Tinha algum motivo por trás daquilo e ele sabia. Mark colocou a ficha de Jhoana na mesa e começou a roer suas unhas, um ato comum dele de quando estava pensando. O que você quer dizer com isso, Rixon perguntava para si mesmo. Então ele fechou os olhos e começou a lembrar de como Jhoana foi colocada e de cada detalhe da ficha dela que ele havia decorado. E então ocorreu a ele uma teoria.

– Mark.

– Sim.

– Como Jhonnatam foi morto? – Mark olhou para ele com o semblante que misturava nojo e repulsa.

– Aquilo era tão nojento, o corpo dele estava completo, mas a cabeça...

– Continue. – Rixon apertou os braços da cadeira mais forte, sentindo a excitação percorrer seu corpo por completo.

– A cabeça dele estava esmagada, havia carne batida junto com osso e sangue. — Rixon entendeu porque Mark fez aquela cara tão feia, pois ele próprio só de ouvir teve enjoo e vontade de vomitar, mas não fez. Pois aquilo era a conclusão de sua teoria. Ele estava correto.

– Eu tenho uma teoria sobre o assassino. – Ele disse por fim.

– E qual é?

– O assassino não está só matando quem tem a ficha suja, ele está repetindo as mortes. – Mark continuou o olhando apreensivo escutando cada palavra com atenção. – Olha – Rixon entregou a lista de Jhoana e de Jhonnatam a Mark. – Jhoana certa vez abriu a barriga de uma das suas prostitutas e tirou as tripas para fora para que ele nunca mais vomitasse quando engolisse gozo, e Jhonnatam, ele esmagou a cabeça do cara. E eles foram mortos do mesmo jeito. Ele pega as piores mortes e as repete.

– Por que isso? Você tem uma teoria para isso também?

– Na verdade sim. A minha teoria e de que o assassino tenha medo de se sentir culpado por matar, por isso mata quem já cometeu outro crime...

– Para que a culpa não caia sobre ele. – Mark conclui a frase de Rixon enquanto coçava o queixo remoendo cada palavra que ele havia dito.

– E tem mais uma coisa.

– Mais?

– Eu acho que foi uma mulher.

– Mulher? Por que acha isso?

– E obvio, a mulher se sentiria mais culpada por uma morte do que um homem. E foi uma mulher que encontrou o corpo de Jhoana. Eu já estava desconfiando que era ela mais agora tenho mais certeza.

– Então você acha que a Gabriela e uma assassina.

– Sim.

– Interessante. – Mark disse e o silencio se estendeu entre eles, porém a mente de Rixon não parava por nenhum segundo e então ele se lembrou da mensagem.

– Mark, havia alguma mensagem perto do corpo de Jhonnatam.

– Não, nenhuma. Pelo menos que eu tenha visto, por quê?

– O assassino deixou uma mensagem na primeira morte, e estranho ele não ter deixado outra.

– Deveríamos voltar ao quarto dele depois e conferir, eu tranquei a porta para voltar mais tarde lá e limpar a sujeira de sangue e carne estragada.

– NÃO SE LIVROU DO CORPO. – Rixon se levantou da mesa sem acreditar no que estava ouvindo.

– Ainda não, e acalme-se roubei todas as chaves do quarto dele. – Ele disse e revirou os bolsos atrás de alguma coisa, quando achou ele pegou e jogou na mesa para que Rixon pudesse ver o molho de chaves, com chaves idênticas.

– Ótimo bem pensado. – Rixon sentou se acalmando do choque.

– Agora eu posso te perguntar algo?

– Claro. O que é?

– Eu estava pensando. E tão importante para você que as pessoas vejam que você o inocente na historia?

– Não quero que saibam que sou inocente. Eu sou inocente, e não me importo com que os outros digam. O que é importante para mim e a minha honra, e eu não quero que a merda desse assassino a manche. – Ele se abaixou para olhar bem nos olhos de Mark. – Grave o que vou te dizer agora. Eu vou pegar esse assassino, não importa quem ele seja e vou fazê-lo pagar por estar sujando meu nome com essas mortes.

– Interessante. Muito interessante.

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O pequeno Rixon segurava a mão de seu pai, enquanto eles caminhavam subindo lentamente a colina. A mão de seu pai segurando a sua dava a ele uma sensação de alegria e conforto, ao mesmo tempo em que dava a segurança de que a escuridão que os cercava não fosse o engolir e o fazer desaparecer para sempre.

O sol não havia nascido quando Rixon fora acordado por seu pai aquela manhã, ele não sabia que horas eram agora, mas ele julgava ser muito cedo, pois as ultimas estrelas da noite ainda estavam brilhando fracamente no céu escuro como carvão. O sono era um dos seus maiores desafios ao subir aquela montanha, ao contrario seu pai, que parecia bastante animado e enquanto andava assobiava a musica “Wind of Change” do Escorpions.

– Com sono? – Seu pai perguntou ao o ver bocejando e limpando os olhos com a mão que estava desocupada.

– Um pouco. Que horas são?

– Eu não sei, mas não importa, vamos rápido antes que amanheça.

E eles continuaram andando, subindo a trilha da montanha que subia sem fim, as vezes parando alguns segundos para tomar e ar e continuar andando. As vezes seu pai dizia em voz alta “Estamos quase lá Rix.” Mas eles nunca chegavam. As pernas de Rixon com o passar do tempo estavam começando a doer, mas a mão de seu pai na sua lhe dava forças para continuar. As arvores da trilha se evoluíam a cada passo, no começo da trilha as arvores eram frágeis e com troncos finos, agora aonde eles estavam as arvores eram tão grossas quanto um corpo de um elefante e tão fortes quanto um paredão de aço. Rixon olhou para o alto e viu as folhas das arvores que dividiam o céu como em mil pedaços. Seu pai se soltou de sua mão e correu na frente. Rixon naquele momento sentiu que iria morrer, sentiu-se nu sem ninguém, morto.

– Pai... – Ele gritou, sentindo as lagrimas descerem de seus olhos.

– Oi Rix, eu estou aqui. – Seu pai saiu de meio de uma folhagem e lhe deu um abraço forte, o carregou nos ombros e começou andando. A todo momento Rixon ficou com os olhos fechados, deixando que a escuridão o encobrisse, desejando que seu pai nunca mais saísse dali, eles não andaram nem 1 minuto quando seu pai parou em algum lugar ficando quieto, Rixon continuou com os olhos fechados com medo que o pai o largasse novamente ali. – Abre os olhos Rix. Chagamos. – Ele sussurrou no ouvido de Rixon e ele obedeceu e viu uma das cenas mais lindas da sua vista.

Por trás das montanhas um sol grande e impetuoso nascia lançando grandes arcos de luz que coloriam o céu de vários tons de vermelho, alaranjado e roxo. O lago refletia o céu, porém as cores do lago eram mais vibrantes e pareciam estar em movimento, varias aves e pássaros levantavam voo a todo o momento, dançando em cima da água do lago sem toca-la com as patas.

– Que lindo — Ele falou quase em sussurro.

– Realmente e muito lindo. — Seu pai disse e se sentou no chão coberto por musgo e por um capim fino e aparado. — Eu costumava vir aqui quando era pequeno com meu pai, achei que seria bom mostrar a você.

– E lindo. — Era só o que Rixon conseguia falar, o medo que ele havia sentido a poucos minutos atrás havia desaparecido em meio aquela paisagem de tirar o fôlego.

– Muito lindo. — Seu pai disse revelando um sorriso verdadeiro e simpático que faltava alguns dentes na parte da frente.

Rixon se sentou na grama, e olhou para as aves que voavam por cima das águas do lago. Ele não conseguiu falar nada, sua respiração estava devagar e compassada.

– Rix posso te pedir uma coisa? — Seu pai perguntou depois de um tempo em silencio.

– Pode sim papai. – Ele respondeu ainda fitando o lago, seu pai ficou quieto por um momento como se estivesse pensando na reação de Rixon a cada palavra falada.

– Nunca deixe que alguém tente destruir o que você construiu. Pode prometer isso pra mim.

– Posso sim papai. — O pai dele apenas sorriu contente. — Mas papai, e se alguém destruir algo que eu criei, o que eu faço.

Seu pai olhou para ele com um olhar feroz. Por um momento Rixon achou que iria levar uma palmada por ter dito algo errado, mas quando seu pai sorriu, ele percebeu que havia feito uma pergunta importante.

– Se alguém destruir, vá até ela.

– O que mais? — Rixon perguntou curioso.

– Bem, você pode fazer muitas coisas, mas o essencial e que você arranque a cabeça dela fora, para que ela nunca mais o ouse destruir os sonhos de alguém novamente novamente.

Rixon apenas concordou com a cabeça e voltou a olhar o lago cristalino pintado em varias cores diferente.

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Rixon abriu os olhos lentamente, a cidade lá fora dormia e ele acordava louco e sedento por resposta. Mark havia dito que teria que ser bem a noite para eles visitarem os quartos aonde os assassinatos haviam ocorrido. Ele olhou o relógio de cabeceira, em grandes números que mudavam de cor para, verde, vermelho e azul ele viu um 03:55 estampado. Havia chegado o momento.

Ele levantou de sua cama e foi em direção ao banheiro, iria vestir uma espécie de moletom preto com capuz. Mark disse que aquilo evitaria que fossem descobertos por câmeras e olhares curiosos. Depois de vestido o moletom, ele foi ao seu escritório para esperar Mark. A excitação e o medo corriam por seu corpo como sangue. Havia procurado muito sobre assassinos e casos perdidos, desde que decidiu por a sua teoria no papel, e uma das coisas que ele aprendeu ao procurar era: Conheça o assassino. Embora Rixon não o conhecesse, ele conseguiu por no papel uma das características notáveis do assassino. Brutal, Louco, Sádico, Desafiador e Invisível.

A porta de seu escritório se abriu, e um Mark vestido de preto dos pés a cabeça entrou.

– Preparado? – Ele perguntou sorrindo levemente, tentando esconder o nervosismo que estava sentindo aquele momento.

– Estou. – Rixon disse firme.

Ele então andou até a porta, lentamente como se deseja-se deliciar aquele momento afim de lembrar dele mais tarde. Quando chegou até a porta fechou o moletom até em seu pescoço com o zíper e colocou o capuz, Mark fez o mesmo, e os dois saíram lentamente pelos corredores vazios daquele hospital. Sem fazer barulho, com passos cuidadosamente colocados sobre o chão. Naquele momento eles eram como ladrões dentro de um grande banco, qualquer passo em falso eles seriam descobertos, e até explicar a todos que eles estavam investigando o hospital já seria tarde demais.

Chegaram rapidamente ao antigo quarto de Jhoana, a porta estava trancada. Rixon olhou para Mark como se perguntasse “Aonde está a chave”. Mark respondeu com um sorriso bobo e tirou do bolso um molho de chaves, e lentamente colocou a chave na porta e a abriu, sem fazer barulho. Em silencio como uma se fosse uma sombra apenas. Os dois adentraram o quarto de Jhoana, o quarto cheirava a orquídeas e rosas silvestres, e estava mais organizado do que da última vez em que o vira.

– Funcionários limparam aqui depois daquele dia. – Mark disse como se tivesse lido a mente de Rixon.

– Fizeram um trabalho bem limpo. – Rixon disse enquanto olhava a parede em que estava escrito “CADIMUS EU SEI O QUE VOCÊ É”. Agora o branco novamente havia tomado conta de tudo, aquele quarto estava limpo, até demais. – Vamos para o próximo quarto, tem coisas para fazermos lá.

E novamente eles andaram pelos corredores em direção ao quarto de Jhonnatam. Quando chegaram, Mark tomou a frente e rapidamente destrancou a porta, com a mão ainda na fechadura ele sussurrou.

– E melhor tampar o nariz. – E segurando a respiração ele abriu a porta. E Rixon entendeu o motivo do aviso.

Um cheiro de podridão invadiu o redor deles, Rixon segurou seu vomito e tampou o nariz, mas mesmo com o nariz e a boca tampada, ele sentia fragmentos da podridão que sentia. Os dois entraram rapidamente no quarto, encobrindo a boca e o nariz com mais força. O corpo de Jhonnatam estava na cama, ele estava de bruços, aonde antes havia uma cabeça agora era um grande espaço vazio de carne estragada e larvas brancas.

– Isso e nauseante. – Mark disse com a voz abafada pelo pano, enquanto tirava dos bolsos do moletom um saco plástico e uma faca brilhante e afiada. – Vamos ter que fazer passo-a-passo, esquartejaremos o corpo e jogaremos no saco plástico, depois vamos para fora e tacaremos fogo. E bem simples.

Rixon acenou com a cabeça e os dois começaram. A faca de Mark estava tão afiada que cortava apenas de aproximar. Não demorou muito tempo e o corpo de Jhonnatam estava picado em cubinhos como se fosse carne para viagem. Mark abriu o saco preto e eles começaram a pegar cubinho por cubinho e despejar dentro do saco.

– Espera. – Rixon disse depois de um tempo. Seus olhos fitavam um pedaço de papel branco que estava encharcado de sangue em cima da cama. – O que é aquilo? – Ele disse para Mark.

– Vamos descobrir. – Mark pegou o papel e abriu. Seus olhos correram rápido pelo conteúdo daquele papel e sua boca se abriu assustada. – Acho que deveria ler isso.

Rixon pegou o papel, a mensagem havia sido escrita em letras recortadas de alguma revista qualquer. E lentamente Rixon começou a ler a mensagem que dizia:

“HAHAHAHAHAHA EU RIO DA CARA DE VOCÊS AGORA.

ESTOU UM PASSO MAIS PROXIMO DE ALGUEM CONTAR

A VERDADE QUE UMA VEZ FORA TRANCADA

ESTÁ MAIS PROXIMA DE SE LIBERTAR

UMA COISA EU DIGO SEM PARAR.

UM A UM EU VOU MATAR

ATÉ O SEGREDO DA CADIMUS

RIXON REVELAR.

O DESAFIO ESTÁ FEITO

E AGORA RIXON...

QUANTOS TEREI QUE MATAR PARA VOCÊ A VERDADE FALAR

EU SOU “Y”, E ISSO E APENAS UM SINAL

DO QUE ESTÁ PARA COMEÇAR”

Quando Rixon terminou de ler a mensagem sua mão estava tremendo.

– E agora? Tem algo a dizer? – Mark disse enquanto olhava tensamente para ele.

– Fez um ótimo trabalho observando as pessoas da Cadimus, se não fosse por você eu estaria em lençóis sujos agora. Quero que continue observando as pessoas aqui. – Rixon disse pausadamente, como se já tivesse previsto aquilo.

– E o tal “y”? Ele disse que vai matar mais se você não contar sobre a Cadimus – Mark estava quase gritando com Rixon.

– Uma coisa ele disse. Ele vai matar antes de chegar até mim. E uma coisa sabemos sobre ele. Ele mata apenas quem tem a ficha suja...

– Você não tem certeza disso, e apenas uma droga de uma teoria.

– Esperaremos a próxima vitima Mark. Mas uma coisa e certeira. Eu vou matar “y”, nem que seja a ultima coisa que eu faça em minha vida.

Notas finais
O nyah ta me tirando '-' Enfim, eu queria dizer... .... Kisses em vossos Hearts, I love vocês povo de mai laife.... Agora sobre o capitulo #Tenso