No outro dia cedo Vegeta foi com o advogado até o cartório da cidade para resolver algumas pendências sobre a herança e Bulma ficou na casa com Laura ajudando a mulher a arrumar as coisas do marido, estava com ela no quarto que por anos ela dividiu com o marido e que agora passaria a dormir sozinha estava esvaziando o guarda roupa tirando todas as roupas dele e as colocando em uma mala grande. E Bulma a ajudava separar.

— O que a senhora vai fazer com elas? – Bulma pergunta dobrando umas camisas.

— Vou doar pra igreja, eles sempre ajudam instituições de caridade e as roupas do meu Vegeta eram muito boas, é até pecado não as doar para quem precisa. – Laura responde tentando não chorar, mas desfazer das coisas de seu amado doía muito.

— A senhora vai ficar com alguma coisa de recordação?

— Vou ficar com essa camisa amarela, era a preferida dele e eu a achava horrível! – Bulma riu e Laura abraçou uma camisa que estava nas mãos. _ É tão estranho está me livrando das coisas dele, vê esse guarda roupa vazio... Eu não sei se vou conseguir me acostumar com isso. – ela suspira e abraça a camisa com carinho.

— Porque a senhora não vai com a gente pra Oregon? Passa um tempo lá conosco.

— Não, eu quero ficar aqui, com as minhas lembranças e eu não quero atrapalhar a intimidade de vocês lá. – nega e volta a guardar as roupas.

— Imagina dona Laura a senhora não atrapalha nada, vou ficar muito feliz em tê-la conosco lá.

— Não, eu vou ficar aqui, eu preciso encarar essa nova realidade, mais cedo ou mais tarde.

— A senhora tem certeza?

—Tenho. E até porque tenho muitos amigos aqui você mesma viu essa casa vive cheia, Vegeta odiava. – ela voltou a sorrir. _ Vou ficar bem aqui, não se preocupem, e eu também não quero que vocês mudem a suas rotinas por minha causa.

— Se mudar de ideia as portas da minha casa vão estar sempre abertas pra senhora.

Laura sorriu e Bulma continuou a ajudando (...)

...

Alguns dias depois

Vegeta e Bulma estava voltando para Oregon naquela tarde tinham passado alguns dias na cidade ajudando Laura a organizar as coisas e colocar em ordem tudo que o marido tinha deixado, mas de um jeito ou de outro a vida precisa continuar e eles não podiam mais ficar longe de casa. Bulma já tinha perdido muitos dias de aula e a licença médica de Vegeta já tinha expirado precisavam voltar para suas vidas e seus afazeres e por mais que Vegeta tivesse ficado de coração partido ao deixar a mãe sozinha não poderia ficar com ela e Laura também não quis ir com eles. Vegeta bem que tentou convencer a mulher há passar uns dias em Oregon, mas ela não quis, preferiu ficar em casa com as suas lembranças, pois não podia mais fugir da sua vida daqui pra frente tinha construído a sua vida inteira lá e acharia um jeito de voltar a ser feliz apesar de tudo. Tinha muitos amigos, a casa sempre estava cheia e ela prometeu ficar bem. Sua nora e seu filho ficaram para a missa de sétimo dia que foi realizada na noite passada e depois se organizaram para voltar.

Vegeta chegou com Bulma no final da tarde e apesar de tudo estava sentindo falta de casa.

— É tão bom voltar pra casa! — Bulma diz alegre vendo Vegeta colocando as coisas deles no chão para trancar a porta.

— Confesso que estava sentindo falta também, tinha muito tempo que passava tantos dias em Portland, acho que não me acostumo mais lá.

Vegeta comentou e Bulma se jogou no sofá.

— Depois tenho que avisar pra Chichi que a gente já chegou.

— Vamos desfazer as bolsas, tomar um banho e descansar pois, amanhã a senhorita vai voltar pra faculdade e eu trabalhar!

— Temos que ir à clínica amanhã, eu remarquei sua consulta com o doutor Sérgio para ele avaliar seu ombro e ver se ainda vai precisar ficar trocando o curativo. – Bulma avisa.

— Tá bom. Pra que horas você marcou?

— Para as 14:00 horas, assim que sair da delegacia vem direto pra casa e a gente vai! – ela olha pra ele e sorri. _ Apesar de tudo eu gostei de passar esses dias com você. – se aproxima dele passando os seus braços em volta do pescoço do homem.

— Eu também gostei, tinha me esquecido do quanto você era chata! – Vegeta diz apenas para provocá-la e Bulma pegou uma almofada e jogou nele.

— Pois da próxima vez que você levar um tiro eu não vou cuidar de você, eu vou deixar você sozinho! — ela gritou zangada pegando as coisas dela e indo para o quarto, Vegeta riu, adorava deixá-la brava, voltar pra casa deixava o clima mais leve e pensava em como seria se perdesse tudo aquilo...

Pegou suas coisas e foi para o quarto decidiu arrumar aquilo depois tirou a roupa a jogando no cesto e foi tomar banho. Entrou embaixo do chuveiro se lavando de cabeça, mas logo percebeu que não estava mais sozinho no banheiro olhou para trás vendo Bulma parada na porta do box de cara feia pra ele.

— Vou ganhar companhia para tomar banho? — sorriu para ela malicioso.

— Não devia, você disse que eu sou chata!

— Sabe que eu tô brincando! — ele a puxou pela cintura vendo que ela ainda estava de roupa. _ Acho que você tá vestida demais!

— Eu não sei mais se quero tomar banho com você!

— Claro que você quer. — ele a levou para dentro do box e a colocou contra a parede já começando a tirar a roupa dela.

— Será que a sua mãe vai ficar bem em ficar lá sozinha? – comenta vendo ele tirar sua camiseta pela cabeça.

— Eu espero que sim, chamei ela para ficar aqui uns dias, mas ela não quis, eu não posso obrigá-la.

— Deve ser estranho ficar numa casa sozinha depois de perder alguém assim, por isso eu nunca quis voltar pra casa que era da minha mãe, eu não sei se conseguiria.

— Não fica pensando nessas coisas, assim que termos um tempo nós vamos para lá e ficamos mais uns dias com ela. — se abaixa para tirar o short dela junto com a calcinha e jogou em qualquer canto. _ Eu tô morrendo de saudade de você, sabe que durante todos esses dias eu não toquei em você. – os olhos do homem estavam completamente escuros e mirava todo o corpo da garota.

— Eu também tô com saudades.

— Então para de falar! — ele capturou os lábios dela em um beijo colando ainda mais o corpo dela no seu, geme na boca dela ao sentir o corpo nu da garota em contato com o seu. Durante todos esses dias que tiveram em Portland eles não tiveram nenhuma relação o clima era meio estranho para isso, estavam na casa da mãe dele onde tudo aquilo tinha acontecido, mas agora que voltaram pra casa tudo estava voltando ao normal, aquele era o ninho de amor deles e ali nada poderia separá-los.

Ele apertava sua cintura, uma de suas mãos estava em seu cabelo e a outra lhe puxava para seu corpo, ela o correspondeu com desejo, já não conseguia pensar em mais nada, sentia todo aquele desejo que emanava do seu corpo, a forma que ele lhe beijava mostrava o quanto ele lhe queria. Vegeta segurou em suas coxas a enroscando em sua cintura a colocando na altura de seu quadril, continuava a espremendo naquela parede enquanto se esfregava nela, o animal que vivia dentro dele ganhava vida conforme devorava aqueles lábios macios. Bulma gemia em sua boca com o contato do seu membro rijo em sua vagina, seus corpos estavam quentes, Vegeta sustentava o corpo dela em cima do seu com um braço enquanto o outro puxava a cabeça dela levemente pra trás.

Bulma já estava louca de desejo por ele, achou que ele fosse lhe penetrar a qualquer momento, mas não fez, aquela sensação era muito gostosa e envolvia os dois, os sentidos deles estavam apenas ali, naquele momento. Vegeta tomava os lábios dela devagar, sem pressa alguma sua virilha latejava em contato com a intimidade quente e úmida, a pele sempre macia era um convite tentador ao pecado. Abriu a boca dela com a língua e ela o recebeu com vigor, seu corpo ficou em chamas e ainda com ela enroscada em sua cintura abriu a porta do box e saiu de dentro do banheiro e a levou de volta para o quarto. Jogou Bulma na cama sem se importar de que estavam completamente molhados. Admirou lhe por alguns segundos, olhando para ela completamente nua na cama, os olhos cada vez mais escuros, admirando cada curva do corpo sinuoso, e o sorriso no rosto atrevido, não tinha como não dizer que aquela mulher era dele, pra sempre dele. Bulma mordeu os lábios, e não se sentia nem um pouco envergonhada de ser admirada por ele assim, sorriu de canto e o chamou com os dedos, seu peito subia e descia e sua pele parecia queimar.

Os olhos dele se dilataram, passou a língua nos lábios e subiu por cima dela, voltando a lhe beijar na boca, puxando os lábios dela com os seus. Desceu seus beijos pelo pescoço alvo e lhe mordeu, seus lábios úmidos puxavam a pele da garota e faziam seu corpo inteiro se arrepiar, continuou descendo seus beijos até chegar aos seios fartos onde começou a chupar os mamilos os puxando com os dentes... Continuou descendo seus beijos pela barriga passando a língua em volta do seu umbigo, ela ansiava para que ele descesse mais, já tremia em antecipação, beijou e mordeu as laterais do quadril dela e chegou ao lugar que a garota tanto queria, afasta mais as pernas dela se perdendo na fenda macia e úmida a lambendo e saboreando agarrado em suas coxas, sua língua habilidosa circulava o clitóris com força e cada vez mais rápido e lhe fez arquear o quadril e gemer. Bulma olha para baixo apertando os olhos e o vendo com a cabeça enfiada em suas pernas, ele desliza a mão por sua barriga para lhe acariciar os seios e gemia em sua vagina a fazendo ofegar. Aquela sensação era indescritível e não sabia se realmente era assim ou se é porque era ele quem fazia, ele parecia conhecer o meu corpo, lambia exatamente no pontinho que lhe fazia sentir mais prazer e aquilo era incrível, nunca precisava dizer o que queria, ou como queria, porque ele sempre parecia adivinhar.

Bulma sentir o seu corpo inteiro tremer, já conseguia identificar que era seu orgasmo chegando, tentou puxar a cabeça dele do meio das suas pernas, mas ele não parou, gritou alto gozando e apertando os olhos e ele continuava lhe lambendo intensificando ainda mais aquele prazer, puxei o lençol embaixo dela com força, seu corpo inteiro tremia. Aquilo era bom demais! Quando o seu corpo começou a parar de tremer ele tirou sua língua dela, olhou para ele o vendo lamber os lábios.

— Eu sabia que seu gosto era uma delícia Bulma. – disse já se posicionando entre suas pernas, apoiou os braços na cama a cada lado de sua cabeça e entrou na cavidade sensível em uma estocada forte. Bulma gritou com o prazer que sentiu, mal tinha se recuperado de um orgasmo e já sabia que outro viria, Vegeta começar se movimentar dentro dela sem parar lhe fazendo gemer alto, ela o segura pelo pescoço e morde o ombro dele se entregando a aquele prazer intenso e carnal.

— Você. É. Minha. Bulma! — ele rosna gemendo no pescoço dela e Bulma não tinha nem condições de responder, só sabia gemer e ofegar. Vegeta continua lhe penetrando, enfiando cada cm de sua masculinidade dentro dela, até que lhe puxou pela cintura girando com ela pela cama a colocando por cima dele, tudo isso sem sair de dentro. Acariciou suas coxas e a segurou forte pela cintura, lhe fazendo subir e descer, olhava para ela passando a língua naqueles lábios deliciosos e Bulma montou naquele homem como se sua vida dependesse disso. Apoiou as mãos em seu peito e começou a subir e descer lentamente, viu ele abrir a boca e rosnar, o peito subia e descia cada vez mais rápido, usou os joelhos para ganhar impulso e aumentou a velocidade, subia descia e rebolava e ele pareceu aprovar, pois não parava de puxar o próprio lábio com os dentes. Tirou as mãos do seu peito e apoiou em cada lado de sua cabeça e tomou mais impulso com os joelhos isso lhe fez cavalgar mais rápido, sentia toda a extensão dele dentro dela.

Começou a ficar cansada, seu corpo já estava todo suado, ele lhe pegou pela cintura e girou novamente, saiu de dentro dela a colocando de quatro na cama, entrou dentro de mim novamente, lhe penetrando ainda mais forte, Bulma gozou alto pela segunda vez com as pernas tremendo, mas ele não parou, ouviu ele rosnar e se derramar de prazer dentro dela, mas não parou, continuou metendo com ainda mais desejo, lhe puxou pelos cabelos fazendo seu couro cabeludo pinicar, mordeu a sua orelha e a deitou na cama, ela agradeceu a nova posição, pois não conseguia mais ficar de quatro, as pernas não obedeciam, ficou deitada e ele continuou por cima ainda segurando seus cabelos com a mão, sentia o peito suado dele se esfregando em suas costas e não tinha certeza se gozou novamente, estava sentindo muitas sensações ao mesmo tempo.

Ele a penetrou mais fundo e parou dentro dela gozando novamente, xingou alguma coisa que Bulma não conseguiu ouvir a respiração dele estava acelerada, juntamente com a sua. Vegeta saiu de dentro dela e se deitou ao seu lado na cama, ela sentiu as mãos dele acariciar o seu cabelo, não conseguia sentir um só centímetro do seu corpo, estava tão cansada que nem ousou tentar se mexer, pois sabia que não iria conseguir. Seus olhos ficaram pesados, a carícia que ele fazia em seus cabelos era uma delícia, começou a ficar sonolenta e adormeceu (...)

***

Vegeta deixou Bulma na faculdade e depois voltou foi pra delegacia, assim que a garota de cabelo azul desceu do carro avistou sua amiga morena esperando por ela no portão da universidade e foi até ela onde a morena lhe deu um abraço forte.

— Eu estava com tanta saudade de você amiga. – Bulma diz, tentando não apertar Chichi demais por causa da barriga.

— Eu também... Foi horrível ficar essa semana inteira sem você tendo que ouvir a Raquel e a Débora falando no meu ouvido o tempo inteiro! — Chichi reclamou.

— Eu queria ter voltado antes, mas tinha muitas coisas para a senhora Laura resolver do senhor Vegeta e o Vegeta não iria deixar eu voltar sozinha.

— Mas conseguiram resolver tudo?

— Uma boa parte sim, mas o Vegeta vai continuar ajudando a mãe dele com os negócios do pai daqui.

— Eu estava com tanta saudade da minha amiga! — Chichi volta a abraçar ela de novo.

— E você como você está? E o meu afilhadinho? — Bulma colocou a mão de forma carinhosa na barriga da morena.

— Nós dois estamos bem, eu tô pirando é com o Goku que ta me regulando o tempo todo por causa da gravidez, ele acha que qualquer coisa pode me fazer perder o bebe!

Bulma ri.

— Você vai me contar tudo que eu perdi aqui durante esses dias.

— Você não perdeu muita coisa não, mas eu gravei todas as aulas para você e coloquei no pendrive.

— Obrigada amiga. Vocês fizeram aquele seminário? — Bulma perguntou enquanto as duas entravam.

— Sim nós fizemos, mas a nossa nota não foi muito boa.

— E por que não?

— O Sam não apareceu na hora da apresentação e aí você já sabe, apesar de tudo aquele garoto é muito bom para apresentar e sem você e ele as meninas e eu passamos sufoco! Não dá pra perder na matéria, mas perdemos a nossa reputação! – lamenta a morena.

— Mas o que foi que aconteceu com ele?

— Sam ta estranho desde que você viajou, mal tem falado comigo e com as outras meninas.

— Ele ficava o tempo inteiro me ligando lá em Portland, mandando mensagens e eu ficava louca porque eu via que Vegeta percebia isso e eu ficava sem saber o que dizer pra ele.

— Eu tentei conversar com ele, mas ele ta muito estranho, não parece aquele garoto que a gente conheceu sabe. Mas vocês dois se acertaram mesmo?

— Sim, mas o Vegeta disse que vai procurar o Sam para conversar.

— Eu acho bom mesmo pra ficar tudo esclarecido, mas é melhor você ficar longe do Sam, ele ta esquisito e pode te trazer problema e outra dessa o Vegeta não te perdoa não!

— Obrigada dona Chichi! – Bulma ri, mas não nega que ficou preocupada, o que será que estava acontecendo com Sam?

As duas continuaram conversando enquanto subiam as escadas para chegar à sala, Bulma estava sentindo falta das amigas já tinha acostumado em passar as manhãs com elas. Chichi entrou na sala e quando Bulma iria entrar sentiu algo lhe puxar pelo braço e quando olhou viu que era Sam quem lhe segurava.

— Bulma espera. – ele pede.

— Deixa ela Sam!

— Pode deixar Chichi, eu vou falar com ele. — falou para a amiga que entrou e Bulma se solta da mão do rapaz e se afasta.

— Poxa Bulma, eu te liguei todo esse tempo e você nem se quer me atendeu, nem respondeu às minhas mensagens.

— Eu estava no velório do pai do Vegeta eu não poderia ficar atendendo suas ligações.

— Eu sei, mas eu sinto que você está se afastando de mim Bulma, eu não queria te causar nenhum problema.

— Isso não importa mais Sam, essa viagem serviu para que eu e o Vegeta nos entendêssemos e eu expliquei tudo a ele.

— Então foi por isso que ele atendeu aquela ligação e disse que queria falar comigo?

— Eu não pedi para o Vegeta fazer isso, mas que se dane eu não tenho nada para esconder dele, eu também não queria essa situação, mas você não está me dando escolhas Sam!

— Eu gosto de você de verdade Bulma, de um jeito que eu nunca gostei de ninguém antes. – ele tenta se aproximar, mas ela se afasta de novo.

— Você tem que parar de insistir nisso Sam, não vai acontecer nada entre nós dois eu gosto muito de você, mas como amigo!

— Se você me desse uma chance eu poderia te mostrar que posso ser o homem certo pra você.

— Olha o que você tá dizendo? Eu não vou abrir mão de tudo que eu tenho com o Vegeta, de tudo que eu construí com ele, mesmo que eu sentisse algo por você e eu não sinto! Porque você tá insistindo nisso? Porque você quer me causar ainda mais problemas? – Bulma fala mais alto do que deveria, e olha para os lados notando que começava chamar atenção.

— Porque você é diferente, porque você vale à pena.

— Sam, por favor, se você continuar com isso eu vou ter que parar de falar com você é isso que você quer?

— Eu só queria que você entendesse o que eu sinto...

— Eu entendo, mas seria errado da minha parte alimentar esse sentimento em você coisa que eu não estou fazendo, então, por favor, esqueça isso, somos amigos e eu quero continuar assim, porque você não vai ter mais nada de mim.

Bulma repara no jeito que Sam olha pra ela e não o reconhece, ele estava mesmo diferente e se sentiu culpada de ter de alguma forma causado aquele sentimento nele, e como ela poderia ajudá-lo a superar aquilo? Não sabia mais o que dizer pra ele, o deixou no corredor e entrou em sala, Sam ainda ficou na porta vendo a garota entrar, seu peito subia e descia e sentia raiva, porque nunca poderia ter o que queria? Porque Vegeta merecia ficar com Bulma mais do que ele? Murmurou algo, pois não iria abrir mão de conquistar ela, nunca mais iria abrir mão de nada em sua vida.

— Eu não quero ser só seu amigo Bulma... Eu não vou ser só seu amigo...

...