Código de conduta 2
8 Velório
Notas iniciais

...
Algumas horas haviam se passado e a pequena igreja católica de City of Sisters havia sido arrumada para receber o corpo de Yamtcha e dar início ao velório. A funerária já tinha arrumado toda a igreja, Bulma e os Cutelos já estavam lá junto com algumas poucas pessoas que conheciam o rapaz. O corpo dele ainda se encontrava na funerária estavam fazendo as arrumações finais para levá-lo a igreja, o laudo da morte dele e o atestado de óbito já havia saído e foi declarado morte por asfixia, ele foi morto enquanto dormia e isso só reforçou as desconfianças de Vegeta sobre a morte dele não ter sido em vão e que havia algo relacionado a aquele esquema criminoso. Vegeta estava na funerária com Raditz esperando a liberação do corpo.
Bulma, Chichi e Cutelo já estavam na igreja aguardando, Bulma estava sempre perto da amiga, Chichi não estava muito bem ficava pálida e tonta o tempo todo e então não saia de perto dela. A mãe de Yamtcha chegou à cidade muito abalada e gritando aos quatro ventos que iria processar o presídio e o estado por terem colocado seu filho numa cela junto com um assassino, já tinha passado mal duas vezes mesmo antes do corpo chegar. Goku e alguns policiais chegaram à igreja e Chichi se agarrou ao namorado, Goku ficou sentado com ela em uma das cadeiras e logo Vegeta ligou dizendo que já estavam indo com o corpo, a estrutura de metal que receberia o caixão já estava montada no centro do altar da igreja. Bulma viu a mãe de Yamtcha se levantar e ir buscar um chá em uma mesa ao lado da sacristia e decidiu ir falar com a mulher.
— Senhora Reiko, tudo bem? – a mulher olhou para Bulma e fechou a cara pegou o seu chá e passou pela garota sem ao menos responder e voltou a se sentar ao lado do irmão. Bulma não entendeu, desde que a mulher chegou não tinha lhe dirigido a palavra e estava sempre olhando para ela de um jeito estranho, mas deixou para lá se ela não queria conversar não iria insistir. Voltou a se sentar ao lado de Goku e esperou por Vegeta.
***
Quando o corpo de Yamtcha chegou à igreja foi uma grande comoção verem o caixão com o corpo do rapaz dentro era a comprovação de que aquilo tinha mesmo acontecido. Enquanto os agentes funerários colocavam o caixão em cima da estrutura de metal foi um momento de muita tristeza e angústia principalmente para a mãe do rapaz que passou mal mais uma vez assim que o caixão foi aberto e viu o corpo inerte e sem vida do filho, os gritos de lamúria dela ecoava pelas paredes da igreja e causava uma angústia a todos que assistiram.
Chichi voltou a chorar nos braços de Goku que além de abraçar a namorada também abraçava amiga. Cutelo tentava tirar a irmã de perto do caixão para que ela respirasse um pouco ele estava tentando ser forte, pois precisava dar força a ela aquele momento era muito difícil e ele jamais imaginou viver algo assim. Também estava preocupado com a filha que estava muito pálida e mal conseguia ficar em pé, mas vê-la perto dos amigos lhe confortava. A igreja não estava muito cheia foram apenas alguns amigos mais antigos da família que conheceram o rapaz e muitos curiosos que vez ou outra entravam para saber quem tinha morrido.
Vegeta não tinha chegado junto com corpo e Bulma não sabia onde ele estava já que ele tinha ligado dizendo que estavam indo para a igreja. Alguns policiais da delegacia estavam lá oferecendo conforto à família inclusive o diretor do presídio que aguardava um momento para falar com a mão do rapaz. Cutelo tentava afastar a irmã do caixão, pois o homem queria conversar com eles e prestar algum apoio, mas Reiko estava irredutível e voltou a gritar aos quatro ventos de novo que iria processar o presídio pela morte do filho.
...
Bulma olhou para a porta da igreja e viu Vegeta entrando com a policial Mai e não entendeu o porquê dele está com ela ali, mas se recriminou, pois aquela não era à hora de estar sentindo ciúmes. Soltou-se do abraço de Goku ainda o deixando com Chichi e foi até a porta recebê-lo.
— Amor onde você estava? — ela pergunta indo abraçá-lo e Vegeta correspondeu lhe beijando o alto da cabeça.
— Eu tive que ir ao cartório e acabou demorando um pouco.
Bulma se soltou do abraço de Vegeta olhando agora para a mulher que estava ao lado dele.
— Oi!
— Oi Bulma, sou a Mai é um grande prazer conhecê-la, já ouvi falar muito de você. – Mai a cumprimenta olhando Bulma de cima a baixo estava surpresa, não tinha imaginado que a namorada de Vegeta fosse tão jovem.
— É um prazer também Mai, também ouvi falar de você. – Bulma sorri amarelo pra ela, também a olhando de cima a baixo.
— Sinto muito que tenhamos nos conhecido num momento tão triste para a família. – A mulher comenta e Bulma ficou ainda mais incomodada, a mulher era linda não tinha como negar e mesmo que eles estavam em uma situação em que aquele tipo de sentimento não era bem-vindo imaginar Vegeta o dia inteiro ao lado daquela mulher lhe deixou enciumada.
— Tá tudo bem por aqui? — Vegeta perguntou.
— Mais ou menos, Chichi ainda está passando mal e a mãe do Yamtcha está arrasada. — Bulma responde.
— Eu vou tentar falar com ela. — Vegeta se afastou indo para junto de Cutelo que estava com a irmã conversando com Percival, o diretor do presídio. Bulma olhou mais uma vez para a policial em sua frente e sorriu tentando ser educada.
— Senta um pouco Mai, você aceita um chá?
— Ah Claro, aceito sim. — Mai também sorriu a ela e foi se sentar ao lado de Raditz e outros policiais que já estavam na igreja.
Bulma foi até a mesa onde estava sendo servido chá e café, serviu uma xícara grande de chá a mulher, entregou a ela que sorriu e depois tornou a se sentar ao lado de Chichi e Goku. Mai tomou o chá e olhava para Bulma de longe a garota era muito bonita só não imaginou que fosse tão jovem. Se aproximou de Raditz que estava ao seu lado e comentou baixinho:
— A namorada do Vegeta é bonita não é?
— Ah, Bulma é sim.
— Eu não tinha imaginado que ela fosse tão jovem. Quantos anos ela tem?
— Ela tem 19! – responde o policial.
— Nossa muito jovem mesmo.
— A história deles é complicada sabe, eles demoraram muito para assumir o namoro. Vegeta tinha uma certa cisma por ela ser tão nova.
— Eu posso imaginar...
— Com licença Mai eu vou buscar minha namorada, ela quer vir também.
— Tudo bem Raditz pode ir. — Raditz se levantou falou com Bulma e Chichi que estavam sentadas na primeira fileira de cadeiras e depois foi falar com Cutelo e a mãe de Yamtcha que ainda estava gritando com o diretor do presídio. Percival pós conversar um pouco com a mulher saiu junto com Raditz e a mãe de Yamtcha voltou ao seu posto ao lado do caixão do filho e Vegeta se sentou ao lado de Bulma onde a garota o abraçou.
— Tá tudo bem? — Vegeta pergunta beijando a testa dela.
— Não! Eu odeio velório.
— Quer ir pra casa?
— Agora não, quero ficar mais um pouco com a Chichi.
— Não sabia que ela era tão apegada a ele.
— Bom eles cresceram juntos quase como irmãos, e ela gostava muito dele apesar de tudo. Eu tô com pena da mãe do Yamtcha, ela está arrasada.
— E não é pra menos, ele era o único filho dela, e mesmo tendo feito tantas besteiras ainda era o seu filho.
— Ah que horas será o enterro Vegeta?
— Está marcado para as 07:00 horas da manhã, vamos ficar só mais um pouco e depois eu te levo pra casa e se quiser ir ao enterro amanhã cedo eu levo você ao cemitério.
— Acho que vou levar a Chichi com a gente ela não está bem.
— Ta bom eu falo com o Cutelo sei que ele vai preferir, ele ta todo perdido tendo que dá assistência pra irmã e pra Chichi ao mesmo tempo.
— Tem mais é estranhos aqui, a Chichi me falou, quase não veio ninguém da família.
— Muitas pessoas também não gostam de velório, outras não ligam muito.
— Você demorou muito sabia? Onde você foi?
— Eu fiquei responsável por correr atrás de toda a documentação dele deixei que o senhor Cutelo ficasse livre para receber a irmã.
— E a Mai foi com você? — foi inevitável para Bulma não fazer aquela pergunta.
— Sim, ela foi comigo ao cartório...
Chichi se levantou para ir até a mesa de chá, mas ela ficou tonta novamente colocou a mão na testa e se desequilibrou. Goku e Bulma correram para junto dela antes que ela caísse.
— Chichi, o que você tem meu amor? — Goku perguntou preocupado segurando à namorada pela cintura.
— Eu só fiquei tonta Goku. – ela responde com a voz um pouco fraca. Cutelo também se aproximou da filha.
— Chichi? O que ela tem?
— Ela só está tonta senhor Cutelo. – Goku responde.
— Vamos levá-la um pouco para a sacristia Goku.
Goku e Cutelo levaram Chichi para a salinha da sacristia e Bulma foi atrás assim que chegaram sentaram a garota em uma das cadeiras e Cutelo correu para pegar um copo d'água para a filha no bebedouro. Bulma segurava a mão dela, Chichi estava gelada.
— Goku será que não é melhor levar ela para o hospital? — Bulma sugeriu preocupada.
— Não, eu não quero hospital, eu tô bem. – Chichi nega aceitando o copo de água que seu pai trazia.
— Chichi meu amor eu tô preocupado, você está pálida e tonta desde a hora que eu cheguei. — Goku acariciava o rosto da namorada e olhava para ela com aquele olhar preocupado.
— É melhor eu pegar o carro e te levar para o pronto-socorro Chichi. – Agora foi à vez de Cutelo dizer, nunca tinha visto Chichi passando mal assim.
— Não pai, não precisa. – ela diz bebendo a água e respirando fundo. _ Eu só fiquei emotiva demais ver o Yamtcha naquele caixão me lembra da minha mãe, do velório da minha mãe, eu era pequena, mas me lembro de tudo e eu não imaginava que fosse passar por isso de novo é só isso tenho. – Se justifica vendo todos olhar pra ela.
— Tem certeza Chichi? Olha para mim, me diz o que você está sentindo? – Goku pergunta.
— Eu só fiquei tonta Goku, mas já está passando.
Bulma segurava a mão da garota e percebia que ela começava a se esquentar de novo e a cor voltava pra face dela.
— Pai volta lá para o salão fica com a tia Reiko ela não tá bem, pode me deixar aqui, o Goku e a Bulma ficam aqui comigo. – ela pede.
— Tá bom eu vou voltar, mas se você se sentir mal de novo me chama e eu te levo imediatamente para o hospital.
— Tá bom papai. — Cutelo deu um beijo na testa da filha e voltou para o salão.
— Você quer alguma coisa Chichi? Quer mais um chá? — Bulma perguntou a ela.
— Eu queria um chocolate, mas fiquei com vergonha de pedir lá no salão sei lá estou no meio de um velório e com vontade de comer chocolate não faria muito sentido. — pediu e Goku e Bulma forçaram um sorriso para ela.
— Eu vou até o mercadinho ali na esquina e compro pra você e trago pra cá. — Goku diz. _ Bulma você fica aqui com ela para mim?
— Claro Goku pode ir.
Goku saiu pelos fundos da sacristia Bulma se sentou ao lado de Chichi.
— Chichi você está bem mesmo? Pode me falar agora.
— Eu estou melhor é que essa situação é muito estranha sabe eu cresci com o Yamtcha ele me defendia na escola, brigava com os garotos que faziam bullying comigo e ver ele agora naquele caixão morto é uma sensação ruim sabe.
— Eu sei e eu sinto muito mesmo Chichi eu nunca quis que isso acontecesse.
— Você não tem culpa de nada Bulma!
— Eu sei que não, mas a mãe do Yamtcha nem tá olhando na minha cara, eu tento falar com ela e ela vira as costas para mim.
— Não liga pra minha tia, ela tá em choque nada do que ela tá dizendo faz sentido.
— Eu sei disso. Você está com fome, quer comer alguma coisa?
— Não, eu estou sem fome, eu só queria que tudo isso fosse um pesadelo... — Chichi recostou a cabeça no encosto do banco e suspirou, uns minutos depois Goku voltou do mercadinho trazendo uns chocolates pra namorada Chichi comeu e disse estar se sentindo melhor e voltaram para o salão. As amigas delas da faculdade começaram a chegar, Chichi tinha colocado nas redes sociais dela sobre a morte do primo e suas amigas foram lhe dá uma força. Bulma também viu Samuel entrando na igreja, ficou surpresa por ele ter ido e se levantou da cadeira para receber o amigo.
— Sam, não achei que você viesse.
— Oi Bulma. -Sam abraçou a garota alisando as costas dela, Vegeta estava sentado na cadeira olhando os dois e não gostou da intimidade do rapaz com a namorada.
— As meninas me ligaram me contando o que aconteceu e que iriam vim dá um apoio a Chichi e vim junto.
— Que bom que veio, ela vai gostar de ver você.
— Foi o primo dela que morreu?
— Sim, depois eu te explico o que aconteceu, vem vou te levar até Chichi. – Bulma pegou na mão de Sam e o levou até onde Chichi estava sentada, mas aí passou pela fileira que Vegeta estava sentado e viu o homem olhando pra eles com aquela sua cara fechada, resolveu apresentar Sam a ele primeiro.
— Sam deixa eu te apresentar uma pessoa antes, esse é o Vegeta, meu namorado. – Vegeta se levantou para cumprimentar o rapaz o olhando com a cara fechada. _ Vegeta esse é o Sam, meu amigo da faculdade.
— Muito prazer Sam! Vem de Samuel eu suponho. – Vegeta ofereceu sua mão ao rapaz que também o olhava sério.
— Sim, Samuel, é um prazer conhecê-lo Vegeta, escuto muito falar de você. – Sam aceitou a mão que Vegeta lhe oferecia, e sentiu o homem apertar sua mão mais que o necessário.
— Ouço falar de você também. – Vegeta encarava o rapaz com aquele seu olhar inquisitivo, nunca confiava em homens perto de Bulma.
—Vem Sam, vou te levar até Chichi. –Viu Bulma pegar no braço do rapaz e gostou menos ainda.
— Com licença Vegeta. – Sam sorriu educado, não negava que o namorado da garota era intimidador. Bulma o levou até Chichi que conversava com suas amigas, ela também o abraçou assim que o viu. Chichi ficou conversando com seus amigos e Sam se aproximou de Bulma falando baixo apenas para ela ouvir.
— Seu namorado é intimidador!
— O Vegeta? Você achou?
— Com certeza, ele me olhou de um jeito...
— Não leve a mal, o Vegeta é policial então acho que esse olhar desconfiado já anda com ele.
— Ou talvez ele esteja com ciúmes de mim. – Sam sorri.
— Claro que não, o Vegeta sabe que você é meu amigo, nada a ver. — Bulma olhou para trás onde Vegeta estava sentado e viu a policial Mai sentando ao lado dele. Porque sempre que virava as costas aquela mulher estava por perto?
...
Mais um tempo se passou, a igreja estava quase vazia poucas pessoas ainda acompanhavam o velório que duraria a madrugada inteira. Bulma estava sentada com Chichi vendo a mãe de Yamtcha debruçada sobre o caixão do filho, a mulher estava mais calma, como que pouco a pouco a ficha dela ia caindo sobre o que estava acontecendo. Bulma decidiu aproveitar que ela estava mais tranquila para tentar se aproximar novamente e tentar conversar com ela. Se aproximou de Reiko no caixão colocando a mão em seu ombro:
— Senhora Reiko está precisando de alguma coisa? — à mulher ergueu o corpo olhando a garota e fechou a cara olhando Bulma com raiva e desprezo.
— Eu não quero nada e não encosta em mim! — a mulher disse com raiva e Bulma não entendeu a hostilidade dela.
— Desculpe se te incomodei senhora Reiko, só vim ver se precisava de alguma coisa...
— Eu não quero nada de você garota fica longe de mim! – Reiko agora falou alto chamando a atenção das pessoas na igreja. _ Isso tudo é culpa sua! Foi você que colocou meu filho nessa situação, você ficou seduzindo ele e depois correu da raia. Foi por sua causa que meu filho ficou preso e foi por sua causa que ele foi assassinado! — a mulher gritou sem medir as palavras completamente desorientada e abalada. Bulma ficou olhando para ela com os olhos arregalados sem saber o que dizer e como se defender depois de ter sido atacada daquela maneira. Cutelo correu para acalmar a irmã que não sabia o que estava dizendo.
— Reiko para! Você não sabe o que está dizendo, Bulma não tem culpa de nada!
— Ela tem culpa sim! A culpa é toda dela! — a mulher gritou mais alto, Vegeta também correu para tirar Bulma de perto dela.
— Controle sua irmã Cutelo! Ela está fazendo acusações infundadas! – Vegeta diz, não gostando nem um pouco daquela situação.
— Eu sei Vegeta perdoe a minha irmã ela não sabe o que diz, ela está abalada com a morte do filho e está dizendo coisas sem pensar, releve. – Cutelo tenta apaziguar a situação segurando a irmã que voltou a chorar.
— Faça ela se acalmar, eu não vou permitir que ela acuse Bulma dessa maneira, todo mundo aqui sabe o que o Yamtcha tentou fazer com ela e eu não vou permitir que ela seja atacada dessa forma!
— Eu sei Vegeta, me desculpe por isso, me desculpa Bulma, ela não disse por mal. – Cutelo se desculpa com medo de Vegeta, pois todos sabiam ali que Yamtcha não era nem um pouco inocente e começou a arrastar a irmã para fora do salão a levando para a salinha da sacristia.
Vegeta pegou na mão de Bulma vendo que a garota tinha ficado abalada com a acusação da mãe de Yamtcha e só relevou, pois sabia que a mulher estava fora de si e não deveria nem está pensando, mas não iria mais deixá-la ali, pois revelar não era o mesmo que deixar Reiko atacar a garota de graça de novo.
— Vem Bulma, vamos pra casa. — Bulma concordou com a cabeça e foi se despedir de Chichi e Goku.
— Bulma não leve a sério o que minha tia disse ela está completamente fora de si ela não quis dizer aquelas coisas. – Chichi diz.
— Tudo bem, Chichi eu entendo... — Chichi abraçou a amiga com força.
— Obrigada por tudo Bulma, se você não tivesse aqui eu não sei como eu conseguiria suportar tudo isso.
— Não precisa agradecer amiga. Você está melhor?
— Estou sim, não se preocupe.
— Você não quer ir lá pra casa comigo?
— Não, não precisa, eu também não vou passar a noite aqui daqui a pouco eu vou pra casa com o Goku.
— Eu vou pra casa agora, amanhã cedo eu volto para o enterro. — ela abraçou a amiga mais uma vez e se despediu de algumas pessoas e de seus amigos que ainda estavam lá. Todo mundo estava chocado com a forma que a mãe de Yamtcha tinha falado com a garota e muita gente começou a sair. Os amigos delas também se despediram de Chichi para ir embora.
Vegeta levou Bulma para a entrada da igreja onde o seu carro estava estacionado e ela também se despediu das amigas Raquel e Débora e por último Sam que lhe deu um abraço apertado. Apertado demais para o gosto de Vegeta que observava tudo.
— Não ligue para o que aquela mulher disse é lógico que você não tem culpa nenhuma disso. – ele diz a ela.
— Obrigada Sam...
— Eu não sei o que aconteceu com ele mais fique em paz e se precisar de qualquer coisa eu estou aqui. — Bulma sorriu abraçada ao amigo e Vegeta os olhava, não gostava muito do jeito daquele rapaz e da forma que ele estava sempre dando um jeito de tocar ou abraçar Bulma e não deixou de pensar se ele estava apenas aproveitando que a garota estava fragilizada pelas coisas que eu ouviu para poder se aproximar dela. Afinal, não confiava em garotos perto dela. Quando Sam finalmente soltou a garota Vegeta pegou a mão dela.
— Vem Bulma.
— Vegeta foi um prazer conhecer você. — Sam disse lhe oferecendo a mão para cumprimentá-lo mais uma vez.
— O prazer foi meu Samuel, tenha uma boa noite! — Vegeta responde com a sua expressão de sempre e abriu a porta do carro colocando Bulma lá dentro.
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